terça-feira, 25 de outubro de 2022

Judite

Em breves linhas se resume os traços da minha vida: fui casado durante trinta anos, um casamento de altos e baixos, a relação ficou esgotada, perdemos interesse, feitios incompatíveis, demos conta bastante tarde e o melhor para ambos foi a separação. Fui morar sozinho. Tenho três netinhos maravilhosos que me visitam frequentemente, trabalhei muitos anos por conta própria, como canalizador, às vezes ainda faço uns biscates, agora tenho 63 anos. 


O meu trabalho implicava entrar muitas vezes em casas, umas mais longe, outras mais perto, em casas de vizinhos, em casas de estranhos… conhecia bastante gente, procurei conviver sempre com gente jovem, e fazia da minha idade apenas um número, o meu espírito era aproveitar cada dia como se fosse o último… 

Tentava que os meus dias fossem sempre ocupados por coisas que me fizessem distrair e me fizessem sentir bem, não gostava de rotina, entre várias coisas, gostava de pescar, jogar cartas com amigos, ver futebol, assistir a peças de teatro, ler… ou seja todos os dias havia algo diferente para ser feito…


Um dia, uma amiga, perguntou-me se podia resolver um problema de um cano furado a casa de uma senhora que começara a morar há pouco tempo nessa residência.

Disse prontamente que sim, deram o meu contacto à senhora e no mesmo dia ligou-me.

Marquei para ir a sua casa no dia seguinte, durante a tarde.


Chegado a sua casa, toquei à campainha, a senhora apareceu, eu identifiquei-me e ela abriu o portão, deu-me licença para entrar na casa, o ar da senhora era jovem e fresco, explicou-me o problema do cano na cozinha, teve que ser trocado… enquanto fazia o meu trabalho foi contando um pouco de si, chamava-se Judite, tinha 60 anos, viúva há 10 anos, decidiu vir morar para aquela casa para ficar mais perto da filha, pelo meio da conversa também me apresentei… entretanto fui comprar o cano e colocá-lo no sítio… a Judite era muito acessível, espírito jovem, também gostava de sair, estando muito tempo em casa, sentia-se triste e já tinha tido uma depressão… 

Após ter o trabalho feito, a Judite perguntou-me o preço, disse-lhe que pagava só o cano, não levei dinheiro da mão-de-obra, agradeceu… a minha resposta foi que se voltasse a precisar para dispor.


Passados uns dias, encontrei a Judite de manhã no mercado, sorrimos um para o outro, perguntei se estava tudo bem e se o cano ficou bem colocado, disse que estava tudo bem e que até ter saído de casa não havia fuga de água - sorriu.

Mantivemos a conversa por algum tempo, até que… surgiu um convite meu, perguntei:

- A Judite vai estar livre logo mais?

- Olhe, eu estou quase sempre livre, faço só uns trabalhos de costura por casa só para me entreter.

- Tenho umas roupas para arranjar, ainda vou precisar das suas mãos.. - sorri.

- Sim, pode levar lá a casa… devo-lhe um favor.

- Ah… não pense nisso, queria fazer-lhe um convite… 

- O que vem daí?

- Hoje à noite, temos um festival de marisco, fica aqui perto… gosta? Aceita jantar comigo?

- Gosto de marisco, como gosto de sair, e foi simpático comigo, junta-se o útil ao agradável, aceito o convite.


Senti felicidade por ter aceitado o convite, passei pela sua casa, parei o carro e a Judite já estava a sair de casa, disse que era sempre pontual, não gostava de atrasos. 

Prosseguimos a curta viagem até ao festival de marisco. Durante o jantar tivemos uma boa conversa, o marisco estava óptimo, o vinho a acompanhar deixou-nos mais alegres… 

Falámos das nossas histórias, sentimo-nos nostálgicos, mas a maior parte da conversa foi recheada de coisas positivas, a Judite tinha um bom sentido de humor.

Estávamos a precisar de um jantar assim, de ter uma companhia, de ouvirmos e sermos ouvidos, ambos não sentíamos isso há muito tempo.

Levei-a a casa, agradeci-lhe a companhia, ela retribuiu. 


