quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Vicente

 O meu casamento durava há 9 anos, tinha 39 anos e três filhos, desde a minha adolescência que nunca fui mulher de um homem só, mas com o passar da idade fui amadurecendo e após o casamento deixei de andar com outros homens. A minha ligação com o meu marido era de respeito, com alguma rotina que por vezes era prejudicial, mas éramos felizes um com o outro.

A nossa vida era muito ocupada, o trabalho já nos tirava tempo, juntando o educar os filhos e os horários de levar e trazer da escola, mais o transporte para as atividades que faziam após a escola, quando olhávamos para o relógio estava quase o dia passado… e tempo para mim? E tempo para o meu marido? E tempo só para nós?   

Sobrava pouco tempo, às vezes estávamos muitos dias sem fazer amor, deixávamos o tempo passar e por vezes a carência imperava. Não abalava o casamento, mas deixava-me mais desejosa, e com mais stress, porque uma boa foda acalmava-me.

No local do meu trabalho tínhamos várias reuniões semanais, com clientes, vendedores e colegas da empresa, conhecíamos sempre gente nova. 

Um dia o meu chefe, disse que teria de passar um fim de semana fora do país para resolver um problema da empresa, trabalhava na empresa há três anos e nunca tinha acontecido uma situação assim. Pensei logo que tinha de deixar o meu marido sozinho e os meus filhos entregues a ele. 

Informou-me que ia acompanhar-me na viagem um subchefe de uma outra delegação. Cheguei a casa contei ao meu marido, não lhe agradou a ideia da viagem, mas teve de aceitar. Estar sem a família durante dois dias ia ser um teste às minhas capacidades.

O dia da viagem tinha chegado, foi-me apresentado o Vicente, um homem de 42 anos, cabelo preto, olhos escuros, estatura média, um sinal junto aos lábios, parecia ser sereno, simpático e bom falante. 

Durante o voo, a conversa desenrolou-se, soube que o Vicente tinha família que morava na minha terra, que era casado e pai de três filhos como eu, tinha entrado na empresa no mesmo ano que eu, ou seja, já eram muitas coincidências. 

No primeiro dia houve reuniões o dia todo, chegámos à noite cansados, jantámos e conhecemo-nos melhor, falamos sobre o nosso casamento, ambos vivíamos felizes nas nossas relações, depois fomos descansar cada um para o seu quarto.  

No dia seguinte acordámos cedo, durante a manhã estivemos reunidos com mais pessoas. De tarde, ficámos no hotel a fazer horas para o voo de regresso, o aeroporto ficava perto.

Aqueles momentos de conversa com o Vicente fizeram-me sentir que o conhecia há muito tempo, depois de mais alguma conversa, abordou-me assim:

- Vou ter de ir ao meu quarto acabar de fazer a mala, para não ficares aqui sozinha, queres ir comigo?

- Sim posso acompanhar-te… também preciso de ir ao WC.

Entrámos no quarto e fui ao WC, o Vicente ficou a fazer a mala, quando saí estava sentado em cima da cama, sentei-me ao seu lado, olhámos um para o outro e saiu um sorriso dos nossos lábios, ficámos em silêncio… o Vicente agarrou na minha mão, estava a tremer, aproximou o seu rosto do meu, contraí o corpo, fechei os olhos e senti um beijo suave nos meus lábios que se tornou mais intenso e molhado. A seguir a sua mão esfregava a minha coninha por cima das minhas calças, a minha mão também apalpava o seu pénis duro. 

Despimo-nos… a minha cona estava toda molhada, tudo provocado pelo tesão que sentia, deitada na cama o Vicente apalpava as minhas mamas com veemência, a sua língua rodava à volta dos meus bicos, desceu a língua até ao meu clitóris, e lambeu a minha vagina enquanto eu estremecia de desejo… depois subi para a parte de cima da cama, fiquei com a cabeça apoiada na almofada e o Vicente veio por cima de mim, e meteu-me o seu pau babado na minha boca, chupei-o delicadamente…

