quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Elisa

Faltavam poucos dias para o casamento de um familiar, eu estava solteiro, tinha 29 anos. Sabia que ia ficar numa mesa com um grupo de amigos. Havia vários homens que não eram comprometidos, embora não gostasse de ir a casamentos, só queria divertir-me ao máximo

O dia tinha chegado, vestia um fato azul-escuro, camisa branca e gravata vermelha, sapatos pretos, o meu cabelo era castanho, barba de três dias, alto e magro. Ao meio dia estava dentro da igreja para assistir à cerimónia. Do lado dos familiares da minha futura cunhada, reparei que estava uma mulher com o cabelo ondulado, bem maquiada com um rosto que prendia as atenções.

Durante o período que estivemos na igreja e depois na parte de fora, os nossos olhares cruzaram-se várias vezes, a beleza do seu sorriso intimidava, o seu vestido era aberto nas costas, e o decote era discreto, ficava uma brasa. Comecei a achar que ia reparar mais nela do que nos noivos. 


Fomos para a quinta onde teria lugar a festa, iniciámos os aperitivos, e enquanto comia continuava atento àquela mulher… ela sorria e por vezes disfarçava ao desviar o olhar. Depois saudámos a entrada dos noivos no salão, o almoço já se iniciou a meio da tarde. 

A sua mesa ficou perto da minha, não estava acompanhada por nenhum homem, estava  junta com outras mulheres.


Após a lauta refeição, iniciou-se a dança dos noivos e a abertura da pista de dança, estava a dançar sozinho, com os meus amigos junto a mim, a tal mulher dançava com uma amiga. Quando ficou sozinha, aproximei-me, e iniciei uma dança com ela, fiquei surpreendido comigo, porque nunca fui de dar o primeiro passo, era introvertido.


Os nossos corpos estavam em sintonia na dança, estava calor e ficámos suados, fomos os dois para a parte de fora apanhar ar, e conversámos, chamava-se Elisa, era prima da noiva, tinha 34 anos e era divorciada. A partir dali estivemos sempre perto um do outro, a conversa era interessante, ríamos e até pareceu que o casamento tinha ficado para segundo plano.


A nossa cumplicidade cresceu, e nem parecia que nos tínhamos conhecido naquele momento. A voz da Elisa era muito sensual e o seu perfume fazia arrepiar-me… 

Passadas várias horas juntos, e quando toda a gente estava dispersa pelo casamento, fomos dar uma volta a pé pela quinta, estávamos os dois sozinhos, e já estava a escurecer… 

Vislumbrámos um WC perto dos jardins, a Elisa disse que queria ir lá. A porta do WC feminino não fechava, não tinha chave, então pediu-me que ficasse à porta para não entrar ninguém, enquanto esperava, ouvia a sua urina a cair na sanita, e deu-me algum tesão.


Saiu e agradeceu a minha espera, enquanto lavava as mãos no lavatório, empinava o seu rabo para trás, ainda mexeu mais comigo, parecia que estava a seduzir-me, e eu ficava tentado a comê-la… não se via ninguém por perto, aquele local parecia destinado para nós.


Depois deu-me vontade de ir ao WC também, disse que era a vez dela esperar… a Elisa sorriu, já depois de eu estar dentro, disse da parte de fora:

- Mas… estou proibida de entrar é?

Sem saber o que dizer e meio atrapalhado:

- Se quiseres podes segurar na porta do lado de dentro.

Disse algo que não esperava que fizesse.


A Elisa entrou mesmo e encostou as costas à porta, e via-me a urinar… o seu olhar era de safada… veio até mim, aninhou-se e começou a chupar o meu pau, senti-o a crescer dentro da sua boca… o seu broche deixava-me atordoado, manteve-se assim a devorar a minha verga, depois puxei o seu vestido para baixo, ela ficou com as mãos apoiadas numa parede, desceu o tronco e empinou o rabo para trás, a minha língua lambia o mel da sua cona, e a ponta da língua também lambia a entrada do seu cuzinho, a Elisa abanava o seu quadril excitada.


