Após vários meses de procura incessante de trabalho, finalmente arranjei trabalho numa ótica que ficava perto da faculdade. Obrigou-me a sair de casa dos meus pais e passei a morar em casa de uma tia viúva. Seria também uma forma de fazer-lhe um pouco de companhia.
O meu estilo era um pouco alternativo, usava cabelo pintado de loiro, óculos que me davam um ar de professora de filme erótico, coloquei um piercing na língua, antes tinha aumentado um pouco os meus seios com silicone, a minha estatura era mais para o baixinha, os olhos eram azulados.
Nunca fiquei presa a relações, podia dar uma boa queca com um homem e depois mudar para outro e a seguir voltar ao anterior, era inconstante… e livre, se me apetecesse conhecer alguém e em pouco tempo darmos uma foda numa tarde ou noite e não voltarmos a encontrar-nos, acontecia e era normal para mim…eu reconhecia que era radical…
Adorava aquele sentimento de ficar consolada após o ato, gostava de experimentar tudo o que me desse prazer, não me fazia de complicada, era aventureira e não tinha tabus.
Um certo dia entrou na ótica um rapaz, bastante simpático, sorridente e interessado em comprar uns óculos de sol, mostrei-lhe os modelos que se podiam enquadrar no estilo que procurava, ia passando para a sua mão e ele experimentava olhando para o espelho, reparava que tinha um rabo bem feito… pedia a minha opinião e ajudava-o, os óculos assentavam bem no seu rosto, continuei a tirar-lhe a pinta, e a conversa era agradável em tom de brincadeira.
Escolheu o par de óculos que lhe ficavam melhor, tinham sido os que aconselhei. Disse para reservá-los que no dia seguinte passava lá para efetuar o pagamento. No dia seguinte depois do almoço, apareceu… não tinha ninguém na loja, e iniciámos uma conversa mais pessoal, contou-me que tinha 28 anos, que andava a estudar cinema, que ainda morava com os pais, ou seja deu-se a conhecer… antes de pagar disse:
-Tem algum desconto?
- Sim 10%...
- Ah ok… e a funcionária não está à venda? Tem desconto? - sorriu.
- Não… é grátis na compra dos seus óculos - sorri.
Ficou com um ar de espanto, não contava com aquela minha resposta.
- Quando a posso vir buscar?
- Amanhã à tarde dá para si?
- Perfeitamente.
O contacto foi trocado entre nós, pareceu tudo muito fácil, mas não quis adiar, perder tempo, gosto do imediato, do momento e estava atraída pelo Luís e não podia demorar.
Eu estava de folga no dia seguinte e sabia que a minha tia ia visitar uma familiar, como tal combinei com o Luís passar em casa da minha tia às 15h.
Depois de entrar na casa, subimos até ao sótão, era lá o meu quarto… estava nas alturas e gostava daquele meu espaço, em tom de brincadeira disse, se entretanto chegasse a minha tia ele atirava-se da janela lá para baixo para ela não o ver, ele disse que preferia que eu lhe desejasse melhor sorte… a conversa prolongou-se por algum tempo, coloquei um som ambiente, o sol entrava pelo sótão, o Luís estava deitado com a cabeça apoiada na palma das mãos, fui para cima dele, ele sorriu, rocei em cima do seu pau, ainda vestidos demos um beijo. Gostou de sentir o meu piercing a raspar na sua língua.
Ficámos nus, os nossos corpos colaram, havia muito desejo, mas no meio da loucura, reparei que não tinha preservativos, expliquei ao Luís que não queria ser penetrada sem proteção, sempre tive esse trauma… ainda pensei em fazer anal, mas depois ia sentir vontade de ser fodida na coninha, continuámos com mais beijos e toques no corpo com as nossas mãos, éramos bem apalpados, crescia o tesão e optei pelo "69"… fiquei deitada de barriga para cima e o Luís ficou por cima de mim, o seu pénis fodia a minha boca e a sua boca fazia maravilhas na minha vulva, eu tocava a punheta, punha o pau à minha feição, na melhor posição para ser bem abocanhado, mamava-o muito, ia quase até ao inicio da minha garganta, também lambia os seus testículos… e com aquele ritmo o leitinho foi expelido do orifício da sua glande, senti-o na língua e a escorrer pelo canto da boca, o Luís continuava a chupar a minha vagina, acrescentou os dedos dentro dela, friccionava o clitóris, lambeu mais um pouco e fiquei doida com aquele orgasmo.
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest
Passou a ser o sótão do prazer, tive muitos momentos de sexo com o Luís, a nossa relação foi sempre de sexo… o meu consolo era exageradamente bom.

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