sábado, 25 de março de 2023

Eduardo

Vivia numa aldeia, na quinta dos meus pais, era filha única e desde pequena acompanhava o meu pai nos trabalhos da quinta, tinha bastantes animais e eu adorava os cavalos.

Durante a minha infância até à adolescência tive um vizinho que frequentava a quinta, chamava-se Eduardo, ajudava a tratar dos animais, brincávamos, o tempo era muito bem passado desde a manhã até ao pôr-do-sol.

Tínhamos a mesma idade, o mesmo gosto por animais, íamos para a escola juntos, vivemos momentos inesquecíveis, a felicidade acompanhava a nossa vida diariamente. 

Após a adolescência o Eduardo emigrou com os pais, foi um choque para mim, nunca chegámos a namorar, nem sequer trocámos um beijo, mas tínhamos muito carinho um pelo outro e senti muito a falta dele, foi uma grande perda para mim.

Entretanto, tornei-me criadora de cavalos, a minha vida era passada na quinta, pouco saía, acordava todos os dias muito cedo e deitava-me cedo também, sentia o tempo a passar rápido. Fui tendo um ou outro namorado, mas nada de especial, nunca senti a verdadeira paixão. A minha ligação com o Eduardo, passou a ser mais distante, falávamos poucas vezes… ele estava há 10 anos fora do país, tínhamos quase 28 anos, pensava muitas vezes nos momentos que passámos juntos, e tinha saudades dele.

Passados uns dias o Eduardo voltou, veio à quinta… chamou por mim, a sua voz grossa e bem colocada sem contar arrepiou-me… estava mais forte, com barba, mais bonito do que a última vez que o tinha visto, atrás de si apareceu uma mulher, foi apresentada, era a Dália, a sua namorada, o ciúme apoderou-se de mim, queria o seu bem, mas pensava que não tivesse nenhuma relação e isso mexeu comigo.

Conversámos, esteve com os meus pais, viu os animais, principalmente os cavalos. Disse que estavam bem tratados e que em breve ia voltar para a aldeia, deixou-me feliz por saber dessa novidade, pela sua presença e proximidade, por outro sabendo que tinha uma namorada, deixava-me menos confortável.

Regressou 3 meses depois, voltou a visitar-me na quinta, vinha sozinho, achei estranho… perguntei pela Dália… respondeu que tinha terminado a relação de 2 anos… encorajei-o, dei-lhe força… disse que tinha de arranjar um trabalho por cá, e eu... sabendo que tinha trabalho a mais e precisava de alguém para me ajudar… dei-lhe a hipótese de trabalhar na quinta comigo… acedeu e agradeceu.

O Eduardo começou a trabalhar no dia seguinte na quinta, os dias passaram a ser mais felizes, voltei a reviver a minha infância, a nossa proximidade era constante, e comecei a gostar ainda mais do Edu. Um certo dia fomos dar um passeio a cavalo. Estava calor, pelos caminhos da aldeia falávamos enquanto íamos em cima dos cavalos, o passeio durou horas, até saltarmos dos cavalos e ficarmos junto a umas árvores, assistimos ao pôr-do-sol no horizonte. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Aproximámo-nos um do outro, as nossas mãos agarraram-se… demos um abraço apertado, éramos iluminados pelos poucos raios de sol, ouvia-se o barulho de alguns pássaros, não havia mais ninguém por perto… inevitavelmente o beijo surgiu, molhado e intenso, aguçou o nosso desejo, o Edu apalpou-me as mamas, o tesão crescia… queria mais…tirei a blusa, puxei as suas calças para baixo, ajoelhada em cima da minha blusa fiz-lhe um broche, mamei bem o seu pau molhado … a seguir foi ele que baixou as minhas calças, deitei-me no chão, meteu as minhas mamas pequenas na sua boca, os meus bicos ficaram eretos, os seus dedos entraram na minha vagina, estava cheia de mel, fez-me um minete que por momentos achei que ia vir-me… fui para cima do Edu, cavalguei em cima da sua verga bem tesuda, não era grande, mas a sua grossura estava a deixar-me excitada demais, e logo a seguir soltei um gemido prolongado… descontrolada, cheguei ao orgasmo… queria que o Edu se viesse também… dei-lhe o meu cuzinho todo… enquanto me mordia nas costas e apalpava as minhas mamas… fodeu bem gostoso… foi até sentir o seu leitinho dentro do meu cuzinho.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi uma amizade para a vida toda, houve um período que estivemos afastados sem nunca nos termos envolvido, mas quando nos reencontrámos houve desejo, envolvimento, tesão e paixão…  que se transformou em amor.

