Conheci a Raquel numa passagem de ano, num grupo de amigos em comum, estava acompanhada pelo seu marido. Naquela noite os nossos olhares cruzaram-se diversas vezes, o seu companheiro estava entretido com a bebida, nem reparava no que se passava à sua volta, nem prestava a devida atenção à sua mulher. Reparei que a Raquel foi até à parte de fora do espaço em que nos encontrávamos, fui ter com ela… Conversámos pouco para não chamar muito a atenção das pessoas que estavam no grupo, notei a Raquel triste, disse-me que o marido com o álcool ficava distraído, mas era muito ciumento e controlador e não podia estar ali muito tempo, sem que eu solicitasse deu-me o contato dela, e pediu para enviar mensagem para guardar o meu número.
A noite não tinha entusiasmo, estava um ambiente fraco e decidi ir embora cedo.
No dia seguinte recebi uma mensagem da Raquel:
"Olá… achei-te uma pessoa interessante, o meu marido trabalha por turnos, estou sozinha em casa, aqui podemos conversar mais à vontade, se te der as indicações vens cá ter?"
Não estava a contar com uma mensagem daquelas, acedi e disse que sim.
Fui durante a tarde ter a sua casa, teve de ser com todos os cuidados, quando cheguei havia vizinhos por perto, tive que aguardar dentro do carro até saírem do local, via a Raquel a controlar quem estava por perto e enviou mensagem a dizer para ir rápido, passei por ela e, como a porta da vivenda estava aberta, entrei.
A nossa conversa foi para nos conhecermos melhor, soube que estava casada há cinco anos, e o seu marido estava muitas vezes fora do país, a sua carência era evidente, dizia que só o conheceu a ele na cama… deixava-me tentado a envolver-me… a Raquel tinha 45 anos, era uma mulher com um corpo esguio, um rabo empinado, cabelo escuro comprido, e um sorriso bem penetrante… os meus 35 anos já tinham passado por diversas relações, e curtes, estava livre e com vontade de a poder sentir.
Ambos sabíamos que tudo podia acontecer, os dois sós e desejosos que se passasse algo, era uma questão de tempo até um de nós dar o primeiro passo.
A Raquel agarrou na minha mão, levou-me até ao quarto de hóspedes que ficava na parte de trás da casa, sentei-me na cama e observei-a à frente da janela em contraluz, a sua silhueta deixou-me a pensar no que estava prestes a acontecer…
Veio sobre mim, mexeu no meu cabelo, pôs as mãos no meu rosto e beijou-me até ficarmos sem ar, as nossas roupas foram despidas rapidamente, deitada de barriga para cima, beijei o seu corpo, até descer à sua coninha, lambi-a, estava bem melada, depois… toda excitada a sua boca abocanhou o meu pau, chupou até ao fundo várias vezes, o seu broche era explosivo… estava doida por ser penetrada e eu louco de tesão.
Ficou de quatro, por trás enterrei-a… apertou o lençol com as mãos, empinou bem o seu rabo, o meu pau batia no seu fundo, aumentei mais a frequência, a Raquel olhava para trás com um olhar safado, trincava os lábios… dei-lhe umas palmadas, pedia para a foder toda, não demorei muito tempo, não aguentei aquela intensidade, disse que me ia vir, baixou o quadril, ficou colada aos lençóis, tirei o pénis e com ele na mão, jorrou um jato de leite para cima do seu rabo…
Ouvimos um carro a chegar, foi à janela e viu que o seu marido tinha chegado mais cedo, ficou desorientada e eu cheio de medo, vestimo-nos rápido sem tempo a perder, tive de sair pela porta das traseiras da vivenda… esperei até o marido entrar em casa e passei pelo jardim até chegar ao meu carro.

Sem comentários:
Enviar um comentário