O tesão estava no auge, o Vicente por cima de mim, tinha o pau duro e enterrou-o bem até fundo da minha coninha, sentia os testículos a bater à entrada, o meu corpo estava entregue ao Vicente, enquanto fodia, agarrava as minhas mamas e vinha dar um beijo de língua à minha boca… virou o meu corpo de lado, fiquei com uma perna apoiada na cama e a outra dobrada e o Vicente em cima da perna apoiada, fodia a minha cona, meteu um dedo no meu cuzinho… estávamos muito ofegantes… cheguei ao orgasmo sem que o Vicente se apercebesse… não gemi… a seguir o Vicente tirou o pénis dentro de mim, percebi que se ia vir, estava de joelhos em cima da cama, a minha boca ficou por baixo do seu pau, com os gemidos do Vicente o seu leitinho morno caía em cima do meu rosto.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

No momento do envolvimento vieram-me duas coisas à cabeça, uma era má por pensar em estar a trair o meu marido, outra era boa no desejo e prazer que tive, dois casamentos felizes tornaram-se em duas traições.



domingo, 15 de janeiro de 2023

Raquel

Conheci a Raquel numa passagem de ano, num grupo de amigos em comum, estava acompanhada pelo seu marido. Naquela noite os nossos olhares cruzaram-se diversas vezes, o seu companheiro estava entretido com a bebida, nem reparava no que se passava à sua volta, nem prestava a devida atenção à sua mulher. Reparei que a Raquel foi até à parte de fora do espaço em que nos encontrávamos, fui ter com ela… Conversámos pouco para não chamar muito a atenção das pessoas que estavam no grupo, notei a Raquel triste, disse-me que o marido com o álcool ficava distraído, mas era muito ciumento e controlador e não podia estar ali muito tempo, sem que eu solicitasse deu-me o contato dela, e pediu para enviar mensagem para guardar o meu número.

A noite não tinha entusiasmo, estava um ambiente fraco e decidi ir embora cedo.

No dia seguinte recebi uma mensagem da Raquel:

"Olá… achei-te uma pessoa interessante, o meu marido trabalha por turnos, estou sozinha em casa, aqui podemos conversar mais à vontade, se te der as indicações vens cá ter?"

Não estava a contar com uma mensagem daquelas, acedi e disse que sim.

Fui durante a tarde ter a sua casa, teve de ser com todos os cuidados, quando cheguei havia vizinhos por perto, tive que aguardar dentro do carro até saírem do local, via a Raquel a controlar quem estava por perto e enviou mensagem a dizer para ir rápido, passei por ela e, como a porta da vivenda estava aberta, entrei.

A nossa conversa foi para nos conhecermos melhor, soube que estava casada há cinco anos, e o seu marido estava muitas vezes fora do país, a sua carência era evidente, dizia que só o conheceu a ele na cama… deixava-me tentado a envolver-me… a Raquel tinha 45 anos, era uma mulher com um corpo esguio, um rabo empinado, cabelo escuro comprido, e um sorriso bem penetrante… os meus 35 anos já tinham passado por diversas relações, e curtes, estava livre e com vontade de a poder sentir.

Ambos sabíamos que tudo podia acontecer, os dois sós e desejosos que se passasse algo, era uma questão de tempo até um de nós dar o primeiro passo.

A Raquel agarrou na minha mão, levou-me até ao quarto de hóspedes que ficava na parte de trás da casa, sentei-me na cama e observei-a à frente da janela em contraluz, a sua silhueta deixou-me a pensar no que estava prestes a acontecer… 

Veio sobre mim, mexeu no meu cabelo, pôs as mãos no meu rosto e beijou-me até ficarmos sem ar, as nossas roupas foram despidas rapidamente, deitada de barriga para cima, beijei o seu corpo, até descer à sua coninha, lambi-a, estava bem melada, depois… toda excitada a sua boca abocanhou o meu pau, chupou até ao fundo várias vezes, o seu broche era explosivo… estava doida por ser penetrada e eu louco de tesão.

