domingo, 25 de setembro de 2022

Joel

Estava divorciada há 3 anos, e com 50 de idade a minha vida era passada em casa, ocupava o tempo a arrumar, a ler, a cozinhar, as minhas poucas saídas além de ir trabalhar era levar o meu filho de 12 anos aos treinos de basquetebol.


Sentia que estava numa fase que vendo qualquer homem pela frente aumentava o meu desejo para ter um momento de sexo puro e intenso, andava carente… o meu apetite sexual era voraz, queria algo que me deixasse consolada.

Comecei a assistir aos treinos de basquetebol do meu filho e a reparar no treinador, o Joel, era um homem com 45 anos, entroncado, usava barba, uma voz grossa, a sua liderança no grupo era bem ativa. Sentia-me atraída, teria de tentar uma aproximação para perceber se seria correspondida.


Um dia após o treino dirigi-me ao treinador, fiz algumas perguntas sobre a adaptação do meu filho ao desporto, e qual a opinião que o treinador tinha sobre ele, e mostrei interesse em fazer parte da secção de basquetebol, como diretora, podendo ajudar no que fosse necessário.

A resposta foi positiva e passei a acompanhar os treinos e jogos do meu filho, e também estava mais próxima do Joel, era um homem divertido, sempre pronto a ajudar, tinha algum mau feitio, principalmente quando perdia, mas no geral gostava da sua forma de ser.


Passados uns meses, quase que subia as paredes de desejo, não ia aguentar mais tempo sem sexo, não podia deixar passar o dia que idealizei para o fazer. Num sábado ao final da tarde, tivemos jogo fora e por acaso coincidiu com uma vitória, durante o fim de semana ia ficar sozinha porque o meu filho ia para casa do pai. Durante o caminho perguntei ao Joel se tinha interesse em jantar comigo. A sua resposta foi um "sim", até me disse que já tinha a intenção de me ter convidado.


Fomos jantar a um restaurante que tinha aberto fazia pouco tempo, era a nossa primeira vez naquele local, a comida era boa, o vinho também, a conversa prolongou-se e saímos tarde, estávamos animados e a vontade era de prolongarmos a noite por mais tempo, sabendo que estava sozinha em casa e morava mais perto, o nosso destino foi deslocar-nos até minha casa.

Entrámos e o calor abrasava o meu corpo, tirei alguma roupa, o Joel disse que sentia o rosto quente, ambos tínhamos o corpo à espera do toque e da entrega. Não demorou muito tempo, sentados no sofá, a minha mão foi de encontro ao seu corpo, os nossos lábios colaram, o beijo incendiou-se… ficámos sem roupa, iniciei uma boa punheta no Joel, o seu pau era médio, mais para o grosso, a seguir meti na minha boca o seu pau, mas a sua ereção não correspondia ao que eu pretendia, teria sido o álcool que o fazia perder o tesão? 


A seguir lambeu-me a vulva, a minha coninha estava molhada e desejosa para ser enterrada. O Joel enfiou o seu pénis, mas estava mole, não me estava a satisfazer, disfarcei e dei uns gemidos para tentar que crescesse o seu tesão, percebi que ele estava a lidar mal com a situação. Tirou o seu pénis… abriu-me as pernas… deu-me um beijo molhado na boca, lambeu-me os seios e apalpou-os… o meu tesão era muito… a sua boca voltou à minha coninha, enfiou os seus dedos, fechei os olhos e imaginei que fosse o seu pénis a entrar dentro de mim, continuou a fazer movimentos com os dedos, giravam dentro de mim, a sua língua lambia e chupava o meu clitóris, as minhas mãos esfregavam no seu cabelo, sentia a sua respiração ofegante, com falta de ar, o seu chupar era com uma sequência bem forte, estava toda babada e prestes a ter o orgasmo, aumentou o ritmo dos dedos, e eu atingi o clímax, soltei um gemido forte, apertei as pernas com a sua cabeça no meio… foi magistral.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Embora sentisse vontade de ter um pau duro dentro de mim, o Joel não conseguiu ter uma ereção, mas o minete que fez valeu por uma boa foda. Noutras vezes voltámos a tentar, mas a sua performance na cama nunca foi prazerosa, só valia pelos bons minetes que fazia.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Cláudia

A minha vida sexual iniciou-se muito cedo, com 13 anos já tinha perdido a virgindade, namorava com uma rapariga quatro anos mais velha do que eu. Sempre tive a tendência para apreciar e envolver-me com mulheres acima da minha idade… Tinha 18 anos e o meu fetiche era fazer sexo com uma mulher madura, na casa dos 30 ou 40 anos, que soubesse dar prazer…  numa entrega total, sem tabus, nem pudores… que a chama do tesão nos levasse para um intenso momento a dois.

