terça-feira, 25 de maio de 2021

Nico

Com 24 anos resolvi sair do meu país e vivenciar experiências novas, a minha condição monetária era boa, tinha dinheiro para viajar e aproveitei para conhecer diversos países.

O meu ponto de paragem foi os Estados Unidos, mais concretamente em Miami, adorava praia, movimento de pessoas, e o meu desporto de eleição era o basquetebol, bem jogado naquele país.


O meu inglês fluente permitia-me falar facilmente com qualquer pessoa de diferentes nacionalidades, o meu corpo alto, magro, moreno e os olhos claros atraíam a atenção de qualquer homem ou mulher. 

Sendo uma mulher aventureira procurei conhecer melhor a cidade e algumas pessoas, sempre fui sociável, independente e tinha fama de seduzir os homens. Tornava-se mais fácil na aproximação das pessoas, e criava amizades com frequência.

Estive cinco dias naquela cidade, com temperaturas quentes, usava sempre pouca roupa, e sentia-me sequiosa por sexo, queria conhecer alguém do meu agrado e com qual me envolvesse.


Numa saída à noite, depois de ter estado num bar, e no caminho a pé para o hotel, cruzei-me com um homem com um corpo divinal, o olhar que dirigiu sobre mim deixou-me tentada a parar, mas continuei o caminho. Deitei-me a pensar nele e achei que não ia voltar a vê-lo.


No dia seguinte, aconteceu algo que não esperava, estava na fila do supermercado para efetuar o pagamento das compras que tinha feito, olhei para trás e o mesmo homem que tinha passado por mim no dia anterior, estava atrás de mim, sorrimos um para o outro, a minha vontade era de meter conversa com ele, o meu coração batia rápido, tocou-me no ombro, fiquei arrepiada… virei o corpo para ele, e disse:

- Ola, me gusta tu sonrisa, de dónde eres?

- Sou portuguesa, pelo teu sotaque, és espanhol?

- Sí… somos de la Península Ibérica.


A conversa continuou fora do supermercado, chamava-se Nico, era modelo, tinha 30 anos, e morava sozinho, nasceu no sul de Espanha, mas já vivia em Miami há três anos. Trocámos contato, e combinámos sair na mesma noite.

O nosso encontro foi só após o jantar, às 22h, o Nico teve uma sessão fotográfica até tarde, fomos até à praia, sentados na areia continuámos a conhecer-nos, o seu sotaque tornava a conversa ainda mais bela, sentia o Nico vidrado em mim, e eu tinha muita vontade de sentir os seus lábios. Após duas horas de conversa, convidou-me para ir até sua casa.


A casa era pequena, da varanda avistava-se um grande jardim, a noite estava quente, sentámo-nos numa cama de rede que balouçava com o peso dos nossos corpos, depressa o Nico passou o seu braço abraçando-me, senti-me protegida e a querer um beijo, e aconteceu… um beijo molhado e duradouro, o Nico foi atrevido, e puxou o meu top para baixo, a sua mão agarrou num dos meus seios, os meus bicos estavam eretos, ele deitou-se na cama de rede e por cima dele o beijo fazia aumentar o tesão, as línguas movimentavam-se dentro das nossas bocas, sentia a minha coninha a babar, húmida e desejosa por ter um pau duro dentro dela.


Saímos dali, o Nico levou-me ao colo até ao seu quarto, deitou-me na sua cama, despimo-nos, iniciou um minete maravilhoso, a sua língua estava irrequieta percorria os pontos que me davam mais prazer, o meu corpo pedia mais, agarrava nos lençóis da cama quase como se estivesse a vir-me… o Nico levou o seu pénis até à minha boca, com a minha cabeça deitada na almofada, tocava-lhe com uma mão, chupava e lambia o pau molhado.

Quisemos mais, ambos loucos para haver penetração, o Nico enfiou a sua verga na minha cona, estremeci de prazer… enquanto me fodia, eu com os dedos estimulava o clitóris, apalpava-me os meus seios, baixava o tronco e beijava a minha boca e pescoço, aumentava a intensidade, o meu corpo embarcou numa viagem delirante e ardente, ouvia o chocalhar do pénis dentro de mim, molhados e prestes a chegar ao orgasmo, passado uns minutos o Nico, tirou o pénis dentro de mim e ejaculou para cima da minha barriga, ficou com o seu leitinho à volta do meu umbigo. Depois meteu três dedos dentro da minha cona, aumentou o ritmo e fez-me vir em poucos segundos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento que me deixou consolada, o Nico adormeceu passado algum tempo, deixei-o sozinho na cama, vesti-me e saí da sua casa devagarinho sem que desse conta.





sábado, 15 de maio de 2021

Bárbara

Estive casado durante 12 anos, nasceram 3 filhos, um deles que era o mais velho passou a viver só comigo tinha paralisia cerebral e andava numa cadeira de rodas, enquanto estava a trabalhar o Diogo ficava numa instituição que o acompanhava e tratava dele e depois ia buscá-lo no final do trabalho, procurava sempre que não lhe faltasse nada… continuava a ter contacto com os outros filhos e a ser o mesmo pai, mas o Diogo precisava um pouco mais do meu tempo devido ao problema que tinha.


