Decidi embarcar na maior experiência da minha vida, sempre tive o sonho de fazer um cruzeiro e conhecer alguns países. Estava com 32 anos, solteiro e livre para seguir na minha primeira aventura sozinho.
A viagem ia durar vários dias, a embarcação era grande e luxuosa, havia de tudo, flutuava uma cidade sobre o mar…
O dia estava encantador, os raios de sol em alto mar aqueciam o meu corpo junto à piscina, enquanto bebia um gin. O navio atravessava o mar mediterrâneo em direção à costa de Malta. O meu olhar abrangia muita gente, grande parte eram casais com uma certa idade… achava que ia ser uma viagem para descansar, absorver energias e meditar sobre o meu futuro.
Deitado numa espreguiçadeira através dos meus óculos de sol olhei para o meu lado direito e, ao fundo, vi uma rapariga de biquíni preto deitada de barriga para baixo, ao seu lado estava um casal, deduzi que fossem os seus pais… o meu foco foi observar o seu rabo empinado, de fio dental, passados uns minutos mudou de posição, fazia topless, as suas maminhas descobertas eram bem redondas, com os bicos bem definidos e já bronzeada, o cabelo era preto e estava preso, o seu olhar era meigo, parecia ser alta, acho que não reparou em mim, mas deixou-me tão colado que tudo o resto que havia no navio passou para segundo plano.
Só tinha vontade de me aproximar e meter conversa, mas contive-me, teria tempo para que isso acontecesse, seriam vários dias de viagem, não ia perdê-la de vista… À noite fui beber um copo ao bar, depois na parte de fora do navio ouvia música, e via muitas mulheres, tentei descobrir aquela rapariga da tarde, mas não a vi, provavelmente estaria junto aos pais numa parte do navio… acabei por ir para o quarto ler um livro e descansar.
Após o navio ter parado em Malta, e conhecido um pouco do país, a viagem continuou em direção à costa napolitana, os dias continuavam brilhantes, o sol iluminava a rota.
Durante a tarde voltei à piscina, e não vi aquela rapariga que tinha visto antes, achei que a tinha perdido, que não ia voltar a encontrá-la… vi o pôr-do-sol em alto mar, sentia que estava a usufruir da minha própria companhia… fui jantar, olhei para a parte de fora do navio e vi a passar a rapariga que já não via há dias… não terminei o jantar e discretamente fui tentar ir ao seu encontro, mas… voltou a desaparecer, perdi-a novamente… e mais um dia passava sem existir aproximação…
Passados uns dias, depois de conhecermos os países que estavam destinados na rota, a viagem já era no sentido contrário, rumo a casa. Era noite, estava calor, o céu estrelado… estava em pé na parte da frente do navio, e vejo uma rapariga a aproximar-se… não havia muita gente porque já era um pouco tarde, sentou-se sozinha perto de mim, o meu coração bateu mais rápido, fiquei quase sem ação, fixei o meu olhar nos seus olhos e convenci-me que era mesmo ela… fui na sua direção… falei com ela em inglês, soube que passava férias com os pais, eram croatas, mas ela tinha nascido em Portugal, começamos a conversar em português, chamava-se Sónia e tinha 25 anos… a nossa conversa fluía como o navio, prolongou-se por bastante tempo, ambos tínhamos vontade de continuar perto um do outro… não queríamos sair dali…
Sentia as minhas mãos suadas, e a Sónia estava inquieta, e sabendo que o clima estava bom entre nós… saiu-me a pergunta…
- Vens comigo?
- Para onde me queres levar?
Segurei a sua mão e saímos daquele local, sem lhe dar a resposta… fomos para o meu quarto, e a Sónia à entrada chamou-me de safado… sabíamos o que ia acontecer… o meu corpo colou ao seu, e iniciámos um beijo de língua prolongado, ficámos sem ar, ofegantes e cheios de tesão… despimo-nos, os nossos corpos queimavam de desejo, a Sónia chupou-me o pau e dizia " que pau bom e gostoso " e eu empurrava ligeiramente a sua cabeça em direção ao meu pau, estava a ser maravilhoso… a seguir quis fazer-lhe um minete, a sua cona peluda estava babada, a minha língua foi ao seu clitóris e lambeu-o, o seu corpo reagia por impulsos, estava inquieta… pediu-me para a penetrar bem até ao fundo… e assim foi, com as pernas abertas para mim, o meu pénis duro enterrou-a, ao mesmo tempo as minhas mãos apalpavam as suas maminhas… os nossos corpos estavam bem unidos, com movimentos leves e profundos, gemíamos aos nossos ouvidos… a Sónia quis que aumentasse a intensidade, o ritmo foi mais elevado… suados e entregues ao prazer, ambos soltámos um gemido mais forte… A cona da Sónia ficou molhada com o seu sémen… e cheia de esperma que era expelido do meu pau.
Demorou uns dias até encontrar a Sónia no navio, mas depois aconteceu tudo muito rápido, foi uma noite marcada por bom sexo… repetimos várias vezes nos restantes dias… a viagem de regresso foi o esplendor do am






