quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Roger

Trabalhava há dois anos num centro comercial numa loja de decoração, tinha 27 anos e um histórico de relacionamentos mal sucedidos, era uma mulher aventureira, gostava de sentir a adrenalina no auge, o meu corpo era gordinho, de baixa estatura, olhos azulados, as minhas mamas eram grandes e adorava usar decotes, tinha um piercing na língua e uma tatuagem nas costas.


Os dias não andavam favoráveis, a autoestima estava baixa, sentia necessidade de conhecer alguém, do tesão apoderar-me e desejava um orgasmo que me fizesse catapultar para um infinito prazer.

Um dia à tarde, no intervalo do trabalho, fui lanchar e a seguir tomar um café dentro do centro comercial, apareceu ao meu lado um homem baixo com barba que já era de alguns dias, o seu sotaque era espanhol, reparámos um no outro… pediu igualmente um café, percebi que seria funcionário de alguma loja.


No dia seguinte, voltámos a encontrar-nos casualmente, num local no centro comercial que era destinado a fumadores, demos um sorriso, e existiu uma química entre nós, a conversa desenrolou-se… o Roger começara recentemente a trabalhar numa loja no mesmo piso que eu, tinha 39 anos, e fui percebendo que ambos tínhamos gostos semelhantes sobre várias coisas. 

Os encontros sucediam-se e trocámos contato, cada dia que passava ficava a conhecer melhor o Roger, era divorciado e notava nele alguma carência, as conversas que tínhamos eram muito liberais, falávamos sobre tudo, não havia pudor, nem tabus… acabava por acelerar o nosso desejo para algo que se pudesse passar entre nós. Não escondíamos a vontade que tínhamos de fazer sexo.


Passado uns tempos houve uma coincidência, íamos sair à mesma hora do trabalho, os nossos carros estavam perto um do outro no parque de estacionamento, saímos juntos e seguimos em direção ao parque, estava calor, vestia uma calça larga preta, uma blusa branca com um decote abusado, pelo caminho até chegarmos aos carros, o Roger provocou-me, não me deixei ficar e alinhei na provocação… o meu corpo pedia satisfação.

O Roger acompanhou-me até à porta do meu carro, o carro dele estava ao lado, não havia movimento, a localização dos nossos carros estava tapada por uma coluna, ali entre os carros, demos um beijo molhado, sentia a língua dele a tocar no piercing da minha língua, a minha mão roçou no seu pénis e sentia-o duro. A adrenalina subiu, podíamos ser vistos… baixei-me e fiquei aninhada, tirei o seu pénis dentro das calças e abocanhei-o… o Roger disfarçava e olhava para todos os lados, podia aparecer alguém. 


Não podíamos demorar, ergui-me… encostou-me ao meu carro virada de costas para ele, baixou as minhas calças, meteu os dedos na minha coninha húmida, a sua boca passou por lá lambeu-a e cuspiu-a…  por trás agarrou as minhas mamas, e penetrou-me… não consegui suster um gemido vigoroso, passou um carro por nós, não reparou no que estávamos a fazer… o seu pau duro bem dentro de mim estava a deixar-me louca…


- Roger, continua assim… fode-me… vou aguentar pouco tempo…

- Sim… está muito bom assim, o meu pau só quer estar enterrado dentro de ti.

- Isso… Isso… não pares…


A foda estava muito intensa, os bicos das minhas mamas estavam tesos, e logo a seguir, ofegante, contive-me no gemido, a minha cona ficou toda molhada, o orgasmo deixou-me sem força nas pernas, a cona latejava, e eu consolada de prazer… o Roger poucos segundos depois, ainda molhou mais a minha cona com o seu leitinho. 


                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Num parque de estacionamento público, entre dois carros, numa adrenalina fora de série, e um orgasmo que me deixou consolada. 

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