Faltavam poucos dias para o casamento de um familiar, eu estava solteiro, tinha 29 anos. Sabia que ia ficar numa mesa com um grupo de amigos. Havia vários homens que não eram comprometidos, embora não gostasse de ir a casamentos, só queria divertir-me ao máximo
O dia tinha chegado, vestia um fato azul-escuro, camisa branca e gravata vermelha, sapatos pretos, o meu cabelo era castanho, barba de três dias, alto e magro. Ao meio dia estava dentro da igreja para assistir à cerimónia. Do lado dos familiares da minha futura cunhada, reparei que estava uma mulher com o cabelo ondulado, bem maquiada com um rosto que prendia as atenções.
Durante o período que estivemos na igreja e depois na parte de fora, os nossos olhares cruzaram-se várias vezes, a beleza do seu sorriso intimidava, o seu vestido era aberto nas costas, e o decote era discreto, ficava uma brasa. Comecei a achar que ia reparar mais nela do que nos noivos.
Fomos para a quinta onde teria lugar a festa, iniciámos os aperitivos, e enquanto comia continuava atento àquela mulher… ela sorria e por vezes disfarçava ao desviar o olhar. Depois saudámos a entrada dos noivos no salão, o almoço já se iniciou a meio da tarde.
A sua mesa ficou perto da minha, não estava acompanhada por nenhum homem, estava junta com outras mulheres.
Após a lauta refeição, iniciou-se a dança dos noivos e a abertura da pista de dança, estava a dançar sozinho, com os meus amigos junto a mim, a tal mulher dançava com uma amiga. Quando ficou sozinha, aproximei-me, e iniciei uma dança com ela, fiquei surpreendido comigo, porque nunca fui de dar o primeiro passo, era introvertido.
Os nossos corpos estavam em sintonia na dança, estava calor e ficámos suados, fomos os dois para a parte de fora apanhar ar, e conversámos, chamava-se Elisa, era prima da noiva, tinha 34 anos e era divorciada. A partir dali estivemos sempre perto um do outro, a conversa era interessante, ríamos e até pareceu que o casamento tinha ficado para segundo plano.
A nossa cumplicidade cresceu, e nem parecia que nos tínhamos conhecido naquele momento. A voz da Elisa era muito sensual e o seu perfume fazia arrepiar-me…
Passadas várias horas juntos, e quando toda a gente estava dispersa pelo casamento, fomos dar uma volta a pé pela quinta, estávamos os dois sozinhos, e já estava a escurecer…
Vislumbrámos um WC perto dos jardins, a Elisa disse que queria ir lá. A porta do WC feminino não fechava, não tinha chave, então pediu-me que ficasse à porta para não entrar ninguém, enquanto esperava, ouvia a sua urina a cair na sanita, e deu-me algum tesão.
Saiu e agradeceu a minha espera, enquanto lavava as mãos no lavatório, empinava o seu rabo para trás, ainda mexeu mais comigo, parecia que estava a seduzir-me, e eu ficava tentado a comê-la… não se via ninguém por perto, aquele local parecia destinado para nós.
Depois deu-me vontade de ir ao WC também, disse que era a vez dela esperar… a Elisa sorriu, já depois de eu estar dentro, disse da parte de fora:
- Mas… estou proibida de entrar é?
Sem saber o que dizer e meio atrapalhado:
- Se quiseres podes segurar na porta do lado de dentro.
Disse algo que não esperava que fizesse.
A Elisa entrou mesmo e encostou as costas à porta, e via-me a urinar… o seu olhar era de safada… veio até mim, aninhou-se e começou a chupar o meu pau, senti-o a crescer dentro da sua boca… o seu broche deixava-me atordoado, manteve-se assim a devorar a minha verga, depois puxei o seu vestido para baixo, ela ficou com as mãos apoiadas numa parede, desceu o tronco e empinou o rabo para trás, a minha língua lambia o mel da sua cona, e a ponta da língua também lambia a entrada do seu cuzinho, a Elisa abanava o seu quadril excitada.
Sentíamos muito tesão e não podíamos demorar muito, apalpava as suas mamas, sentia os bicos tesos, quis ser um pouco bruto, por trás enterrei o meu pau na sua cona, de forma rápida fodia-a intensamente, ela pedia sempre mais… dizia: "rebenta a minha cona" e "dá-lhe leitinho", continuei assim com um ritmo alto, e com um gemido de prazer, estava a vir-me dentro da cona da Elisa, ela gemeu bastante, embora sentisse prazer, não chegou ao orgasmo.
Sem estar à espera foi algo espontâneo e rápido, a melhor parte do casamento foi a nossa foda no WC… marcante… iniciámos um namoro.

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