No dia seguinte acordei a pensar no jantar do dia anterior, queria ver a Judite. No final do almoço, passei pela sua casa, veio à janela, não contava comigo, abriu a porta e mostrei-lhe o saco com a roupa que precisava de ser composta, convidou-me a entrar… fomos até à sala, ainda não tinha tomado café, serviu café para os dois… seguimos com mais uma conversas, os nossos olhares prenderam-se… a Judite fez-me uma carícia no meu rosto passando a mão pela minha barba, o seu carinho despoletou uma reação minha, agarrei a sua mão, puxei-a para mim, beija-a. Os lábios tocaram-se, as nossas línguas conheceram-se, as nossas mãos começaram a despir-nos, os corpos estavam nus e marcados de histórias já vividas, a minha boca foi aos seus grandes lábios vaginais, a minha saliva molhava a sua vagina, a língua rodopiava no clitóris, a Judite soltava uns gemidos. Sentado no sofá a Judite levou a sua mão ao meu pénis, tocava-o lentamente, abocanhou o meu pau babado, fez-me gemer com um bom broche. Quis ser eu a controlar, com a Judite sentada no sofá, de pernas abertas, sentiu a minha penetração… arranhou o meu peito, lambi-lhe os bicos dos seios, o pénis saiu da vagina, cuspi-lhe a coninha e voltei a enterrá-la… estava a delirar… pouco tempo a seguir… soltou um grito de prazer, e agarrou-se ao meu pescoço, percebi que tinha atingido o orgasmo, continuei a fodê-la… e não demorei… vi-me dentro dela.


                                                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca é tarde para se sentir excitação, desejo, tesão e prazer, foi uma tarde intensa.

Mantivemos uma relação de felicidade que durou 8 anos, até a Judite falecer. Deixou saudade, mas também a doce lembrança de todos os momentos prazerosos. 


domingo, 16 de outubro de 2022

David

Fui informada pela empresa que trabalhava na área dos recursos humanos que ia ser orientadora de um estagiário durante um certo período de tempo. Seria a primeira vez que ia passar por uma situação desse género.

Passados uns dias, bateram à porta do meu gabinete, foi-me apresentado o David, ficou a saber que ia ser eu a acompanhá-lo durante o seu estágio. O David era um rapaz alto, cabelo preso na nuca, tinha uma boa imagem e vinha bem vestido. Aos poucos foi sendo informado sobre os procedimentos da empresa, era um rapaz com 28 anos, interessado, responsável e atento.


Queria sempre saber mais, eu apreciava o seu perfil e ele mostrava-se disponível para o que fosse preciso. Nos momentos de pausa tínhamos conversas sobre a nossa vida pessoal, no início a sua timidez era um entrave, depois ganhou mais confiança e sentia-se mais à vontade para falar um pouco de tudo.


Não se notava a nossa diferença de idade, eu tinha 39 anos mas sentia-me uma jovem à sua beira, eram partilhados variados assuntos entre nós e crescia a amizade. O David era atencioso, ouvia-me e isso era importante, fazia-me sentir bem, tinha tempo para mim.

O estágio foi passando, as conversas foram muitas, o David era um rapaz precioso, parecia que estava protegida pelo que dizia e pela forma como me tratava. 

Entretanto o estágio estava quase a chegar ao fim, e teria de ser avaliado por mim, no momento da avaliação, estava ao meu lado, e disse-lhe que ia ter nota máxima em todos os parâmetros, porque mereceu.


- David valeu a pena todo o esforço e dedicação, certo?

- Sim sem dúvida, com a sua ajuda foi tudo mais fácil…

- Ora essa, sabe que gostei muito de o conhecer.

- Obrigado por tudo… também me senti muito bem consigo.


O último dia dele, era no dia seguinte, pela manhã achei-o triste, e eu também estava um pouco em baixo por saber que tinha de me despedir dele, já estava muito habituada à sua presença, ia sentir a sua falta. As conversas foram poucas durante o dia.

Os funcionários começaram a sair da empresa e alguns vieram ao gabinete desejar tudo de bom para o David, ele agradecia e olhava para mim emocionado. Ficámos só os dois. 

Antes de ir embora, pegou num saco e entregou-me, disse que era uma lembrança para mim, fiquei sem jeito, abri o saco, tinha um presente dentro, desembrulhei, era um pisa papéis lindíssimo para colocar na secretária. Disse que assim quando o visse, lembrava-se dele. 

Aquele carinho dele tinha de ser compensado e tinha de ser uma despedida inesquecível.