Um dia levei-o até a um parque, dar um passeio e espairecer, enquanto o Diogo se distraía a ver os outros meninos brincar, fiquei sentado num banco de jardim perto dele, ao longe avistei uma rapariga que aparentemente acompanhava o filho, era bastante irrequieto e ela sentia dificuldade em tomar conta do miúdo. Ela usava óculos de sol, calças de ganga justas, o seu cabelo era liso, e o corpo era magro… fiquei com a sua imagem gravada na minha cabeça.


Passados uns tempos vi-a a passar por mim na rua, achei que morasse perto, já a tinha visto duas vezes pensei que ia voltar a vê-la… por vezes ficava na dúvida se a voltava a encontrar… o que tivesse que acontecer, aconteceria a seu tempo.


Na rotina de ir buscar o Diogo à instituição, naquele dia tinha chegado mais tarde porque tive uma reunião que atrasou-se, à entrada cruzei-me com a rapariga que tinha debaixo de olho, estava a sair da porta da instituição, fiquei curioso por saber o que fazia ali… perguntei a uma funcionária se sabia quem ela era… ela disse-me que era a nova Assistente Social da instituição.


Ao saber disso, foi como encontrar um caminho depois de estar perdido, seria mais fácil encontrá-la e vir a conhecê-la… e pouco tempo demorou… curiosamente encontrei-a novamente no parque... naquele dia, o filho dela estava mais sossegado, sentei-me ao lado dela no banco de jardim e meti conversa. Soube que se chamava Bárbara, também era divorciada, tinha 29 anos, menos sete anos do que eu… morava com o seu filho de 8 anos e o miúdo também tinha alguns problemas, era autista. A nossa situação era muito semelhante, sobrava pouco tempo para estar com amigos e fazer outras coisas com liberdade, a nossa vida era quase em prol dos nossos filhos… Antes de irmos embora, trocámos contacto telefónico.


Fomos conversando, durante muitos dias, até que chegou o momento de querermos sair só os dois, ela conseguia deixar o miúdo com o pai, eu tinha mais dificuldade em deixar o Diogo, arranjei forma do meu filho passar uma noite na instituição. Seria a primeira vez que ia deixar o Diogo lá, precisava de um tempo para mim.


Chovia bastante, não era o melhor dia para sair, fomos ao cinema, gostávamos do mesmo género de filmes e estávamos mais protegidos do mau tempo… depois de vermos o filme, levei a Bárbara a casa, com o meu guarda-chuva abriguei-a até à porta do seu apartamento, já estávamos molhados, a Bárbara olhou para os meus olhos e perguntou:

- Queres subir?

- Vou aceitar o convite, pois preciso de me secar e pode ser que chova menos quando for embora.


Entrámos no apartamento, disponibilizou-me o WC para tomar um banho, emprestou-me roupa que ainda tinha do ex-marido, e colocou a minha roupa na máquina de secar.

Ela foi tomar banho noutro WC…ficámos no sofá, vestida de pijama aproximou-se de mim, estava atraente, a sua fragrância consolava as minhas narinas, a nossa conversa iniciou comigo a dizer que o meu filho estava na instituição onde ela trabalhava, ficou contente, passado pouco tempo desviou-se a conversa para a parte íntima, soubemos que estávamos há meses sem relações, e ela não atingia o orgasmo ainda há mais tempo… 


A Bárbara estava de calção de pijama, olhou para mim e agarrou a minha mão, colocou-a por cima do seu calção na direção da vagina, agarrou o meu pescoço e demos um beijo, as línguas davam voltas dentro das nossas bocas, a excitação crescia… puxei os seus calções para baixo, apalpei as suas mamas pequenas, os bicos estavam eretos, a minha língua lambeu-os… desceu pela sua barriga, ela suspirava… chupei-lhe o clitóris, e lambi a vulva, ficou agitada a esfregar-se no sofá… disse para eu parar, empurrou-me até à entrada do seu quarto ajoelhou-se à minha frente, chupou bem o meu pau, passava a língua pelos testículos, cuspia no pénis e chupava… a seguir deitou-se de lado na cama, por trás levantei um pouco a sua perna, penetrei-a… o meu pau molhado deslizava dentro da cona húmida, a seguir sentei-me na cama e a ela sentou-se em cima de mim, com as mamas viradas para mim, os beijos eram quentes, o ritmo aumentava… os nossos corpos mantinham os movimentos, e a Bárbara gemeu… aquela posição desencadeou-lhe um orgasmo, ficou sem ar e descontrolada… deitada de barriga para cima pediu para que tocasse uma punheta para cima dela, assim foi, o meu leitinho caiu todo em cima do rego das suas mamas, depois foi com a boca ao meu pénis acabar de lamber o resto de esperma que escorria… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi um momento prazeroso que não acontecia com ambos fazia muito tempo, acabámos por nos juntar e assim soubemos partilhar a ajuda para cuidar dos nossos filhos. 


quarta-feira, 5 de maio de 2021

Daniel

Morava com o meu companheiro há alguns anos, mas sentia que a relação tinha entrado em rotina, não existia nada novo que nos despertasse, estávamos completamente acomodados ao que fazíamos diariamente, a parte sexual estava afetada, passávamos semanas sem fazer amor, e ambos sentíamos que mais tarde ou mais cedo o desfecho seria a separação. A única coisa que nos mantinha ligados era não voltarmos para casa dos nossos pais ou ficarmos a morar sozinhos, embora que a relação como estava era quase como se morássemos mesmo sozinhos. 


