Morava com o meu companheiro há alguns anos, mas sentia que a relação tinha entrado em rotina, não existia nada novo que nos despertasse, estávamos completamente acomodados ao que fazíamos diariamente, a parte sexual estava afetada, passávamos semanas sem fazer amor, e ambos sentíamos que mais tarde ou mais cedo o desfecho seria a separação. A única coisa que nos mantinha ligados era não voltarmos para casa dos nossos pais ou ficarmos a morar sozinhos, embora que a relação como estava era quase como se morássemos mesmo sozinhos.
Começámos a trabalhar por turnos, eu entrava à noite e o meu companheiro trabalhava durante o dia, até isso contribuiu para piorar, pouco nos víamos durante o dia e ao fim de semana quando tínhamos mais tempo para estarmos juntos, pouco ou nada fazíamos, cada um ficava no seu canto.
Em 30 anos de vida sentia a maior vontade de sempre de ter um envolvimento sério, que me deixasse reconfortada e sabia que o meu companheiro não me despertava para isso. A minha carência era muita, queria tanto sentir um orgasmo, já me esquecera do último, nunca tinha traído o meu companheiro, mas no passado já lhe tinha perdoado uma traição.
Sabia que se passasse pela minha cabeça trair seria muito fácil, mas resistia todos os dias a essa tentação, no trabalho tinha colegas que provocavam, o assédio era quase diário, a minha firmeza estava quase a cair por terra.
Um dia marquei um café com um colega que fazia o mesmo horário, foi uma boa conversa, era divorciado e tinha tanta vontade de se envolver comigo como eu com ele, quando parecia tudo encaminhado, não consegui… demos uns beijos, mas não passou disso.
Cada dia que passava o meu desejo por sexo aumentava, continuava sem fazer com o meu companheiro há umas semanas e a última vez que tinha feito, senti-me uma "prostituta"… foi abrir as pernas e deixar que ele se viesse dentro de mim, até sentia alguma dor… uma sensação muito má, sem prazer…
Conversava muitas vezes com amigas que diziam para terminar a relação, mas faltava a coragem de pôr um ponto final… era adiar o inevitável.
Num dia de manhã, tinha chegado do meu trabalho, liguei a TV e não estava a funcionar, fiz uma chamada para a operadora a comunicar o problema, disseram-me que o técnico viria a minha casa por volta das 16h. Aproveitei para ir dormir, estava cansada porque a noite de trabalho não tinha sido nada calma. Quando acordei, tomei um banho e aguardei a chegada do técnico.
Na hora marcada a campainha tocou, depois de abrir a porta entrou o técnico, um homem bem constituído, cabelo castanho, pele morena, sorridente… foi encaminhado até à sala, ao local onde estava a TV e a box, baixou-se, e por trás via o início do rego do seu rabo, deixou-me logo com a libido a crescer, e enquanto ele detetava o problema, fomos conversando, soube que se chamava Daniel, tinha 39 anos… pela conversa que estávamos a ter, notava que não era nada acanhado, era simpático e tinha um ar de safado.
O serviço tinha terminado, perguntei:
- Aceitas tomar alguma coisa?
- Só um copo de água por favor.
Fomos até à cozinha.
- E comer? Queres petiscar alguma coisa?
- Bem… não costumo comer a meio da tarde, mas… o que tem para eu comer? - sorriu.
- Não sei o que gostas, mas posso tentar arranjar algo que te possa satisfazer.
- Algo em especial?
- Claro.
Aquela conversa deixou-me solta, completamente desinibida, senti que ambos queríamos algo mais, fomos na direção um do outro, surgiu um beijo de língua bem molhado, o batimento do coração era acelerado quase saltava do meu peito, as nossas mãos passavam pelos nossos corpos, fomos tirando a roupa… o Daniel encostou-se ao balcão da cozinha, chupei o seu pénis grande e torto, levei-o até à minha bochecha, meti-o quase todo dentro da boca, os seus testículos também eram grandes enchi a minha boca com eles, os seus ligeiros gemidos deixavam-me com um tesão tremendo, a seguir inclinei-me sobre o balcão da cozinha, abri as pernas e por trás a sua língua foi até ao buraquinho do meu cu, e desceu até passar com a língua na minha cona molhada, os seus dedos entraram no meu cu e na minha coninha, que sensação maravilhosa.
O Daniel guiava-me no prazer, estava "caída aos seus pés", submissa ao que me quisesse fazer, sentou-me na mesa de jantar, abriu as minhas pernas, apalpava-me as mamas e beijava-me a boca… penetrou-me lentamente, agarrei-me à mesa e gemi… o seu pau deslizava para dentro de mim, estava arrepiada e louca para foder sem igual.
Agarrado às minhas mamas e a aumentar a intensidade, aquela adrenalina toda, o seu pau gostoso e o seu beijo fizeram-me chegar às nuvens, vi-me intensamente, que saudades de sentir um orgasmo! O Daniel manteve o tesão, queria oferecer-lhe os "três pratos", a seguir meteu-me com todo o cuidado o seu pénis dentro do meu cu, custou a entrar, depois foi gostoso… sempre gostei de sexo anal… após tirar o pénis pediu-me para chupar-lhe até ao fim… o meu broche demorado fez-me sentir o seu leitinho todo dentro da minha boca… engoli tudinho.
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterestNão aguentaria mais tempo sem um envolvimento assim, foi de uma forma inesperada, mas muito prazerosa. Durante muito tempo sentia vontade de repetir novamente. Pouco tempo a seguir separei-me, aprendi a morar sozinha e mais tarde tive outra relação mais feliz, com o nascimento de uma filha.






