domingo, 25 de setembro de 2022

Joel

Estava divorciada há 3 anos, e com 50 de idade a minha vida era passada em casa, ocupava o tempo a arrumar, a ler, a cozinhar, as minhas poucas saídas além de ir trabalhar era levar o meu filho de 12 anos aos treinos de basquetebol.


Sentia que estava numa fase que vendo qualquer homem pela frente aumentava o meu desejo para ter um momento de sexo puro e intenso, andava carente… o meu apetite sexual era voraz, queria algo que me deixasse consolada.

Comecei a assistir aos treinos de basquetebol do meu filho e a reparar no treinador, o Joel, era um homem com 45 anos, entroncado, usava barba, uma voz grossa, a sua liderança no grupo era bem ativa. Sentia-me atraída, teria de tentar uma aproximação para perceber se seria correspondida.


Um dia após o treino dirigi-me ao treinador, fiz algumas perguntas sobre a adaptação do meu filho ao desporto, e qual a opinião que o treinador tinha sobre ele, e mostrei interesse em fazer parte da secção de basquetebol, como diretora, podendo ajudar no que fosse necessário.

A resposta foi positiva e passei a acompanhar os treinos e jogos do meu filho, e também estava mais próxima do Joel, era um homem divertido, sempre pronto a ajudar, tinha algum mau feitio, principalmente quando perdia, mas no geral gostava da sua forma de ser.


Passados uns meses, quase que subia as paredes de desejo, não ia aguentar mais tempo sem sexo, não podia deixar passar o dia que idealizei para o fazer. Num sábado ao final da tarde, tivemos jogo fora e por acaso coincidiu com uma vitória, durante o fim de semana ia ficar sozinha porque o meu filho ia para casa do pai. Durante o caminho perguntei ao Joel se tinha interesse em jantar comigo. A sua resposta foi um "sim", até me disse que já tinha a intenção de me ter convidado.


Fomos jantar a um restaurante que tinha aberto fazia pouco tempo, era a nossa primeira vez naquele local, a comida era boa, o vinho também, a conversa prolongou-se e saímos tarde, estávamos animados e a vontade era de prolongarmos a noite por mais tempo, sabendo que estava sozinha em casa e morava mais perto, o nosso destino foi deslocar-nos até minha casa.

Entrámos e o calor abrasava o meu corpo, tirei alguma roupa, o Joel disse que sentia o rosto quente, ambos tínhamos o corpo à espera do toque e da entrega. Não demorou muito tempo, sentados no sofá, a minha mão foi de encontro ao seu corpo, os nossos lábios colaram, o beijo incendiou-se… ficámos sem roupa, iniciei uma boa punheta no Joel, o seu pau era médio, mais para o grosso, a seguir meti na minha boca o seu pau, mas a sua ereção não correspondia ao que eu pretendia, teria sido o álcool que o fazia perder o tesão? 


A seguir lambeu-me a vulva, a minha coninha estava molhada e desejosa para ser enterrada. O Joel enfiou o seu pénis, mas estava mole, não me estava a satisfazer, disfarcei e dei uns gemidos para tentar que crescesse o seu tesão, percebi que ele estava a lidar mal com a situação. Tirou o seu pénis… abriu-me as pernas… deu-me um beijo molhado na boca, lambeu-me os seios e apalpou-os… o meu tesão era muito… a sua boca voltou à minha coninha, enfiou os seus dedos, fechei os olhos e imaginei que fosse o seu pénis a entrar dentro de mim, continuou a fazer movimentos com os dedos, giravam dentro de mim, a sua língua lambia e chupava o meu clitóris, as minhas mãos esfregavam no seu cabelo, sentia a sua respiração ofegante, com falta de ar, o seu chupar era com uma sequência bem forte, estava toda babada e prestes a ter o orgasmo, aumentou o ritmo dos dedos, e eu atingi o clímax, soltei um gemido forte, apertei as pernas com a sua cabeça no meio… foi magistral.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Embora sentisse vontade de ter um pau duro dentro de mim, o Joel não conseguiu ter uma ereção, mas o minete que fez valeu por uma boa foda. Noutras vezes voltámos a tentar, mas a sua performance na cama nunca foi prazerosa, só valia pelos bons minetes que fazia.

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