Começámos a trabalhar por turnos, eu entrava à noite e o meu companheiro trabalhava durante o dia, até isso contribuiu para piorar, pouco nos víamos durante o dia e ao fim de semana quando tínhamos mais tempo para estarmos juntos, pouco ou nada fazíamos, cada um ficava no seu canto.

Em 30 anos de vida sentia a maior vontade de sempre de ter um envolvimento sério, que me deixasse reconfortada e sabia que o meu companheiro não me despertava para isso. A minha carência era muita, queria tanto sentir um orgasmo, já me esquecera do último, nunca tinha traído o meu companheiro, mas no passado já lhe tinha perdoado uma traição.


Sabia que se passasse pela minha cabeça trair seria muito fácil, mas resistia todos os dias a essa tentação, no trabalho tinha colegas que provocavam, o assédio era quase diário, a minha firmeza estava quase a cair por terra. 

Um dia marquei um café com um colega que fazia o mesmo horário, foi uma boa conversa, era divorciado e tinha tanta vontade de se envolver comigo como eu com ele, quando parecia tudo encaminhado, não consegui… demos uns beijos, mas não passou disso. 


Cada dia que passava o meu desejo por sexo aumentava, continuava sem fazer com o meu companheiro há umas semanas e a última vez que tinha feito, senti-me uma "prostituta"… foi abrir as pernas e deixar que ele se viesse dentro de mim, até sentia alguma dor… uma sensação muito má, sem prazer… 

Conversava muitas vezes com amigas que diziam para terminar a relação, mas faltava a coragem de pôr um ponto final… era adiar o inevitável.


Num dia de manhã, tinha chegado do meu trabalho, liguei a TV e não estava a funcionar, fiz uma chamada para a operadora a comunicar o problema, disseram-me que o técnico viria a minha casa por volta das 16h. Aproveitei para ir dormir, estava cansada porque a noite de trabalho não tinha sido nada calma. Quando acordei, tomei um banho e aguardei a chegada do técnico. 


Na hora marcada a campainha tocou, depois de abrir a porta entrou o técnico, um homem bem constituído, cabelo castanho, pele morena, sorridente… foi encaminhado até à sala, ao local onde estava a TV e a box, baixou-se, e por trás via o início do rego do seu rabo, deixou-me logo com a libido a crescer, e enquanto ele detetava o problema, fomos conversando, soube que se chamava Daniel, tinha 39 anos… pela conversa que estávamos a ter, notava que não era nada acanhado, era simpático e tinha um ar de safado.


O serviço tinha terminado, perguntei:

- Aceitas tomar alguma coisa?

- Só um copo de água por favor.

Fomos até à cozinha.

- E comer? Queres petiscar alguma coisa?

- Bem… não costumo comer a meio da tarde, mas… o que tem para eu comer? - sorriu.

- Não sei o que gostas, mas posso tentar arranjar algo que te possa satisfazer.

- Algo em especial?

- Claro.


Aquela conversa deixou-me solta, completamente desinibida, senti que ambos queríamos algo mais, fomos na direção um do outro, surgiu um beijo de língua bem molhado, o batimento do coração era acelerado quase saltava do meu peito, as nossas mãos passavam pelos nossos corpos, fomos tirando a roupa… o Daniel encostou-se ao balcão da cozinha, chupei o seu pénis grande e torto, levei-o até à minha bochecha, meti-o quase todo dentro da boca, os seus testículos também eram grandes enchi a minha boca com eles, os seus ligeiros gemidos deixavam-me com um tesão tremendo, a seguir inclinei-me sobre o balcão da cozinha, abri as pernas e por trás a sua língua foi até ao buraquinho do meu cu, e desceu até passar com a língua na minha cona molhada, os seus dedos entraram no meu cu e na minha coninha, que sensação maravilhosa.


O Daniel guiava-me no prazer, estava "caída aos seus pés", submissa ao que me quisesse fazer, sentou-me na mesa de jantar, abriu as minhas pernas, apalpava-me as mamas e beijava-me a boca… penetrou-me lentamente, agarrei-me à mesa e gemi… o seu pau deslizava para dentro de mim, estava arrepiada e louca para foder sem igual. 

