sábado, 25 de dezembro de 2021

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 


Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.


Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.


Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.


Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.


Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…


Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 


Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Roger

Trabalhava há dois anos num centro comercial numa loja de decoração, tinha 27 anos e um histórico de relacionamentos mal sucedidos, era uma mulher aventureira, gostava de sentir a adrenalina no auge, o meu corpo era gordinho, de baixa estatura, olhos azulados, as minhas mamas eram grandes e adorava usar decotes, tinha um piercing na língua e uma tatuagem nas costas.


Os dias não andavam favoráveis, a autoestima estava baixa, sentia necessidade de conhecer alguém, do tesão apoderar-me e desejava um orgasmo que me fizesse catapultar para um infinito prazer.

Um dia à tarde, no intervalo do trabalho, fui lanchar e a seguir tomar um café dentro do centro comercial, apareceu ao meu lado um homem baixo com barba que já era de alguns dias, o seu sotaque era espanhol, reparámos um no outro… pediu igualmente um café, percebi que seria funcionário de alguma loja.


No dia seguinte, voltámos a encontrar-nos casualmente, num local no centro comercial que era destinado a fumadores, demos um sorriso, e existiu uma química entre nós, a conversa desenrolou-se… o Roger começara recentemente a trabalhar numa loja no mesmo piso que eu, tinha 39 anos, e fui percebendo que ambos tínhamos gostos semelhantes sobre várias coisas. 

Os encontros sucediam-se e trocámos contato, cada dia que passava ficava a conhecer melhor o Roger, era divorciado e notava nele alguma carência, as conversas que tínhamos eram muito liberais, falávamos sobre tudo, não havia pudor, nem tabus… acabava por acelerar o nosso desejo para algo que se pudesse passar entre nós. Não escondíamos a vontade que tínhamos de fazer sexo.


Passado uns tempos houve uma coincidência, íamos sair à mesma hora do trabalho, os nossos carros estavam perto um do outro no parque de estacionamento, saímos juntos e seguimos em direção ao parque, estava calor, vestia uma calça larga preta, uma blusa branca com um decote abusado, pelo caminho até chegarmos aos carros, o Roger provocou-me, não me deixei ficar e alinhei na provocação… o meu corpo pedia satisfação.

O Roger acompanhou-me até à porta do meu carro, o carro dele estava ao lado, não havia movimento, a localização dos nossos carros estava tapada por uma coluna, ali entre os carros, demos um beijo molhado, sentia a língua dele a tocar no piercing da minha língua, a minha mão roçou no seu pénis e sentia-o duro. A adrenalina subiu, podíamos ser vistos… baixei-me e fiquei aninhada, tirei o seu pénis dentro das calças e abocanhei-o… o Roger disfarçava e olhava para todos os lados, podia aparecer alguém. 


Não podíamos demorar, ergui-me… encostou-me ao meu carro virada de costas para ele, baixou as minhas calças, meteu os dedos na minha coninha húmida, a sua boca passou por lá lambeu-a e cuspiu-a…  por trás agarrou as minhas mamas, e penetrou-me… não consegui suster um gemido vigoroso, passou um carro por nós, não reparou no que estávamos a fazer… o seu pau duro bem dentro de mim estava a deixar-me louca…


- Roger, continua assim… fode-me… vou aguentar pouco tempo…

- Sim… está muito bom assim, o meu pau só quer estar enterrado dentro de ti.

- Isso… Isso… não pares…


A foda estava muito intensa, os bicos das minhas mamas estavam tesos, e logo a seguir, ofegante, contive-me no gemido, a minha cona ficou toda molhada, o orgasmo deixou-me sem força nas pernas, a cona latejava, e eu consolada de prazer… o Roger poucos segundos depois, ainda molhou mais a minha cona com o seu leitinho. 


                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Num parque de estacionamento público, entre dois carros, numa adrenalina fora de série, e um orgasmo que me deixou consolada. 

domingo, 5 de dezembro de 2021

Juliana

A minha experiência como operador de câmara já era vasta, trabalhei em variados programas de televisão, mais tarde passei a fazer filmagens em reportagens no exterior. Tinha 44 anos, estava divorciado há 4 anos, com dois filhos e morava sozinho. Deslocava-me muitas vezes para fora do país em contexto de trabalho. Estava mais vezes fora do que propriamente no meu país.