Disse-lhe para me acompanhar até à sala de reuniões, entrámos, bati a porta… encostei-me à porta pela parte de dentro, o David arregalou os olhos, puxei-o para mim, como era bem mais alto do que eu, baixou a sua cabeça e demos um beijo lento e demorado… a seguir tirei-lhe as calças, chupei o seu pau, era pequeno, cabia todo dentro da minha boca… depois pegou em mim ao colo, sentou-me na mesa de reuniões, comigo de sutiã apalpou as minhas  maminhas, lambeu-me a boca e foi beijar a minha cona peludinha, lambeu-me o clitóris… 


Naquela posição inclinei o tronco para trás, fiquei apoiada com os cotovelos na mesa e o David enterrou o pau, visto o seu pénis ser pequeno sentia pouco na profundidade, enquanto fodia, a sua respiração ficava cada vez mais ofegante, e veio-se dentro de mim, eu não consegui chegar ao orgasmo, mas fiquei feliz por ter dado prazer ao David. Fui para casa a pensar no que tinha acontecido, as minhas cuecas estavam molhadas, o meu companheiro estava a preparar o jantar e numa chamada ao telemóvel, aproveitei e fui direta para o WC, urinei na sanita e sentia a sair esperma da minha vagina, tomei um banho e ainda havia fluídos que eram expelidos pela minha coninha… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O David foi apanhado desprevenido, de surpresa, não estava à espera que fosse sobre ele, fui danada… 

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Marlene

O meu casamento a cada dia que passava ia de mal a pior… tinha 35 anos, estava casado há 5 anos, da relação nasceram duas filhas gémeas, tinham 2 aninhos, acho que era em grande parte por elas que eu e a minha esposa continuávamos juntos. Desconfiava de já ter sido traído várias vezes por parte dela e eu também tinha as minhas amantes. 


Passávamos o dia inteiro fora de casa, cada um no seu trabalho, durante o dia não existia um telefonema ou uma mensagem para o telemóvel, chegados a casa só o jantar é que era partilhado, falávamos pouco os dois, depois dormíamos em camas separadas por causa das nossas filhas. 


Fomos sempre um casal que gostava de sexo, mas fazia muito tempo que não acontecia, e sentia falta do tesão, da chama do envolvimento… a seguir ao almoço, eu e os meus colegas de trabalho tínhamos por hábito ir tomar um café a uma esplanada, como me sentia carente  qualquer mulher que se aproximasse era um despertar de emoções, até a empregada do café me deixava tentado a comê-la… por vezes insinuava-me a ela, olhava para mim, sorria e virava costas… não estava a resultar a minha tentativa de engate.


Ali na mesma esplanada, passados uns dias, eu e um colega de trabalho fomos tomar café, os outros colegas não quiseram ir. Enquanto falávamos aproximou-se uma mulher magra, cabelo comprido escuro, óculos de sol, saia, bota até ao joelho… cumprimentou e sentou-se na nossa mesa, e entregou uma chave de um carro ao meu colega, o meu colega apresentou-a, disse que se chamava Marlene e era sua cunhada, o seu carro tinha ido à revisão e a Marlene como estava de férias, tratou disso… acabei por dizer que também gostava de ter uma cunhada assim, ela sorriu.


No fim de semana fui fazer umas compras e por coincidência encontrei a Marlene no supermercado, dirigiu-me o olhar, sorriu e demos um "olá ", usava umas calças justas, decote discreto, cabelo preso… a sua beleza não passava despercebida. 

Na segunda-feira, discretamente perguntei ao meu colega algumas informações sobre a sua cunhada, disse-me que trabalhava numa ourivesaria no centro comercial, que morava com o namorado, mas que se tinham separado… pouco mais quis saber…


Fui até ao centro comercial e descobri a ourivesaria, entrei e ali estava a Marlene a atender um cliente, disfarcei e olhei para algumas joias e relógios, ela após atender o cliente veio ter comigo… 

- Então, o que anda à procura?

A vontade era de dizer que a procurava a ela… contive-me…

- Procuro um relógio para mim, de ponteiros… pode ajudar-me?

- Sim claro… preferência de alguma marca?

- Não… apenas de cor preta e que marque bem as horas para não me atrasar - sorri. 