Ficou de quatro, por trás enterrei-a… apertou o lençol com as mãos, empinou bem o seu rabo, o meu pau batia no seu fundo, aumentei mais a frequência, a Raquel olhava para trás com um olhar safado, trincava os lábios… dei-lhe umas palmadas, pedia para a foder toda, não demorei muito tempo, não aguentei aquela intensidade, disse que me ia vir, baixou o quadril, ficou colada aos lençóis, tirei o pénis e com ele na mão, jorrou um jato de leite para cima do seu rabo…

Ouvimos um carro a chegar, foi à janela e viu que o seu marido tinha chegado mais cedo, ficou desorientada e eu cheio de medo, vestimo-nos rápido sem tempo a perder, tive de sair pela porta das traseiras da vivenda… esperei até o marido entrar em casa e passei pelo jardim até chegar ao meu carro. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi a maior adrenalina que passei na minha vida, quase éramos apanhados no primeiro encontro, voltámos a estar juntos mais vezes, adorava foder a Raquel, depois divorciou-se, namorámos, mas não ficámos juntos.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Hélder

 O meu casamento ocorrera há dois anos, tinha 25 anos e estava desempregada, frequentava umas formações para manter o tempo ocupado. 

O meu marido era um homem muito ciumento, não me dava espaço para nada, ia buscar-me à formação e se visse algum homem perto de mim, perguntava quem era e queria saber informações, incomodava-me e não me sentia bem assim. Gostava de controlar as minhas saídas e as horas que eu chegava a casa, subia a adrenalina e ainda me dava mais vontade de cair na tentação da traição.

Conheci o Hélder, que pertencia à minha turma, um rapaz de 24 anos, casado como eu, estávamos grande parte do tempo juntos na formação, a sua forma de falar meiga, deixava-me enternecida e era muito educado, com o passar dos dias sentia-me atraída por ele.

O Hélder era uma pessoa calma e bem-disposta, de vez em quando saía da sua boca algo mais picante, que me deixava mais atiçada e ele sabia fazer isso muito bem. 

Faltavam poucos dias para a formação terminar, a confiança era grande entre nós, o sentido das nossas conversas faziam prever que a vontade de ambos era que os nossos corpos se unissem. 

Faltava só marcar o dia e o local, o Hélder trabalhava durante o dia, eu não… à noite tinha o meu marido e ele a sua mulher… teríamos de arranjar um intervalo só para nós. 

Passadas umas semanas, a formação já tinha terminado, o Hélder não ia trabalhar durante a tarde e ligou-me, a voz dele ao telemóvel, junto ao meu ouvido, deixou-me desejosa para estar com ele. 

Não queríamos ser vistos juntos, não podíamos arriscar, ambos casados à mínima falha podia ser um problema, como tal, ao início da tarde pedi a uma amiga para me levar ao centro da cidade, depois apanhei um autocarro e fui ter a um local distanciado, aparentemente sem pessoas que nos conhecessem, o Hélder apareceu no seu carro, entrei com óculos de sol e chapéu, para disfarçar um pouco a minha aparência. Fomos até um hotel próximo… 

À entrada o Hélder disse:

- Sinto-me um pouco nervoso, isto deixa-me o coração acelerado.

-Também estou preocupada, o meu marido se me visse aqui, matava-me.

- Vamos tentar não pensar no mal, mas sim no bom que foi o que nos trouxe aqui.

- Sim. Quero muito sentir-te.

Subimos ao quarto, após a porta bater, demos um abraço, fomos para perto da janela e os nossos lábios tocaram-se pela primeira vez, o nosso beijo estava bem sintonizado, as línguas dançavam dentro das bocas, o tesão crescia… sentia a minha cona com mel, despi a calça do Hélder e agarrei o seu pau grosso e húmido, tocava levemente uma punheta, aquele beijo molhado aumentava o desejo de ser penetrada.

Tirei a roupa e deitei-me na cama, ele veio por cima de mim, beijou a minha boca e pescoço, apalpou os meus seios, lambeu os meus bicos, eu fervia com tesão… a sua língua desceu e foi parar ao meu clitóris, chupou a minha cona e sentia que estava quase a vir-me, meteu os dedos e eu apalpava as minhas mamas, passado pouco tempo aumentou a velocidade dos dedos e da língua e o meu orgasmo fez-me soltar um gemido, tive um espasmo nas pernas.