Recentemente tinha conhecido uma colega de trabalho que era jornalista, repórter de exterior, chamava-se Juliana, tinha 33 anos, divorciada há 3 anos, com uma filha. O seu rosto destacava-se pela beleza, o cabelo era preto e comprido, tinha uma voz doce, era um pouco mais alta do que eu, e sempre que nos encontrávamos tínhamos um bom diálogo.


Uns tempos depois, fui informado que teria de fazer uma reportagem durante quinze dias na Austrália, a viagem era muito longa, seria a minha primeira visita áquele país, e onde teria a companhia de uma jornalista e outros colegas de equipa. 

Viria a saber que a Juliana fazia parte da equipa.


No voo para a Austrália não ficámos ao lado um do outro, mas fomos trocando olhares, e através do messenger conversávamos… a viagem custou a passar, mas finalmente chegámos ao destino, já era noite.


No dia seguinte iniciámos a primeira reportagem, fiz a filmagem e a Juliana foi a repórter, o dia iniciou-se bem cedo… durante o dia tivemos algum tempo para passear e conhecer um pouco o país. A nossa proximidade era notória, estávamos a maior parte do tempo juntos, sentia-me bem com ela, os nossos sorrisos eram cúmplices e faziam prever que algo mais pudesse acontecer entre nós.


A nossa equipa ficou dividida por três quartos, a Juliana ficou sozinha num quarto, eu fiquei acompanhado por dois colegas num quarto triplo. Após o jantar alguns colegas estavam cansados e recolheram aos aposentos, fiquei eu, a Juliana e dois colegas. A nossa conversa era a dois, os colega estavam mais afastados… ouvia a Juliana e só pensava em sentir o seu corpo, em termos prazer… o seu olhar seduzia… a forma como se vestia deslumbrava os meus olhos, a voz dela entrava e permanecia dentro dos meus ouvidos, o seu perfume deixava-me com vontade de a cheirar bem perto. Entretanto ficámos sem assunto, disse-me que precisava de descansar, despediu-se e subiu para o quarto. Fiquei desejoso por ter algo com ela, mas estava na dúvida se ela queria o mesmo. Os meus colegas também subiram para o quarto, fiquei sozinho e a pensar na Juliana.


Passados poucos minutos recebi uma mensagem da Juliana, dizia:

"Estou sem sono, queres passar aqui pelo quarto…?"

Surpreendido disse que sim, subi até ao seu quarto.


Entrei, a sua camisa de noite preta realçava o seu corpo esbelto, deitou-se em cima da cama, o decote era grande, notava-se bem parte dos seus seios, um deles tinha um sinal e os bicos eram notórios… sentei-me à entrada da cama numa cadeira… com um jeito de safada, perguntou-me:

- Vais ficar aí ou vens para junto de mim?

Fiquei sem saber o que dizer… intimidou-me…

- Já sei… queres que seja eu a ir ter contigo…


E foi… saiu de cima da cama, sentou-se na minha coxa, passou a mão pelo meu cabelo, fiquei imóvel, a sua boca foi de encontro à minha, beijou-me… a minha língua procurava a dela, mordia-me os lábios, estava bem acesa, e eu cheio de tesão… peguei na Juliana ao colo, as pernas dela ficaram entrelaçadas à volta do meu corpo, continuámos a beijar-nos, deitei-a em cima da cama, estávamos ofegantes, ficámos nus, lambi as suas mamas duras, os bicos aumentaram de tamanho, a minha mão desceu pela sua barriga e enfiei dois dedos dentro da sua coninha húmida, tinha um risco de pelinhos, depois chupei o seu clitóris, o meu minete estava a deixá-la agitada… puxou-me para cima, beijou a minha boca molhada do mel da sua coninha… veio para cima de mim, lambeu a minha orelha, o sabor do seu beijo era delirante, a sua boca percorreu o meu corpo do pescoço desceu até aos meus mamilos, passou pela barriga e tocou-me uma punheta enquanto o seu broche fazia-me gemer de prazer… a sua mão suave, sabia como tocar, o seu toque arrepiava… 


Logo a seguir, sentou-se em mim, o meu pau entrou dentro dela, a sua coninha estava apertadinha, os movimentos que fazia eram lentos e em várias direções, regozijava o meu pénis duro, apalpava as suas mamas… baixou o tronco e procurou a minha boca, o beijo era de língua, movimentava o meu pénis dentro dela, meti-lhe dois dedos na boca, começou a chupar dois dedos da minha mão… aumentámos o ritmo… estava bem forte… por momentos parou e ao meu ouvido disse que se estava a vir… gemeu com os olhos fechados, ficou um pouco imóvel... depois… foi chupar o meu pau… foi até ao fim… até o leitinho escorrer pela sua boca… 