Sentíamos muito tesão e não podíamos demorar muito, apalpava as suas mamas, sentia os bicos tesos, quis ser um pouco bruto, por trás enterrei o meu pau na sua cona, de forma rápida fodia-a intensamente, ela pedia sempre mais… dizia: "rebenta a minha cona" e "dá-lhe leitinho", continuei assim com um ritmo alto, e com um gemido de prazer, estava a vir-me dentro da cona da Elisa, ela gemeu bastante, embora sentisse prazer, não chegou ao orgasmo.


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Sem estar à espera foi algo espontâneo e rápido, a melhor parte do casamento foi a nossa foda no WC… marcante… iniciámos um namoro.  

domingo, 25 de julho de 2021

Martim

Na minha adolescência comecei a notar que a minha sexualidade estava alterada, sentia-me mais excitado com homens do que mulheres, tive algumas aproximações de mulheres, mas rejeitava um suposto envolvimento, o meu corpo desejava e pedia homens e acabei por assumir a homossexualidade com 17 anos. 

Desde os 22 anos que comecei a morar com o meu namorado, chamava-o de Jó, tinha 23 anos, era alto, possuía tatuagens no antebraço e braço, era um louco na cama, super aberto no que lhe pedia, liberal, o mais importante era ter e dar prazer.


Nos primeiros tempos de casa partilhada, tivemos alguma dificuldade na adaptação, tudo era novo para ambos e o Jó era muito desorganizado, deixava as coisas espalhadas pela casa, era preguiçoso e muito resmungão, foi corrigindo o que estava errado, e tornou-se melhor viver com ele.


Falávamos muitas vezes no futuro e passava pelos nossos planos casar e adotar uma criança, enquanto não chegava esse momento, ambos tínhamos a opinião de aproveitar a nossa relação até ao limite, experimentar coisas novas, dar ao nosso corpo todo o prazer que aguentasse.


A meio de semana, eu e o Jó pensámos em ir ao cinema, mas após o jantar a campainha tocou, era o Martim, um rapaz de 20 anos, já o conhecia antes do Jó, era primo da minha melhor amiga, veio fazer-nos uma visita, perguntámos-lhe se queria ir ao cinema, não fez questão de ir, e ficou cancelado 


O Martim era um rapaz calado, mais discreto do que eu e o Jó, soubéramos recentemente que era bisexual, contou-nos que se tinha envolvido com um homem e que teve muito prazer, tinha adorado o broche que lhe fez, mas também gostava de cona, portanto pendia para os dois lados. 


A conversa era a três, iniciou-se na cozinha e depois fomos para a sala, falava-se de tudo, mas o principal era sobre envolvimentos, sexo e sentir prazer, e veio-me à cabeça a possibilidade de fazermos sexo os três… 

- Jó, o que achas de sentirmos os três prazer?

- Eu alinho… e tu Martim?

- Nunca o fiz, mas até estou curioso para experimentar… 


Fui eu que dei início ao envolvimento, com os dois de pé um de cada lado, tirei um pau de cada vez de dentro das calças, tinha uma verga em cada mão, tocava as punhetas, beijei na boca do Jó ao mesmo tempo, o Martim sorria e eu sentia-me quente e excitado, acabámos por ficar os três nus, comecei a mamar o pau do Jó… e olhava para cima e via o Jó a dar um linguado ao Martim, continuei a chupar o Jó e tocava uma punheta no pénis do Martim, a seguir chupei também o pénis do Martim e o Jó chupava o meu pau… 


Estava a ser intenso, e ainda se tornou mais… como adorava fazer oral, o Jó deitou-se no chão de barriga para cima e eu de quatro chupei o seu pau de forma mais bruta, enquanto o Martim enfiava o seu pau no meu cuzinho e ao mesmo tempo tocava-me uma punheta… estava a ser bom demais, o Jó não aguentou e encheu-me a boca com o seu leite, cuspi-o e escorria pelo seu pénis, pouco tempo depois ouvi um gemer intenso do Martim e sentia o meu cuzinho a molhar-se com o esperma do Martim… Os dois quiseram dar-me mais prazer e disseram que iam fazer-me vir… primeiro o Jó beijava a minha boca melada do seu esperma e o Martim chupava vigorosamente o meu pau… sensação brutal… mas só o Jó sabia fazer-me um broche para eu chegar ao êxtase… chupou a um ritmo constante, e o Martim lambia o meu cuzinho, fazia-me o botão rosa, depois lambia os testículos e metia um dedo no meu cuzinho, com todo o prazer que estava a sentir, gemi… e o Jó sentiu o meu leitinho dentro da sua boca, engoliu e veio dar-me um beijo na boca.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Várias trocas no toque e no sexo oral, nenhum de nós foi egoísta, soube dar e receber prazer… o Martim foi um dos nossos.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Luísa