Foi rápido, mas não perdi o desejo… deitou-se de barriga para cima, a minha boca percorreu a sua orelha, pescoço, lambeu os mamilos, desceu até aos testículos… enquanto batia a punheta chupava o seu pau duro e grosso, adorava senti-lo todo dentro da minha boca, o Hélder gemia baixinho de prazer… queria sentir o seu pau dentro de mim…

Colocou o preservativo, ficou na mesma posição… fui para cima dele, os meus movimentos lentos deixavam-no louco de tesão e eu tinha a cona toda molhada, aumentei o ritmo, as minhas mamas saltavam, adorava estar a ser bem fodida… continuámos assim e o Hélder soltou um gemido, suado e prazeroso veio-se… por pouco quase que atingia o orgasmo novamente.

                                                     
                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foram duas horas de sexo naquele hotel, carregados de adrenalina, livres e loucos no manto do prazer. Ficámos amantes um do outro, sempre que fosse possível, os nossos corpos viajavam um sobre o outro.


 


domingo, 25 de dezembro de 2022

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 

Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.

Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.

Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.

Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…

Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 

Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.



 

sábado, 17 de dezembro de 2022

Luís

Após vários meses de procura incessante de trabalho, finalmente arranjei trabalho numa ótica que ficava perto da faculdade. Obrigou-me a sair de casa dos meus pais e passei a morar em casa de uma tia viúva. Seria também uma forma de fazer-lhe um pouco de companhia. 

O meu estilo era um pouco alternativo, usava cabelo pintado de loiro, óculos que me davam um ar de professora de filme erótico, coloquei um piercing na língua, antes tinha aumentado um pouco os meus seios com silicone, a minha estatura era mais para o baixinha, os olhos eram azulados.

Nunca fiquei presa a relações, podia dar uma boa queca com um homem e depois mudar para outro e a seguir voltar ao anterior, era inconstante… e livre, se me apetecesse conhecer alguém e em pouco tempo darmos uma foda numa tarde ou noite e não voltarmos a encontrar-nos, acontecia e era normal para mim…eu reconhecia que era radical… 

Adorava aquele sentimento de ficar consolada após o ato, gostava de experimentar tudo o que me desse prazer, não me fazia de complicada, era aventureira e não tinha tabus.

Um certo dia entrou na ótica um rapaz, bastante simpático, sorridente e interessado em comprar uns óculos de sol, mostrei-lhe os modelos que se podiam enquadrar no estilo que procurava, ia passando para a sua mão e ele experimentava olhando para o espelho, reparava que tinha um rabo bem feito… pedia a minha opinião e ajudava-o, os óculos assentavam bem no seu rosto, continuei a tirar-lhe a pinta, e a conversa era agradável em tom de brincadeira.

Escolheu o par de óculos que lhe ficavam melhor, tinham sido os que aconselhei. Disse para reservá-los que no dia seguinte passava lá para efetuar o pagamento. No dia seguinte depois do almoço, apareceu… não tinha ninguém na loja, e iniciámos uma conversa mais pessoal, contou-me que tinha 28 anos, que andava a estudar cinema, que ainda morava com os pais, ou seja deu-se a conhecer… antes de pagar disse:
-Tem algum desconto?
- Sim 10%... 
- Ah ok… e a funcionária não está à venda? Tem desconto? - sorriu. 
- Não… é grátis na compra dos seus óculos - sorri.
Ficou com um ar de espanto, não contava com aquela minha resposta.
- Quando a posso vir buscar?
- Amanhã à tarde dá para si?
- Perfeitamente.

O contacto foi trocado entre nós, pareceu tudo muito fácil, mas não quis adiar, perder tempo, gosto do imediato, do momento e estava atraída pelo Luís e não podia demorar.
Eu estava de folga no dia seguinte e sabia que a minha tia ia visitar uma familiar, como tal combinei com o Luís passar em casa da minha tia às 15h.