  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foram 15 dias de trabalho, e 15 dias de sexo bom… iniciámos um relacionamento, e a Juliana começou a morar comigo. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Vasco

Desde a adolescência que namorava com o Vasco, era músico e pertencia a uma banda, sempre que pudesse acompanhava-o e via o seu concerto. O instrumento que tocava era viola, aliás fez-me bastantes serenatas, também cantava bem, era um homem romântico.


O Vasco tinha 26 anos, e eu tinha 25, já nos conhecíamos desde miúdos, houve uma fase já depois da adolescência, que ambos experimentámos e consumimos droga, mas foi por pouco tempo, conseguimos perceber que só nos estava a fazer mal, e acabámos por desviar-nos desse caminho.


Tínhamos um bom grupo de amigos, que acompanhavam a banda por todo lado, o Vasco por vezes também atuava a solo, a música vivia dentro de nós, não dava para passarmos sem o som a entrar nos nossos ouvidos, criava sensações únicas. 


Quando viajávamos de carro o rádio tinha de estar ligado, de avião os fones estavam nos nossos ouvidos, em casa a aparelhagem tinha de se ouvir pela casa inteira, íamos a quase todos os festivais de música, quer nacionais, quer no estrangeiro. A nossa vida era sempre aproveitada em função da música.


Um dia estávamos a assistir a um concerto, dentro de um pavilhão, muita gente junta, pouca luz direcionada ao público, o som puxava para dançar, havia quem tivesse mais parado, outros mais ativos, o Vasco estava encostado atrás de mim, os nossos corpos balançavam com o som da música, roçava o pau no meu rabo, então levei a minha mão arte trás puxei o fecho das suas calças, agarrei no seu pénis e tirei-o para fora do fecho… e toquei uma punheta devagarinho, sem ninguém se aperceber, até sentir o esperma morno na minha mão.

O Vasco colocou a sua mão por dentro das minhas calças, passou os dedos na minha coninha húmida… senti algum prazer, mas não atingi o orgasmo… 


Passados uns dias houve concerto ao ar livre com a banda do Vasco, era fim de verão, a noite estava a convidar a um bom espetáculo, estava quente… assisti ao concerto na primeira fila, adorava vê-lo a tocar viola, a interagir com a banda, a suar pela entrega que tinha nas músicas, ver aquele cenário deixava-me com os batimentos cardíacos acelerados, e excitada…


O concerto terminou e foi brilhante, o público delirou e a fila era grande para o vocalista dar os autógrafos, os restantes membros da banda entraram num contentor que servia de camarim, beberam umas cervejas, e como estava calor, foram para a parte de trás fumar uns cigarros… fui ter com o Vasco à porta do camarim, entrámos e bebemos uma cerveja, o Vasco fechou a porta e disse:

- Quero aproveitar esta adrenalina do concerto para termos prazer.

- Estás doido, aqui? E se batem à porta para entrar?

- Não te preocupes, já estamos a perder tempo…


Demos um beijo com as línguas a sair das nossas bocas, o Vasco era mais louco do que eu, sentei-me no sofá, levantou a minissaia para cima, puxou a minha cuequinha para o lado, lambeu a minha ratinha, a minha respiração ficou alterada, a sua língua era muito mexida, a seguir parou e baixou as calças e boxers, com algum ritmo e intensidade chupei o seu pau, fui bruta a chupar… ele com o pau durinho e eu com a coninha molhada queríamos mais, e assim… comigo de pernas abertas, voltou a puxar a cueca com mel para o lado, enfiou o pau logo até ao fundo, saiu-me um "ai" da minha boca… ouvia-se os elementos da banda a falarem e a rirem-se na parte de fora atrás do contentor, à frente ouvia-se as pessoas a gritarem e a pediram autógrafos, todo aquele barulho, ainda me deu mais tesão, fodeu bem a minha cona… até eu soltar outro gemido mais prolongado e gostoso, e vir-me loucamente, pouco depois… o Vasco depositou uma boa quantidade de esperma no fundo da minha coninha, até escorrer para fora… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Os dois sozinhos dentro de um contentor (camarim) sabendo que na parte de fora estavam muitas pessoas, que rodeavam aquele espaço, e que a qualquer momento podia alguém querer entrar… foi uma queca sublime...




segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Patricia

Apaixonei-me por uma mulher ligada à natureza e aos animais, a Patrícia era Bióloga e vegan, tinha 39 anos e muito tempo dedicado ao ambiente e a tudo o que era natural, sem químicos, sem poluição… possuía uma quinta com variadas árvores de fruto, culturas de legumes e muitos animais. 