A escolha foi demorada, tive sorte de não entrar nenhum cliente e a Marlene foi estando comigo, ajudou-me, deu a sua opinião… e comprei o relógio… no dia seguinte passei novamente na loja porque a Marlene não tinha entregue a garantia, mas não estava lá, voltei no outro dia de manhã…vi-a e entrei na loja, expliquei-lhe a situação e ela pediu desculpa por ter tido essa falha. Mantivemos a conversa ao balcão e convidei-a para tomar um café, fui um pouco descarado, mas quis saber qual a reação dela… disse que estava de folga passados dois dias, perguntou se dava para mim, disse que sim. Meti um dia de férias nesse dia…


Encontramo-nos num café perto da sua casa e afastado da minha, a Marlene mais uma vez vestia de forma elegante, mexia comigo… passámos a tarde inteira na conversa, soube que tinha 28 anos. Disse-me que estava a precisar de se sentar em algo mais fofinho, num sofá, convidou-me a ir até sua casa. Chegámos e assim foi, sentou-se no sofá e ficou à sua vontade, confortável… quando estávamos no café o seu olhar ficava focado na minha boca e em sua casa voltou a ser igual… 


Sem perguntar, serviu um uísque para ambos…deu um gole, cruzou a perna, e suspirou… cheguei-me para junto dela, rolou um beijo… sem demoras, fomos até ao seu quarto, no intervalo de cada beijo saía uma peça de roupa do nosso corpo, já despidos… sentou-se em cima do meu rosto levemente, e a minha boca chupava e lambia-lhe a cona, depois chupou vigorosamente o meu pau, até ficar sem ar… quis experimentar algo novo comigo, pegou num dildo, ficou de barriga para baixo, colocou uma almofada por baixo do quadril, enfiou o dildo na coninha… empinou ligeiramente o cuzinho… e disse "faz anal comigo"…


Devagarinho enterrei o meu pénis babado no seu cu até meio, o seu corpo abanava em todos os sentidos, da sua boca saíram gemidos grossos de prazer, sentia a sua mão por baixo dela a mexer no dildo… eu estava a sentir um enorme prazer por ter o meu pau todo dentro daquele cu bom… e em instantes a Marlene rouca, e a estremecer, atingiu o orgasmo… tirou o dildo e disse: "termina na minha coninha"... estava aberta e bem molhada, o meu pau deslizou para dentro dela, comecei a fodê-la de forma bruta… e o esperma soltou-se dentro da sua ratinha.


                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest


Várias histórias de traições envolveram o meu casamento, minhas e da minha mulher… era um casamento infeliz.



domingo, 25 de setembro de 2022

Joel

Estava divorciada há 3 anos, e com 50 de idade a minha vida era passada em casa, ocupava o tempo a arrumar, a ler, a cozinhar, as minhas poucas saídas além de ir trabalhar era levar o meu filho de 12 anos aos treinos de basquetebol.


Sentia que estava numa fase que vendo qualquer homem pela frente aumentava o meu desejo para ter um momento de sexo puro e intenso, andava carente… o meu apetite sexual era voraz, queria algo que me deixasse consolada.

Comecei a assistir aos treinos de basquetebol do meu filho e a reparar no treinador, o Joel, era um homem com 45 anos, entroncado, usava barba, uma voz grossa, a sua liderança no grupo era bem ativa. Sentia-me atraída, teria de tentar uma aproximação para perceber se seria correspondida.


Um dia após o treino dirigi-me ao treinador, fiz algumas perguntas sobre a adaptação do meu filho ao desporto, e qual a opinião que o treinador tinha sobre ele, e mostrei interesse em fazer parte da secção de basquetebol, como diretora, podendo ajudar no que fosse necessário.

A resposta foi positiva e passei a acompanhar os treinos e jogos do meu filho, e também estava mais próxima do Joel, era um homem divertido, sempre pronto a ajudar, tinha algum mau feitio, principalmente quando perdia, mas no geral gostava da sua forma de ser.


Passados uns meses, quase que subia as paredes de desejo, não ia aguentar mais tempo sem sexo, não podia deixar passar o dia que idealizei para o fazer. Num sábado ao final da tarde, tivemos jogo fora e por acaso coincidiu com uma vitória, durante o fim de semana ia ficar sozinha porque o meu filho ia para casa do pai. Durante o caminho perguntei ao Joel se tinha interesse em jantar comigo. A sua resposta foi um "sim", até me disse que já tinha a intenção de me ter convidado.


Fomos jantar a um restaurante que tinha aberto fazia pouco tempo, era a nossa primeira vez naquele local, a comida era boa, o vinho também, a conversa prolongou-se e saímos tarde, estávamos animados e a vontade era de prolongarmos a noite por mais tempo, sabendo que estava sozinha em casa e morava mais perto, o nosso destino foi deslocar-nos até minha casa.

Entrámos e o calor abrasava o meu corpo, tirei alguma roupa, o Joel disse que sentia o rosto quente, ambos tínhamos o corpo à espera do toque e da entrega. Não demorou muito tempo, sentados no sofá, a minha mão foi de encontro ao seu corpo, os nossos lábios colaram, o beijo incendiou-se… ficámos sem roupa, iniciei uma boa punheta no Joel, o seu pau era médio, mais para o grosso, a seguir meti na minha boca o seu pau, mas a sua ereção não correspondia ao que eu pretendia, teria sido o álcool que o fazia perder o tesão? 