Depois de entrar na casa, subimos até ao sótão, era lá o meu quarto… estava nas alturas e gostava daquele meu espaço, em tom de brincadeira disse, se entretanto chegasse a minha tia ele atirava-se da janela lá para baixo para ela não o ver, ele disse que preferia que eu lhe desejasse melhor sorte… a conversa prolongou-se por algum tempo, coloquei um som ambiente, o sol entrava pelo sótão, o Luís estava deitado com a cabeça apoiada na palma das mãos, fui para cima dele, ele sorriu, rocei em cima do seu pau, ainda vestidos demos um beijo. Gostou de sentir o meu piercing a raspar na sua língua.

Ficámos nus, os nossos corpos colaram, havia muito desejo, mas no meio da loucura, reparei que não tinha preservativos, expliquei ao Luís que não queria ser penetrada sem proteção, sempre tive esse trauma… ainda pensei em fazer anal, mas depois ia sentir vontade de ser fodida na coninha, continuámos com mais beijos e toques no corpo com as nossas mãos, éramos bem apalpados, crescia o tesão e optei pelo "69"… fiquei deitada de barriga para cima e o Luís ficou por cima de mim, o seu pénis fodia a minha boca e a sua boca fazia maravilhas na minha vulva, eu tocava a punheta, punha o pau à minha feição, na melhor posição para ser bem abocanhado, mamava-o muito, ia quase até ao inicio da minha garganta, também lambia os seus testículos… e com aquele ritmo o leitinho foi expelido do orifício da sua glande, senti-o na língua e a escorrer pelo canto da boca, o Luís continuava a chupar a minha vagina, acrescentou os dedos dentro dela, friccionava o clitóris, lambeu mais um pouco e fiquei doida com aquele orgasmo.

                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Passou a ser o sótão do prazer, tive muitos momentos de sexo com o Luís, a nossa relação foi sempre de sexo… o meu consolo era exageradamente bom.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Marta

Estava desempregado, cansado de procurar emprego, só queria um que fosse na minha área… tinha 27 anos... sem namorada, entrei num chat, para conhecer pessoas novas, conversar, passar  um pouco de tempo... vi o perfil de uma mulher que morava relativamente perto de mim, cerca de 17km, era 11 anos mais velha do que eu, vi as fotos que ela tinha, achei-a interessante, a cara era gira, o corpo favorável, não aparentava ter essa idade… eu também tinha fotos minhas... meti conversa... não respondeu… tentei encontrar uma pergunta que a despertasse a dar uma resposta,  perguntei se não ia sair dali um "olá " , esse "olá " saiu... a seguir fui fazendo perguntas… ia respondendo... sentia-me um jornalista, parei… e perguntei se não ia perguntar nada... disse-me que não tinha nada para perguntar... através das informações que já me tinha dado, fui puxando conversa e ao mesmo tempo escrevendo um pouco sobre mim, pelo meio metia-me com ela,  ia rindo...


Soube que era casada que se chamava Marta, que o marido trabalhava no estrangeiro e que ia a casa de 15 em 15 dias, estava desempregada... fomos conversando diversas vezes, durante o dia e à noite, parecia que já nos conhecíamos há muito tempo, um dia perguntei-lhe se o casamento estava bem... respondeu que sim... não se alongou... achei que a presença do marido de 15 em 15 dias, podia não ser favorável... 

Quando o marido chegava, contava-me que a primeira coisa que fazia era ir para o café, não lhe passava muito cartão, que saía pouco com ela entre outras coisas... achei que o que tinha dito sobre o casamento de estar bem, não seria tanto assim... mesmo aos fins de semana em que o marido estava presente, continuávamos a conversar e até tarde...


Um dia pedi-lhe o Facebook... deu…continuámos a conversar por lá... até que passadas umas semanas já estávamos a trocar o número de telemóvel... começámos a trocar mensagens pelo telemóvel ...  sentíamos mais à vontade um com o outro,  embora nunca nos tivéssemos visto pessoalmente, ganhávamos confiança... e o próximo passo seria esse, estarmos juntos...


