sábado, 25 de março de 2023

Eduardo

Vivia numa aldeia, na quinta dos meus pais, era filha única e desde pequena acompanhava o meu pai nos trabalhos da quinta, tinha bastantes animais e eu adorava os cavalos.

Durante a minha infância até à adolescência tive um vizinho que frequentava a quinta, chamava-se Eduardo, ajudava a tratar dos animais, brincávamos, o tempo era muito bem passado desde a manhã até ao pôr-do-sol.

Tínhamos a mesma idade, o mesmo gosto por animais, íamos para a escola juntos, vivemos momentos inesquecíveis, a felicidade acompanhava a nossa vida diariamente. 

Após a adolescência o Eduardo emigrou com os pais, foi um choque para mim, nunca chegámos a namorar, nem sequer trocámos um beijo, mas tínhamos muito carinho um pelo outro e senti muito a falta dele, foi uma grande perda para mim.

Entretanto, tornei-me criadora de cavalos, a minha vida era passada na quinta, pouco saía, acordava todos os dias muito cedo e deitava-me cedo também, sentia o tempo a passar rápido. Fui tendo um ou outro namorado, mas nada de especial, nunca senti a verdadeira paixão. A minha ligação com o Eduardo, passou a ser mais distante, falávamos poucas vezes… ele estava há 10 anos fora do país, tínhamos quase 28 anos, pensava muitas vezes nos momentos que passámos juntos, e tinha saudades dele.

Passados uns dias o Eduardo voltou, veio à quinta… chamou por mim, a sua voz grossa e bem colocada sem contar arrepiou-me… estava mais forte, com barba, mais bonito do que a última vez que o tinha visto, atrás de si apareceu uma mulher, foi apresentada, era a Dália, a sua namorada, o ciúme apoderou-se de mim, queria o seu bem, mas pensava que não tivesse nenhuma relação e isso mexeu comigo.

Conversámos, esteve com os meus pais, viu os animais, principalmente os cavalos. Disse que estavam bem tratados e que em breve ia voltar para a aldeia, deixou-me feliz por saber dessa novidade, pela sua presença e proximidade, por outro sabendo que tinha uma namorada, deixava-me menos confortável.

Regressou 3 meses depois, voltou a visitar-me na quinta, vinha sozinho, achei estranho… perguntei pela Dália… respondeu que tinha terminado a relação de 2 anos… encorajei-o, dei-lhe força… disse que tinha de arranjar um trabalho por cá, e eu... sabendo que tinha trabalho a mais e precisava de alguém para me ajudar… dei-lhe a hipótese de trabalhar na quinta comigo… acedeu e agradeceu.

O Eduardo começou a trabalhar no dia seguinte na quinta, os dias passaram a ser mais felizes, voltei a reviver a minha infância, a nossa proximidade era constante, e comecei a gostar ainda mais do Edu. Um certo dia fomos dar um passeio a cavalo. Estava calor, pelos caminhos da aldeia falávamos enquanto íamos em cima dos cavalos, o passeio durou horas, até saltarmos dos cavalos e ficarmos junto a umas árvores, assistimos ao pôr-do-sol no horizonte. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Aproximámo-nos um do outro, as nossas mãos agarraram-se… demos um abraço apertado, éramos iluminados pelos poucos raios de sol, ouvia-se o barulho de alguns pássaros, não havia mais ninguém por perto… inevitavelmente o beijo surgiu, molhado e intenso, aguçou o nosso desejo, o Edu apalpou-me as mamas, o tesão crescia… queria mais…tirei a blusa, puxei as suas calças para baixo, ajoelhada em cima da minha blusa fiz-lhe um broche, mamei bem o seu pau molhado … a seguir foi ele que baixou as minhas calças, deitei-me no chão, meteu as minhas mamas pequenas na sua boca, os meus bicos ficaram eretos, os seus dedos entraram na minha vagina, estava cheia de mel, fez-me um minete que por momentos achei que ia vir-me… fui para cima do Edu, cavalguei em cima da sua verga bem tesuda, não era grande, mas a sua grossura estava a deixar-me excitada demais, e logo a seguir soltei um gemido prolongado… descontrolada, cheguei ao orgasmo… queria que o Edu se viesse também… dei-lhe o meu cuzinho todo… enquanto me mordia nas costas e apalpava as minhas mamas… fodeu bem gostoso… foi até sentir o seu leitinho dentro do meu cuzinho.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi uma amizade para a vida toda, houve um período que estivemos afastados sem nunca nos termos envolvido, mas quando nos reencontrámos houve desejo, envolvimento, tesão e paixão…  que se transformou em amor.

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