quarta-feira, 5 de maio de 2021

Daniel

Morava com o meu companheiro há alguns anos, mas sentia que a relação tinha entrado em rotina, não existia nada novo que nos despertasse, estávamos completamente acomodados ao que fazíamos diariamente, a parte sexual estava afetada, passávamos semanas sem fazer amor, e ambos sentíamos que mais tarde ou mais cedo o desfecho seria a separação. A única coisa que nos mantinha ligados era não voltarmos para casa dos nossos pais ou ficarmos a morar sozinhos, embora que a relação como estava era quase como se morássemos mesmo sozinhos. 


Começámos a trabalhar por turnos, eu entrava à noite e o meu companheiro trabalhava durante o dia, até isso contribuiu para piorar, pouco nos víamos durante o dia e ao fim de semana quando tínhamos mais tempo para estarmos juntos, pouco ou nada fazíamos, cada um ficava no seu canto.

Em 30 anos de vida sentia a maior vontade de sempre de ter um envolvimento sério, que me deixasse reconfortada e sabia que o meu companheiro não me despertava para isso. A minha carência era muita, queria tanto sentir um orgasmo, já me esquecera do último, nunca tinha traído o meu companheiro, mas no passado já lhe tinha perdoado uma traição.


Sabia que se passasse pela minha cabeça trair seria muito fácil, mas resistia todos os dias a essa tentação, no trabalho tinha colegas que provocavam, o assédio era quase diário, a minha firmeza estava quase a cair por terra. 

Um dia marquei um café com um colega que fazia o mesmo horário, foi uma boa conversa, era divorciado e tinha tanta vontade de se envolver comigo como eu com ele, quando parecia tudo encaminhado, não consegui… demos uns beijos, mas não passou disso. 


Cada dia que passava o meu desejo por sexo aumentava, continuava sem fazer com o meu companheiro há umas semanas e a última vez que tinha feito, senti-me uma "prostituta"… foi abrir as pernas e deixar que ele se viesse dentro de mim, até sentia alguma dor… uma sensação muito má, sem prazer… 

Conversava muitas vezes com amigas que diziam para terminar a relação, mas faltava a coragem de pôr um ponto final… era adiar o inevitável.


Num dia de manhã, tinha chegado do meu trabalho, liguei a TV e não estava a funcionar, fiz uma chamada para a operadora a comunicar o problema, disseram-me que o técnico viria a minha casa por volta das 16h. Aproveitei para ir dormir, estava cansada porque a noite de trabalho não tinha sido nada calma. Quando acordei, tomei um banho e aguardei a chegada do técnico. 


Na hora marcada a campainha tocou, depois de abrir a porta entrou o técnico, um homem bem constituído, cabelo castanho, pele morena, sorridente… foi encaminhado até à sala, ao local onde estava a TV e a box, baixou-se, e por trás via o início do rego do seu rabo, deixou-me logo com a libido a crescer, e enquanto ele detetava o problema, fomos conversando, soube que se chamava Daniel, tinha 39 anos… pela conversa que estávamos a ter, notava que não era nada acanhado, era simpático e tinha um ar de safado.


O serviço tinha terminado, perguntei:

- Aceitas tomar alguma coisa?

- Só um copo de água por favor.

Fomos até à cozinha.

- E comer? Queres petiscar alguma coisa?

- Bem… não costumo comer a meio da tarde, mas… o que tem para eu comer? - sorriu.

- Não sei o que gostas, mas posso tentar arranjar algo que te possa satisfazer.

- Algo em especial?

- Claro.


Aquela conversa deixou-me solta, completamente desinibida, senti que ambos queríamos algo mais, fomos na direção um do outro, surgiu um beijo de língua bem molhado, o batimento do coração era acelerado quase saltava do meu peito, as nossas mãos passavam pelos nossos corpos, fomos tirando a roupa… o Daniel encostou-se ao balcão da cozinha, chupei o seu pénis grande e torto, levei-o até à minha bochecha, meti-o quase todo dentro da boca, os seus testículos também eram grandes enchi a minha boca com eles, os seus ligeiros gemidos deixavam-me com um tesão tremendo, a seguir inclinei-me sobre o balcão da cozinha, abri as pernas e por trás a sua língua foi até ao buraquinho do meu cu, e desceu até passar com a língua na minha cona molhada, os seus dedos entraram no meu cu e na minha coninha, que sensação maravilhosa.


O Daniel guiava-me no prazer, estava "caída aos seus pés", submissa ao que me quisesse fazer, sentou-me na mesa de jantar, abriu as minhas pernas, apalpava-me as mamas e beijava-me a boca… penetrou-me lentamente, agarrei-me à mesa e gemi… o seu pau deslizava para dentro de mim, estava arrepiada e louca para foder sem igual. 

Agarrado às minhas mamas e a aumentar a intensidade, aquela adrenalina toda, o seu pau gostoso e o seu beijo fizeram-me chegar às nuvens, vi-me intensamente, que saudades de sentir um orgasmo! O Daniel manteve o tesão, queria oferecer-lhe os "três pratos", a seguir meteu-me com todo o cuidado o seu pénis dentro do meu cu, custou a entrar, depois foi gostoso… sempre gostei de sexo anal… após tirar o pénis pediu-me para chupar-lhe até ao fim… o meu broche demorado fez-me sentir o seu leitinho todo dentro da minha boca… engoli tudinho. 

                                                                                           Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Não aguentaria mais tempo sem um envolvimento assim, foi de uma forma inesperada, mas muito prazerosa. Durante muito tempo sentia vontade de repetir novamente. Pouco tempo a seguir separei-me, aprendi a morar sozinha e mais tarde tive outra relação mais feliz, com o nascimento de uma filha. 



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