Eu tinha 40 anos, despedi-me do trabalho que desempenhava na cidade e dediquei-me a ajudar a Patrícia na sua quinta na aldeia, a minha vida mudou 180 graus, os dias eram ocupados a tratar de animais, apanhar legumes na horta, comprara recentemente um trator, que usava no campo, tornara-me um agricultor. 


O nosso trabalho era diário, havia sempre alguma coisa para fazer, e tínhamos algumas pessoas que vinham para a quinta ajudar… a venda dos produtos e a rentabilidade do espaço, juntamente com o gosto que tínhamos pelo que fazíamos era um fator aliciante para continuarmos a viver da forma que escolhemos.

Estávamos sempre muito próximos, passávamos o dia juntos desde que o sol nascia até ao pôr-do-sol. A nossa ligação era muito forte, não sabíamos o que era discutir, o entendimento entre nós era perfeito. 


Um dia tivemos um fim de semana com menos trabalho, com a ajuda de amigos decidimos construir uma casa de madeira numa árvore da quinta, a árvore era grande e consistente, forte para aguentar as tábuas da construção… deu bastante trabalho, foram precisos vários dias para ficar uma casa dentro do que gostávamos de ter.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Uma casa pequena, com um quarto, uma sala que fazia de cozinha também e um WC, era confortável, acolhedora, resistente e adorávamos passar as tardes por lá… sentados à varanda… passávamos o tempo a ver a paisagem sobre a quinta, víamos os terrenos, de longe os animais, o tempo era ocupado a ler, na descontração e a descansar.


Era final de tarde, os últimos raios de sol do dia atravessavam os ramos das árvores… eu e Patrícia sentíamos a brisa fresca a correr, ouvíamos o som das folhas e o chilrear dos pássaros, o sol ia descendo até cair a noite… a Patrícia estava encostada a mim, a sua mão passou por cima dos meus calções na direção do meu pénis, a seguir meteu a mão dentro dos calções e mexeu nele… o meu pau subiu e o tesão aumentava, olhou para mim e sorriu, desceu os calções e iniciou um broche, a sua boca chupava bem demais, a mão acompanhava com uma punheta, o meu pau estava todo babado, a Patrícia veio até à minha boca e demos um beijo de língua intenso, entrámos em casa, com a Patrícia deitada no chão subi o seu vestido, os meus dedos entravam na sua cona e lambia-lhe o clitóris e a sua vulva, o meu minete deliciou-a… em pé demos um abraço, a noite já estava por cima de nós…

No quarto a Patrícia apoiou o peito em cima da cama, por trás enterrei-lhe o pénis bem forte, com os movimentos vigorosos, o prazer aumentava, a seguir ficou de lado e voltei a penetrá-la… cheguei ao orgasmo… a seguir voltei a lamber a coninha da Patrícia e a meter os dedos, e veio-se compulsivamente.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A natureza conjugada com o amor que sentimos por quem amamos, é mágico… a mudança que tive na minha vida foi compensada por tudo o que aprendi e vivi com a Patrícia. 

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Hugo

O Hugo estava casado com uma prima minha, era um homem com 32 anos, conheci-o antes de casar e sabia que traíra várias vezes as suas ex-namoradas, incluindo a minha prima, o seu jeito era safado, provocador e a sua conversa e corpo eram uma tentação para qualquer mulher.


Achava a minha prima uma mulher elegante, bonita e mesmo assim o Hugo agarrava qualquer outra que aparecesse pela frente, dizia sempre que vivia um casamento feliz, talvez pela liberdade que sempre teve de sair e se divertir e porque a minha prima nunca soube que já tinha sido traída.


Tinham 2 filhos em comum, e ele ainda um filho de uma outra mulher que namorou na adolescência, era um homem experiente, bem-humorado e eu gostava do seu estilo, usava boné, roupa desportiva, piercing na orelha, tatuagem no antebraço, olhos claros e penetrantes e um sorriso de lábios cheios e sensuais.