Conhecia a Luísa desde os meus 10 anos, ela tinha 20, era minha vizinha da frente, uma mulher de pele morena, rabo empinado, cintura delgada, os seus olhos eram grandes e brilhantes, gostava de usar minissaia exibindo uma pernas bem torneadas que davam vontade de ser tocadas. Andava sempre com um sorriso no rosto, eu tinha um primo mais velho que dizia que ela era atrevida, que se fazia muitas vezes a rapazes mais velhos.


O tempo foi passando, cresci a vê-la quase todos os dias, o seu corpo era esbelto, adorava observá-la, era a minha deusa, na minha adolescência toquei muitas punhetas a pensar nela e como seria a Luísa na cama. A Luísa casou com 30 anos, continuava uma mulher atraente, daquelas trintonas com tudo no sítio. Os seus decotes eram pronunciados, por vezes quando se baixava na varanda, do outro lado da estrada via os seus seios quase fora da blusa. Conseguia excitar-me e parecia que fazia de propósito, porque depois de mostrar o seu corpo sedutor, dava um ar de riso, e passava a sua mão no seio ou no rabo… cada vez era mais provocante e mexia muito comigo… 


Um dia vi-a a levar o lixo ao contentor, reparou que eu estava no jardim, e quando ia entrar na sua casa, puxou a blusa um pedaço para cima, por trás a sua calça de fato de treino era de cinta baixa, mostrou o fio dental vermelho a perder-se no seu rego… ficava doido pela sua safadeza. Numa outra vez veio apanhar sol para a varanda, vestida com biquíni rosa deitada de barriga para cima e as pernas abertas, da minha janela via o papo da sua cona… aquela mulher fazia-me perder a cabeça… era um sonho envolver-me num corpo daqueles.


Entretanto, arranjou um trabalho e comecei a vê-la menos vezes por casa, só ao fim de semana, vestida sempre com roupa que fazia parar os carros na estrada. Sem filhos e o seu marido começara a trabalhar no estrangeiro, ela ficava mais vezes sozinha em casa, pensei várias vezes em tocar à campainha, mas nunca tive coragem, da reação que pudesse ter… por vezes falava com ela, do passeio para o seu jardim, até a sua voz encantava.  


A Luísa ficou viúva com 38 anos, o seu marido morreu num acidente de trabalho, sendo eu o vizinho mais próximo existiu uma aproximação da minha parte, a fase era difícil para ela e achei que podia ajudá-la a ultrapassar aquele momento… durante dois anos conheci-a melhor, conversámos variadas vezes, o trauma da Luísa ia sendo ultrapassado, criámos uma amizade forte, via-a como uma irmã mais velha, mas ao mesmo tempo sentia desejo por ela, a sua doçura deixava-me babado. Notava que era muito procurada, assediada, continuava a agitar os homens, e eu era um deles.


Num domingo soalheiro, mas frio, o lugar estava vazio, com as pessoas dentro das suas casas, havia pouco movimento de carros, resolvi ligar à Luísa, não atendeu à primeira, ligou-me 10 minutos mais tarde, disse que esteve a tomar banho, e que ia ver um filme na TV, perguntei-lhe se podia assistir com ela, disse para passar em sua casa. Assim foi, entrei e ficámos sentados no sofá, notei a Luísa triste, mais calada, conversámos um pouco, percebi que sentia falta do marido, que estava cansada do atual trabalho, e que a sua alegria já tinha vivido melhores dias. Após bastante tempo de conversa, disse-lhe que ela sempre foi uma mulher que era vista como uma deusa para mim, e em tom de riso perguntou:

- E agora não sou?

- Sim ainda és… aliás… com a passar da idade cada vez estás melhor…

-Obrigada… só faço por me cuidar.