A seguir lambeu-me a vulva, a minha coninha estava molhada e desejosa para ser enterrada. O Joel enfiou o seu pénis, mas estava mole, não me estava a satisfazer, disfarcei e dei uns gemidos para tentar que crescesse o seu tesão, percebi que ele estava a lidar mal com a situação. Tirou o seu pénis… abriu-me as pernas… deu-me um beijo molhado na boca, lambeu-me os seios e apalpou-os… o meu tesão era muito… a sua boca voltou à minha coninha, enfiou os seus dedos, fechei os olhos e imaginei que fosse o seu pénis a entrar dentro de mim, continuou a fazer movimentos com os dedos, giravam dentro de mim, a sua língua lambia e chupava o meu clitóris, as minhas mãos esfregavam no seu cabelo, sentia a sua respiração ofegante, com falta de ar, o seu chupar era com uma sequência bem forte, estava toda babada e prestes a ter o orgasmo, aumentou o ritmo dos dedos, e eu atingi o clímax, soltei um gemido forte, apertei as pernas com a sua cabeça no meio… foi magistral.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Embora sentisse vontade de ter um pau duro dentro de mim, o Joel não conseguiu ter uma ereção, mas o minete que fez valeu por uma boa foda. Noutras vezes voltámos a tentar, mas a sua performance na cama nunca foi prazerosa, só valia pelos bons minetes que fazia.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Cláudia

A minha vida sexual iniciou-se muito cedo, com 13 anos já tinha perdido a virgindade, namorava com uma rapariga quatro anos mais velha do que eu. Sempre tive a tendência para apreciar e envolver-me com mulheres acima da minha idade… Tinha 18 anos e o meu fetiche era fazer sexo com uma mulher madura, na casa dos 30 ou 40 anos, que soubesse dar prazer…  numa entrega total, sem tabus, nem pudores… que a chama do tesão nos levasse para um intenso momento a dois.

No verão, eu, a minha irmã e os meus pais, fomos passar uma semana de férias a casa da minha tia Cláudia, o contacto entre nós através do telemóvel era frequente, mas já não estava com ela há dois anos. Morava perto da praia, gostava dela, ela tinha interesse pelas notas que eu tirava na escola, era preocupada com os meus problemas, partilhava segredos.


A minha tia morava sozinha, tinha 39 anos, era advogada e recentemente divorciara-se, esteve casada durante sete anos, não tinha filhos, o seu corpo era delgado e os olhos claros embelezavam-lhe ainda mais o rosto, tinha um sinal no queixo, era uma mulher sensual e os homens não ficavam indiferentes com a sua presença.


Quando chegámos a casa dela, num sábado à tarde, estava à nossa espera e o seu olhar prendeu-se no meu… e exclamou:

- Estás muito crescido… e lindo… muito parecido com a tua tia! - sorriu.

- A tia é que está fantástica, parece que tem a minha idade.

Demos um abraço, sentíamos saudades um do outro, cumprimentou a restante família e entrámos na sua casa, o seu aspeto era feliz, o divórcio não a afetara… fui desfazer a minha mala ao quarto, sentei-me em cima da cama e a tia veio para junto de mim, tivemos uma boa conversa.


Disse-me que ia trabalhar até quarta-feira, mas que depois queria aproveitar uns dias de praia connosco. Até esse dia só a via à noite, mas tínhamos conversas pela madrugada fora, existia muita cumplicidade entre nós. 

Na quinta-feira fomos todos juntos para a praia, deitou-se na areia, tirou as calças e a blusa e ficou de biquíni preto, o fio dental fazia sobressair o seu rabo, pele bronzeada e nos seus seios pequenos notava-se os bicos das mamas tesos. 

Aquela imagem ficou na minha cabeça, senti desejo por ela, aumentou a minha excitação.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


No dia seguinte, os meus pais e a minha irmã foram para a praia de manhã cedo, eu fiquei a dormir… depois vieram almoçar e a seguir quiseram ir dar um passeio… eu disse-lhes que ia ficar por casa, não me apetecia ir, a minha tia também não foi, disse que tinha de resolver umas coisas.

Estávamos os dois sozinhos em casa, após o almoço ajudei-a a arrumar a casa, nesse período houve trocas de olhares e algumas insinuações e conversas mais quentes sobre relações passadas de ambos.