quarta-feira, 15 de março de 2023

Janaína

Estive a trabalhar no estrangeiro durante 10 anos, como comercial numa empresa de venda de produtos hospitalares, conheci algumas mulheres de vários pontos do mundo. Envolvi-me com duas americanas, algumas europeias e uma asiática, mas tinha uma curiosidade especial de ter um affair com uma africana. Tinha 36 anos, namorei durante cinco anos, não deu certo e a partir daí não queria ter relações sérias, só esporádicas, quando quisesse, sem compromisso.

Fisicamente não me achava nada de especial, mas isso nunca me impediu de conquistar uma mulher, por vezes era mais difícil conseguir e chegar até ao envolvimento, mas não desistia, às vezes levava um grande corte, uma nega e partia para outra, foi assim durante muito tempo.

Numa das muitas viagens que fazia sozinho, durante o voo de férias para Cabo Verde, troquei um olhar com uma mulher que passou no corredor do avião, era mulata, aparentava ser mais velha do que eu, o seu cabelo preto armado dava nas vistas e os seus olhos negros e grandes brilhavam… os seus seios também eram volumosos, tirei-lhe o retrato e ficou-me debaixo de olho. Quando saímos do avião passei ao seu lado, ia sozinha, sorri e meti conversa, estivemos a falar durante algum tempo, o seu sorriso irradiava energia e felicidade… houve uma química entre nós… soube que se chamava Janaína, e que o hotel onde ia ficar hospedada ficava próximo do meu. Cada um foi para seu lado e por momentos achei que podia ser difícil voltar a vê-la.

No dia seguinte fui ao supermercado e vi a Janaína, desloquei-me na sua direção e comentei:

- Afinal até não foi difícil voltar a encontrar-te…

- Pois não… somos quase vizinhos…

- Que tal o hotel? Gostaste?

- É razoável… nada de muito especial e o teu?

- Gostei do meu, mas logo estava a pensar ir um barzinho aqui perto… Queres ir?

- Podemos ir sim… já contava sair um pouco.

O local de encontro ficou combinado, e após o jantar, apareceu a Janaína… vinha com um vestido curto às flores decotado, umas pernas bem torneadas e um sorriso maravilhoso que a caracterizava, o cabelo enquadrava-se na perfeição, inalei o seu bom perfume, e pensei imediatamente que podia haver a oportunidade de existir envolvimento entre nós.

Fomos até a um bar na praia, iluminado só com meia-luz, a música era suave e a decoração tinha muitas cores, estava um bom ambiente para uma boa conversa.

A Janaína contou-me por alto a sua história de vida até ali, fiquei boquiaberto por saber que tinha 53 anos, não aparentava nada, era angolana, foi casada durante 13 anos, trabalhava como freelancer numa empresa, adorava viajar, e estava há bastante tempo sem ter um relacionamento ou envolvimento. Durante a conversa não conseguia ficar indiferente ao seu decote, à sua perna cruzada mostrando a boa coxa, fulminava com o seu olhar expressivo direto a mim… a música ficou mais alegre, ouvia-se um género de música popular chamado Morna cantada em crioulo… fomos dançar… estávamos animados e os nossos corpos tocavam-se e colavam-se… sentimos necessidade de sair dali, ambos tínhamos vontade de estar a sós e conhecermos melhor o corpo de cada um.