Aquela conversa, fez-me suar, a Luísa estava com uma saia curta vestida, tinha a perna cruzada com a coxa à mostra e abanava o pé, os seios estavam colados a um top, enquanto parava de falar trincava um dos dedos… sentia que devia investir nela, mas parecia que estava preso ao sofá… apareceu um gatinho junto a nós, virada de costas para mim, inclinou o tronco para o apanhar, vi o fio dental vermelho por baixo da saia, estava a ficar louco, pegou no gatinho e as suas mãos faziam-lhe carícias e ele ronronava. 


Virada para mim, disse que eu ainda não conhecia a sua casa e que me ia mostrá-la, por momentos só me veio à cabeça o quarto… depois de quase tudo visto, levou-me até a um pátio, era pequeno, junto à sala, em frente havia um monte onde ninguém ia, entretanto fomos até à cozinha, serviu-me um copo de vinho tinto e fizemos um brinde… encostou-se ao balcão da cozinha com as mãos apoiadas, empinou o rabo para trás, olhou para mim e sorriu… deitou-me a língua de fora e piscou o olho, com o corpo a tremer aproximei-me… encostei o meu corpo ao dela, agarrei a sua cintura, ela rodou o pescoço para o lado, procurei a sua boca e beijei-a… ela rodou o corpo para mim, o beijo foi prolongado… agarrou as minhas mãos e colocou-as no seu peito, apalpei-as por baixo do top…ficámos sem roupa… acariciámos os nossos corpos, estavam quentes e a explodir de tesão.


Voltámos ao pátio, sentei-me numa cadeira de madeira, a Luísa tocou levemente uma punheta, e chupava meigamente o meu pénis, achou-o grande… a sua boca sabia como dar prazer… a seguir sentei-a na mesa junto à cadeira, de pernas abertas a minha boca lambeu a sua vagina, estava molhada… os meus dedos enterravam-se naquela greta húmida e ela gemia timidamente… ouvia-se um cão a latir perto… saímos do pátio… e fomos até ao quarto…deitei-me na cama e a Luísa quis ser a dominadora, em cima de mim controlava os movimentos, por breves momentos achei que íamos chegar ao orgasmo em simultâneo, continuámos a foder muito… os meus olhos observavam todo o prazer, quase não acreditava que estava a envolver-me com o meu amor platónico, os nossos sorrisos acompanhavam aquele momento, a seguir a Luísa ficou de quatro em cima da cama, enterrei-a até ao fundo… e com movimentos fortes e gemidos intensos, o meu leite entrava na sua vagina… apoiei o meu corpo suado sobre o seu… baixinho disse-me que esteve quase a vir-se mas que por pouco o momento fugiu…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Demoraram muitos anos até envolver-me com uma mulher que sempre foi uma deusa, da provocação, ao desejo até ao ato em si, valeu o tempo de espera. Tivemos vários momentos de loucura… senti-me realizado.



segunda-feira, 5 de julho de 2021

Paulo

Trabalhava num consultório médico como secretária há 9 anos, tinha 39 anos e havia uma colega que estava comigo na receção há menos tempo. Era o consultório particular do doutor Paulo. O doutor tinha 50 anos, mas aparentava menos, moreno, cabelo grisalho, era divertido, simpático, sedutor… casado, tal como eu...


Quando entrava no consultório, metia-se muitas vezes comigo. Eu não ligava muito, sorria e saía… conhecia o doutor há 9 anos, já era uma relação familiar. Por vezes, após terminar as consultas, falávamos sobre a nossa vida, ele desabafava sobre a falta de tempo que tinha para a mulher e filhos, eu também partilhava que saía tarde do consultório, o meu marido trabalhava por turnos, ou seja sobrava pouco tempo para a relação… o doutor era muito atencioso, as nossas conversas não eram muito prolongadas, mas iam aos pontos principais e isso fazia-nos bem… 


O doutor resolveu deixar de dar consultas às segundas-feiras, por norma era nesse dia que viajava para outros países, para congressos e formações… portanto, mesmo quando não viajava passava no consultório de fugida ou ficava em casa a tratar da quinta dele… 