Agarrado às minhas mamas e a aumentar a intensidade, aquela adrenalina toda, o seu pau gostoso e o seu beijo fizeram-me chegar às nuvens, vi-me intensamente, que saudades de sentir um orgasmo! O Daniel manteve o tesão, queria oferecer-lhe os "três pratos", a seguir meteu-me com todo o cuidado o seu pénis dentro do meu cu, custou a entrar, depois foi gostoso… sempre gostei de sexo anal… após tirar o pénis pediu-me para chupar-lhe até ao fim… o meu broche demorado fez-me sentir o seu leitinho todo dentro da minha boca… engoli tudinho. 

                                                                                           Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Não aguentaria mais tempo sem um envolvimento assim, foi de uma forma inesperada, mas muito prazerosa. Durante muito tempo sentia vontade de repetir novamente. Pouco tempo a seguir separei-me, aprendi a morar sozinha e mais tarde tive outra relação mais feliz, com o nascimento de uma filha. 



domingo, 25 de abril de 2021

Júlio e Sara

O nosso casamento ia de vento em popa, tudo corria bem, éramos um casal que tínhamos paciência um com o outro, havia entreajuda e essencialmente existia conhecimento da nossa maneira de ser, por vezes um pensava e o outro dizia. 

Eu chamo-me Sara e era veterinária, adorava animais e pertencia a uma associação para ajudar bichinhos abandonados. Tinha 32 anos, o meu cabelo era curto e negro asa de corvo, olhos escuros, rosto comprido, alta e magra, seios médios… Selecionava os melhores momentos dos dias para me sentir ainda mais feliz, o meu positivismo ajudava.


O meu marido chama-se Júlio, alto, com o cabelo rapado, os olhos castanhos, uma pessoa calma, sabia gerir e controlar todos os problemas que apareciam, ambos gostávamos do imprevisto. 


Estávamos casados há quase dois anos, lidávamos bem com a parte sexual, os nossos envolvimentos eram diários, tinha alturas em que nos envolvíamos mais do que uma vez ao dia. Tratávamos o sexo/amor por tu, gostávamos de dar e sentir prazer, o lugar por vezes ficava para segundo plano, o importante era a intensidade que dávamos ao acto. 


As nossas vidas profissionais ocupavam-nos bastante durante a semana, só tínhamos a noite para desfrutar a nossa companhia, ao fim de semana tínhamos o domingo livre para fazermos o nosso programa, gostávamos da natureza, passear pela areia junto ao mar, levávamos connosco o Tico, um cão da raça fox terrier, também fazia parte do nosso entretenimento.


O nosso amor pelos animais, fazia-nos pensar em mudar de casa, com mais espaço para podermos ter vários animais, a parte de termos um filho/a para já não estava nos nossos projetos.

Mas tínhamos um plano, como estávamos quase a fazer dois anos de casamento, queríamos festejar a data com uma viagem, estarmos 10 dias fora do país, longe da rotina… resolvemos planear uma viagem a vários países e fizemos um roteiro, a ideia era ir a Praga, Budapeste e Viena. Marcámos as viagens com uma antecedência de dois meses.


Enquanto não chegava a altura, íamos conhecendo o nosso país, passámos fins de semana repletos de amor e carinho, várias caminhadas, procurávamos conhecer ao máximo todos os locais que íamos, o desconhecido fascinava-me. 


Fazer sexo em locais públicos dava-nos uma adrenalina fora de série, um desses momentos aconteceu na estação de serviço de uma autoestrada, íamos passar o fim de semana fora, o tempo estava quente, sentimos uma vontade súbita de termos prazer, enquanto o meu marido conduzia tocava-lhe no pénis, senti-o duro, a sua mão passou por baixo da minha saia, afastou as cuecas e os dedos entraram e saíram da minha vagina, a excitação aumentou, parámos o carro numa zona em que passava pouca gente… o Júlio continuou sentado no lugar do condutor, desabotoei os botões das suas calças e ele puxou-as para baixo até aos joelhos… a minha boca pedia um pénis duro e babado… foi de encontro a ele, chupei-o com intensidade, percorria a língua no seu todo, metia só a glande dentro da boca e depois ia até ao fundo, a língua mexia à volta da cabecinha, mas tinha de acelerar, o local não era propício a demorar, aumentei o ritmo… enquanto a minha mão tocava uma punheta, deu um "ai que bom" o leite morno entrou cheio de pressão na minha boca… engoli tudinho… 

O Júlio não quis ficar atrás, rodei um pouco as minhas pernas, levantou-me a saia, baixou até à minha vagina, enquanto lambia o clitóris, metia um, depois dois e foi até três dedos dentro da vagina. Havia pessoas a passar perto, disfarçava com a minha mão à frente da boca, para não mostrar a minha expressão de prazer… o meu marido aumentou o ritmo dos dedos a entrar na minha vagina molhada, a língua sabia o ritmo bem encostada ao meu clitóris com movimentos muito rápidos, cheia de espasmos o orgasmo tinha chegado… 

Momentos destes, fortificavam ainda mais a relação, era uma união apimentada.