Fomos para o meu hotel, subimos até ao quarto, quando entrámos encostei a Janaína à parede e beijei-a… sentir os seus lábios grossos fez-me ter uma ereção, as minhas mãos apoiaram nos seus seios, a Janaína pôs a sua mão no meu pénis e depois ajoelhou-se à minha frente e com o meu pénis virado para a sua boca, chupou-o… os seus lábios grossos faziam-me quase vir… a seguir, despi-a… o corpo nu dela era bem delineado e firme, deitada na cama, a minha língua explorou toda a sua pele, adorei apalpar as suas mamas grandes, enquanto lambia e chupava o seu clitóris, os meus dedos entravam na sua cona, soltava um gemido agudo, olhava para mim com os olhos arregalados, queria sentir o meu pau dentro de si. Pediu-me para a penetrar. Meti-lhe só a cabecinha do meu pau na sua vagina peluda… a cona estava bem abertinha e molhada, tirava e voltava a meter a cabecinha, a Janaína disse para meter todo, enterrei a minha verga tesa até ao fundo, as suas mãos agarraram as minhas, os nossos corpos unidos balançavam a um ritmo constante, estava a ser muito gostoso, e descontroladamente o meu esperma invadiu a sua vagina… a Janaína não atingiu o orgasmo, mas teve muito prazer, perdi o tesão e ficamos relaxados…A trocar carícias e beijos molhados, mais tarde voltamos a foder, e aí assim… a Janaína por cima de mim chegou ao orgasmo. Voltei a vir-me tocando uma punheta para cima das suas mamas.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi uma mulher que marcou as minhas férias em Cabo Verde, adorei o envolvimento, a sua energia, o seu cheiro, fiquei apaixonado pela mulher mulata. Mantivemos uma amizade, mas há anos que não estamos juntos. 


domingo, 5 de março de 2023

Guilherme

Durante a minha infância não lidava bem com maus tratos, tinha uma família que usava muito a violência verbal e física, era filho único, passei momentos muito difíceis que afetaram a minha personalidade, tornei-me mais sensível. Desde novo que sentia atração por homens, na adolescência guardava esse desejo para mim. Mais tarde, já adulto, não escondia a minha tendência e assumia as minhas preferências.

Conheci o Guilherme no meu último ano de faculdade, era um homem com 24 anos, mais dois anos do que eu, a sua voz era doce e meiga, cabelo curto, olhar expressivo, piercing na orelha, senti atração por ele desde o primeiro dia que o vi. Estávamos muitas vezes juntos, e embora o seu feitio fosse reservado e fechado, ia sabendo aos poucos várias coisas sobre ele.

Residíamos relativamente perto da faculdade, ele dividia o apartamento com alguns colegas, eu morava sozinho num andar emprestado por um familiar. Saíamos durante a semana e, em cada dia que passava, aumentava a vontade de estar e divertir-me com ele. O meu desejo de envolver-me com o Guilherme era acentuado. 

Mais tarde, para meu gáudio, e através de conversas que fomos tendo, descobri que o Guilherme também era homossexual.

Começou a existir uma aproximação maior entre nós, a confiança tinha aumentado, mas quando parecia que ia existir algo mais entre nós, ficávamos chateados, por vezes até havia discussão. 

E tudo voltava para trás, estávamos uns dias sem falar, ou seja sentia-me perturbado por não conseguirmos entender-nos… 

O Guilherme era muito orgulhoso, raramente dava o braço a torcer, era eu quase sempre que me aproximava dele, tentava que nos voltássemos a dar bem. Fazia um esforço grande para continuar ligado a ele, não o queria perder, mesmo com alguns problemas entre nós, o meu sentimento por ele era muito forte.

Um dia o Guilherme veio estudar até ao meu apartamento, época de exames, existia mais nervosismo e ansiedade, tivemos uns dias sem falar, e tínhamos voltado a conversar no dia anterior, quando entrou… chamou-me a atenção a sua calça branca justa, com o seu pénis saliente, naquele momento a minha vontade era chupar-lhe o pau, e esquecer o que tínhamos para estudar, contive-me… mas achava que estava a demorar muito, a junção dos nossos corpos. 

Estudámos durante a tarde inteira, na hora do Guilherme ir embora, aproximei-me dele e beijei-o na boca, não correspondeu, a minha mão tocou-lhe no pénis por cima das calças, aí senti a sua língua… foi um beijo rápido e o Guilherme saiu. 

Tinha sido a primeira vez que aconteceu alguma coisa entre nós, muito pouco para o desejo que sentia, queria muito mais, evadir-me num envolvimento intenso e prazeroso com ele.

Após aquele nosso momento, não houve outra experiência entre nós, continuávamos a falar, mas achava que não se ia voltar a repetir, será que o Guilherme não me desejava? 

O tempo foi passando, terminámos o curso, fizemos o estágio e o contacto continuava a ser mantido, só deixámos de estar juntos quando terminou o estágio, o Guilherme começou a trabalhar numa empresa na Holanda, e pouco tempo depois, eu fui trabalhar para a Bélgica.

Estivemos três meses sem estarmos juntos fisicamente. A única forma que existia para nos vermos era por videochamada. 