Num sábado de manhã foi dar consultas, notei que não estava nos dias dele, mais triste, menos falador… no fim das consultas perguntei-lhe o que se passava… disse-me que tinha discutido com a esposa, o ambiente em casa não era favorável, que se sentia cansado. Eu também lhe disse que estava casada há nove anos e que por vezes era difícil manter a calma e ter paciência. Era desgastante e complicado, mas que fazia de tudo para manter o casamento… desabafámos os dois, ficámos mais leves… o doutor agradeceu-me por tudo o que fazia por ele: as conversas, o estar a trabalhar até mais tarde, o meu profissionalismo, era muito importante para ele, fiquei meia corada… quase sem palavras, disse-lhe que já fazia muito tempo que o aturava… sorri… o doutor disse que a minha sorte era ser bom de aturar… 


Era segunda-feira, nesses dias a minha colega não trabalhava. O consultório estava ao meu encargo. Atendia telefonemas para marcações de consultas, organizava o trabalho, havia sempre o que fazer… a meio da tarde o doutor Paulo apareceu, passou na receção cumprimentou-me e entrou no consultório… passado um bocado, bati à porta e fui ter com ele… Perguntei-lhe:


-Então doutor… como passou o fim de semana?

- Sabe… não fui a casa, disse à minha esposa que tinha uma formação longe de casa e fiquei num hotel, sozinho… quis ter o meu momento… 

- E ajudou? Sente-se melhor?

- Fiquei melhor. A conversa que tivemos no sábado também ajudou…

- Sou uma confidente para si, o doutor também me ouve e isso é importante…

- Sem dúvida… o conversar faz-nos sentir melhor.


Estávamos sozinhos dentro do consultório, houve um ou outro momento no passado que me senti assediada por ele, mas não ligava… o certo é que naquele momento quer eu, quer ele sentíamo-nos carentes… os nossos olhares eram diferentes de todos os anos que trabalhávamos juntos, o doutor estava sentado na sua cadeira, levantou-se… percebi qual era a vontade dele, se ele investisse, eu ia ceder… aproximou-se de mim… existia um silêncio entre nós, os meus olhos arregalaram-se com a proximidade dele… Rodeou-me e por trás agarrou-me pela cintura, encostou-se a mim, a minha cabeça inclinou-se para trás e bateu no ombro dele… a porta da clínica estava aberta… por entre dentes disse-lhe para parar, mas ao mesmo tempo tinha vontade de me envolver com ele… começou por desabotoar a minha camisa, pôs as mãos dele bem firmes nos meus seios… com o doutor encostado a mim senti um volume a crescer de encontro a mim, junto ao meu cu...

Perguntei-lhe se não seria melhor parar… respondeu que queria satisfazer-se e satisfazer-me… não resisti…

Deixei-me levar… inclinada, apoiei os braços na secretária, puxou-me as calças para baixo…

Aquela adrenalina, da proximidade, do toque das mãos dele, sabendo que a porta da clínica estava aberta, deixou-me molhada… por trás… enfiou o pénis bem dento de mim, não podia ser algo demorado… foi aumentando o ritmo… as mãos dele estavam bem agarradas à minha cintura… aconchegado a mim, apalpou-me os seios, voltou a aumentar o ritmo, comecei a dar gemidos mais fortes… ele também gemia… pouco depois… veio-se todo dentro de mim… logo a seguir fui eu a atingir o orgasmo… foi uma rapidinha muito gostosa… não houve sexo oral, nem beijos… foi um descarregar de emoções… voltei para a receção com um sorriso nos lábios… o doutor saiu sorridente e acenou-me com a mão…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca tinha traído o meu marido, fui tentada a fazê-lo e não consegui resistir… aquela rapidinha fez-me sentir mal pela traição, mas bem por me ter sentido solta e pelo prazer que tive… não voltei a envolver-me com o doutor Paulo, os nossos casamentos continuaram, e fomos muitas vezes confidentes um do outro.




sexta-feira, 25 de junho de 2021

Célia

Frequentava a faculdade no curso de letras, tinha 20 anos, era um rapaz sem namorada, mas ia curtindo, a tendência era com mulheres mais velhas. Convivia com um grande grupo de amigos, no final do último semestre do segundo ano, decidimos entre todos marcar uma viagem até Barcelona, o grupo era composto por mim, dois casais, dois amigos e cinco amigas.


As nossas idades estavam entre os vinte e os trinta anos, não conseguimos ficar todos no mesmo hotel. Eu, três amigas e dois amigos ficámos no mesmo hotel, os dois casais e duas amigas ficaram num hotel próximo.