No verão, eu, a minha irmã e os meus pais, fomos passar uma semana de férias a casa da minha tia Cláudia, o contacto entre nós através do telemóvel era frequente, mas já não estava com ela há dois anos. Morava perto da praia, gostava dela, ela tinha interesse pelas notas que eu tirava na escola, era preocupada com os meus problemas, partilhava segredos.


A minha tia morava sozinha, tinha 39 anos, era advogada e recentemente divorciara-se, esteve casada durante sete anos, não tinha filhos, o seu corpo era delgado e os olhos claros embelezavam-lhe ainda mais o rosto, tinha um sinal no queixo, era uma mulher sensual e os homens não ficavam indiferentes com a sua presença.


Quando chegámos a casa dela, num sábado à tarde, estava à nossa espera e o seu olhar prendeu-se no meu… e exclamou:

- Estás muito crescido… e lindo… muito parecido com a tua tia! - sorriu.

- A tia é que está fantástica, parece que tem a minha idade.

Demos um abraço, sentíamos saudades um do outro, cumprimentou a restante família e entrámos na sua casa, o seu aspeto era feliz, o divórcio não a afetara… fui desfazer a minha mala ao quarto, sentei-me em cima da cama e a tia veio para junto de mim, tivemos uma boa conversa.


Disse-me que ia trabalhar até quarta-feira, mas que depois queria aproveitar uns dias de praia connosco. Até esse dia só a via à noite, mas tínhamos conversas pela madrugada fora, existia muita cumplicidade entre nós. 

Na quinta-feira fomos todos juntos para a praia, deitou-se na areia, tirou as calças e a blusa e ficou de biquíni preto, o fio dental fazia sobressair o seu rabo, pele bronzeada e nos seus seios pequenos notava-se os bicos das mamas tesos. 

Aquela imagem ficou na minha cabeça, senti desejo por ela, aumentou a minha excitação.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


No dia seguinte, os meus pais e a minha irmã foram para a praia de manhã cedo, eu fiquei a dormir… depois vieram almoçar e a seguir quiseram ir dar um passeio… eu disse-lhes que ia ficar por casa, não me apetecia ir, a minha tia também não foi, disse que tinha de resolver umas coisas.

Estávamos os dois sozinhos em casa, após o almoço ajudei-a a arrumar a casa, nesse período houve trocas de olhares e algumas insinuações e conversas mais quentes sobre relações passadas de ambos.

A meio da tarde foi tomar banho…deixou a porta do wc entreaberta e no fim do seu banho chamou-me… pediu-me que lhe chegasse uma toalha para secar-se… deixei a toalha perto dela, e saí… deitei-me em cima da cama… fechei os olhos e ouvia os passos da minha tia a aproximar-se… abri os olhos, a minha tia estava à entrada do quarto, enrolada na toalha, após sorrir para mim, deixou cair a toalha… o seu corpo nu e bem delineado fez-me colar o olhar e o meu rosto corou… a cor da pele nas mamas e na vagina era clara, tinham a marca do biquíni, o púbis tinha o pelo curto… aproximou-se e foi ter comigo à cama…


O seu cheiro adocicado entrou pelas minhas narinas, o seu corpo nu veio para cima de mim, apoiou as mãos nos meus braços abertos, e lambeu os meus lábios, fiquei a arrepiado e sem ação… perguntou se podia continuar, eu disse-lhe que queria entregar-me a ela, e dar-lhe prazer… Despi-me… deu-me um beijo de língua, os seus lábios eram macios e carnudos, a sua língua percorreu o meu pescoço, as suas mãos passaram pelo meu peito… tocou uma punheta, o meu pau estava todo babado, ela meteu-o dentro da boca, chupou-o intensamente… fluídos de esperma ficavam a escorrer da sua boca… ficou de quatro, por trás a minha língua lambia a entrada do seu cuzinho, e descia até à sua coninha, lambia-a muito, sentia o mel na minha boca. Sentei-me na cama, e a minha tia veio para cima de mim, chupei-lhe os bicos das mamas, adorei sentir as mamas dela dentro da minha boca, o movimento crescia, o ritmo aumentava, o tesão era grande, sentia a sua coninha bem molhada, estava a ficar louca, gemia fortemente… continuámos nessa posição, agarrou-se a mim, percorreu a pele das minhas costas com as unhas, arranhando, e veio-se… segundos depois o meu leitinho soltava-se dentro da sua cona.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nos dias seguintes, veio ter comigo à noite à minha cama, e o envolvimento era sempre intenso, ensinou-me o caminho do prazer, ganhei experiência sexual com os ensinamentos da minha tia.