Sentia tantas saudades que marquei uma viagem num fim de semana até à Holanda, fui de surpresa, sem o Guilherme saber. Chegado à sua cidade e à sua casa, toquei à campainha, ninguém respondeu… não se ouvia barulho… liguei-lhe… e perguntei:

- Estás em casa?

- Sim… acabei agora de tomar banho…

- Dava tudo para sentir o teu cheiro…

- Sabes que estás longe, só podes ver-me e ouvir-me…

- Só? E tocar-te? Cheirar-te? Sentir o teu sabor?

- Lá estás tu com as tuas alucinações… 

- Abre a porta do teu apartamento.

O Guilherme abriu a porta e viu-me à sua frente, e disse:

- És muito maluco, não ganhas emenda… não contava mesmo contigo. - sorriu.

Demos um abraço bem apertado, ambos sentíamos saudade, sentamo-nos no sofá, o rosto do Gui aproximou-se, deu-me um beijo na boca, fechei os olhos e sentia o beijo saboroso dele e ao mesmo tempo o cheiro suave que exaltava do seu corpo. Agarrou a minha mão, levou-me para um quarto com pouca luz a entrar pela janela, despiu-me e despiu-se… fiquei deitado na cama, o Gui percorreu a sua língua desde a minha boca até ao meu pau, chupou-o vigorosamente, tocando uma punheta… que sensação ótima! 

A seguir fizemos um "69" delirei ao sentir o seu pau teso dentro da minha boca. 

Nunca tinha sentido o Gui tão entusiasmado e excitado, senti muita vontade de ser penetrado, fiquei de quatro, o Gui estava muito intenso, molhou o pénis e o meu cuzinho com a sua saliva e penetrou-me, o seu pau era um pouco grosso, mas depois de entrar só tive prazer atrás de prazer… dava-me palmadas no rabo, a sua cadência era maravilhosa e um pouco mais tarde, aumentou o ritmo, e disse: "estou a vir-me"... o seu sêmen espalhou-se no meu ânus, tão bom! O Gui não quis deixar-me a seco, mamou a minha verga, sabia mamar muito bem, e a seguir o meu leitinho entrou com pressão na sua boca, escorria pelo canto da sua boca. 

 
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi preciso termos estado bastante tempo sem estarmos juntos e longe um do outro para sentirmos muito desejo e crescer a vontade para termos imenso prazer. Mantivemos uma relação durante vários anos, que acabou por chegar ao fim.


domingo, 26 de fevereiro de 2023

Alice

Detinha o cargo de diretora financeira numa empresa, tinha 32 anos, mulher morena, olhos escuros, cabelo ondulado e comprido, uma tatuagem na omoplata, possuía uma personalidade forte, sempre soube o que queria, nunca fui influenciada por outros, os meus gostos eram bem vincados. Sempre fui assediada por colegas de faculdade e de trabalho também, habituei-me a ser observada em qualquer lugar que estivesse, fosse por homens ou mulheres, na rua ouvia piropos e embora não gostasse, a autoestima estava sempre em alta.

O meu grupo de amigos era restrito, tinha mais mulheres do que homens, gostava de ter uma vida social ativa, saía aos fins de semana, bebia, por vezes também fumava, frequentava bares, ficava pouco tempo por casa… uma das minhas companhias mais especiais era a Alice, trabalhava na mesma empresa que eu, noutro cargo, mas raramente nos encontrávamos na empresa.

Era uma mulher com 26 anos, sensual, um rosto lindo, parecia uma boneca de porcelana, tínhamos a mesma altura, era meiga, ingénua, alinhava sempre nas brincadeiras, não se chateava com nada, era uma politicamente correta. Já nos conhecíamos há quatro anos e tínhamos um histórico de passeios juntas, de aventuras loucas e noites repletas de risadas.

A nossa liberdade permitia estarmos sempre disponíveis para qualquer programa que surgisse, quando havia um convite, era sempre aceite… procurávamos sempre o divertimento. A Alice e eu gostávamos de sentir a adrenalina, do inesperado, do novo e diferente, sentíamos mesmo essa necessidade no nosso dia-a-dia… 

Um dia surgiu um convite para uma festa de anos, seria na casa de uma amiga em comum, a casa era muito grande, muitos quartos, rés-do-chão e primeiro andar, piscina e anexos… A festa ia ter cerca de quarenta pessoas presentes, sem crianças, só com pessoas adultas, poucos homens e decorria durante o domingo de tarde. 