Eu tinha 27 anos, cabelo castanho com cachos, seios pequenos e duros, anca larga, era baixa, os lábios grossos e tinha uma relação inconstante com o meu companheiro, por vezes estávamos juntos, outras vezes separados. 


No verão, foi o aniversário do Hugo, fazia 33 anos e eu fui convidada, estava marcado para um sábado.

Tinha bastante gente em sua casa, desde amigos, familiares e crianças a brincar. Estava muito calor, levei vestido uns calções curtos, um top e umas sandálias. O Hugo estava em tronco nu, calções e chinelos, o seu rosto estava com suor por causa do calor. Andava sempre no entra e sai em casa, a preparar a festa para que tudo corresse bem.

Parou uns instantes e foi fumar um cigarro à entrada da porta de casa, e com uma garrafa na mão, bebia cerveja… aproximei-me dele, pedi uma cerveja e acendi um cigarro, estávamos sós… o olhar dele observava o meu corpo, eu fixei os meus olhos nos olhos dele, aquela química durava há muito tempo, sentia atração e sabia que se investisse ele ia ceder… mantive-me firme… e de repente o Hugo descaradamente pergunta:

- Então, qual vai ser a minha prenda? 

- Precisas de alguma coisa é?

- Gosto de surpresas, fico a aguardar pela tua oferta – sorriu.


Estava a seduzir-me, deu-me tesão, conhecia-o bem e percebi o que queria, aliás a minha vontade era a mesma… tínhamos família e amigos por perto, não podíamos cometer uma loucura, senão ficaria tudo estragado, a adrenalina era muita. 


Durante a tarde, houve cumplicidade, conversa, cigarros e cerveja, a minha prima estava ocupada com as crianças e raramente se aproximava do Hugo, comecei a acreditar que poderia dar para darmos uma rapidinha, só estávamos à espera que surgisse a oportunidade. Entretanto a minha prima decidiu sair para ir comprar pão, os restantes convidados estavam distraídos com o futebol que dava na TV, as mulheres brincavam com os miúdos, tudo parecia que se estava a proporcionar para acontecer o que desejávamos.

A boca do Hugo aproximou-se do meu ouvido e disse para ir ter a um anexo da casa que servia de dispensa, tinha algumas coisas pertencentes à casa que estavam guardadas… a sua voz junto ao ouvido, arrepiou-me, acendeu ainda mais o meu corpo, sentia a minha coninha melada.


Quando entrei o Hugo já lá estava, o espaço era pequeno, estava abafado, tinha pouca luz ele baixou imediatamente os seus calções e disse: "Dá-me a tua prenda"... estava desejosa e cheia de vontade de ter um orgasmo, os meus lábios grossos foram diretamente ao seu pau, chupei-o metendo todo dentro da minha boca, estava todo babado, o Hugo soltava gemidos  de prazer… após uns minutos de uma boa mamada, o Hugo disse que não podíamos demorar… demos um beijo de língua e a seguir tirou os meus calções, encostei as mãos à parede por trás apalpou as minhas mamas, mordeu a minha nádega, deu uma palmada no cu, lambeu a minha cona durante uns segundos, cuspiu-a… e sem mais demora, enfiou o seu pau molhado e bem duro dentro de mim, a minha mão tapou a minha boca para não se ouvir os meus gemidos de prazer… 


O Hugo queria que fosse rápido e como tal, a intensidade aumentou, suados e balanceados numa foda que estava a ser louca e poderosa, continuou... sentia as gotas do suor que escorria do seu rosto a cair nas minhas costas, o seu pau duro batia no fundo da minha cona com toda a força, estava tão intenso que fez-me chegar ao orgasmo, e pouco tempo depois sentia o leitinho que saiu do seu pau a inundar a minha cona. Demos um beijo e ambos dissemos que bom. Saí dali para o WC para me limpar… o Hugo entrou depois… logo a seguir chegou a sua mulher, entrou em casa e deu-lhe um beijo na boca, mal ela sabia o que se tinha passado antes.


À noite o Hugo teve de levar-me a casa, quando me deixou à porta de casa, a minha mão foi de encontro ao seu pénis que cresceu na minha mão, chupei-o novamente, e disse-lhe: "Esta é a minha segunda prenda, através do meu broche, quero engolir todo o teu leitinho."