Foram umas férias que jamais vou esquecer, adorei tudo o que senti.



segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Miguel

Numa das visitas que fazia a casa dos meus pais, a viagem não correu bem, tive um acidente de carro, bati nos rails da autoestrada e fiquei ferida com alguma gravidade. Tinha 36 anos e foi o maior susto que tive na minha vida, passei por alguns meses de recuperação.

Morava sozinha há três anos, a minha única companhia era uma coelha de estimação, embora tivesse tido algumas relações e visitas a minha casa, nunca foram suficientemente fortes para morar junta com alguém ou até casar.


O momento vivido no acidente ficou marcado em mim, a única sequela psíquica que tive foi ficar com medo de conduzir, fisicamente fiquei totalmente recuperada.  

Um dia tive de deslocar-me até à minha companhia de seguros para tratar de uns assuntos. Enquanto aguardava para ser atendida os meus olhos foram de encontro a um homem que estava numa secretária… nunca o tinha visto antes, era um funcionário novo, vestido com um fato, barba aparada, lábios grossos e cabelo preto curto, o seu olhar percorria o meu corpo… e eu disfarçando, não desviava os olhos, iam sempre ao seu encontro.

Fui atendida por ele, prestável e simpático, auxiliou-me e resolveu os assuntos que eu tinha para tratar… quando fez um telefonema, a sua voz bem colocada e o seu olhar dirigido a mim, despertava-me para algo inexplicável… a minha voz quando saía da minha boca, era meia tremida e algumas palavras não saíam com boa dicção, aquele homem mexeu muito comigo.


Após aquele encontro na companhia de seguros, fiquei com um cartão que tinha o seu contacto, chamava-se Miguel… fiquei com vontade de ligar, mas não tinha motivo para o fazer, também não sabia se tinha alguma relação… teria de arranjar forma de conhecê-lo melhor. 

Voltei à seguradora, levei uns papéis do carro do meu pai, quis mudar o seu seguro do carro, acertámos a mudança, e perguntei se tivesse alguma dúvida poderia ligar-lhe, a sua resposta foi positiva, disse-me que podia ligar à hora que quisesse.


Assim foi, passado uns dias, liguei… meia atrapalhada fui colocando algumas perguntas, o Miguel foi respondendo e a conversa foi dispersando, depois começámos a ficar sem assunto, mas nenhum de nós tinha vontade de desligar a chamada, ambos sentíamos que queríamos algo mais… o Miguel disse para quando tivesse disponibilidade para voltar a passar na seguradora. 


Passei no dia seguinte ao final da tarde, quase na hora de fechar a seguradora, levei um vestido preto, sentia-me provocante, o Miguel arregalou os olhos quando me viu, falámos sobre o seguro, mas era um pretexto… percebemos que a conversa ia noutro sentido. Como tal, combinámos sair a seguir.

Levou-me a um espaço relativamente perto, usufruímos de um lanche ajantarado, estava delicioso, tivemos uma conversa de conhecimento de parte a parte, soube que tinha 38 anos, morava sozinho, tinha um filho, gostava de praticar desporto e sair com amigos.

A conversa foi-se desenrolando, o tempo foi passando e sentia-me bem e mais à vontade com ele, já tínhamos vontade de sair dali… e o Miguel perguntou:

- A noite está agradável, o céu está limpo e estrelado, a lua está perfeita… posso fazer-te um convite?

- Vais levar-me ao céu? - sorri.

- Por acaso não, mas é um sítio que fica mais perto das nuvens.

- Quero conhecer. 


Segui-o no meu carro, fui atrás dele até umas casas nos arredores da cidade, estacionámos os carros, deu-me a mão e levou-me até sua casa, ficava no terceiro piso, fomos pelas escadas, cansou-me… entrámos e sentei-me no sofá… fiquei pensativa... estar mais perto das nuvens seria pela altura da sua casa?