Já era costume frequentarmos essa casa, e sermos convidadas para a festa de aniversário dessa amiga, todos anos cresciam o número de convidados.

Domingo após o almoço eu e a Alice fomos no meu carro em direção à casa da aniversariante, chegadas lá, demos os parabéns à nossa amiga, entregamos a prenda e fomos conversar para perto da piscina. Alguns convidados já tinham chegado, outros estavam a chegar… o tempo foi passando, íamos bebendo e apanhando sol, estava calor, ambas tínhamos um vestido no corpo, o decote da Alice era mais pronunciado do que o meu.

Estávamos bem animadas, o pessoal ficava ao longo do jardim e dentro de casa, sabíamos que o corte do bolo seria à noite, pisquei o olho à Alice e disse para me acompanhar. Pegou na sua bolsa e veio atrás de mim.

Subimos ao andar de cima, de frente para as escadas saiu uma rapariga do WC, passámos pelo corredor, e fomos até ao fundo, sabia que era onde estava situado o quarto de hóspedes, já tinha ficado lá a dormir, entrámos as duas, sem ninguém nos ver… encostei-me à porta e a Alice ficou à minha frente, demos um beijo que nunca mais acabava, os seus lábios pareciam seda, os meus grossos e cheios colavam-se-lhe, com as línguas a mexer dentro das nossas bocas, sentia-me húmida… as mãos firmes apertavam os nossos seios, não podíamos demorar muito tempo, crescia a adrenalina, fui à minha bolsa buscar um vibrador, deitei-me na cama, a Alice puxou o meu vestido para cima, chupou-me os bicos das mamas, desceu com a língua e lambeu-me a vulva, senti um arrepio que atravessara o meu corpo, e cheia de desejo, pedia-lhe para continuar, enfiou-me o vibrador na vagina, enquanto estava bem dentro, a sua língua lambia-me o clitóris…meteu-me um dedo dentro do ânus... estava a ser tão bom que cheguei ao orgasmo num ápice… A Alice sem o v estido ficou de quatro, beijei-lhe a boca, apalpei os seus seios durinhos, meti um seio na minha boca, a seguir tinha um cinto no vestido, dei-lhe com o cinto nas nádegas, sem magoar, passei os dedos na sua cona, estava bem molhada, a minha língua lambia a entrada do seu cuzinho, ficou totalmente deitada, bem apoiada na cama, sabia que a Alice gostava de anal, abriu as pernas e eu devagarinho meti-lhe o vibrador no ânus, ao mesmo tempo a minha língua estava ativa na sua vagina… continuámos assim durante um período, até gemer intensamente, cheia de prazer… a Alice demorou mais tempo a chegar ao orgasmo… demos um abraço, suadas e com os nossos corpos a colar, sensação de prazer absoluto. Saímos do quarto e voltámos para junto da piscina, como se nada tivesse passado, mas muito consoladas. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Envolvemo-nos durante muito tempo, aliás praticamente desde que nos conhecemos, assumimos uma relação lésbica… quisemos adotar um filho. A nossa felicidade aumentava todos os dias, almas gémeas...


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Celso

O meu relacionamento com o meu companheiro já tinha uma dezena de anos, mas maioritariamente foi passado sem ele, trabalhava fora do país e poucas vezes vinha a casa. Passava muito tempo sozinha e havia momentos em que sentia falta de carinho, ficava carente.

Os meus 50 anos não me pesavam, sentia-me jovem e ainda com muito tempo pela frente para viver, aprender e aproveitar qualquer momento que me fizesse feliz.

Perto da minha casa morava o Celso, já o conhecia antes de conhecer o meu companheiro, tinha 47 anos, era casado e tinha cinco filhos. O Celso sempre sentiu atração por mim, mas nunca se tinha passado nada entre nós, achava-o elegante, bom falante e disponível para o que fosse preciso.

Num dia à tarde fui de autocarro fazer umas compras à cidade, ficava distanciada 5 km de minha casa. Quando fui comprar pão cruzei-me com o Celso, também fazia compras para sua casa. Durante um tempo mantivemos uma conversa, reparei que ele não tirava os olhos do meu decote, eu olhava para os seus olhos e sentia desejo. Aquela conversa estava a despoletar algo que não deixava que fosse terminada. Nem um, nem outro queríamos afastar-nos.

