domingo, 26 de fevereiro de 2023

Alice

Detinha o cargo de diretora financeira numa empresa, tinha 32 anos, mulher morena, olhos escuros, cabelo ondulado e comprido, uma tatuagem na omoplata, possuía uma personalidade forte, sempre soube o que queria, nunca fui influenciada por outros, os meus gostos eram bem vincados. Sempre fui assediada por colegas de faculdade e de trabalho também, habituei-me a ser observada em qualquer lugar que estivesse, fosse por homens ou mulheres, na rua ouvia piropos e embora não gostasse, a autoestima estava sempre em alta.

O meu grupo de amigos era restrito, tinha mais mulheres do que homens, gostava de ter uma vida social ativa, saía aos fins de semana, bebia, por vezes também fumava, frequentava bares, ficava pouco tempo por casa… uma das minhas companhias mais especiais era a Alice, trabalhava na mesma empresa que eu, noutro cargo, mas raramente nos encontrávamos na empresa.

Era uma mulher com 26 anos, sensual, um rosto lindo, parecia uma boneca de porcelana, tínhamos a mesma altura, era meiga, ingénua, alinhava sempre nas brincadeiras, não se chateava com nada, era uma politicamente correta. Já nos conhecíamos há quatro anos e tínhamos um histórico de passeios juntas, de aventuras loucas e noites repletas de risadas.

A nossa liberdade permitia estarmos sempre disponíveis para qualquer programa que surgisse, quando havia um convite, era sempre aceite… procurávamos sempre o divertimento. A Alice e eu gostávamos de sentir a adrenalina, do inesperado, do novo e diferente, sentíamos mesmo essa necessidade no nosso dia-a-dia… 

Um dia surgiu um convite para uma festa de anos, seria na casa de uma amiga em comum, a casa era muito grande, muitos quartos, rés-do-chão e primeiro andar, piscina e anexos… A festa ia ter cerca de quarenta pessoas presentes, sem crianças, só com pessoas adultas, poucos homens e decorria durante o domingo de tarde. 

Já era costume frequentarmos essa casa, e sermos convidadas para a festa de aniversário dessa amiga, todos anos cresciam o número de convidados.

Domingo após o almoço eu e a Alice fomos no meu carro em direção à casa da aniversariante, chegadas lá, demos os parabéns à nossa amiga, entregamos a prenda e fomos conversar para perto da piscina. Alguns convidados já tinham chegado, outros estavam a chegar… o tempo foi passando, íamos bebendo e apanhando sol, estava calor, ambas tínhamos um vestido no corpo, o decote da Alice era mais pronunciado do que o meu.

Estávamos bem animadas, o pessoal ficava ao longo do jardim e dentro de casa, sabíamos que o corte do bolo seria à noite, pisquei o olho à Alice e disse para me acompanhar. Pegou na sua bolsa e veio atrás de mim.