Depois de conversarmos mais um pouco, surgiu um beijo na boca, ambos tínhamos essa vontade desde que os nossos olhos se cruzaram pela primeira vez… 

Agarrou a minha mão e disse… vou levar-te às nuvens…

Fiquei curiosa e com suspense para onde me ia levar?

Subimos um patamar de escadas, tínhamos chegado ao telhado da casa assente numa varanda, perto não havia casas com aquela altura, só víamos a cidade em pano de fundo, conjugação perfeita com o céu, voltámos ao nosso beijo, o Miguel apalpava-me e chegava o meu corpo para junto dele, roçava o seu pénis no meu corpo, as roupas começaram a sair dos nossos corpos, sentou-me num pequeno parapeito, lambeu-me as mamas, os meus bicos estavam bem duros, percorreu a sua língua até chegar à minha vagina com alguns pelos, chupou o meu clitóris… excitou-me ainda mais quando meteu dois dedos na minha coninha e um dedo no meu cuzinho… não consegui controlar-me e vi-me, tinha acabado de chegar às nuvens… ajoelhei-me à sua frente, estava louca… chupei o seu pau duro e babado, tinha uma ligeira inclinação para o lado esquerdo, mas era muito bom, tamanho perfeito e grossura ideal, soltava fluídos de esperma, cuspi-a para cima do pénis e continuava a agarrá-lo e a chupá-lo…


O Miguel pediu para parar, ergui-me… beijou-me a boca molhada, agarrou-me os meus seios ligeiramente descaídos, meteu-me dois dedos dentro da minha boca, chupei-os… estava entregue ao Miguel, a tudo o quisesse fazer com o meu corpo, só pensava no prazer de ambos… sentou-se novamente no parapeito, e eu pus-me em cima dele, sentir o seu pau a entrar bem dentro de mim foi uma sensação única… vários movimentos intensos fizeram-me quase vir novamente… o Miguel não estava a conseguir chegar ao orgasmo, levantámo-nos… fiquei apoiada à frente num ferro, empinei o cu para trás, via o céu e a cidade repleta de luzes… devagarinho o Miguel meteu dois dedos no meu cuzinho e lambeu o buraquinho, a seguir enterrou com jeitinho o seu pénis no meu cu… doeu um pedaço, mas depois era bem gostoso… ao mesmo tempo os meus dedos friccionavam o meu clitóris, o Miguel por trás apalpou-me as mamas e depois agarrou bem na minha cintura, ganhava balanço e fodia bem o meu cuzinho… o gemido do Miguel foi intenso, o leitinho dele já estava a escorrer do meu cuzinho…  


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Poucos dias bastaram para ter um envolvimento intenso, não deixei passar muito tempo, o tempo de espera podia ser prejudicial, assim superou as minhas expectativas, principalmente pelo lugar… porque o momento foi especial, repleto de excitação.



sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Henrique

Era Outono, as folhas que caíam das árvores preenchiam a estrada à frente de minha casa, o sol tímido aparecia entre as nuvens, ia para o meu trabalho, sentia-me um pouco em baixo, sempre fui uma mulher dinâmica, ativa e com uma vida social alargada, mas os dias não eram os melhores, quando chegava a casa já era noite, os dias curtos não estavam a ajudar-me. Tinha 30 anos, solteira e sentia falta de sexo, de entregar-me a alguém, a minha carência era elevada, pensava todos os dias num envolvimento que me deixasse em êxtase. 


Estava sem namorar há 4 anos, sentia-me insegura na sexualidade, embora nutrisse desejo por homens, se surgisse a oportunidade de envolver-me com uma mulher, ia deixar-me levar… na verdade o meu maior desejo era ter um orgasmo fosse com quem fosse.


Os dias da semana passavam rapidamente, os fins de semana chegavam velozmente, saía e procurava divertir-me, mas a minha timidez não permitia desbloquear algo que me favorecesse… não sabia como fazer para levar um homem ou mulher para a cama…

Deixava o tempo passar sem aproveitar como gostaria.