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A minha prima foi traída por mim, adorei a rapidinha com o Hugo, demorou até mais tempo do que se previa, não voltámos a envolver-nos, mas sempre que nos víamos pensávamos no momento que guardamos entre nós para sempre, foi um segredo só nosso.

 

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Soraia

Conhecia a Soraia desde o tempo de escola, começámos a estudar na primária até entrarmos na faculdade, cada um seguiu o seu curso e deixámos de ter contato, soube que teria casado com 23 anos, e eu casei com 25. O tempo foi passando e um dia passei por ela de carro, não me viu, já não a via há dez anos.


Mais tarde soube que viera morar para o andar de cima do meu apartamento, tinha um filho de três anos e eu uma filha de um ano e meio… acabámos por nos cruzar no elevador, ficámos perplexos, já passara muito tempo que não nos víamos, eu tinha 30 anos e a Soraia 29. Disse-me que veio morar para ali para ficar mais perto da casa dos pais, o marido estava a trabalhar fora do país, precisava do apoio da família. Eu estava casado com uma enfermeira que passava tempo demais fora de casa, havia dias que não punha os olhos na minha esposa.


Ao longo do tempo eu e a Soraia falávamos várias vezes quando nos encontrávamos, recuperámos a nossa amizade, estávamos perto um do outro, havia apoio, desabafos, lembranças do passado e confidências, ambos tentávamos salvar os nossos casamentos.


Num fim de semana ia estar sozinho, a Ana iria fazer noite no hospital, o marido da Soraia estava fora do país, eram 22h de sábado, liguei à Soraia… sentia-me só e pela conversa percebemos que ambos precisávamos de companhia… a noite estava a ser penosa, demorava a passar, os nossos filhos já dormiam… peguei no meu filho ao colo e subi até ao apartamento da Soraia, ela estava à minha espera, deitei o meu filho no sofá da sala.


A Soraia vestia um robe de cetim, cabelo aos cachos loiro, era da minha altura, magra e olhos claros, fomos para o escritório, uma luz ténue iluminava a secretária, sentou-se na sua cadeira e desligou o computador, o espaço ficou com menos luz… olhou para mim e disse:


- Sabes, estou a pensar em divorciar-me… 

- Então, porquê? O que se passa?

- Falta-me a presença do meu marido, sinto-me carente e criar uma criança sozinha também não ajuda.

- Entendo-te sinto o mesmo… por vezes dá vontade de mudar, é difícil suportar a ausência.


A conversa desenrolou-se, e de repente a Soraia pediu-me para sentar-me na sua cadeira, depois tirou o robe à minha frente, estava com uma cinta de ligas, um sutiã rendado, iniciou uma dança sensual, esfregava os seios, gingava a anca, batia com a mão no rabo empinado, tirou o sutiã apertou uma mama na outra, o seu olhar sedutor deixava-me com taquicardia, despiu as cuecas, a coninha estava rapadinha, agarrou nas cuecas e esfregava-as de um lado para o outro entre as pernas… sem me tocar deixou-me com o pau teso. 


Veio até mim, nua… sentou-se em cima de mim, agarrou no meu cabelo e beijou-me o pescoço e a boca com vontade, ficávamos sem ar, apalpei as suas mamas, lambi os bicos, levantei-me da cadeira, despi-me… de joelhos a Soraia lambuzou o meu pénis, chupou-o carinhosamente, voltei a sentar-me na cadeira junto à secretária, a Soraia veio para cima de mim, a minha mão e dedos passaram pela sua cona molhada, os dedos entraram dentro dela, soltava leves gemidos e dizia que queria sentir o meu pau dentro dela.


Lentamente a sua cona ficou em cima do meu pau e desceu até ficar todo enterrado, fazia movimentos bons e ouvia-se o som do pénis a bater no fundo, os bicos dela estavam tesos, aumentou o ritmo, queria ser ela a controlar, estava cada vez mais solta, molhada e embalada em cima de mim, e fui eu já sem aguentar mais que inundei a sua cona com leite quentinho e logo a seguir a Soraia contorceu-se e o seu tronco caiu sobre o meu, e disse: "Obrigada pela companhia e pelo carinho, deste-me o que me faltava".



Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest



A carência proporcionou um momento de sexo, que nos deixou supersatisfeitos, fomos amantes durante muitos anos, mas mantivemos sempre os nossos casamentos.