Dentro do grupo ia uma ex-namorada, a Célia, sabia que estava próxima de um amigo meu, que fazia parte do grupo. Era uma mulher sedutora, tinha 24 anos, pele morena, rabo arrebitado, gostava de andar sempre maquiada, possuía uma beleza que era notória, a nossa relação durara dois anos. 


O intuito da nossa viagem seria aproveitar a praia durante a tarde, sair à noite para beber e dançar e passar as manhãs a dormir.  

No dia seguinte ao da chegada, fomos para os bares de Barcelona, começámos a beber, notava que o olhar da Célia era muitas vezes dirigido a mim, sabia que tinha um amigo interessado nela, e que estavam quase a assumir uma relação, não queria estragar nada entre eles. Mas esse meu amigo não ligava à Célia, apenas mostrava interesse em beber e falar com os amigos. Ela dançava entre amigas e olhava para mim, comia-me com os olhos, e toda aquela sedução, tentava-me a fazer algo mais. 


Contive-me, o álcool já era bastante, tive amigos que foram para uma discoteca, eu, duas amigas, a Célia e o amigo que estava interessado nela, regressámos ao hotel. Esse amigo estava muito bêbado, tivemos de o levar ao quarto e ficou praticamente a dormir. No meu quarto dormiam os dois amigos que tinham ido para a discoteca, sabia que iam chegar de manhã… 


Resolvi ir na direção do meu quarto, o quarto da Célia ficava em frente, ela também estava um pouco ébria, quando abri a porta do quarto, ouvi a sua voz…

- Espera… estás sozinho? 

- Sim vou deitar-me… porquê?

- Vou ao meu quarto, depois volto aqui.


Fiquei meio surpreendido por querer vir ter comigo, mas perante o olhar que me dirigia durante a noite, achava que ia surgir a hipótese de me envolver com ela. 

Demorou algum tempo, achei que não viria ter comigo ao quarto, mas veio mesmo, bateu levemente à porta, vinha de roupão, tirou-o, ficou de lingerie perto da cama, o seu cheiro a perfume percorria o quarto e era inalado pelas minhas narinas.


Aproximou-se de mim, sempre gostou de ter a iniciativa de começar, de ser a controladora, de escolher o que queria e da forma como queria e sabia bem ter e dar prazer. Comigo deitado em cima da cama, veio com a boca até à minha boca, beijou-me… desceu com a língua pelo meu pescoço, lambeu os meus mamilos, continuou a descer e lambeu os meus testículos até à pontinha do meu pau, a seguir meteu os meus testículos dentro da sua boca, chupou bem o meu pau duro, adorava fazer um bom broche. A seguir levou a coninha à minha boca, com as pernas apoiadas ao lado da minha cabeça, o meu minete fazia-a gemer de prazer, enquanto esfregava as suas mamas, libertava mel que sa boreava dentro da minha boca.

Voltou a descer o corpo, ainda por cima de mim, enfiou o meu pau dentro da sua cona, balançava o corpo, cavalgava com o meu pénis dentro dela, gemíamos na envolvência daquela boa foda, via a sua expressão de prazer, as mamas a saltar com o movimento que fazia com o corpo, trincava os lábios e fechava os olhos, eu sentia o molhado e o quentinho dentro de si… acelerou mais os movimentos, eu ao mesmo tempo ajudava ao levantar o quadril, o tesão era muito… cada vez mexia mais o seu quadril, tocava-lhe com os dedos no clitóris, baixou o tronco, beijou-me e já suada, comigo a fazer o movimento, soltou um gemido forte, e disse "vim-me"... "És tão bom"... ainda embalada no orgasmo, voltou com a boca ao meu pau, chupou até sentir o esperma dentro da sua boca. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Conhecíamos bem o nosso corpo, sabíamos o que nos dava prazer, estivemos sempre em sintonia, soltos e entregues a dois corpos unidos. Voltou para o seu quarto, mais tarde iniciou um namoro com o meu amigo.

terça-feira, 15 de junho de 2021

Jaime

Nasci numa aldeia e desde criança que fui habituada a trabalhar com os meus pais na agricultura. Não era mulher de sair muito, mas acabei por conhecer o Jaime, um homem dedicado e trabalhador, também estava ligado ao campo e animais.