Um dia fui visitar a minha avó a sua casa, era domingo, o dia estava escuro, com vento e nublado… encontrei o meu primo Henrique, também tinha ido ver a avó, ele era muito acessível, simpático e sempre tive uma boa ligação com ele. Tinha 23 anos, aparentava ser mais velho, cabelo encaracolado, barba curta, o seu corpo era bem constituído, via-o uma a duas vezes por semana, naquele dia o nosso lanche foi em casa da avó, uma casa que ficava numa quinta grande com uma vinha imensa, árvores de fruto e um jardim, a avó já tinha bastante idade, havia uns senhores que cuidavam da quinta, após o lanche estava cansada e foi deitar-se um pouco. Eu e o Henrique ficámos a sós durante esse período. O Henrique perguntou:

- E se fôssemos dar uma volta pela quinta? Faz tempo que não passo por alguns sítios…

- Boa ideia… não me apetece estar dentro de casa… vamos lá…


O dia já estava a escurecer… passámos pela vinha, e íamos falando, o Henrique deu-me um elogio, disse que quanto mais eu envelhecia, melhor estava o meu corpo, mexeu comigo e com a minha carência, continuámos a caminhar e fomos até à zona das árvores de fruto, estavam despidas, sem folhas e eu imaginava-me despida também para o Henrique… percorremos um caminho estreito e os nossos corpos tocavam-se um no outro, até chegarmos ao jardim…. Ficava num recanto com muros à volta, nada nem ninguém nos via ali, o Henrique sempre foi um pouco atrevido, e eu sentia que algo se ia passar entre nós, sentia um arrepio nas costas, o ritmo cardíaco estava acelerado… a aproximação seria o clique para o envolvimento… 


O Henrique perguntou se eu estava com frio, disse-lhe que sim… chegou-se para perto de mim, abraçou-me… aconchegou-me e esfregou a sua mão nas minhas costas, senti-me aquecida e tentada ao beijo… perdi a vergonha e a minha boca foi ter com a boca dele, demos um beijo molhado e prolongado, ficámos sem ar… estávamos excitados, com vontade de fazer sexo, naquele momento, naquele local… o Henrique sentou-se no banco do jardim… puxou as calças para baixo, fiz-lhe sexo oral… que saudades de sentir um pau duro e grosso na minha boca e língua… a seguir foi a minha vez de puxar as minhas calças, sentei-me abri as pernas e o Henrique fez-me um minete esplendoroso… que momento prazeroso! Por pouco atingia o orgasmo… apoiei as minhas mãos no encosto do banco do jardim, inclinei o rabo para trás, disse ao Henrique para foder-me devagarinho, já não fazia há muito tempo, enterrou-me lentamente, tinha a cona fechadinha, parecia virgem… que sensação sentir o seu pau duro a chegar até ao fundo… enquanto me fodia, apalpava-me as mamas, estava a ser muito bom, continuou… fodeu muito e eu não aguentei mais, estremeci e atingi o orgasmo. A seguir voltei a chupar o pau bom do meu primo, fiz o broche até ao fim… senti o seu leitinho todo dentro da minha boca, engoli tudinho…  


                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Tanto esperei e desejei algo assim e aconteceu no local menos esperado e muito menos pensava que pudesse vir a ser com o meu primo. Foi excelente, senti-me uma vadia, mas deixou-me supersatisfeita.




segunda-feira, 25 de julho de 2022

Patrícia

Apaixonei-me por uma mulher ligada à natureza e aos animais, a Patrícia era Bióloga e vegan, tinha 39 anos e muito tempo dedicado ao ambiente e a tudo o que era natural, sem químicos, sem poluição… possuía uma quinta com variadas árvores de fruto, culturas de legumes e muitos animais. 


Eu tinha 40 anos, despedi-me do trabalho que desempenhava na cidade e dediquei-me a ajudar a Patrícia na sua quinta na aldeia, a minha vida mudou 180 graus, os dias eram ocupados a tratar de animais, apanhar legumes na horta, comprara recentemente um trator, que usava no campo, tornara-me um agricultor. 

O nosso trabalho era diário, havia sempre alguma coisa para fazer, e tínhamos algumas pessoas que vinham para a quinta ajudar… a venda dos produtos e a rentabilidade do espaço, juntamente com o gosto que tínhamos pelo que fazíamos era um fator aliciante para continuarmos a viver da forma que escolhemos.


Estávamos sempre muito próximos, passávamos o dia juntos desde que o sol nascia até ao pôr-do-sol. A nossa ligação era muito forte, não sabíamos o que era discutir, o entendimento entre nós era perfeito. 


