quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Vasco

Desde a adolescência que namorava com o Vasco, era músico e pertencia a uma banda, sempre que pudesse acompanhava-o e via o seu concerto. O instrumento que tocava era viola, aliás fez-me bastantes serenatas, também cantava bem, era um homem romântico.


O Vasco tinha 26 anos, e eu tinha 25, já nos conhecíamos desde miúdos, houve uma fase já depois da adolescência, que ambos experimentámos e consumimos droga, mas foi por pouco tempo, conseguimos perceber que só nos estava a fazer mal, e acabámos por desviar-nos desse caminho.


Tínhamos um bom grupo de amigos, que acompanhavam a banda por todo lado, o Vasco por vezes também atuava a solo, a música vivia dentro de nós, não dava para passarmos sem o som a entrar nos nossos ouvidos, criava sensações únicas. 


Quando viajávamos de carro o rádio tinha de estar ligado, de avião os fones estavam nos nossos ouvidos, em casa a aparelhagem tinha de se ouvir pela casa inteira, íamos a quase todos os festivais de música, quer nacionais, quer no estrangeiro. A nossa vida era sempre aproveitada em função da música.


Um dia estávamos a assistir a um concerto, dentro de um pavilhão, muita gente junta, pouca luz direcionada ao público, o som puxava para dançar, havia quem tivesse mais parado, outros mais ativos, o Vasco estava encostado atrás de mim, os nossos corpos balançavam com o som da música, roçava o pau no meu rabo, então levei a minha mão arte trás puxei o fecho das suas calças, agarrei no seu pénis e tirei-o para fora do fecho… e toquei uma punheta devagarinho, sem ninguém se aperceber, até sentir o esperma morno na minha mão.

O Vasco colocou a sua mão por dentro das minhas calças, passou os dedos na minha coninha húmida… senti algum prazer, mas não atingi o orgasmo… 


Passados uns dias houve concerto ao ar livre com a banda do Vasco, era fim de verão, a noite estava a convidar a um bom espetáculo, estava quente… assisti ao concerto na primeira fila, adorava vê-lo a tocar viola, a interagir com a banda, a suar pela entrega que tinha nas músicas, ver aquele cenário deixava-me com os batimentos cardíacos acelerados, e excitada…


O concerto terminou e foi brilhante, o público delirou e a fila era grande para o vocalista dar os autógrafos, os restantes membros da banda entraram num contentor que servia de camarim, beberam umas cervejas, e como estava calor, foram para a parte de trás fumar uns cigarros… fui ter com o Vasco à porta do camarim, entrámos e bebemos uma cerveja, o Vasco fechou a porta e disse:

- Quero aproveitar esta adrenalina do concerto para termos prazer.

- Estás doido, aqui? E se batem à porta para entrar?

- Não te preocupes, já estamos a perder tempo…


Demos um beijo com as línguas a sair das nossas bocas, o Vasco era mais louco do que eu, sentei-me no sofá, levantou a minissaia para cima, puxou a minha cuequinha para o lado, lambeu a minha ratinha, a minha respiração ficou alterada, a sua língua era muito mexida, a seguir parou e baixou as calças e boxers, com algum ritmo e intensidade chupei o seu pau, fui bruta a chupar… ele com o pau durinho e eu com a coninha molhada queríamos mais, e assim… comigo de pernas abertas, voltou a puxar a cueca com mel para o lado, enfiou o pau logo até ao fundo, saiu-me um "ai" da minha boca… ouvia-se os elementos da banda a falarem e a rirem-se na parte de fora atrás do contentor, à frente ouvia-se as pessoas a gritarem e a pediram autógrafos, todo aquele barulho, ainda me deu mais tesão, fodeu bem a minha cona… até eu soltar outro gemido mais prolongado e gostoso, e vir-me loucamente, pouco depois… o Vasco depositou uma boa quantidade de esperma no fundo da minha coninha, até escorrer para fora… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Os dois sozinhos dentro de um contentor (camarim) sabendo que na parte de fora estavam muitas pessoas, que rodeavam aquele espaço, e que a qualquer momento podia alguém querer entrar… foi uma queca sublime...




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