Desde a minha adolescência que tinha interesse pelo mundo do sexo, via filmes e vídeos pornográficos, ia ganhando alguma experiência pelo que via. Frequentava sexshops, tinha curiosidade em saber a forma de usar todos aqueles produtos eróticos. Era uma rapariga dada a experiências novas, na minha cabeça nunca existiram tabus, considerava-me desinibida, sem preconceitos e não tinha qualquer complexo em mostrar o meu corpo.
Tudo isso facilitava os vários envolvimentos que fui tendo desde cedo, perdi a virgindade com 13 anos, e durante a adolescência relacionei-me com vários homens e mulheres, cheguei a participar em cenas de sexo em grupo… por vezes achava que era uma tarada, mas gostava de ser assim, conhecia bem o meu corpo e sabia o que me dava prazer, quem me visse achava que eu era uma menina inexperiente e se calhar até virgem, só que enganavam-se, ninguém imaginava a experiência sexual que eu tinha.
Decidi entrar mais tarde na faculdade, queria ser sexóloga, tinha 22 anos e um grupo de amigas que já as conhecia há muito tempo, aliás foi com elas que cheguei a ter bons momentos de sexo, estudavam noutros cursos, mas encontrávamo-nos várias vezes em esplanadas para falarmos.
Soube que o irmão de uma delas era fotógrafo… sempre tive interesse em fazer uma sessão fotográfica, mostrar o meu corpo nu. Fiquei com o contato do irmão dela para falar com ele sobre a marcação da sessão. Chamava-se Duarte. Liguei-lhe e perguntei se fazia a sessão fotográfica ao meu corpo nu, disse-me que sim, marcou a sessão para sábado ao final da tarde no seu estúdio de fotografia.
Chegada ao estúdio conheci o Duarte, tinha 31 anos, já era experiente como fotógrafo, trabalhava na área há 10 anos, era alto, pouca barba no rosto, um piercing na sobrancelha, uma tatuagem no antebraço… deixou-me muito à vontade, perguntei-lhe:
- Já fizeste muitas sessões de nus?
- Olha já fiz algumas, de homens e mulheres, mas nunca fiz a uma mulher tão gira como tu… sentes-te preparada? É a tua primeira vez?
- Ah, obrigada pelo elogio, estou preparada, é a minha primeira vez, um pouco ansiosa, mas tudo se torna mais fácil com um fotógrafo bom…
- Soubeste retribuir, obrigado… tens algo imaginado ou fica a meu gosto?
- Confio na tua experiência.
Comecei a tirar a roupa, deixei-me ser guiada por ele, explicava-me as poses que devia ficar, ia disparando o flash, sentia-me uma mulher famosa, o meu corpo mostrava-se para a lente da sua máquina fotográfica, tinha poses bem sedutoras, quis ultrapassar a barreira da sedução, à sua frente no sofá abri as pernas e meti um dedo na minha coninha, a seguir de costas e na posição de quatro abria com as mãos o meu cuzinho e olhava ao mesmo tempo para o Duarte, só ouvia a máquina a disparar as fotos, aproximou-se de mim e mostrou-me algumas na máquina, adorei o efeito… disse-lhe que ia ficar com um álbum inesquecível, e que o momento ainda podia ficar gravado de outra forma…
Olhou para mim, sorriu e disse que estúdio estava fechado, era só nosso, cheguei-me para junto do Duarte, disse-lhe que já tinha tirado muitas fotos e que estava na hora da máquina descansar, baixei as suas calças de ganga, agarrei no seu pénis, tinha algum tesão e estava melado, demos um beijo de língua e sentia o pénis a crescer na minha mão, passava a mão nos seus testículos, sentou-se no sofá, de joelhos à sua frente, chupei o seu pénis babado, o Duarte levantava o quadril como se tivesse a foder a minha boca, a seguir passei o pau dele no meio das minhas mamas e chupava-o, o Duarte estava com o pau bem duro, trocamos de posição, fiquei sentada no sofá e ele de joelhos, enfiava os dedos dentro da minha rata, lambia ao mesmo tempo, fechei os olhos e gemia de prazer…
A seguir fiquei de quatro, pediu-me para abrir o cuzinho como fiz quando ele tirou a foto, e o Duarte com jeitinho meteu o seu pau teso dentro do meu cu, doeu ao entrar, mas depois sabia bem, apalpava as minhas mamas, e chamava-me de safada, estava bom mas queria sentir o seu pau dentro da minha cona, disse-lhe para foder a minha coninha, na mesma posição senti o pau bem até ao fundo, por trás eu tinha a cabeça virada para o lado e ele beijava a minha boca, continuou assim fortemente… enquanto lhe dizia "come a minha coninha toda, e enche-a de leitinho" o pau molhado a entrar e a sair na minha cona molhada, começou a dar mais forte, juntou palmadas nas nádegas, muito intenso… em poucos segundos soltamos um gemido prolongado, o leite dele entrou dentro de mim e eu fiquei deliciada com tudo o que senti.
Aqueles preliminares aumentaram muito o desejo e a excitação que já tínhamos após o tirar das fotos, naquele estúdio foi revelado todo o prazer que pode provocar o sexo casual…

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