Um dia tivemos um fim de semana com menos trabalho, com a ajuda de amigos decidimos construir uma casa de madeira numa árvore da quinta, a árvore era grande e consistente, forte para aguentar as tábuas da construção… deu bastante trabalho, foram precisos vários dias para ficar uma casa dentro do que gostávamos de ter.


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest



Uma casa pequena, com um quarto, uma sala que fazia de cozinha também e um WC, era confortável, acolhedora, resistente e adorávamos passar as tardes por lá… sentados à varanda… passávamos o tempo a ver a paisagem sobre a quinta, víamos os terrenos, de longe os animais, o tempo era ocupado a ler, na descontração e a descansar.


Era final de tarde, os últimos raios de sol do dia atravessavam os ramos das árvores… eu e Patrícia sentíamos a brisa fresca a correr, ouvíamos o som das folhas e o chilrear dos pássaros, o sol ia descendo até cair a noite… a Patrícia estava encostada a mim, a sua mão passou por cima dos meus calções na direção do meu pénis, a seguir meteu a mão dentro dos calções e mexeu nele… o meu pau subiu e o tesão aumentava, olhou para mim e sorriu, desceu os calções e iniciou um broche, a sua boca chupava bem demais, a mão acompanhava com uma punheta, o meu pau estava todo babado, a Patrícia veio até à minha boca e demos um beijo de língua intenso, entrámos em casa, com a Patrícia deitada no chão subi o seu vestido, os meus dedos entravam na sua cona e lambia-lhe o clitóris e a sua vulva, o meu minete deliciou-a… em pé demos um abraço, a noite já estava por cima de nós…

No quarto a Patrícia apoiou o peito em cima da cama, por trás enterrei-lhe o pénis bem forte, com os movimentos vigorosos, o prazer aumentava, a seguir ficou de lado e voltei a penetrá-la… cheguei ao orgasmo… a seguir voltei a lamber a coninha da Patrícia e a meter os dedos, e veio-se compulsivamente.


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A natureza conjugada com o amor que sentimos por quem amamos, é mágico… a mudança que tive na minha vida foi compensada por tudo o que aprendi e vivi com a Patrícia. 





sexta-feira, 15 de julho de 2022

Rafael

As minhas experiências amorosas eram vastas… como mulher já tinha tido envolvimentos com outras mulheres, o que achei fantástico, fiz sexo em grupo, ménages… tendo gostado mais de ter dois homens comigo ao mesmo tempo. Todas essas ligações foram importantes para mim, soube conhecer bem o meu corpo, descobrir várias formas de prazer, o sexo era o meu ponto de abrigo, adorava ter experiências novas e diferentes, nunca tive relações duradouras. Como tal, aos 52 anos estava solteira.


A minha autoestima sempre esteve em alta, embora o meu corpo tivesse sempre com uns quilos a mais, nunca fui abaixo, sempre tive com quem fazer sexo, bastava querer… 

Tornei-me independente muito cedo, comecei a morar sozinha com 18 anos, aprendi a viver comigo mesma, e se as paredes da minha casa falassem iam ter muito para contar… foram muitos orgasmos.


Tinha um amigo especial, chamado Rafael conhecia-o há 20 anos, estivemos juntos em momentos com muita excitação, foram experiências loucas que nos encheram de muito prazer.

Por vezes estávamos juntos, quando visitava a minha casa trazia sempre uma prendinha para mim. O Rafael era divorciado, tinha 50 anos, o seu corpo era gordo, tinha entradas no cabelo grisalho, sempre teve um lado aventureiro, homem um pouco bruto de quem eu gostava, sabia surpreender uma mulher, era imprevisível e espontâneo.


O Rafael teve um tempo desempregado, depois arranjou um trabalho como camionista, fazia viagens nacionais e às vezes pela Europa. Como morava longe de mim, falávamos pelo telemóvel, dizia que estava feliz com o seu novo emprego.

Um dia ligou-me e disse que tinha saudades minhas, que sentia desejo de estar comigo, aquelas suas palavras deixaram-me com muita vontade de dar-lhe um abraço e de entregar-me a si... perguntei:

- Rafael, estás longe?

- Estou em França, daqui a uns dias regresso e vou passar perto da tua zona.

- Hum… vais querer matar saudades?

- Se houver essa possibilidade, gostava de estar contigo.

- Ok… depois avisa porque também quero muito estar contigo.