A viagem que tínhamos programado estava a chegar, um nervosismo miudinho aparecia porque sentia um pouco de medo ao viajar de avião, preparámos as mochilas, não podiam ir muito carregadas porque íamos percorrer três países de um lado para o outro, organizámos tudo direitinho. Fomos para o aeroporto, o voo estava um pouco atrasado… ficámos a aguardar, o tema de conversa passou por alguns momentos de sexo que passámos juntos, aquela conversa aguçou o apetite para entregarmo-nos um ao outro. Um pouco mais tarde, entrámos no avião, ocupámos os nossos lugares, a viagem era relativamente curta, o avião levantou e o assunto do sexo voltou… estava a sentir-me desejosa… levantei-me e pedi ao Júlio para me acompanhar, simulei um enjoo, agarrei uma mão à barriga, a outra à frente da boca, entrámos os dois no WC… 


Abraçámo-nos, agarrados um ao outro demos vários linguados, tinha de ser algo rápido, o Júlio desceu as calças, chupei-lhe o pau durante uns segundos, a seguir levantei a saia, o meu marido puxou as cuecas para o lado e pôs a sua saliva nos dedos, esfregou-os na minha cona, inclinei-me ligeiramente para a frente, atrás de mim, enterrou o pau dentro de mim, a trepidação do avião acompanhava os movimentos, cada vez aumentava mais o ritmo, sempre forte na intensidade, veio-se… e o seu fluído dentro de mim acelerou a minha chegada ao orgasmo…


                                                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest 


Continuamos a ser um casal, obcecado pelo prazer, pelo nosso bem-estar, entregues às loucuras dos momentos.

 








quinta-feira, 15 de abril de 2021

Ângela

O meu pai tinha uma farmácia, e recentemente um dos funcionários reformara-se… para o seu lugar entrou a Ângela, uma menina de 23 anos, corpo esguio, cabelo castanho encaracolado, umas sardas nas bochechas, e um sorriso de encantar… 


Eu estava com 25 anos, tinha uma loja de informática à frente da farmácia, o meu dia era passado a maior parte das vezes no interior da loja, e via todos os dias a Ângela a entrar e a sair do trabalho… um dia o meu pai veio perguntar-me se conhecia alguma casa ou apartamento para alugar dentro da cidade e de preferência perto da farmácia, perguntei para quem era, disse-me que era para uma farmacêutica que andava à procura de um T1 para morar, depreendi que fosse para a Ângela. Comecei a pesquisar e a perguntar às pessoas, e disse ao meu pai, que havia a possibilidade de se arranjar um T1 entre a farmácia e o local onde eu e os meus pais morávamos, ele disse que ia falar com a Ângela e que lhe ia dizer para passar na minha loja para eu a inteirar sobre o apartamento. A ideia agradou-me e fiquei a aguardar pela sua visita.


E ela apareceu uns dias mais tarde, vestido preto, seios redondinhos, olhar alegre, e entrou na loja…. Apresentou-se, disse que vinha por intermédio do meu pai e perguntou se eu tinha as informações sobre o apartamento, os nossos olhos ficaram hipnotizados no rosto um do outro, a minha voz tremeu e expliquei-lhe quem estava responsável pelo arrendamento, caso não quisesse ir sozinha, propus-me a acompanhá-la… ela aceitou que fosse com ela, fiz a chamada e marquei para o dia seguinte.


Era sábado à tarde… encontrámo-nos numa pastelaria perto do apartamento, a senhora que ia arrendar o apartamento ligou a dizer que estava atrasada cerca de 45 minutos, fomos conversando, soube que era filha única, que morava a 150 km de distância numa aldeia, e um dos motivos da sua chegada à cidade era querer ser independente, tinha terminado recentemente uma relação, ia ajudar o afastamento do ex-namorado… o tempo passou rápido e pouco dei a conhecer sobre mim.


A senhora chegou e mostrou-nos o apartamento, a parte de trás tinha uma boa vista sobre a cidade, por dentro o estado era novo, a Ângela gostou e acertou começar a morar lá dois dias depois. Fui levando as suas coisas da casa de uma amiga para lá… 


A Ângela agradeceu-me tudo o que tinha feito por ela, e em tom de provocação perguntou:

- Fico em dívida contigo… como te posso compensar?

- Bem… se te deres bem na cozinha, aceito um jantar feito por ti.

- Comes qualquer coisa? - sorriu.

- Não sou esquisito… fica a teu gosto.


Passados uns dias, a Ângela da sua janela, viu-me a passar a pé para o meu trabalho, e do alto disse para não me esquecer do jantar que ia fazer no próprio dia. Disse-lhe que não ia esquecer e que as expectativas eram altas, para ela caprichar. 

Lá fui eu ter ao seu apartamento, ela tinha colocado uma mesa pequena nas traseiras da casa, era ali que íamos jantar, umas velas iluminavam o espaço e faziam brilhar os olhos dela, avistava-se as luzes da cidade, o prato foi bem decorado, um puré de batata com um lombinho de carne e para beber uma sangria de frutos vermelhos, disse eu: " que bom aspeto!"... ela disse que era para comer tudo… de sobremesa foi um leite creme com canela.