Acabámos por casar, o Jaime herdou a quinta dos pais, e vivíamos da agricultura, tínhamos vários hectares de terrenos, cultura de milho e centeio, alguns animais e máquinas agrícolas para facilitar o nosso trabalho.


O tempo foi passando e a nossa vida era acordar todos os dias quase de madrugada e trabalhar até ao pôr-do-sol, o Jaime tinha 47 anos e eu 45, tentei engravidar no passado por diversas vezes e não consegui, ou seja éramos um casal sem filhos e muito apaixonados.


A nossa vida sexual era muito ativa, por vezes dávamos três fodas por dia, quando sentíamos desejo, era fácil arranjar um lugar para saciar a nossa vontade… ambos adorávamos fazer amor, acho que já nascemos com tesão e isso ajudava a proporcionar momentos repletos de entusiasmo e loucura.


O Jaime era um homem de voz grossa, aparava todos os dias a barba, às vezes deixava crescer bigode, tinha a pele queimada do sol, o cabelo preto usava-o penteado para trás da nuca, gostava de me acarinhar, procurava sempre que não me faltasse nada.

Eu era uma mulher de coxa grossa, peito firme, cabelo loiro liso, a minha pele também era de tom mais escuro, adorava sentir o Jaime feliz, e fazia tudo o que me pedia.


Passámos um dia inteiro a trabalhar, foi bastante duro, estávamos cansados, e após o jantar fomo-nos deitar na cama e acabámos por adormecer, não tinha havido enrolamento. No dia seguinte acordámos cedinho, deu tempo para tomar o pequeno-almoço com tempo, e para algum carinho na cozinha, para o Jaime bastava receber um beijo ou uma carícia e o seu pau subia rapidamente.


Descemos umas escadas e fomos até ao local em que estava o trator, eu sentia vontade de ter um envolvimento, e como ainda era cedo, disse ao Jaime:

- Amor, estou a precisar de algo bom para enfrentar o trabalho…

- Ai sim? E eu posso escolher o bom para te dar?

- Podes… o meu corpo é teu.


Fomos para cima do trator, fiquei sentada com o guiador do trator à frente, o Jaime despiu-me as calças abriu as minhas pernas e arranjou a posição certa para a sua língua percorrer a minha vulva, as minhas mãos estavam agarradas ao trator, o Jaime metia um dedo no meu cuzinho e lambia muito bem a minha coninha, eu sentia a minha boca seca, sem saliva, a língua do Jaime também lambia as minhas virilhas, um arrepio atravessava o meu corpo, depois meteu dois dedos na minha vagina e continuou a lamber, os dedos sabiam onde tocar e sua língua era tão atrevida que eu não aguentei… o trator abanou com o meu clímax.

Mostrei desejos de chupar o pau do Jaime, ele não quis, disse que tínhamos de ir trabalhar, mas que na pausa da manhã era todo meu, saímos de trator para o campo.


A meio da manhã estávamos os dois no meio de um campo de milho, o milho estava grande já tinha espigas, ninguém nos via, fui por trás do Jaime e sem ele contar dei-lhe um beijo no pescoço e mexi no seu pau, apalpei-o e senti-o a crescer, a sua ereção deixava a minha coninha húmida, o Jaime desapertou o cinto, e desceu as suas calças, enquanto lhe tocava uma punheta, chupava o seu pau grosso no meio do campo do milho… dizia-lhe: "dá-me o leitinho de meio da manhã ", e ele dizia: "chupa assim para me vir na tua boca"... já tinha a boca toda molhada de mel, já escorria pelo queixo, e a seguir ouço o Jaime a dizer que se estava a vir, abocanhei até ao fundo e o jato de leitinho foi até à garganta, tirei a boca do pénis, deitei a língua de fora para ele ver ainda algum esperma na minha língua, engoli tudinho.


                                                                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O sexo oral fez parte do nosso dia… abriu-nos ainda mais o apetite para quando chegássemos à noite darmos uma valente queca.

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Vânia

Com 27 anos estava apaixonado pela Vânia, uma miúda de 21 anos que morava com os avós… o nosso namoro durava há uns meses, mas a distância condicionava, eram muitos quilómetros a separar-nos… e não permitia que estivéssemos juntos as vezes que queríamos.


