Morava com a Cristiana numa casa dada pelos seus pais, ficava perto da cidade, tinha tudo o que precisávamos, não faltava conforto… ela tinha 23 anos e estava a terminar o curso de comunicação social e eu era técnico de som num canal de televisão. O nosso namoro corria muito bem, já durava há 3 anos, as tarefas domésticas eram repartidas, fazíamos o jantar à vez, e recebíamos muitas vezes amigos ao fim de semana.
A nossa vida sexual todos os dias era aliciante, havia sempre vontade de sentirmos prazer, de experimentarmos locais novos para fazer amor, a Cris era bem gulosa, gostava tanto de sexo quanto eu. Não havia hora marcada, quando nos apetecia fazíamos…
Um dia, estávamos numa cena bem gostosa, na cozinha enquanto o almoço estava a ser preparado, era uma rapidinha, só que tocaram à campainha, era uma amiga da faculdade da Cris, entrou para entregar uns apontamentos para ela estudar. O seu cabelo estava por pentear, a voz ainda era acelerada e a amiga até perguntou se estava tudo bem…
Aquela amiga também era muito boa, estava com um decote ousado e um calção que mostrava toda a coxa e a nádega, veio a provocar e deixou-me com mais apetite. Entretanto fomos almoçar, por baixo da mesa a minha perna ficava encostada à perna da Cris… a seguir ao almoço arrumámos a cozinha e íamos trocando os nossos beijos apaixonados…
A tarde prometia, ambos sentíamos o desejo de chegar ao prazer infinito, que os nossos corpos se derretessem com tanta paixão… e isso aconteceu a meio da tarde, o nosso jardim tinha muros à volta, ninguém nos via… comecei a apalpar o rabo da Cris, com o sol a bater nos rostos acariciava o seu cabelo, beijava o seu pescoço, depois baixei a sua blusa agarrei numa mama a sair do sutiã, puxei-a para fora e lambi o seu bico… a Cris sabia que eu era atrevido e gostava de explorar o seu corpo… ela passava a língua na minha orelha, passava as duas mãos por cima das minhas calças na direção do pénis, sabia arrepiar-me…
A seguir levou-me para o sofá, disse para eu tirar as calças, fiquei sem roupa da cintura para baixo, foi buscar um óleo de amêndoas doces, iniciou uma massagem na minha zona genital, fechei os olhos e sentia o passar das mãos pelas minhas virilhas, percorria muito levemente pelos testículos, abrangia com as duas mãos o pénis, e a minha cabeça do pénis soltava mel, estava a ser bom demais, para finalizar, o seu broche foi uma delícia, deixou-me o pau molhado e a boca dela colava com esperma…
Depois foi a minha vez, com ela deitada, e o mesmo óleo, comecei uma massagem aos seus pés, pernas e usei as mãos e dedos na sua vagina… movimentos circulares, outros desciam e subiam, sem enfiar nada na sua cona, ela mordia os lábios e o mel escorria pela sua vulva… a Cristiana queria o meu pau enterrado dentro dela…
- Cris tens a máquina de lavar roupa a funcionar?
- Sim tenho… porquê?
- Vamos para a lavandaria…
Saímos da sala molhados e cheios de vontade de foder, o tesão era avassalador… peguei na Cris ao colo, penetrei-a… depois coloquei-a em cima da máquina de lavar, abanava bastante, embalava os nossos movimentos… sentia as unhas da Cris a arranhar as minhas costas… e a dizer " fode-me meu amor" o meu pau movia-se dentro dela mais rapidamente, acelerei… a Cris gemia mais alto… e num ápice estremecia como a máquina, chegava ao êxtase…
Ainda tonta pelo orgasmo, rodou o corpo, apoiada na máquina de lavar, empinou o rabo… meti o meu pau dentro do seu cuzinho, enquanto ela dizia para comer o seu cuzinho todo… demorei pouco… a vir-me e a ver o leitinho a escorrer do seu cu…
Este dia ficou marcado por termos feito sexo pela primeira vez na lavandaria e em cima da máquina de lavar, foi intenso… fizemos várias vezes amor ao longo do dia… à noite dormimos juntinhos, esgotados de tanto sexo bom.
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