domingo, 25 de julho de 2021

Martim

Na minha adolescência comecei a notar que a minha sexualidade estava alterada, sentia-me mais excitado com homens do que mulheres, tive algumas aproximações de mulheres, mas rejeitava um suposto envolvimento, o meu corpo desejava e pedia homens e acabei por assumir a homossexualidade com 17 anos. 

Desde os 22 anos que comecei a morar com o meu namorado, chamava-o de Jó, tinha 23 anos, era alto, possuía tatuagens no antebraço e braço, era um louco na cama, super aberto no que lhe pedia, liberal, o mais importante era ter e dar prazer.


Nos primeiros tempos de casa partilhada, tivemos alguma dificuldade na adaptação, tudo era novo para ambos e o Jó era muito desorganizado, deixava as coisas espalhadas pela casa, era preguiçoso e muito resmungão, foi corrigindo o que estava errado, e tornou-se melhor viver com ele.


Falávamos muitas vezes no futuro e passava pelos nossos planos casar e adotar uma criança, enquanto não chegava esse momento, ambos tínhamos a opinião de aproveitar a nossa relação até ao limite, experimentar coisas novas, dar ao nosso corpo todo o prazer que aguentasse.


A meio de semana, eu e o Jó pensámos em ir ao cinema, mas após o jantar a campainha tocou, era o Martim, um rapaz de 20 anos, já o conhecia antes do Jó, era primo da minha melhor amiga, veio fazer-nos uma visita, perguntámos-lhe se queria ir ao cinema, não fez questão de ir, e ficou cancelado 


O Martim era um rapaz calado, mais discreto do que eu e o Jó, soubéramos recentemente que era bisexual, contou-nos que se tinha envolvido com um homem e que teve muito prazer, tinha adorado o broche que lhe fez, mas também gostava de cona, portanto pendia para os dois lados. 


A conversa era a três, iniciou-se na cozinha e depois fomos para a sala, falava-se de tudo, mas o principal era sobre envolvimentos, sexo e sentir prazer, e veio-me à cabeça a possibilidade de fazermos sexo os três… 

- Jó, o que achas de sentirmos os três prazer?

- Eu alinho… e tu Martim?

- Nunca o fiz, mas até estou curioso para experimentar… 


Fui eu que dei início ao envolvimento, com os dois de pé um de cada lado, tirei um pau de cada vez de dentro das calças, tinha uma verga em cada mão, tocava as punhetas, beijei na boca do Jó ao mesmo tempo, o Martim sorria e eu sentia-me quente e excitado, acabámos por ficar os três nus, comecei a mamar o pau do Jó… e olhava para cima e via o Jó a dar um linguado ao Martim, continuei a chupar o Jó e tocava uma punheta no pénis do Martim, a seguir chupei também o pénis do Martim e o Jó chupava o meu pau… 


Estava a ser intenso, e ainda se tornou mais… como adorava fazer oral, o Jó deitou-se no chão de barriga para cima e eu de quatro chupei o seu pau de forma mais bruta, enquanto o Martim enfiava o seu pau no meu cuzinho e ao mesmo tempo tocava-me uma punheta… estava a ser bom demais, o Jó não aguentou e encheu-me a boca com o seu leite, cuspi-o e escorria pelo seu pénis, pouco tempo depois ouvi um gemer intenso do Martim e sentia o meu cuzinho a molhar-se com o esperma do Martim… Os dois quiseram dar-me mais prazer e disseram que iam fazer-me vir… primeiro o Jó beijava a minha boca melada do seu esperma e o Martim chupava vigorosamente o meu pau… sensação brutal… mas só o Jó sabia fazer-me um broche para eu chegar ao êxtase… chupou a um ritmo constante, e o Martim lambia o meu cuzinho, fazia-me o botão rosa, depois lambia os testículos e metia um dedo no meu cuzinho, com todo o prazer que estava a sentir, gemi… e o Jó sentiu o meu leitinho dentro da sua boca, engoliu e veio dar-me um beijo na boca.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Várias trocas no toque e no sexo oral, nenhum de nós foi egoísta, soube dar e receber prazer… o Martim foi um dos nossos.

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