O jantar tinha corrido às mil maravilhas, tudo ótimo… a Ângela tinha o rosto um pouco corado, a noite estava a arrefecer, fomos para o interior do apartamento… encostei-me num armário da sala, a Ângela disse para eu abrir a boca e fechar os olhos, meteu na minha boca um bombom de chocolate, a seguir pediu para fechar os olhos, encostou-se a mim e a sua boca encontrou-se com os meus lábios, o beijo era doce e a sua língua era bem mexida, as suas mamas ficaram na palma das minhas mãos, a mão da Ângela tirava o meu cinto, desabotoava os botões das minhas calças e tocava levemente uma punheta no meu pénis, assanhada e excitada, debruçou-se sobre a mesa da sala, puxou o vestido para cima, agarrou na cueca e puxou-a para o lado e disse… "fode-me…" dei-lhe umas palmadas no rabo, com a nádega marcada pela minha mão, por trás, enfiei o meu pau dentro da sua cona, gememos… disse-me que queria algo rápido e intenso, para a foder todinha… aumentei logo o ritmo… estava desejosa e louca, agarrei o seu quadril, depois beijei as suas costas e apalpei-lhe as mamas, ela só pedia… "fode… fode… fode… não pares… isso..." e num ápice… soltou um gemido agudo… contorceu-se…. a sua cona estava cheia de sémen…  mais tarde voltamos a foder… voltou a vir-se… 


                                                                                                              Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest

Era uma mulher que atingia facilmente o orgasmo, naquela noite não consegui dar-lhe o meu esperma...porque não me consegui vir… mas tivemos noites recheadas de bom sexo… a Ângela era obcecada por mim e pelo prazer, era insaciável… 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Bruno

Sempre fui uma mulher com uma rede social alargada, era empresária no ramo têxtil, tinha várias lojas de roupa... quase ficava sem tempo para relacionamentos, tinha 29 anos, dedicava-me inteiramente à parte profissional e a parte pessoal ficava para trás. 

Embora tivesse pouco tempo para me envolver, sentia essa necessidade, não queria estar agarrada a uma relação que me prendesse e afetasse a parte profissional, sabia que não ia dar certo… queria apenas ter os meus encontros com quem achasse interessante e passava muito tempo sem o fazer...  

Tinha vários fins de semana sem sair, ou porque o tempo era escasso, ou porque me sentia cansada, ou porque preferia usufruir da minha casa, visto que durante a semana só usava o meu quarto e pouco mais.


Numa das minhas lojas havia um funcionário novo chamado Bruno, fora a minha sócia que lhe tinha feito a entrevista, já me informara que ele era de cortar a respiração… tinha 22 anos, pouca barba, olhos esverdeados, cabelo castanho, fisicamente estava no ponto, muitas tatuagens nos braços… era muito sexy… 


Passei uma semana seguida durante a tarde naquela loja, era a altura de mudar a coleção, queria saber se ele tinha jeito para o atendimento, quis controlar a faturação. 

Numa terça-feira, informei os dois funcionários que na quinta-feira seria para ficarem até mais tarde, para se remodelar a loja… colocar roupa em saldo e dispor a nova coleção… 


Enquanto estava na loja observava a forma como o Bruno trabalhava, pelo canto do olho apreciava os atributos físicos dele, por vezes não disfarçava o meu olhar, ele também olhava, reparava em mim, tinha um ar safado... quando estava no balcão, passava junto a ele, se tivesse que ir à prateleira atrás do balcão buscar alguma peça de roupa, de costas, as minhas nádegas roçavam nas dele… 


Era quarta-feira, pouca conversa tinha existido entre nós, mas trocávamos muitos olhares, ele também sabia provocar, no olhar, no aproximar, no meter conversa, estava a ficar tentada a cair nos braços dele… já estava quase a terminar o dia de trabalho, depois de algumas insinuações e de existir atração de parte a parte… fui ao armazém preparar umas roupas, pouco depois entrou o Bruno… sorrimos um para o outro, desinibido… disse-me que eu estava a mexer com ele, deixou-me sem reação… e acrescentou que no dia seguinte íamos estar até mais tarde na loja, não sabia se ia conseguir resistir… saiu do armazém, a conversa ficou cortada e eu nada lhe disse… mas… deixou-me com mais apetite de nos envolvermos…


Quinta-feira, foi um dia com bastante trabalho, muita gente na loja, pouco tempo para dar atenção ao Bruno, por vezes aproximava-se… falava… mas havia muito que fazer… o fim do dia aproximava-se… ele foi lanchar a uma pastelaria ao lado e sem lhe pedir, trouxe-me o lanche, entregou-me e disse que era para me adoçar… gostei do miminho.