E que fosse junto a casa dela, ia levar o lixo, explicou-me o local onde deveria ir e lá estava, protegida com o guarda-chuva aberto, parecia estar escondida… parei o carro e entrou… deu um olá e pediu-me para arrancar... não queria ser vista… eu não conhecia o local... indicou-me o caminho,  estava meia assustada... parámos num local que parecia um pequeno parque... resguardado. Como chovia não se via pessoas a passar a pé... olhámos um para o outro... sentia que depois de tantas conversas só faltava um carinho, um mimo... agarrei a mão dela, estava gelada... para descontrair perguntei-lhe se o guarda-chuva que tinha trazido era para a abrigar da chuva ou para me bater se me portasse mal, ela disse que era para as duas coisas... rimos... fomos falando de várias coisas e surgiu um silêncio... e agora? 


Olhei para os olhos dela, bem negros... não larguei a sua mão... perguntou-me o que se passava... não sabia o que dizer... cheguei perto... tentei o beijo na boca, encostei os meus lábios aos dela... não alinhou... disse que não... pedi desculpa...disse-lhe que a vontade veio ao de cima... sorriu... notava-se que não estava segura... continuou a olhar para mim, pensei que se voltasse a tentar o beijo já ia alinhar… passei a minha mão no rosto dela... perguntei se me ia bater... chamou-me tonto... agarrou ela na minha mão... já não havia conversa… só olhares... e toques nas mãos... voltaram os meus lábios aos dela... beijámo-nos.. disse-lhe que tinha melhorado… e que gostei... não passou do beijo... levei-a até perto de casa...


A nossa conversa durava… todos os dias havia algo para dizer, para brincar... sentia vontade de voltar a estar com a Marta... ela dava a entender que podíamos voltar a estar juntos...

Esse dia aconteceu... novamente à noite... desta vez fui até mais perto da casa dela, veio ter comigo, e saímos... disse-lhe que nesse dia a tinha ido buscar mais perto, se estava mais preguiçosa,  visto não querer andar... e não trazia o guarda-chuva,  perguntei se já me podia portar mal... disse-me para ter juízo...


Saímos dali e fomos para um sítio diferente, num largo afastado de casa dela... estava a dar o jogo de futebol do Porto na rádio, eramos os dois portistas, propus um desafio... a cada golo do Porto dávamos um Beijo… íamos conversando e atentos ao desenrolar do jogo... o Porto ganhou por 3-0... foram 3 beijos molhados e felizes... mudei de emissora... ouvíamos música e falávamos... já estavam a aparecer os beijos de forma espontânea… mais prolongados... mais sem ar... e ao mesmo tempo ouvíamos na rádio a música do Pedro Abrunhosa, "Vamos fazer o que ainda não foi feito "... peguei nesse refrão...ela sorriu... disse-lhe para irmos para banco de trás... ela respondeu que sim.


Começamos a tirar a roupa... as nossas mãos exploravam cada parte do nosso corpo... os beijos continuavam... o tesão aumentava... a Marta deixou-me sentado… ajoelhou-se… entre os acentos... fez-me oral... de forma lenta e meiga… continuou a chupar... estava a ser muito bom...interrompeu... deitei-a no banco... beijava-a... lambia-lhe os seios ao mesmo tempo que os afagava entre as minhas mãos... desci... fiz-lhe oral... a vagina estava toda molhada… enquanto lambia metia-lhe um dedo no cuzinho... estava a delirar... pedia-me o meu pau... meti só uma parte dele,  pedia mais... deixei estar só assim,  queria que metesse todo... meti até ao fundo, aumentei a intensidade... segurei-a firmemente pelos braços ... pediu-me para a beijar, lambi-lhe os lábios e depois os seios... a cara dela estava corada, o olhar era de prazer... ficou de 4... meti bem até ao fundo novamente enquanto segurava os seios dela por trás... gemíamos… fomos mudando as posições... voltámos à posição inicial… por cima dela... aumentei o ritmo… beijava-a... os gemidos aumentaram de tom... dizia-me para não parar... estávamos a vir-nos os dois... suados... sem ar... e completamente entregues um ao outro... juntos num só corpo... “adorei” - exclamei… a Marta disse-me que sempre sonhou que fosse assim a primeira vez dela... 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Voltámos a ter outros encontros: em casa dela, em hotéis, motéis, na praia… foram 3 anos.. A Marta divorciou-se... passámos 8 dias de férias juntos fora do país, ficou a morar sozinha, tinha arranjado trabalho... fomos mais felizes quando não devíamos do que quando tínhamos a liberdade total para o ser... cortámos por completo, não voltámos a falar. 





sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Ivo

Ainda estudava na faculdade quando houve um rapaz que me deixou tentada a conhecê-lo, sempre que ele passava por mim não conseguia disfarçar o meu olhar, não conseguia ser discreta, o seu perfume deixava-me com a sensação que o tinha junto a mim. Foram várias as vezes que trocámos olhares e nunca nos chegámos a conhecer, nem sequer ouvi a sua voz. 

