Estive casado durante 12 anos, nasceram 3 filhos, um deles que era o mais velho passou a viver só comigo tinha paralisia cerebral e andava numa cadeira de rodas, enquanto estava a trabalhar o Diogo ficava numa instituição que o acompanhava e tratava dele e depois ia buscá-lo no final do trabalho, procurava sempre que não lhe faltasse nada… continuava a ter contacto com os outros filhos e a ser o mesmo pai, mas o Diogo precisava um pouco mais do meu tempo devido ao problema que tinha.
Um dia levei-o até a um parque, dar um passeio e espairecer, enquanto o Diogo se distraía a ver os outros meninos brincar, fiquei sentado num banco de jardim perto dele, ao longe avistei uma rapariga que aparentemente acompanhava o filho, era bastante irrequieto e ela sentia dificuldade em tomar conta do miúdo. Ela usava óculos de sol, calças de ganga justas, o seu cabelo era liso, e o corpo era magro… fiquei com a sua imagem gravada na minha cabeça.
Passados uns tempos vi-a a passar por mim na rua, achei que morasse perto, já a tinha visto duas vezes pensei que ia voltar a vê-la… por vezes ficava na dúvida se a voltava a encontrar… o que tivesse que acontecer, aconteceria a seu tempo.
Na rotina de ir buscar o Diogo à instituição, naquele dia tinha chegado mais tarde porque tive uma reunião que atrasou-se, à entrada cruzei-me com a rapariga que tinha debaixo de olho, estava a sair da porta da instituição, fiquei curioso por saber o que fazia ali… perguntei a uma funcionária se sabia quem ela era… ela disse-me que era a nova Assistente Social da instituição.
Ao saber disso, foi como encontrar um caminho depois de estar perdido, seria mais fácil encontrá-la e vir a conhecê-la… e pouco tempo demorou… curiosamente encontrei-a novamente no parque... naquele dia, o filho dela estava mais sossegado, sentei-me ao lado dela no banco de jardim e meti conversa. Soube que se chamava Bárbara, também era divorciada, tinha 29 anos, menos sete anos do que eu… morava com o seu filho de 8 anos e o miúdo também tinha alguns problemas, era autista. A nossa situação era muito semelhante, sobrava pouco tempo para estar com amigos e fazer outras coisas com liberdade, a nossa vida era quase em prol dos nossos filhos… Antes de irmos embora, trocámos contacto telefónico.
Fomos conversando, durante muitos dias, até que chegou o momento de querermos sair só os dois, ela conseguia deixar o miúdo com o pai, eu tinha mais dificuldade em deixar o Diogo, arranjei forma do meu filho passar uma noite na instituição. Seria a primeira vez que ia deixar o Diogo lá, precisava de um tempo para mim.
Chovia bastante, não era o melhor dia para sair, fomos ao cinema, gostávamos do mesmo género de filmes e estávamos mais protegidos do mau tempo… depois de vermos o filme, levei a Bárbara a casa, com o meu guarda-chuva abriguei-a até à porta do seu apartamento, já estávamos molhados, a Bárbara olhou para os meus olhos e perguntou:
- Queres subir?
- Vou aceitar o convite, pois preciso de me secar e pode ser que chova menos quando for embora.
Entrámos no apartamento, disponibilizou-me o WC para tomar um banho, emprestou-me roupa que ainda tinha do ex-marido, e colocou a minha roupa na máquina de secar.
Ela foi tomar banho noutro WC…ficámos no sofá, vestida de pijama aproximou-se de mim, estava atraente, a sua fragrância consolava as minhas narinas, a nossa conversa iniciou comigo a dizer que o meu filho estava na instituição onde ela trabalhava, ficou contente, passado pouco tempo desviou-se a conversa para a parte íntima, soubemos que estávamos há meses sem relações, e ela não atingia o orgasmo ainda há mais tempo…
A Bárbara estava de calção de pijama, olhou para mim e agarrou a minha mão, colocou-a por cima do seu calção na direção da vagina, agarrou o meu pescoço e demos um beijo, as línguas davam voltas dentro das nossas bocas, a excitação crescia… puxei os seus calções para baixo, apalpei as suas mamas pequenas, os bicos estavam eretos, a minha língua lambeu-os… desceu pela sua barriga, ela suspirava… chupei-lhe o clitóris, e lambi a vulva, ficou agitada a esfregar-se no sofá… disse para eu parar, empurrou-me até à entrada do seu quarto ajoelhou-se à minha frente, chupou bem o meu pau, passava a língua pelos testículos, cuspia no pénis e chupava… a seguir deitou-se de lado na cama, por trás levantei um pouco a sua perna, penetrei-a… o meu pau molhado deslizava dentro da cona húmida, a seguir sentei-me na cama e a ela sentou-se em cima de mim, com as mamas viradas para mim, os beijos eram quentes, o ritmo aumentava… os nossos corpos mantinham os movimentos, e a Bárbara gemeu… aquela posição desencadeou-lhe um orgasmo, ficou sem ar e descontrolada… deitada de barriga para cima pediu para que tocasse uma punheta para cima dela, assim foi, o meu leitinho caiu todo em cima do rego das suas mamas, depois foi com a boca ao meu pénis acabar de lamber o resto de esperma que escorria…
Foi um momento prazeroso que não acontecia com ambos fazia muito tempo, acabámos por nos juntar e assim soubemos partilhar a ajuda para cuidar dos nossos filhos.

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