O Celso perguntou:

- Ainda tens muitas compras para fazer?

- Não…vou comprar pão e depois sigo de autocarro para casa.

- Eu já tenho tudo comprado, aceitas a minha boleia?

- Olha até aceito… mas tens de me levar por bons caminhos - sorri.

- Claro, já sei o caminho, vou tentar não me perder - sorriu.

Pelo caminho o Celso ia muito devagar, parecia fazer render o tempo, para estarmos mais tempo juntos, a conversa desenrolou-se e vieram à baila as nossas relações, dei conta que estava muitas vezes sozinha e que havia momentos em que fazia falta carinho, a presença de alguém… notei que o Celso olhou para mim, percebi que a sua vontade era de me comer, e eu tinha a mesma vontade. Mais à frente parou o carro, agarrou na minha mão, os nossos olhares penetraram um no outro, a minha língua molhou os meus lábios, estávamos calados, esperei que o Celso tivesse a iniciativa de dar-me um beijo, e assim aconteceu… 

Com as nossas mãos agarradas, o beijo molhado foi prolongado, sentia uma excitação que me estava a deixar sem controlo, a boca do Celso estava quente, a sua mão quente desabotoou o botão das minhas calças, desceu o fecho, passou a mão pelas minhas cuecas molhadas, depois por dentro das cuecas, enfiou os seus dedos na minha vagina, ao mesmo tempo o nosso beijo aumentava ainda mais o tesão, a seguir fui com a minha mão agarrar o seu pau babado, era pequeno e grosso… levou o carro para trás de umas árvores, estávamos escondidos e parecíamos adolescentes, com a adrenalina de poder aparecer alguém, continuámos com o nosso envolvimento…

Fomos para o banco traseiro do carro, sem roupa… fez-me um bom minete, senti que estava quase a vir-me, mas consegui controlar-me… depois meti o seu pau todo dentro da minha boca, chupei-o com carinho… alguns fluídos de esperma escorriam pela minha boca, continuámos embalados no prazer, e o Celso por cima de mim penetrou-me, estava a ser bom, agarrou as minhas mamas pequenas e lambeu os meus bicos… estava difícil de chegarmos ao orgasmo, fui para cima dele, dei tudo, não parava… mas passado algum tempo o Celso perdeu a ereção… e também senti que a chama do fogo baixou… não conseguiu vir-se e eu também não cheguei ao orgasmo. O Celso nunca tinha traído a sua esposa, e pode ter contribuído para a perda de ereção… Quando cheguei a casa estava quente, acesa… tive de me masturbar com os meus dedos.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento de muita adrenalina, a conversa que fomos tendo e todo o desenrolar da viagem de carro, fez proporcionar chegar àquele local e o envolvimento acabou por acontecer, não chegamos ao expoente máximo do prazer, mas foi bom.



domingo, 5 de fevereiro de 2023

Sónia

Decidi embarcar na maior experiência da minha vida, sempre tive o sonho de fazer um cruzeiro e conhecer alguns países. Estava com 32 anos, solteiro e livre para seguir na minha primeira aventura sozinho.

A viagem ia durar vários dias, a embarcação era grande e luxuosa, havia de tudo, flutuava uma cidade sobre o mar… 

O dia estava encantador, os raios de sol em alto mar aqueciam o meu corpo junto à piscina, enquanto bebia um gin. O navio atravessava o mar mediterrâneo em direção à costa de Malta. O meu olhar abrangia muita gente, grande parte eram casais com uma certa idade… achava que ia ser uma viagem para descansar, absorver energias e meditar sobre o meu futuro. 

Deitado numa espreguiçadeira através dos meus óculos de sol olhei para o meu lado direito e, ao fundo, vi uma rapariga de biquíni preto deitada de barriga para baixo, ao seu lado estava um casal, deduzi que fossem os seus pais… o meu foco foi observar o seu rabo empinado, de fio dental, passados uns minutos mudou de posição, fazia topless, as suas maminhas descobertas eram bem redondas, com os bicos bem definidos e já bronzeada, o cabelo era preto e estava preso, o seu olhar era meigo, parecia ser alta, acho que não reparou em mim, mas deixou-me tão colado que tudo o resto que havia no navio passou para segundo plano.