Uns anos mais tarde, avistei-o na rua, havia um aglomerado de pessoas, e sem mais demora persegui-o, quis saber para onde ia, nunca o tirei da minha cabeça e seria uma oportunidade para não o perder. Entrou numa livraria e pegou num livro, observei-o de longe, sem que se apercebesse continuei atrás dele, até entrar numa agência de viagens, não entrei e deduzi que trabalhasse lá. No dia seguinte na hora do almoço, passei junto à agência de viagens e estava lá… acertei no que tinha deduzido. Esperei até que saísse, voltei a ir atrás dele, entrou num restaurante, ia almoçar, entrei também e fiquei na mesa ao seu lado, os nossos olhares direcionaram-se, surgiu um sorriso mútuo, ele reconheceu-me… fiquei meia inquieta e sem jeito, não tinha posição para estar, nem sabia como e onde colocar as mãos, perdi a vergonha, e perguntei:


- Lembras-te de mim da faculdade?

- Na verdade achava que te conhecia de algum lado, mas não sabia de onde.

- Eu não me esqueci de ti, passaram-se 10 anos e continuas praticamente igual.

- O tempo passa rápido, curioso encontrares-me aqui.


A conversa manteve-se durante a refeição, tínhamos 30 anos, era mais velho do que eu cinco dias, chamava-se Ivo, morou com uma rapariga que eu conhecia durante alguns anos, e de momento morava sozinho… a conversa foi tão agradável que trocámos contato, e passada uma semana saímos juntos… o meu desejo por ele já vinha do passado, eu estava sem ter uma relação há bastante tempo, a minha carência era evidente, sentia vontade de cair nos seus braços.


Fomos jantar a um restaurante bem calmo, ouvíamos bem as nossas vozes, falámos sobre a faculdade, sobre nós e o amor, a sua voz meiga deixava-me enternecida, colava-me ao seu olhar, após o jantar ter terminado, convidou-me para ir até sua casa, rejeitei, ficou embaraçado e desconcertado, logo a seguir disse-lhe: "Vamos para a minha casa!"


Entrámos em minha casa, estava escuro, apenas se notava a luz pública a entrar numa das janelas, o Ivo perguntou se não tinha luz em casa, disse que preferia assim, o meu corpo abraçou-o, demos um abraço apertado, a minha mão apalpou o seu rabo, a sua mão agarrou firmemente o meu seio, o beijo molhado aconteceu… a nossa excitação crescia, começámos a despir-nos… agarrei o pau do Ivo, tocava-lhe uma punheta, e ele metia dois dedos na minha cona húmida, fomos até junto da janela, o beijo era ardente, o Ivo ajoelhou-se à minha frente, eu estava de pé, foi por baixo de mim, e fez-me um minete, lambeu carinhosamente a minha vulva, os bicos das minhas mamas estavam duros, encostei-o à janela e de joelhos também, a minha boca chupou o seu pau duro e babado, queríamos mais…


De frente para a janela empinei o meu rabo, por trás o Ivo penetrou a minha cona, agarrado ao meu quadril, fodeu-me muito… agarrou os meus seios, gemia deliciado, sentir o seu pau todo dentro de mim deixava-me louca, pegou em mim ao colo, e enterrou-me o pau, em pé sentia-o todo, arranhava-lhe as costas e delirava no prazer… o meu clímax chegou ao auge… logo depois mamei o seu pau e deixei o seu leite inundar a minha boca, até escorrer pelo canto dos meus lábios… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Após estarmos anos sem nos vermos, e nunca termos falado, encontrei-o, fiz uma perseguição, conheci-o e aconteceu algo maravilhoso que só imaginava em sonhos!