A Vânia estudava na faculdade e os seus avós nunca lhe deram liberdade, não permitiam que saísse com amigos, não lhe davam mimo, era uma miúda carente e quando não estava nas aulas passava a maior parte do tempo fechada no seu quarto.


Principalmente à noite eu e a Vânia falávamos pela internet, e matávamos saudades através da webcam, um dia começámos uma videochamada, a Vânia estava com um top preto, cabelo preso e uma luz fraca no seu quarto, via simplesmente só a parte superior do seu tronco… a conversa tornou-se mais safada, a Vânia sorria, lambia os lábios, e mexia nas mamas, a sua provocação deixava-me com um apetite louco de estar junto dela.


A conversa continuou erótica, ouvia a voz dela através dos fones nos meus ouvidos e respondia de forma a deixar a Vânia ainda mais excitada. E com a sua voz carinhosa perguntou: 

- Sentes desejo?

- Sim… queria tanto estar aí junto a ti…

- Não estás… mas podes ver-me e imaginar o que podias fazer comigo…

- Eu também posso mostrar-te o que te faria suspirar…

- Quero ver tudo.


Levantei-me da cadeira, puxei as calças para baixo e mostrei o meu pénis, ela incidiu o olhar sobre ele, despiu o top, aproximou-se as suas mamas que ocupavam todo o ecrã, abanava-as com as mãos, o meu pau ficava mais duro, comecei a tocar uma punheta, a Vânia levantou-se estava nua da cintura para baixo, afastou a cadeira para trás, fez uma dança, mostrava todo o seu corpo, sentou-se e abriu e levantou as pernas, os seus dedos mexiam no clitóris, depois metia os dedos dentro da coninha… ouvia a voz dela de estar a gostar… também soltava gemidos para a excitar… ela estava atenta a olhar para o meu pau, e peguei num lenço de papel, dei um gemido e vi-me… ela continuou mais algum tempo, inclinou a cabeça para trás, soltou um gemido da boca e disse que se estava a vir também…


Aquele momento deixou-me louco de vontade para estar com a Vânia e, no dia seguinte, fiz a viagem em direção à casa dos seus avós, seria surpresa para ela, não estava a contar com a minha visita, liguei-lhe… e disse que estava perto dela, não quis acreditar, achava que eu estava a brincar, disse-lhe para ir espreitar à janela… viu-me na estrada, disse para eu ver se estavam os avós dela por perto, se não visse ninguém para aproximar-me da janela… não havia ninguém por perto, fui até à sua janela, abriu-a e eu entrei no seu quarto.


Chamou-me louco, demos um abraço, e um beijo que ficamos quase sem ar, disse que não podíamos fazer muito barulho, os avós ouviam mal, mas podiam aparecer… fechou à chave a porta do quarto… fiquei deitado na sua cama, fomos tirando a roupa dos nossos corpos… enquanto nos beijávamos, sentia o apalpar das mãos da Vânia, também segurava e apalpava os seios duros dela… lambeu o meu pescoço, chupou o meu mamilo, beijou a minha barriga e desceu até abocanhar o meu pau… não queria demorar até sentir-me todo dentro dela, subiu o seu corpo até ficar com a coninha em cima da minha boca, chupei-a… e lambia-a… punha a mão à frente da boca para não ouvirem os seus gemidos…


Deitou-se de barriga para baixo, o seu rosto ficou metido na almofada, arrebitou o quadril, e o meu pau foi até às suas profundezas, ela tentava conter os sons na almofada, eu tentava gemer baixinho, a cama chiava e abanava com alguma intensidade, mas não podíamos parar, estava a dar-nos um prazer desmedido, o meu pau teso e descontrolado, não aguentava mais, tirei-o e veio-se em cima do seu cu… por trás meti os meus dedos e a língua e senti um jato de mel nos dedos e boca, a Vânia chegava ao ponto prazeroso. Aquele quarto ficou com um odor intenso a sexo.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O tempo da viagem foi mais longo que o tempo que estive com a Vânia, mas valeu a 100%, voltava a repetir, foi um momento recheado de amor e adrenalina… matámos as saudades, depois dei um beijo à Vânia e saí pela janela.