Nasci numa aldeia e desde criança que fui habituada a trabalhar com os meus pais na agricultura. Não era mulher de sair muito, mas acabei por conhecer o Jaime, um homem dedicado e trabalhador, também estava ligado ao campo e animais.
Acabámos por casar, o Jaime herdou a quinta dos pais, e vivíamos da agricultura, tínhamos vários hectares de terrenos, cultura de milho e centeio, alguns animais e máquinas agrícolas para facilitar o nosso trabalho.
O tempo foi passando e a nossa vida era acordar todos os dias quase de madrugada e trabalhar até ao pôr-do-sol, o Jaime tinha 47 anos e eu 45, tentei engravidar no passado por diversas vezes e não consegui, ou seja éramos um casal sem filhos e muito apaixonados.
A nossa vida sexual era muito ativa, por vezes dávamos três fodas por dia, quando sentíamos desejo, era fácil arranjar um lugar para saciar a nossa vontade… ambos adorávamos fazer amor, acho que já nascemos com tesão e isso ajudava a proporcionar momentos repletos de entusiasmo e loucura.
O Jaime era um homem de voz grossa, aparava todos os dias a barba, às vezes deixava crescer bigode, tinha a pele queimada do sol, o cabelo preto usava-o penteado para trás da nuca, gostava de me acarinhar, procurava sempre que não me faltasse nada.
Eu era uma mulher de coxa grossa, peito firme, cabelo loiro liso, a minha pele também era de tom mais escuro, adorava sentir o Jaime feliz, e fazia tudo o que me pedia.
Passámos um dia inteiro a trabalhar, foi bastante duro, estávamos cansados, e após o jantar fomo-nos deitar na cama e acabámos por adormecer, não tinha havido enrolamento. No dia seguinte acordámos cedinho, deu tempo para tomar o pequeno-almoço com tempo, e para algum carinho na cozinha, para o Jaime bastava receber um beijo ou uma carícia e o seu pau subia rapidamente.
Descemos umas escadas e fomos até ao local em que estava o trator, eu sentia vontade de ter um envolvimento, e como ainda era cedo, disse ao Jaime:
- Amor, estou a precisar de algo bom para enfrentar o trabalho…
- Ai sim? E eu posso escolher o bom para te dar?
- Podes… o meu corpo é teu.
Fomos para cima do trator, fiquei sentada com o guiador do trator à frente, o Jaime despiu-me as calças abriu as minhas pernas e arranjou a posição certa para a sua língua percorrer a minha vulva, as minhas mãos estavam agarradas ao trator, o Jaime metia um dedo no meu cuzinho e lambia muito bem a minha coninha, eu sentia a minha boca seca, sem saliva, a língua do Jaime também lambia as minhas virilhas, um arrepio atravessava o meu corpo, depois meteu dois dedos na minha vagina e continuou a lamber, os dedos sabiam onde tocar e sua língua era tão atrevida que eu não aguentei… o trator abanou com o meu clímax.
Mostrei desejos de chupar o pau do Jaime, ele não quis, disse que tínhamos de ir trabalhar, mas que na pausa da manhã era todo meu, saímos de trator para o campo.
A meio da manhã estávamos os dois no meio de um campo de milho, o milho estava grande já tinha espigas, ninguém nos via, fui por trás do Jaime e sem ele contar dei-lhe um beijo no pescoço e mexi no seu pau, apalpei-o e senti-o a crescer, a sua ereção deixava a minha coninha húmida, o Jaime desapertou o cinto, e desceu as suas calças, enquanto lhe tocava uma punheta, chupava o seu pau grosso no meio do campo do milho… dizia-lhe: "dá-me o leitinho de meio da manhã ", e ele dizia: "chupa assim para me vir na tua boca"... já tinha a boca toda molhada de mel, já escorria pelo queixo, e a seguir ouço o Jaime a dizer que se estava a vir, abocanhei até ao fundo e o jato de leitinho foi até à garganta, tirei a boca do pénis, deitei a língua de fora para ele ver ainda algum esperma na minha língua, engoli tudinho.
O sexo oral fez parte do nosso dia… abriu-nos ainda mais o apetite para quando chegássemos à noite darmos uma valente queca.