Só tinha vontade de me aproximar e meter conversa, mas contive-me, teria tempo para que isso acontecesse, seriam vários dias de viagem, não ia perdê-la de vista… À noite fui beber um copo ao bar, depois na parte de fora do navio ouvia música, e via muitas mulheres, tentei descobrir aquela rapariga da tarde, mas não a vi, provavelmente estaria junto aos pais numa parte do navio… acabei por ir para o quarto ler um livro e descansar.

Após o navio ter parado em Malta, e conhecido um pouco do país, a viagem continuou em direção à costa napolitana, os dias continuavam brilhantes, o sol iluminava a rota.

Durante a tarde voltei à piscina, e não vi aquela rapariga que tinha visto antes, achei que a tinha perdido, que não ia voltar a encontrá-la… vi o pôr-do-sol em alto mar, sentia que estava a usufruir da minha própria companhia… fui jantar, olhei para a parte de fora do navio e vi a passar a rapariga que já não via há dias… não terminei o jantar e discretamente fui tentar ir ao seu encontro, mas… voltou a desaparecer, perdi-a novamente… e mais um dia passava sem existir aproximação… 

Passados uns dias, depois de conhecermos os países que estavam destinados na rota, a viagem já era no sentido contrário, rumo a casa. Era noite, estava calor, o céu estrelado… estava em pé na parte da frente do navio, e vejo uma rapariga a aproximar-se… não havia muita gente porque já era um pouco tarde, sentou-se sozinha perto de mim, o meu coração bateu mais rápido, fiquei quase sem ação, fixei o meu olhar nos seus olhos e convenci-me que era mesmo ela… fui na sua direção… falei com ela em inglês, soube que passava férias com os pais, eram croatas, mas ela tinha nascido em Portugal, começamos a conversar em português, chamava-se Sónia e tinha 25 anos… a nossa conversa fluía como o navio, prolongou-se por bastante tempo, ambos tínhamos vontade de continuar perto um do outro… não queríamos sair dali… 

Sentia as minhas mãos suadas, e a Sónia estava inquieta, e sabendo que o clima estava bom entre nós… saiu-me a pergunta…

- Vens comigo?

- Para onde me queres levar?

Segurei a sua mão e saímos daquele local, sem lhe dar a resposta… fomos para o meu quarto, e a Sónia à entrada chamou-me de safado… sabíamos o que ia acontecer… o meu corpo colou ao seu, e iniciámos um beijo de língua prolongado, ficámos sem ar, ofegantes e cheios de tesão… despimo-nos, os nossos corpos queimavam de desejo, a Sónia chupou-me o pau e dizia " que pau bom e gostoso " e eu empurrava ligeiramente a sua cabeça em direção ao meu pau, estava a ser maravilhoso… a seguir quis fazer-lhe um minete, a sua cona peluda estava babada, a minha língua foi ao seu clitóris e lambeu-o, o seu corpo reagia por impulsos, estava inquieta… pediu-me para a penetrar bem até ao fundo… e assim foi, com as pernas abertas para mim, o meu pénis duro enterrou-a, ao mesmo tempo as minhas mãos apalpavam as suas maminhas… os nossos corpos estavam bem unidos, com  movimentos leves e profundos, gemíamos aos nossos ouvidos… a Sónia quis que aumentasse a intensidade, o ritmo foi mais elevado… suados e entregues ao prazer, ambos soltámos um gemido mais forte… A cona da Sónia ficou molhada com o seu sémen… e cheia de esperma que era expelido do meu pau. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Demorou uns dias até encontrar a Sónia no navio, mas depois aconteceu tudo muito rápido, foi uma noite marcada por bom sexo… repetimos várias vezes nos restantes dias… a viagem de regresso foi o esplendor do am


quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Vicente

 O meu casamento durava há 9 anos, tinha 39 anos e três filhos, desde a minha adolescência que nunca fui mulher de um homem só, mas com o passar da idade fui amadurecendo e após o casamento deixei de andar com outros homens. A minha ligação com o meu marido era de respeito, com alguma rotina que por vezes era prejudicial, mas éramos felizes um com o outro.

A nossa vida era muito ocupada, o trabalho já nos tirava tempo, juntando o educar os filhos e os horários de levar e trazer da escola, mais o transporte para as atividades que faziam após a escola, quando olhávamos para o relógio estava quase o dia passado… e tempo para mim? E tempo para o meu marido? E tempo só para nós?   