Subimos ao andar de cima, de frente para as escadas saiu uma rapariga do WC, passámos pelo corredor, e fomos até ao fundo, sabia que era onde estava situado o quarto de hóspedes, já tinha ficado lá a dormir, entrámos as duas, sem ninguém nos ver… encostei-me à porta e a Alice ficou à minha frente, demos um beijo que nunca mais acabava, os seus lábios pareciam seda, os meus grossos e cheios colavam-se-lhe, com as línguas a mexer dentro das nossas bocas, sentia-me húmida… as mãos firmes apertavam os nossos seios, não podíamos demorar muito tempo, crescia a adrenalina, fui à minha bolsa buscar um vibrador, deitei-me na cama, a Alice puxou o meu vestido para cima, chupou-me os bicos das mamas, desceu com a língua e lambeu-me a vulva, senti um arrepio que atravessara o meu corpo, e cheia de desejo, pedia-lhe para continuar, enfiou-me o vibrador na vagina, enquanto estava bem dentro, a sua língua lambia-me o clitóris…meteu-me um dedo dentro do ânus... estava a ser tão bom que cheguei ao orgasmo num ápice… A Alice sem o v estido ficou de quatro, beijei-lhe a boca, apalpei os seus seios durinhos, meti um seio na minha boca, a seguir tinha um cinto no vestido, dei-lhe com o cinto nas nádegas, sem magoar, passei os dedos na sua cona, estava bem molhada, a minha língua lambia a entrada do seu cuzinho, ficou totalmente deitada, bem apoiada na cama, sabia que a Alice gostava de anal, abriu as pernas e eu devagarinho meti-lhe o vibrador no ânus, ao mesmo tempo a minha língua estava ativa na sua vagina… continuámos assim durante um período, até gemer intensamente, cheia de prazer… a Alice demorou mais tempo a chegar ao orgasmo… demos um abraço, suadas e com os nossos corpos a colar, sensação de prazer absoluto. Saímos do quarto e voltámos para junto da piscina, como se nada tivesse passado, mas muito consoladas. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Envolvemo-nos durante muito tempo, aliás praticamente desde que nos conhecemos, assumimos uma relação lésbica… quisemos adotar um filho. A nossa felicidade aumentava todos os dias, almas gémeas...


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Celso

O meu relacionamento com o meu companheiro já tinha uma dezena de anos, mas maioritariamente foi passado sem ele, trabalhava fora do país e poucas vezes vinha a casa. Passava muito tempo sozinha e havia momentos em que sentia falta de carinho, ficava carente.

Os meus 50 anos não me pesavam, sentia-me jovem e ainda com muito tempo pela frente para viver, aprender e aproveitar qualquer momento que me fizesse feliz.

Perto da minha casa morava o Celso, já o conhecia antes de conhecer o meu companheiro, tinha 47 anos, era casado e tinha cinco filhos. O Celso sempre sentiu atração por mim, mas nunca se tinha passado nada entre nós, achava-o elegante, bom falante e disponível para o que fosse preciso.

Num dia à tarde fui de autocarro fazer umas compras à cidade, ficava distanciada 5 km de minha casa. Quando fui comprar pão cruzei-me com o Celso, também fazia compras para sua casa. Durante um tempo mantivemos uma conversa, reparei que ele não tirava os olhos do meu decote, eu olhava para os seus olhos e sentia desejo. Aquela conversa estava a despoletar algo que não deixava que fosse terminada. Nem um, nem outro queríamos afastar-nos.

O Celso perguntou:

- Ainda tens muitas compras para fazer?

- Não…vou comprar pão e depois sigo de autocarro para casa.

- Eu já tenho tudo comprado, aceitas a minha boleia?

- Olha até aceito… mas tens de me levar por bons caminhos - sorri.

- Claro, já sei o caminho, vou tentar não me perder - sorriu.

Pelo caminho o Celso ia muito devagar, parecia fazer render o tempo, para estarmos mais tempo juntos, a conversa desenrolou-se e vieram à baila as nossas relações, dei conta que estava muitas vezes sozinha e que havia momentos em que fazia falta carinho, a presença de alguém… notei que o Celso olhou para mim, percebi que a sua vontade era de me comer, e eu tinha a mesma vontade. Mais à frente parou o carro, agarrou na minha mão, os nossos olhares penetraram um no outro, a minha língua molhou os meus lábios, estávamos calados, esperei que o Celso tivesse a iniciativa de dar-me um beijo, e assim aconteceu… 

Com as nossas mãos agarradas, o beijo molhado foi prolongado, sentia uma excitação que me estava a deixar sem controlo, a boca do Celso estava quente, a sua mão quente desabotoou o botão das minhas calças, desceu o fecho, passou a mão pelas minhas cuecas molhadas, depois por dentro das cuecas, enfiou os seus dedos na minha vagina, ao mesmo tempo o nosso beijo aumentava ainda mais o tesão, a seguir fui com a minha mão agarrar o seu pau babado, era pequeno e grosso… levou o carro para trás de umas árvores, estávamos escondidos e parecíamos adolescentes, com a adrenalina de poder aparecer alguém, continuámos com o nosso envolvimento…

