Com 27 anos estava apaixonado pela Vânia, uma miúda de 21 anos que morava com os avós… o nosso namoro durava há uns meses, mas a distância condicionava, eram muitos quilómetros a separar-nos… e não permitia que estivéssemos juntos as vezes que queríamos.
A Vânia estudava na faculdade e os seus avós nunca lhe deram liberdade, não permitiam que saísse com amigos, não lhe davam mimo, era uma miúda carente e quando não estava nas aulas passava a maior parte do tempo fechada no seu quarto.
Principalmente à noite eu e a Vânia falávamos pela internet, e matávamos saudades através da webcam, um dia começámos uma videochamada, a Vânia estava com um top preto, cabelo preso e uma luz fraca no seu quarto, via simplesmente só a parte superior do seu tronco… a conversa tornou-se mais safada, a Vânia sorria, lambia os lábios, e mexia nas mamas, a sua provocação deixava-me com um apetite louco de estar junto dela.
A conversa continuou erótica, ouvia a voz dela através dos fones nos meus ouvidos e respondia de forma a deixar a Vânia ainda mais excitada. E com a sua voz carinhosa perguntou:
- Sentes desejo?
- Sim… queria tanto estar aí junto a ti…
- Não estás… mas podes ver-me e imaginar o que podias fazer comigo…
- Eu também posso mostrar-te o que te faria suspirar…
- Quero ver tudo.
Levantei-me da cadeira, puxei as calças para baixo e mostrei o meu pénis, ela incidiu o olhar sobre ele, despiu o top, aproximou-se as suas mamas que ocupavam todo o ecrã, abanava-as com as mãos, o meu pau ficava mais duro, comecei a tocar uma punheta, a Vânia levantou-se estava nua da cintura para baixo, afastou a cadeira para trás, fez uma dança, mostrava todo o seu corpo, sentou-se e abriu e levantou as pernas, os seus dedos mexiam no clitóris, depois metia os dedos dentro da coninha… ouvia a voz dela de estar a gostar… também soltava gemidos para a excitar… ela estava atenta a olhar para o meu pau, e peguei num lenço de papel, dei um gemido e vi-me… ela continuou mais algum tempo, inclinou a cabeça para trás, soltou um gemido da boca e disse que se estava a vir também…
Aquele momento deixou-me louco de vontade para estar com a Vânia e, no dia seguinte, fiz a viagem em direção à casa dos seus avós, seria surpresa para ela, não estava a contar com a minha visita, liguei-lhe… e disse que estava perto dela, não quis acreditar, achava que eu estava a brincar, disse-lhe para ir espreitar à janela… viu-me na estrada, disse para eu ver se estavam os avós dela por perto, se não visse ninguém para aproximar-me da janela… não havia ninguém por perto, fui até à sua janela, abriu-a e eu entrei no seu quarto.
Chamou-me louco, demos um abraço, e um beijo que ficamos quase sem ar, disse que não podíamos fazer muito barulho, os avós ouviam mal, mas podiam aparecer… fechou à chave a porta do quarto… fiquei deitado na sua cama, fomos tirando a roupa dos nossos corpos… enquanto nos beijávamos, sentia o apalpar das mãos da Vânia, também segurava e apalpava os seios duros dela… lambeu o meu pescoço, chupou o meu mamilo, beijou a minha barriga e desceu até abocanhar o meu pau… não queria demorar até sentir-me todo dentro dela, subiu o seu corpo até ficar com a coninha em cima da minha boca, chupei-a… e lambia-a… punha a mão à frente da boca para não ouvirem os seus gemidos…
Deitou-se de barriga para baixo, o seu rosto ficou metido na almofada, arrebitou o quadril, e o meu pau foi até às suas profundezas, ela tentava conter os sons na almofada, eu tentava gemer baixinho, a cama chiava e abanava com alguma intensidade, mas não podíamos parar, estava a dar-nos um prazer desmedido, o meu pau teso e descontrolado, não aguentava mais, tirei-o e veio-se em cima do seu cu… por trás meti os meus dedos e a língua e senti um jato de mel nos dedos e boca, a Vânia chegava ao ponto prazeroso. Aquele quarto ficou com um odor intenso a sexo.
O tempo da viagem foi mais longo que o tempo que estive com a Vânia, mas valeu a 100%, voltava a repetir, foi um momento recheado de amor e adrenalina… matámos as saudades, depois dei um beijo à Vânia e saí pela janela.

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