O meu casamento ocorrera há dois anos, tinha 25 anos e estava desempregada, frequentava umas formações para manter o tempo ocupado.
O meu marido era um homem muito ciumento, não me dava espaço para nada, ia buscar-me à formação e se visse algum homem perto de mim, perguntava quem era e queria saber informações, incomodava-me e não me sentia bem assim. Gostava de controlar as minhas saídas e as horas que eu chegava a casa, subia a adrenalina e ainda me dava mais vontade de cair na tentação da traição.
Conheci o Hélder, que pertencia à minha turma, um rapaz de 24 anos, casado como eu, estávamos grande parte do tempo juntos na formação, a sua forma de falar meiga, deixava-me enternecida e era muito educado, com o passar dos dias sentia-me atraída por ele.
O Hélder era uma pessoa calma e bem-disposta, de vez em quando saía da sua boca algo mais picante, que me deixava mais atiçada e ele sabia fazer isso muito bem.
Faltavam poucos dias para a formação terminar, a confiança era grande entre nós, o sentido das nossas conversas faziam prever que a vontade de ambos era que os nossos corpos se unissem.
Faltava só marcar o dia e o local, o Hélder trabalhava durante o dia, eu não… à noite tinha o meu marido e ele a sua mulher… teríamos de arranjar um intervalo só para nós.
Passadas umas semanas, a formação já tinha terminado, o Hélder não ia trabalhar durante a tarde e ligou-me, a voz dele ao telemóvel, junto ao meu ouvido, deixou-me desejosa para estar com ele.
Não queríamos ser vistos juntos, não podíamos arriscar, ambos casados à mínima falha podia ser um problema, como tal, ao início da tarde pedi a uma amiga para me levar ao centro da cidade, depois apanhei um autocarro e fui ter a um local distanciado, aparentemente sem pessoas que nos conhecessem, o Hélder apareceu no seu carro, entrei com óculos de sol e chapéu, para disfarçar um pouco a minha aparência. Fomos até um hotel próximo…
À entrada o Hélder disse:
- Sinto-me um pouco nervoso, isto deixa-me o coração acelerado.
-Também estou preocupada, o meu marido se me visse aqui, matava-me.
- Vamos tentar não pensar no mal, mas sim no bom que foi o que nos trouxe aqui.
- Sim. Quero muito sentir-te.
Subimos ao quarto, após a porta bater, demos um abraço, fomos para perto da janela e os nossos lábios tocaram-se pela primeira vez, o nosso beijo estava bem sintonizado, as línguas dançavam dentro das bocas, o tesão crescia… sentia a minha cona com mel, despi a calça do Hélder e agarrei o seu pau grosso e húmido, tocava levemente uma punheta, aquele beijo molhado aumentava o desejo de ser penetrada.
Tirei a roupa e deitei-me na cama, ele veio por cima de mim, beijou a minha boca e pescoço, apalpou os meus seios, lambeu os meus bicos, eu fervia com tesão… a sua língua desceu e foi parar ao meu clitóris, chupou a minha cona e sentia que estava quase a vir-me, meteu os dedos e eu apalpava as minhas mamas, passado pouco tempo aumentou a velocidade dos dedos e da língua e o meu orgasmo fez-me soltar um gemido, tive um espasmo nas pernas.
Foi rápido, mas não perdi o desejo… deitou-se de barriga para cima, a minha boca percorreu a sua orelha, pescoço, lambeu os mamilos, desceu até aos testículos… enquanto batia a punheta chupava o seu pau duro e grosso, adorava senti-lo todo dentro da minha boca, o Hélder gemia baixinho de prazer… queria sentir o seu pau dentro de mim…
Colocou o preservativo, ficou na mesma posição… fui para cima dele, os meus movimentos lentos deixavam-no louco de tesão e eu tinha a cona toda molhada, aumentei o ritmo, as minhas mamas saltavam, adorava estar a ser bem fodida… continuámos assim e o Hélder soltou um gemido, suado e prazeroso veio-se… por pouco quase que atingia o orgasmo novamente.
Foram duas horas de sexo naquele hotel, carregados de adrenalina, livres e loucos no manto do prazer. Ficámos amantes um do outro, sempre que fosse possível, os nossos corpos viajavam um sobre o outro.

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