Já tínhamos fechado a loja para os clientes, mas continuávamos a remodelá-la, além de mim e do Bruno também havia outro funcionário, íamos conversando sobre o dia que estava a chegar ao fim, o Bruno perguntou-me se tinha gostado do docinho que me deu ao lanche… disse-lhe que sim, que tinha acertado porque era dos meus doces preferidos… 


Entretanto o trabalho estava a chegar ao fim, o outro funcionário foi embora antes do Bruno… o Bruno convidou-me para irmos comer alguma coisa…já era tarde, fomos no meu carro a um restaurante que ainda estaria aberto… falámos das nossas vidas, dos nossos sonhos… de relações passadas… para a idade que tinha, era um homem maduro, com história de vida, e conseguia manter uma conversa… o jantar terminou… o Bruno perguntou-me:

- Há um sítio que gosto muito de ir… quer ir até lá comigo?

- Achas que vale a pena? É longe?

- Claro que vale, não se vai arrepender… fica a caminho de minha casa, aproveita e deixa-me em casa, cerca de 15km…

- Já te estás a aproveitar da minha boleia é?

- Vai gostar do sítio por isso vai compensar…


O Bruno deu-me as indicações do caminho, estava curiosa por saber para onde ia, começamos a subir, a subir bastante… perguntou-me se tinha medo de alturas, disse-lhe que não… passado algum tempo mandou-me estacionar o carro, era um parque com várias árvores e bastante escuro, disse-lhe que não tinha medo de alturas, mas do escuro dava-me medo… protegeu-me… abraçou-me e caminhámos juntos... levou-me até um miradouro, tinha uma vista fantástica… muitas luzes no horizonte, a lua bem definida, a noite não estava fria, de cima disse-me onde morava, lógico que não se via, não tinha casas por perto… estava tudo muito silencioso, continuávamos abraçados, olhei para o rosto dele, o Bruno olhava o horizonte, desviou o olhar na minha direção… e… encostámos os lábios… beijámo-nos… e demos um abraço forte… sentia-me aconchegada por ele… os beijos continuavam… beijou-me o pescoço… arrepiava-me… as mãos dele seguravam a minha cintura, as minhas mãos passavam pelas costas dele, disse-me que se já era difícil resistir-me, naquele momento estava a ser ainda mais difícil resistir… ao ouvido dele perguntei-lhe porquê… disse-me que… tinha vontade de sentir o meu corpo ao ar livre… acariciar-me ainda mais… os nossos telemóveis iluminavam-nos com as lanternas juntamente com a lua entre as árvores... havia um banco de jardim, sentámo-nos… 


As nossas mãos passavam no corpo um do outro… tirou-me o seio da blusa… apalpou-o… meteu-o na boca… o bico quase saía do seio… a minha mão foi de encontro ao pénis dele… apertei-o… tirou as calças, eu tirei a blusa, os nossos corpos estavam quentes, o Bruno apertava os meus seios, lambia-os, beijava-me com a língua dentro da minha boca… eu baixei-me, bati-lhe uma punheta e chupava-lhe a pontinha do pénis… a minha boca molhava-se com a baba do pénis… a seguir puxou-me as calças para baixo, mandou-me colocar um pé em cima do banco, por trás… a língua dele foi ter à minha vagina, lambeu-a… meteu dois dedinhos, o silêncio era tanto, que só ouvia os meus gemidos e o barulho dos dedos a entrar na minha vagina molhada… já estava bem desejosa, o Bruno pegou no seu pénis... e enfiou-o bem dentro de mim, estava muito quente e duro… deu-me palmadas leves, agarrou os meus seios por trás… virei a cara e enquanto me fodia meteu-me dois dedos na minha boca, chupava os dedos ao mesmo tempo… estava muito intenso… 


Sentei-o no banco… fui para cima dele, quis sentar-me em cima do pénis, sentia-o bem lá no fundo, beijava a boca dele, ele apertava os meus seios, por vezes lambia os meus bicos, aumentei a intensidade, o olhar dele fazia notar que estava quase a vir-se… eu sentia que ia aguentar pouco mais, continuámos com aqueles movimentos que nos enchiam de prazer… os nossos gemidos faziam ouvir o nosso eco naquele lugar, agarrei-me ao encosto do banco, soltei um gemido intenso, estava a vir-me, ao mesmo tempo o Bruno gemeu e atingiu o orgasmo, a minha vagina ficava cheia de leite… nunca me tinha acontecido de ter um orgasmo em simultâneo com alguém... foi brutal… o próprio lugar compensou muito, senti-me livre, parecia que o mundo era só nosso.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


No meio daquela adrenalina toda, nasceu o Duarte, fui mãe sem ter programado, a minha vida mudou totalmente, o Bruno assumiu a paternidade, continuou a trabalhar na loja por algum tempo, mas depois foi trabalhar para outro lado, nunca chegámos a ter uma relação. 



quinta-feira, 25 de março de 2021

Teresa

Estava divorciado há 10 anos, tive uma relação de 7 anos que deixou marcas, não correu bem por diversos motivos, fomos precipitados em casar demasiado jovens, quase sem nos conhecermos, tivemos logo uma filha, a seguir a parte profissional foi afetada, não tínhamos tempo para a relação, a rotina era sempre a mesma e com discussões à mistura… decidimos seguir rumos diferentes.