Sobrava pouco tempo, às vezes estávamos muitos dias sem fazer amor, deixávamos o tempo passar e por vezes a carência imperava. Não abalava o casamento, mas deixava-me mais desejosa, e com mais stress, porque uma boa foda acalmava-me.

No local do meu trabalho tínhamos várias reuniões semanais, com clientes, vendedores e colegas da empresa, conhecíamos sempre gente nova. 

Um dia o meu chefe, disse que teria de passar um fim de semana fora do país para resolver um problema da empresa, trabalhava na empresa há três anos e nunca tinha acontecido uma situação assim. Pensei logo que tinha de deixar o meu marido sozinho e os meus filhos entregues a ele. 

Informou-me que ia acompanhar-me na viagem um subchefe de uma outra delegação. Cheguei a casa contei ao meu marido, não lhe agradou a ideia da viagem, mas teve de aceitar. Estar sem a família durante dois dias ia ser um teste às minhas capacidades.

O dia da viagem tinha chegado, foi-me apresentado o Vicente, um homem de 42 anos, cabelo preto, olhos escuros, estatura média, um sinal junto aos lábios, parecia ser sereno, simpático e bom falante. 

Durante o voo, a conversa desenrolou-se, soube que o Vicente tinha família que morava na minha terra, que era casado e pai de três filhos como eu, tinha entrado na empresa no mesmo ano que eu, ou seja, já eram muitas coincidências. 

No primeiro dia houve reuniões o dia todo, chegámos à noite cansados, jantámos e conhecemo-nos melhor, falamos sobre o nosso casamento, ambos vivíamos felizes nas nossas relações, depois fomos descansar cada um para o seu quarto.  

No dia seguinte acordámos cedo, durante a manhã estivemos reunidos com mais pessoas. De tarde, ficámos no hotel a fazer horas para o voo de regresso, o aeroporto ficava perto.

Aqueles momentos de conversa com o Vicente fizeram-me sentir que o conhecia há muito tempo, depois de mais alguma conversa, abordou-me assim:

- Vou ter de ir ao meu quarto acabar de fazer a mala, para não ficares aqui sozinha, queres ir comigo?

- Sim posso acompanhar-te… também preciso de ir ao WC.

Entrámos no quarto e fui ao WC, o Vicente ficou a fazer a mala, quando saí estava sentado em cima da cama, sentei-me ao seu lado, olhámos um para o outro e saiu um sorriso dos nossos lábios, ficámos em silêncio… o Vicente agarrou na minha mão, estava a tremer, aproximou o seu rosto do meu, contraí o corpo, fechei os olhos e senti um beijo suave nos meus lábios que se tornou mais intenso e molhado. A seguir a sua mão esfregava a minha coninha por cima das minhas calças, a minha mão também apalpava o seu pénis duro. 

Despimo-nos… a minha cona estava toda molhada, tudo provocado pelo tesão que sentia, deitada na cama o Vicente apalpava as minhas mamas com veemência, a sua língua rodava à volta dos meus bicos, desceu a língua até ao meu clitóris, e lambeu a minha vagina enquanto eu estremecia de desejo… depois subi para a parte de cima da cama, fiquei com a cabeça apoiada na almofada e o Vicente veio por cima de mim, e meteu-me o seu pau babado na minha boca, chupei-o delicadamente…

O tesão estava no auge, o Vicente por cima de mim, tinha o pau duro e enterrou-o bem até fundo da minha coninha, sentia os testículos a bater à entrada, o meu corpo estava entregue ao Vicente, enquanto fodia, agarrava as minhas mamas e vinha dar um beijo de língua à minha boca… virou o meu corpo de lado, fiquei com uma perna apoiada na cama e a outra dobrada e o Vicente em cima da perna apoiada, fodia a minha cona, meteu um dedo no meu cuzinho… estávamos muito ofegantes… cheguei ao orgasmo sem que o Vicente se apercebesse… não gemi… a seguir o Vicente tirou o pénis dentro de mim, percebi que se ia vir, estava de joelhos em cima da cama, a minha boca ficou por baixo do seu pau, com os gemidos do Vicente o seu leitinho morno caía em cima do meu rosto.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

No momento do envolvimento vieram-me duas coisas à cabeça, uma era má por pensar em estar a trair o meu marido, outra era boa no desejo e prazer que tive, dois casamentos felizes tornaram-se em duas traições.