A meio da tarde foi tomar banho…deixou a porta do wc entreaberta e no fim do seu banho chamou-me… pediu-me que lhe chegasse uma toalha para secar-se… deixei a toalha perto dela, e saí… deitei-me em cima da cama… fechei os olhos e ouvia os passos da minha tia a aproximar-se… abri os olhos, a minha tia estava à entrada do quarto, enrolada na toalha, após sorrir para mim, deixou cair a toalha… o seu corpo nu e bem delineado fez-me colar o olhar e o meu rosto corou… a cor da pele nas mamas e na vagina era clara, tinham a marca do biquíni, o púbis tinha o pelo curto… aproximou-se e foi ter comigo à cama…


O seu cheiro adocicado entrou pelas minhas narinas, o seu corpo nu veio para cima de mim, apoiou as mãos nos meus braços abertos, e lambeu os meus lábios, fiquei a arrepiado e sem ação… perguntou se podia continuar, eu disse-lhe que queria entregar-me a ela, e dar-lhe prazer… Despi-me… deu-me um beijo de língua, os seus lábios eram macios e carnudos, a sua língua percorreu o meu pescoço, as suas mãos passaram pelo meu peito… tocou uma punheta, o meu pau estava todo babado, ela meteu-o dentro da boca, chupou-o intensamente… fluídos de esperma ficavam a escorrer da sua boca… ficou de quatro, por trás a minha língua lambia a entrada do seu cuzinho, e descia até à sua coninha, lambia-a muito, sentia o mel na minha boca. Sentei-me na cama, e a minha tia veio para cima de mim, chupei-lhe os bicos das mamas, adorei sentir as mamas dela dentro da minha boca, o movimento crescia, o ritmo aumentava, o tesão era grande, sentia a sua coninha bem molhada, estava a ficar louca, gemia fortemente… continuámos nessa posição, agarrou-se a mim, percorreu a pele das minhas costas com as unhas, arranhando, e veio-se… segundos depois o meu leitinho soltava-se dentro da sua cona.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nos dias seguintes, veio ter comigo à noite à minha cama, e o envolvimento era sempre intenso, ensinou-me o caminho do prazer, ganhei experiência sexual com os ensinamentos da minha tia.

Foram umas férias que jamais vou esquecer, adorei tudo o que senti.



segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Miguel

Numa das visitas que fazia a casa dos meus pais, a viagem não correu bem, tive um acidente de carro, bati nos rails da autoestrada e fiquei ferida com alguma gravidade. Tinha 36 anos e foi o maior susto que tive na minha vida, passei por alguns meses de recuperação.

Morava sozinha há três anos, a minha única companhia era uma coelha de estimação, embora tivesse tido algumas relações e visitas a minha casa, nunca foram suficientemente fortes para morar junta com alguém ou até casar.


O momento vivido no acidente ficou marcado em mim, a única sequela psíquica que tive foi ficar com medo de conduzir, fisicamente fiquei totalmente recuperada.  

Um dia tive de deslocar-me até à minha companhia de seguros para tratar de uns assuntos. Enquanto aguardava para ser atendida os meus olhos foram de encontro a um homem que estava numa secretária… nunca o tinha visto antes, era um funcionário novo, vestido com um fato, barba aparada, lábios grossos e cabelo preto curto, o seu olhar percorria o meu corpo… e eu disfarçando, não desviava os olhos, iam sempre ao seu encontro.

Fui atendida por ele, prestável e simpático, auxiliou-me e resolveu os assuntos que eu tinha para tratar… quando fez um telefonema, a sua voz bem colocada e o seu olhar dirigido a mim, despertava-me para algo inexplicável… a minha voz quando saía da minha boca, era meia tremida e algumas palavras não saíam com boa dicção, aquele homem mexeu muito comigo.


Após aquele encontro na companhia de seguros, fiquei com um cartão que tinha o seu contacto, chamava-se Miguel… fiquei com vontade de ligar, mas não tinha motivo para o fazer, também não sabia se tinha alguma relação… teria de arranjar forma de conhecê-lo melhor. 

Voltei à seguradora, levei uns papéis do carro do meu pai, quis mudar o seu seguro do carro, acertámos a mudança, e perguntei se tivesse alguma dúvida poderia ligar-lhe, a sua resposta foi positiva, disse-me que podia ligar à hora que quisesse.


