Conhecia a Soraia desde o tempo de escola, começámos a estudar na primária até entrarmos na faculdade, cada um seguiu o seu curso e deixámos de ter contato, soube que teria casado com 23 anos, e eu casei com 25. O tempo foi passando e um dia passei por ela de carro, não me viu, já não a via há dez anos.
Mais tarde soube que viera morar para o andar de cima do meu apartamento, tinha um filho de três anos e eu uma filha de um ano e meio… acabámos por nos cruzar no elevador, ficámos perplexos, já passara muito tempo que não nos víamos, eu tinha 30 anos e a Soraia 29. Disse-me que veio morar para ali para ficar mais perto da casa dos pais, o marido estava a trabalhar fora do país, precisava do apoio da família. Eu estava casado com uma enfermeira que passava tempo demais fora de casa, havia dias que não punha os olhos na minha esposa.
Ao longo do tempo eu e a Soraia falávamos várias vezes quando nos encontrávamos, recuperámos a nossa amizade, estávamos perto um do outro, havia apoio, desabafos, lembranças do passado e confidências, ambos tentávamos salvar os nossos casamentos.
Num fim de semana ia estar sozinho, a Ana iria fazer noite no hospital, o marido da Soraia estava fora do país, eram 22h de sábado, liguei à Soraia… sentia-me só e pela conversa percebemos que ambos precisávamos de companhia… a noite estava a ser penosa, demorava a passar, os nossos filhos já dormiam… peguei no meu filho ao colo e subi até ao apartamento da Soraia, ela estava à minha espera, deitei o meu filho no sofá da sala.
A Soraia vestia um robe de cetim, cabelo aos cachos loiro, era da minha altura, magra e olhos claros, fomos para o escritório, uma luz ténue iluminava a secretária, sentou-se na sua cadeira e desligou o computador, o espaço ficou com menos luz… olhou para mim e disse:
- Sabes, estou a pensar em divorciar-me…
- Então, porquê? O que se passa?
- Falta-me a presença do meu marido, sinto-me carente e criar uma criança sozinha também não ajuda.
- Entendo-te sinto o mesmo… por vezes dá vontade de mudar, é difícil suportar a ausência.
A conversa desenrolou-se, e de repente a Soraia pediu-me para sentar-me na sua cadeira, depois tirou o robe à minha frente, estava com uma cinta de ligas, um sutiã rendado, iniciou uma dança sensual, esfregava os seios, gingava a anca, batia com a mão no rabo empinado, tirou o sutiã apertou uma mama na outra, o seu olhar sedutor deixava-me com taquicardia, despiu as cuecas, a coninha estava rapadinha, agarrou nas cuecas e esfregava-as de um lado para o outro entre as pernas… sem me tocar deixou-me com o pau teso.
Veio até mim, nua… sentou-se em cima de mim, agarrou no meu cabelo e beijou-me o pescoço e a boca com vontade, ficávamos sem ar, apalpei as suas mamas, lambi os bicos, levantei-me da cadeira, despi-me… de joelhos a Soraia lambuzou o meu pénis, chupou-o carinhosamente, voltei a sentar-me na cadeira junto à secretária, a Soraia veio para cima de mim, a minha mão e dedos passaram pela sua cona molhada, os dedos entraram dentro dela, soltava leves gemidos e dizia que queria sentir o meu pau dentro dela.
Lentamente a sua cona ficou em cima do meu pau e desceu até ficar todo enterrado, fazia movimentos bons e ouvia-se o som do pénis a bater no fundo, os bicos dela estavam tesos, aumentou o ritmo, queria ser ela a controlar, estava cada vez mais solta, molhada e embalada em cima de mim, e fui eu já sem aguentar mais que inundei a sua cona com leite quentinho e logo a seguir a Soraia contorceu-se e o seu tronco caiu sobre o meu, e disse: "Obrigada pela companhia e pelo carinho, deste-me o que me faltava".
A carência proporcionou um momento de sexo, que nos deixou supersatisfeitos, fomos amantes durante muitos anos, mas mantivemos sempre os nossos casamentos.
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