Fomos para o banco traseiro do carro, sem roupa… fez-me um bom minete, senti que estava quase a vir-me, mas consegui controlar-me… depois meti o seu pau todo dentro da minha boca, chupei-o com carinho… alguns fluídos de esperma escorriam pela minha boca, continuámos embalados no prazer, e o Celso por cima de mim penetrou-me, estava a ser bom, agarrou as minhas mamas pequenas e lambeu os meus bicos… estava difícil de chegarmos ao orgasmo, fui para cima dele, dei tudo, não parava… mas passado algum tempo o Celso perdeu a ereção… e também senti que a chama do fogo baixou… não conseguiu vir-se e eu também não cheguei ao orgasmo. O Celso nunca tinha traído a sua esposa, e pode ter contribuído para a perda de ereção… Quando cheguei a casa estava quente, acesa… tive de me masturbar com os meus dedos.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento de muita adrenalina, a conversa que fomos tendo e todo o desenrolar da viagem de carro, fez proporcionar chegar àquele local e o envolvimento acabou por acontecer, não chegamos ao expoente máximo do prazer, mas foi bom.



domingo, 5 de fevereiro de 2023

Sónia

Decidi embarcar na maior experiência da minha vida, sempre tive o sonho de fazer um cruzeiro e conhecer alguns países. Estava com 32 anos, solteiro e livre para seguir na minha primeira aventura sozinho.

A viagem ia durar vários dias, a embarcação era grande e luxuosa, havia de tudo, flutuava uma cidade sobre o mar… 

O dia estava encantador, os raios de sol em alto mar aqueciam o meu corpo junto à piscina, enquanto bebia um gin. O navio atravessava o mar mediterrâneo em direção à costa de Malta. O meu olhar abrangia muita gente, grande parte eram casais com uma certa idade… achava que ia ser uma viagem para descansar, absorver energias e meditar sobre o meu futuro. 

Deitado numa espreguiçadeira através dos meus óculos de sol olhei para o meu lado direito e, ao fundo, vi uma rapariga de biquíni preto deitada de barriga para baixo, ao seu lado estava um casal, deduzi que fossem os seus pais… o meu foco foi observar o seu rabo empinado, de fio dental, passados uns minutos mudou de posição, fazia topless, as suas maminhas descobertas eram bem redondas, com os bicos bem definidos e já bronzeada, o cabelo era preto e estava preso, o seu olhar era meigo, parecia ser alta, acho que não reparou em mim, mas deixou-me tão colado que tudo o resto que havia no navio passou para segundo plano.

Só tinha vontade de me aproximar e meter conversa, mas contive-me, teria tempo para que isso acontecesse, seriam vários dias de viagem, não ia perdê-la de vista… À noite fui beber um copo ao bar, depois na parte de fora do navio ouvia música, e via muitas mulheres, tentei descobrir aquela rapariga da tarde, mas não a vi, provavelmente estaria junto aos pais numa parte do navio… acabei por ir para o quarto ler um livro e descansar.

Após o navio ter parado em Malta, e conhecido um pouco do país, a viagem continuou em direção à costa napolitana, os dias continuavam brilhantes, o sol iluminava a rota.

Durante a tarde voltei à piscina, e não vi aquela rapariga que tinha visto antes, achei que a tinha perdido, que não ia voltar a encontrá-la… vi o pôr-do-sol em alto mar, sentia que estava a usufruir da minha própria companhia… fui jantar, olhei para a parte de fora do navio e vi a passar a rapariga que já não via há dias… não terminei o jantar e discretamente fui tentar ir ao seu encontro, mas… voltou a desaparecer, perdi-a novamente… e mais um dia passava sem existir aproximação… 