Assim foi, passado uns dias, liguei… meia atrapalhada fui colocando algumas perguntas, o Miguel foi respondendo e a conversa foi dispersando, depois começámos a ficar sem assunto, mas nenhum de nós tinha vontade de desligar a chamada, ambos sentíamos que queríamos algo mais… o Miguel disse para quando tivesse disponibilidade para voltar a passar na seguradora. 


Passei no dia seguinte ao final da tarde, quase na hora de fechar a seguradora, levei um vestido preto, sentia-me provocante, o Miguel arregalou os olhos quando me viu, falámos sobre o seguro, mas era um pretexto… percebemos que a conversa ia noutro sentido. Como tal, combinámos sair a seguir.

Levou-me a um espaço relativamente perto, usufruímos de um lanche ajantarado, estava delicioso, tivemos uma conversa de conhecimento de parte a parte, soube que tinha 38 anos, morava sozinho, tinha um filho, gostava de praticar desporto e sair com amigos.

A conversa foi-se desenrolando, o tempo foi passando e sentia-me bem e mais à vontade com ele, já tínhamos vontade de sair dali… e o Miguel perguntou:

- A noite está agradável, o céu está limpo e estrelado, a lua está perfeita… posso fazer-te um convite?

- Vais levar-me ao céu? - sorri.

- Por acaso não, mas é um sítio que fica mais perto das nuvens.

- Quero conhecer. 


Segui-o no meu carro, fui atrás dele até umas casas nos arredores da cidade, estacionámos os carros, deu-me a mão e levou-me até sua casa, ficava no terceiro piso, fomos pelas escadas, cansou-me… entrámos e sentei-me no sofá… fiquei pensativa... estar mais perto das nuvens seria pela altura da sua casa?


Depois de conversarmos mais um pouco, surgiu um beijo na boca, ambos tínhamos essa vontade desde que os nossos olhos se cruzaram pela primeira vez… 

Agarrou a minha mão e disse… vou levar-te às nuvens…

Fiquei curiosa e com suspense para onde me ia levar?

Subimos um patamar de escadas, tínhamos chegado ao telhado da casa assente numa varanda, perto não havia casas com aquela altura, só víamos a cidade em pano de fundo, conjugação perfeita com o céu, voltámos ao nosso beijo, o Miguel apalpava-me e chegava o meu corpo para junto dele, roçava o seu pénis no meu corpo, as roupas começaram a sair dos nossos corpos, sentou-me num pequeno parapeito, lambeu-me as mamas, os meus bicos estavam bem duros, percorreu a sua língua até chegar à minha vagina com alguns pelos, chupou o meu clitóris… excitou-me ainda mais quando meteu dois dedos na minha coninha e um dedo no meu cuzinho… não consegui controlar-me e vi-me, tinha acabado de chegar às nuvens… ajoelhei-me à sua frente, estava louca… chupei o seu pau duro e babado, tinha uma ligeira inclinação para o lado esquerdo, mas era muito bom, tamanho perfeito e grossura ideal, soltava fluídos de esperma, cuspi-a para cima do pénis e continuava a agarrá-lo e a chupá-lo…


O Miguel pediu para parar, ergui-me… beijou-me a boca molhada, agarrou-me os meus seios ligeiramente descaídos, meteu-me dois dedos dentro da minha boca, chupei-os… estava entregue ao Miguel, a tudo o quisesse fazer com o meu corpo, só pensava no prazer de ambos… sentou-se novamente no parapeito, e eu pus-me em cima dele, sentir o seu pau a entrar bem dentro de mim foi uma sensação única… vários movimentos intensos fizeram-me quase vir novamente… o Miguel não estava a conseguir chegar ao orgasmo, levantámo-nos… fiquei apoiada à frente num ferro, empinei o cu para trás, via o céu e a cidade repleta de luzes… devagarinho o Miguel meteu dois dedos no meu cuzinho e lambeu o buraquinho, a seguir enterrou com jeitinho o seu pénis no meu cu… doeu um pedaço, mas depois era bem gostoso… ao mesmo tempo os meus dedos friccionavam o meu clitóris, o Miguel por trás apalpou-me as mamas e depois agarrou bem na minha cintura, ganhava balanço e fodia bem o meu cuzinho… o gemido do Miguel foi intenso, o leitinho dele já estava a escorrer do meu cuzinho…  


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Poucos dias bastaram para ter um envolvimento intenso, não deixei passar muito tempo, o tempo de espera podia ser prejudicial, assim superou as minhas expectativas, principalmente pelo lugar… porque o momento foi especial, repleto de excitação.



sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Henrique

Era Outono, as folhas que caíam das árvores preenchiam a estrada à frente de minha casa, o sol tímido aparecia entre as nuvens, ia para o meu trabalho, sentia-me um pouco em baixo, sempre fui uma mulher dinâmica, ativa e com uma vida social alargada, mas os dias não eram os melhores, quando chegava a casa já era noite, os dias curtos não estavam a ajudar-me. Tinha 30 anos, solteira e sentia falta de sexo, de entregar-me a alguém, a minha carência era elevada, pensava todos os dias num envolvimento que me deixasse em êxtase. 


