Era Outono, as folhas que caíam das árvores preenchiam a estrada à frente de minha casa, o sol tímido aparecia entre as nuvens, ia para o meu trabalho, sentia-me um pouco em baixo, sempre fui uma mulher dinâmica, ativa e com uma vida social alargada, mas os dias não eram os melhores, quando chegava a casa já era noite, os dias curtos não estavam a ajudar-me. Tinha 30 anos, solteira e sentia falta de sexo, de entregar-me a alguém, a minha carência era elevada, pensava todos os dias num envolvimento que me deixasse em êxtase.
Estava sem namorar há 4 anos, sentia-me insegura na sexualidade, embora nutrisse desejo por homens, se surgisse a oportunidade de envolver-me com uma mulher, ia deixar-me levar… na verdade o meu maior desejo era ter um orgasmo fosse com quem fosse.
Os dias da semana passavam rapidamente, os fins de semana chegavam velozmente, saía e procurava divertir-me, mas a minha timidez não permitia desbloquear algo que me favorecesse… não sabia como fazer para levar um homem ou mulher para a cama…
Deixava o tempo passar sem aproveitar como gostaria.
Um dia fui visitar a minha avó a sua casa, era domingo, o dia estava escuro, com vento e nublado… encontrei o meu primo Henrique, também tinha ido ver a avó, ele era muito acessível, simpático e sempre tive uma boa ligação com ele. Tinha 23 anos, aparentava ser mais velho, cabelo encaracolado, barba curta, o seu corpo era bem constituído, via-o uma a duas vezes por semana, naquele dia o nosso lanche foi em casa da avó, uma casa que ficava numa quinta grande com uma vinha imensa, árvores de fruto e um jardim, a avó já tinha bastante idade, havia uns senhores que cuidavam da quinta, após o lanche estava cansada e foi deitar-se um pouco. Eu e o Henrique ficámos a sós durante esse período. O Henrique perguntou:
- E se fôssemos dar uma volta pela quinta? Faz tempo que não passo por alguns sítios…
- Boa ideia… não me apetece estar dentro de casa… vamos lá…
O dia já estava a escurecer… passámos pela vinha, e íamos falando, o Henrique deu-me um elogio, disse que quanto mais eu envelhecia, melhor estava o meu corpo, mexeu comigo e com a minha carência, continuámos a caminhar e fomos até à zona das árvores de fruto, estavam despidas, sem folhas e eu imaginava-me despida também para o Henrique… percorremos um caminho estreito e os nossos corpos tocavam-se um no outro, até chegarmos ao jardim…. Ficava num recanto com muros à volta, nada nem ninguém nos via ali, o Henrique sempre foi um pouco atrevido, e eu sentia que algo se ia passar entre nós, sentia um arrepio nas costas, o ritmo cardíaco estava acelerado… a aproximação seria o clique para o envolvimento…
O Henrique perguntou se eu estava com frio, disse-lhe que sim… chegou-se para perto de mim, abraçou-me… aconchegou-me e esfregou a sua mão nas minhas costas, senti-me aquecida e tentada ao beijo… perdi a vergonha e a minha boca foi ter com a boca dele, demos um beijo molhado e prolongado, ficámos sem ar… estávamos excitados, com vontade de fazer sexo, naquele momento, naquele local… o Henrique sentou-se no banco do jardim… puxou as calças para baixo, fiz-lhe sexo oral… que saudades de sentir um pau duro e grosso na minha boca e língua… a seguir foi a minha vez de puxar as minhas calças, sentei-me abri as pernas e o Henrique fez-me um minete esplendoroso… que momento prazeroso! Por pouco atingia o orgasmo… apoiei as minhas mãos no encosto do banco do jardim, inclinei o rabo para trás, disse ao Henrique para foder-me devagarinho, já não fazia há muito tempo, enterrou-me lentamente, tinha a cona fechadinha, parecia virgem… que sensação sentir o seu pau duro a chegar até ao fundo… enquanto me fodia, apalpava-me as mamas, estava a ser muito bom, continuou… fodeu muito e eu não aguentei mais, estremeci e atingi o orgasmo. A seguir voltei a chupar o pau bom do meu primo, fiz o broche até ao fim… senti o seu leitinho todo dentro da minha boca, engoli tudinho…
Tanto esperei e desejei algo assim e aconteceu no local menos esperado e muito menos pensava que pudesse vir a ser com o meu primo. Foi excelente, senti-me uma vadia, mas deixou-me supersatisfeita.

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