Passados uns dias, depois de conhecermos os países que estavam destinados na rota, a viagem já era no sentido contrário, rumo a casa. Era noite, estava calor, o céu estrelado… estava em pé na parte da frente do navio, e vejo uma rapariga a aproximar-se… não havia muita gente porque já era um pouco tarde, sentou-se sozinha perto de mim, o meu coração bateu mais rápido, fiquei quase sem ação, fixei o meu olhar nos seus olhos e convenci-me que era mesmo ela… fui na sua direção… falei com ela em inglês, soube que passava férias com os pais, eram croatas, mas ela tinha nascido em Portugal, começamos a conversar em português, chamava-se Sónia e tinha 25 anos… a nossa conversa fluía como o navio, prolongou-se por bastante tempo, ambos tínhamos vontade de continuar perto um do outro… não queríamos sair dali… 

Sentia as minhas mãos suadas, e a Sónia estava inquieta, e sabendo que o clima estava bom entre nós… saiu-me a pergunta…

- Vens comigo?

- Para onde me queres levar?

Segurei a sua mão e saímos daquele local, sem lhe dar a resposta… fomos para o meu quarto, e a Sónia à entrada chamou-me de safado… sabíamos o que ia acontecer… o meu corpo colou ao seu, e iniciámos um beijo de língua prolongado, ficámos sem ar, ofegantes e cheios de tesão… despimo-nos, os nossos corpos queimavam de desejo, a Sónia chupou-me o pau e dizia " que pau bom e gostoso " e eu empurrava ligeiramente a sua cabeça em direção ao meu pau, estava a ser maravilhoso… a seguir quis fazer-lhe um minete, a sua cona peluda estava babada, a minha língua foi ao seu clitóris e lambeu-o, o seu corpo reagia por impulsos, estava inquieta… pediu-me para a penetrar bem até ao fundo… e assim foi, com as pernas abertas para mim, o meu pénis duro enterrou-a, ao mesmo tempo as minhas mãos apalpavam as suas maminhas… os nossos corpos estavam bem unidos, com  movimentos leves e profundos, gemíamos aos nossos ouvidos… a Sónia quis que aumentasse a intensidade, o ritmo foi mais elevado… suados e entregues ao prazer, ambos soltámos um gemido mais forte… A cona da Sónia ficou molhada com o seu sémen… e cheia de esperma que era expelido do meu pau. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Demorou uns dias até encontrar a Sónia no navio, mas depois aconteceu tudo muito rápido, foi uma noite marcada por bom sexo… repetimos várias vezes nos restantes dias… a viagem de regresso foi o esplendor do am


quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Vicente

 O meu casamento durava há 9 anos, tinha 39 anos e três filhos, desde a minha adolescência que nunca fui mulher de um homem só, mas com o passar da idade fui amadurecendo e após o casamento deixei de andar com outros homens. A minha ligação com o meu marido era de respeito, com alguma rotina que por vezes era prejudicial, mas éramos felizes um com o outro.

A nossa vida era muito ocupada, o trabalho já nos tirava tempo, juntando o educar os filhos e os horários de levar e trazer da escola, mais o transporte para as atividades que faziam após a escola, quando olhávamos para o relógio estava quase o dia passado… e tempo para mim? E tempo para o meu marido? E tempo só para nós?   

Sobrava pouco tempo, às vezes estávamos muitos dias sem fazer amor, deixávamos o tempo passar e por vezes a carência imperava. Não abalava o casamento, mas deixava-me mais desejosa, e com mais stress, porque uma boa foda acalmava-me.

No local do meu trabalho tínhamos várias reuniões semanais, com clientes, vendedores e colegas da empresa, conhecíamos sempre gente nova. 

Um dia o meu chefe, disse que teria de passar um fim de semana fora do país para resolver um problema da empresa, trabalhava na empresa há três anos e nunca tinha acontecido uma situação assim. Pensei logo que tinha de deixar o meu marido sozinho e os meus filhos entregues a ele. 

Informou-me que ia acompanhar-me na viagem um subchefe de uma outra delegação. Cheguei a casa contei ao meu marido, não lhe agradou a ideia da viagem, mas teve de aceitar. Estar sem a família durante dois dias ia ser um teste às minhas capacidades.