Com 42 anos, morava sozinho, a minha filha visitava-me com frequência, tinha 22 anos, um bom grupo de amigos, com pessoas de várias idades, embora houvesse mais mulheres, por vezes saíamos juntos e conhecia algumas das suas amigas.

Uma delas chamava-se Teresa, tinha 25 anos, o seu corpo era esbelto, os seios firmes, o seu olhar era expressivo, voz meiga, o cabelo era comprido e ondulado… quando estávamos juntos em grupo, a nossa troca de olhares era evidente, houve uma aproximação e conversámos várias vezes, era uma mulher madura, sabia o que queria da vida, tinha planos e era muito autónoma, morava sozinha numa casa herdada por uma tia.


A distância entre o local em que morávamos era curta… existia um parque com árvores perto e começámos a encontrar-nos lá. Ao final da tarde dávamos uma caminhada seguida de corrida, depois praticávamos outros exercícios, quando fazia flexões não conseguia ficar indiferente ao seu decote, quando descia o corpo olhava e imaginava-me por baixo dela, a Teresa tinha um corpo bem definido, as calças justas, após o exercício ficava molhada pelo suor, aquela imagem fazia-me pensar no seu corpo molhado depois do sexo, deixava-me desejoso…

Achava que havia bastante cumplicidade entre nós, começou a existir troca de mensagens no telemóvel, dava-me o bom dia logo pela manhã… estava a mexer comigo, demonstrava interesse por mim e eu estava muito tentado a envolver-me com ela.


Um dia soube que a Teresa estudou para ser freira, aliás chegou a estar num convento, tinha saído recentemente, confidenciou-me que queria ter outro tipo de vida, mais livre e aproveitar de outra forma. Embora estivesse ligada à igreja, cantasse no coro e desse catequese…

Achava-a muito pura, humilde e atinada, mas pensava… como seria ela na cama? Desinibida? Ou inibida? Tinha dúvidas, mas a minha vontade era envolver-me com ela…


Numa tarde de domingo estava em casa, deitado no sofá e a ver uma série na TV, quando ouvi o toque de mensagem no telemóvel, senti que seria da pessoa que eu estava a pensar… era da Teresa a perguntar se queria ir lanchar com ela, aceitei.

Fomos a uma esplanada perto de um rio, relativamente perto das nossas casas, o dia estava ameno, a Teresa chegou de minissaia, perna elegante, o seu decote era discreto, mas a blusa era justa e os seios ficavam bem salientes. Ficámos até ao final da tarde no mesmo local, tinha ido ao WC e quando voltei, reparei na sua perna à mostra e junto com o seu olhar, deixou-me tentado a arriscar algo mais, pelo meio da conversa, as palavras em tom de brincadeira pareciam assentar no atrevimento, na provocação, tudo de forma natural. 


Senti que a assediei e que ela gostou… ela também me soube seduzir.

Saímos daquele local e a Teresa perguntou-me:

- Vemos um filme em minha casa?

- Sim…

Pelo caminho, o desejo ia aumentando… 

Entrámos em sua casa, ligou a TV, depois debruçou-se sobre as costas de uma cadeira, e por trás de si, vi a sua cueca fio dental, olhou para mim e sorriu, soube o que fez, estava a seduzir-me a deixar-me quente e excitado… agarrou na minha mão, puxou-me até ao seu quarto, acendeu umas velas de cheiro, fechou a janela, colocou um som ambiente suave, sentei-me na sua cama, veio para o meu colo, beijou-me até ficarmos sem ar, sufocados e cheios de tesão… roçava a sua cona na direção do meu pénis por cima das nossas roupas.


A roupa caía dos nossos corpos, o toque das mãos explorava e percorria a nossa pele quente, os meus dedos chegaram à sua coninha molhada, ela batia-me uma punheta levemente, deitados na cama fizemos um "69"... que sintonia perfeita!

A seguir fiquei por cima da Teresa, apalpei-lhe os seios firmes, lambi os bicos, meti os meus dedos na sua boca e ela chupava-os, o meu pau duro penetrou-a… gemeu fortemente, ambos molhados, o pau deslizava bem dentro da sua cona, agarrou os lençóis com as mãos,  contorceu-se, estava a sentir muito prazer, passado pouco tempo, os seus olhos reviraram…

Logo a seguir disse: "Desculpa estava a ser muito bom e foi rápido, não aguentei" mas não quis parar, veio para cima de mim, os seus movimentos pareciam uma dança em cima do meu pénis, aumentava a intensidade, sabia foder bem, e estava a deixar-me louco. Continuou por mais uns minutos e depois foi a minha vez de não aguentar, o orgasmo chegou… 


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Ambos estávamos sem sexo fazia algum tempo, entregámo-nos um ao outro e chegámos ao orgasmo fácil e rapidamente… surpreendeu-me pela positiva, a Teresa era uma expert a dar prazer...