Estava sem namorar há 4 anos, sentia-me insegura na sexualidade, embora nutrisse desejo por homens, se surgisse a oportunidade de envolver-me com uma mulher, ia deixar-me levar… na verdade o meu maior desejo era ter um orgasmo fosse com quem fosse.


Os dias da semana passavam rapidamente, os fins de semana chegavam velozmente, saía e procurava divertir-me, mas a minha timidez não permitia desbloquear algo que me favorecesse… não sabia como fazer para levar um homem ou mulher para a cama…

Deixava o tempo passar sem aproveitar como gostaria.


Um dia fui visitar a minha avó a sua casa, era domingo, o dia estava escuro, com vento e nublado… encontrei o meu primo Henrique, também tinha ido ver a avó, ele era muito acessível, simpático e sempre tive uma boa ligação com ele. Tinha 23 anos, aparentava ser mais velho, cabelo encaracolado, barba curta, o seu corpo era bem constituído, via-o uma a duas vezes por semana, naquele dia o nosso lanche foi em casa da avó, uma casa que ficava numa quinta grande com uma vinha imensa, árvores de fruto e um jardim, a avó já tinha bastante idade, havia uns senhores que cuidavam da quinta, após o lanche estava cansada e foi deitar-se um pouco. Eu e o Henrique ficámos a sós durante esse período. O Henrique perguntou:

- E se fôssemos dar uma volta pela quinta? Faz tempo que não passo por alguns sítios…

- Boa ideia… não me apetece estar dentro de casa… vamos lá…


O dia já estava a escurecer… passámos pela vinha, e íamos falando, o Henrique deu-me um elogio, disse que quanto mais eu envelhecia, melhor estava o meu corpo, mexeu comigo e com a minha carência, continuámos a caminhar e fomos até à zona das árvores de fruto, estavam despidas, sem folhas e eu imaginava-me despida também para o Henrique… percorremos um caminho estreito e os nossos corpos tocavam-se um no outro, até chegarmos ao jardim…. Ficava num recanto com muros à volta, nada nem ninguém nos via ali, o Henrique sempre foi um pouco atrevido, e eu sentia que algo se ia passar entre nós, sentia um arrepio nas costas, o ritmo cardíaco estava acelerado… a aproximação seria o clique para o envolvimento… 


O Henrique perguntou se eu estava com frio, disse-lhe que sim… chegou-se para perto de mim, abraçou-me… aconchegou-me e esfregou a sua mão nas minhas costas, senti-me aquecida e tentada ao beijo… perdi a vergonha e a minha boca foi ter com a boca dele, demos um beijo molhado e prolongado, ficámos sem ar… estávamos excitados, com vontade de fazer sexo, naquele momento, naquele local… o Henrique sentou-se no banco do jardim… puxou as calças para baixo, fiz-lhe sexo oral… que saudades de sentir um pau duro e grosso na minha boca e língua… a seguir foi a minha vez de puxar as minhas calças, sentei-me abri as pernas e o Henrique fez-me um minete esplendoroso… que momento prazeroso! Por pouco atingia o orgasmo… apoiei as minhas mãos no encosto do banco do jardim, inclinei o rabo para trás, disse ao Henrique para foder-me devagarinho, já não fazia há muito tempo, enterrou-me lentamente, tinha a cona fechadinha, parecia virgem… que sensação sentir o seu pau duro a chegar até ao fundo… enquanto me fodia, apalpava-me as mamas, estava a ser muito bom, continuou… fodeu muito e eu não aguentei mais, estremeci e atingi o orgasmo. A seguir voltei a chupar o pau bom do meu primo, fiz o broche até ao fim… senti o seu leitinho todo dentro da minha boca, engoli tudinho…  


                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Tanto esperei e desejei algo assim e aconteceu no local menos esperado e muito menos pensava que pudesse vir a ser com o meu primo. Foi excelente, senti-me uma vadia, mas deixou-me supersatisfeita.