O dia da viagem tinha chegado, foi-me apresentado o Vicente, um homem de 42 anos, cabelo preto, olhos escuros, estatura média, um sinal junto aos lábios, parecia ser sereno, simpático e bom falante. 

Durante o voo, a conversa desenrolou-se, soube que o Vicente tinha família que morava na minha terra, que era casado e pai de três filhos como eu, tinha entrado na empresa no mesmo ano que eu, ou seja, já eram muitas coincidências. 

No primeiro dia houve reuniões o dia todo, chegámos à noite cansados, jantámos e conhecemo-nos melhor, falamos sobre o nosso casamento, ambos vivíamos felizes nas nossas relações, depois fomos descansar cada um para o seu quarto.  

No dia seguinte acordámos cedo, durante a manhã estivemos reunidos com mais pessoas. De tarde, ficámos no hotel a fazer horas para o voo de regresso, o aeroporto ficava perto.

Aqueles momentos de conversa com o Vicente fizeram-me sentir que o conhecia há muito tempo, depois de mais alguma conversa, abordou-me assim:

- Vou ter de ir ao meu quarto acabar de fazer a mala, para não ficares aqui sozinha, queres ir comigo?

- Sim posso acompanhar-te… também preciso de ir ao WC.

Entrámos no quarto e fui ao WC, o Vicente ficou a fazer a mala, quando saí estava sentado em cima da cama, sentei-me ao seu lado, olhámos um para o outro e saiu um sorriso dos nossos lábios, ficámos em silêncio… o Vicente agarrou na minha mão, estava a tremer, aproximou o seu rosto do meu, contraí o corpo, fechei os olhos e senti um beijo suave nos meus lábios que se tornou mais intenso e molhado. A seguir a sua mão esfregava a minha coninha por cima das minhas calças, a minha mão também apalpava o seu pénis duro. 

Despimo-nos… a minha cona estava toda molhada, tudo provocado pelo tesão que sentia, deitada na cama o Vicente apalpava as minhas mamas com veemência, a sua língua rodava à volta dos meus bicos, desceu a língua até ao meu clitóris, e lambeu a minha vagina enquanto eu estremecia de desejo… depois subi para a parte de cima da cama, fiquei com a cabeça apoiada na almofada e o Vicente veio por cima de mim, e meteu-me o seu pau babado na minha boca, chupei-o delicadamente…

O tesão estava no auge, o Vicente por cima de mim, tinha o pau duro e enterrou-o bem até fundo da minha coninha, sentia os testículos a bater à entrada, o meu corpo estava entregue ao Vicente, enquanto fodia, agarrava as minhas mamas e vinha dar um beijo de língua à minha boca… virou o meu corpo de lado, fiquei com uma perna apoiada na cama e a outra dobrada e o Vicente em cima da perna apoiada, fodia a minha cona, meteu um dedo no meu cuzinho… estávamos muito ofegantes… cheguei ao orgasmo sem que o Vicente se apercebesse… não gemi… a seguir o Vicente tirou o pénis dentro de mim, percebi que se ia vir, estava de joelhos em cima da cama, a minha boca ficou por baixo do seu pau, com os gemidos do Vicente o seu leitinho morno caía em cima do meu rosto.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

No momento do envolvimento vieram-me duas coisas à cabeça, uma era má por pensar em estar a trair o meu marido, outra era boa no desejo e prazer que tive, dois casamentos felizes tornaram-se em duas traições.



domingo, 15 de janeiro de 2023

Raquel

Conheci a Raquel numa passagem de ano, num grupo de amigos em comum, estava acompanhada pelo seu marido. Naquela noite os nossos olhares cruzaram-se diversas vezes, o seu companheiro estava entretido com a bebida, nem reparava no que se passava à sua volta, nem prestava a devida atenção à sua mulher. Reparei que a Raquel foi até à parte de fora do espaço em que nos encontrávamos, fui ter com ela… Conversámos pouco para não chamar muito a atenção das pessoas que estavam no grupo, notei a Raquel triste, disse-me que o marido com o álcool ficava distraído, mas era muito ciumento e controlador e não podia estar ali muito tempo, sem que eu solicitasse deu-me o contato dela, e pediu para enviar mensagem para guardar o meu número.

A noite não tinha entusiasmo, estava um ambiente fraco e decidi ir embora cedo.

No dia seguinte recebi uma mensagem da Raquel:

"Olá… achei-te uma pessoa interessante, o meu marido trabalha por turnos, estou sozinha em casa, aqui podemos conversar mais à vontade, se te der as indicações vens cá ter?"

Não estava a contar com uma mensagem daquelas, acedi e disse que sim.

Fui durante a tarde ter a sua casa, teve de ser com todos os cuidados, quando cheguei havia vizinhos por perto, tive que aguardar dentro do carro até saírem do local, via a Raquel a controlar quem estava por perto e enviou mensagem a dizer para ir rápido, passei por ela e, como a porta da vivenda estava aberta, entrei.

A nossa conversa foi para nos conhecermos melhor, soube que estava casada há cinco anos, e o seu marido estava muitas vezes fora do país, a sua carência era evidente, dizia que só o conheceu a ele na cama… deixava-me tentado a envolver-me… a Raquel tinha 45 anos, era uma mulher com um corpo esguio, um rabo empinado, cabelo escuro comprido, e um sorriso bem penetrante… os meus 35 anos já tinham passado por diversas relações, e curtes, estava livre e com vontade de a poder sentir.

Ambos sabíamos que tudo podia acontecer, os dois sós e desejosos que se passasse algo, era uma questão de tempo até um de nós dar o primeiro passo.

A Raquel agarrou na minha mão, levou-me até ao quarto de hóspedes que ficava na parte de trás da casa, sentei-me na cama e observei-a à frente da janela em contraluz, a sua silhueta deixou-me a pensar no que estava prestes a acontecer… 

Veio sobre mim, mexeu no meu cabelo, pôs as mãos no meu rosto e beijou-me até ficarmos sem ar, as nossas roupas foram despidas rapidamente, deitada de barriga para cima, beijei o seu corpo, até descer à sua coninha, lambi-a, estava bem melada, depois… toda excitada a sua boca abocanhou o meu pau, chupou até ao fundo várias vezes, o seu broche era explosivo… estava doida por ser penetrada e eu louco de tesão.

Ficou de quatro, por trás enterrei-a… apertou o lençol com as mãos, empinou bem o seu rabo, o meu pau batia no seu fundo, aumentei mais a frequência, a Raquel olhava para trás com um olhar safado, trincava os lábios… dei-lhe umas palmadas, pedia para a foder toda, não demorei muito tempo, não aguentei aquela intensidade, disse que me ia vir, baixou o quadril, ficou colada aos lençóis, tirei o pénis e com ele na mão, jorrou um jato de leite para cima do seu rabo…

Ouvimos um carro a chegar, foi à janela e viu que o seu marido tinha chegado mais cedo, ficou desorientada e eu cheio de medo, vestimo-nos rápido sem tempo a perder, tive de sair pela porta das traseiras da vivenda… esperei até o marido entrar em casa e passei pelo jardim até chegar ao meu carro. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi a maior adrenalina que passei na minha vida, quase éramos apanhados no primeiro encontro, voltámos a estar juntos mais vezes, adorava foder a Raquel, depois divorciou-se, namorámos, mas não ficámos juntos.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Hélder

 O meu casamento ocorrera há dois anos, tinha 25 anos e estava desempregada, frequentava umas formações para manter o tempo ocupado. 

O meu marido era um homem muito ciumento, não me dava espaço para nada, ia buscar-me à formação e se visse algum homem perto de mim, perguntava quem era e queria saber informações, incomodava-me e não me sentia bem assim. Gostava de controlar as minhas saídas e as horas que eu chegava a casa, subia a adrenalina e ainda me dava mais vontade de cair na tentação da traição.

Conheci o Hélder, que pertencia à minha turma, um rapaz de 24 anos, casado como eu, estávamos grande parte do tempo juntos na formação, a sua forma de falar meiga, deixava-me enternecida e era muito educado, com o passar dos dias sentia-me atraída por ele.

O Hélder era uma pessoa calma e bem-disposta, de vez em quando saía da sua boca algo mais picante, que me deixava mais atiçada e ele sabia fazer isso muito bem. 

Faltavam poucos dias para a formação terminar, a confiança era grande entre nós, o sentido das nossas conversas faziam prever que a vontade de ambos era que os nossos corpos se unissem. 

Faltava só marcar o dia e o local, o Hélder trabalhava durante o dia, eu não… à noite tinha o meu marido e ele a sua mulher… teríamos de arranjar um intervalo só para nós. 

Passadas umas semanas, a formação já tinha terminado, o Hélder não ia trabalhar durante a tarde e ligou-me, a voz dele ao telemóvel, junto ao meu ouvido, deixou-me desejosa para estar com ele. 

Não queríamos ser vistos juntos, não podíamos arriscar, ambos casados à mínima falha podia ser um problema, como tal, ao início da tarde pedi a uma amiga para me levar ao centro da cidade, depois apanhei um autocarro e fui ter a um local distanciado, aparentemente sem pessoas que nos conhecessem, o Hélder apareceu no seu carro, entrei com óculos de sol e chapéu, para disfarçar um pouco a minha aparência. Fomos até um hotel próximo… 

À entrada o Hélder disse:

- Sinto-me um pouco nervoso, isto deixa-me o coração acelerado.

-Também estou preocupada, o meu marido se me visse aqui, matava-me.

- Vamos tentar não pensar no mal, mas sim no bom que foi o que nos trouxe aqui.

- Sim. Quero muito sentir-te.

Subimos ao quarto, após a porta bater, demos um abraço, fomos para perto da janela e os nossos lábios tocaram-se pela primeira vez, o nosso beijo estava bem sintonizado, as línguas dançavam dentro das bocas, o tesão crescia… sentia a minha cona com mel, despi a calça do Hélder e agarrei o seu pau grosso e húmido, tocava levemente uma punheta, aquele beijo molhado aumentava o desejo de ser penetrada.

Tirei a roupa e deitei-me na cama, ele veio por cima de mim, beijou a minha boca e pescoço, apalpou os meus seios, lambeu os meus bicos, eu fervia com tesão… a sua língua desceu e foi parar ao meu clitóris, chupou a minha cona e sentia que estava quase a vir-me, meteu os dedos e eu apalpava as minhas mamas, passado pouco tempo aumentou a velocidade dos dedos e da língua e o meu orgasmo fez-me soltar um gemido, tive um espasmo nas pernas.

Foi rápido, mas não perdi o desejo… deitou-se de barriga para cima, a minha boca percorreu a sua orelha, pescoço, lambeu os mamilos, desceu até aos testículos… enquanto batia a punheta chupava o seu pau duro e grosso, adorava senti-lo todo dentro da minha boca, o Hélder gemia baixinho de prazer… queria sentir o seu pau dentro de mim…

Colocou o preservativo, ficou na mesma posição… fui para cima dele, os meus movimentos lentos deixavam-no louco de tesão e eu tinha a cona toda molhada, aumentei o ritmo, as minhas mamas saltavam, adorava estar a ser bem fodida… continuámos assim e o Hélder soltou um gemido, suado e prazeroso veio-se… por pouco quase que atingia o orgasmo novamente.

                                                     
                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foram duas horas de sexo naquele hotel, carregados de adrenalina, livres e loucos no manto do prazer. Ficámos amantes um do outro, sempre que fosse possível, os nossos corpos viajavam um sobre o outro.


 


domingo, 25 de dezembro de 2022

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 

Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.

Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.

Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.

Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…

Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 

Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.