Aqueles dias seguintes, fizeram-me pensar muito nele, masturbei-me várias vezes com o Rafael no meu pensamento, os meus dedos e o dildo deixavam-me satisfeita, mas sentia falta dos seus beijos, do toque, dos gemidos, dos arrepios… 

O meu corpo pedia o Rafael, o relógio parecia que estava sempre na mesma hora, os dias demoravam a passar, nunca tinha sentido tanta vontade de fazer sexo como naqueles dias.


O Rafael informou que já tinha entrado no nosso país, não demoraria muito a chegar até mim, o meu ritmo cardíaco aumentou, sabia que já faltava pouco para o sentir.

Combinámos que iria ter com ele, deixou o camião num parque a 20 km de minha casa, saí e, à medida que percorria o caminho, já nem me lembrava dos locais que ficavam para trás, só pensava no que faltava passar para chegar até ao Rafael.


Entretanto, cheguei, aproximei-me do seu camião, esperava-me dentro dele, desceu e deu-me um abraço, senti-me protegida e aconchegada nos seus braços fortes, colada ao seu corpo.

Estivemos dois meses sem estarmos juntos, ambos sentíamos muita vontade de nos entregarmos um ao outro. A temperatura estava amena, levei um vestido até meio da perna e sem cuecas vestidas… subimos até dentro do camião. 


Fomos diretamente para a cama da cabine, os nossos beijos eram ardentes, o Rafael puxou o fecho do meu vestido e fiquei só de sutiã, a sua mão apalpava-me as mamas mexendo nos meus bicos, descia e passava a mão pela minha vagina, sentia-me molhada… o Rafael desceu as calças e os boxers, a minha mão pequena agarrou no seu pau babado, não era grande, mas era bem grosso, com ele deitado, a minha boca foi até ao seu pénis, tinha-o todo dentro da minha boca, chupei-o bem. Que vontade de fazer um bom broche! 

O Rafael veio para cima de mim com o seu lado bruto, beijou-me… mordeu-me o lábio inferior, depois de lamber as mamas, abanou-as com as mãos e deu-lhe umas palmadas, a seguir com a sua mão grossa deu-me um estalo na cara com alguma força, suada e desejosa tudo o que fazia excitava-me… enfiou-me o pénis na cona… a minha sensibilidade estava à flor da pele, após vários movimentos do Rafael, estremeci e tive um orgasmo… continuámos a foder intensamente… pus-me de quatro e o Rafael deu-me palmadas fortes no rabo, enterrou-me o seu pénis grosso dentro do meu cu, o meu gemido foi forte, o Rafael gemia também… logo a seguir fui para cima do Rafael… de forma intensa, os meus movimentos eram acelerados em cima do seu pau, voltei a vir-me e passados alguns segundos foi o Rafael a chegar ao orgasmo. 


                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca tinha feito sexo dentro de um camião, foi excelente… vamos sempre a tempo de fazermos coisas novas e diferentes em qualquer lugar.

Mantivemos os encontros esporádicos, repletos de aventura, desejo e prazer.



terça-feira, 5 de julho de 2022

Li

Sempre tive uma tendência para o que era asiático, desde a comida, passando pelas mulheres e tinha o sonho de fazer uma viagem pelo oriente.

A minha vida profissional corria bem, o meu salário permitia-me deixar dinheiro de parte, estava com 27 anos, sem namorada, não andava à procura, mas se aparecesse iria aproveitar de bom grado.

 

Já tinha tido alguns desgostos amorosos ao longo da vida e como tal estava muitas vezes à retranca, custava dar o primeiro passo, e tinha muita dificuldade em confiar. 

Como não gostava muito de sair de casa, frequentava alguns chats de amizade, navegava muito tempo pela internet, e foi assim que comecei a teclar com a Li. 


Aos poucos fui conhecendo a Li, vi algumas fotos dela, e começámos a ver-nos por videochamada, era uma chinesinha muito gira e fofinha, tinha 32 anos, já vivia em Portugal desde os seus 15 anos, trabalhava com os seus pais. A sua pele era clara, parecia seda, cabelo liso preto, rosto redondo, um sinal perto do canto do lábio, por vezes usava óculos, era baixinha. Gostava muito de falar com ela, era uma mulher com garra, inteligente e muito gentil. 

As nossas conversas eram variadas, falávamos sobre tudo, a Li falava-me muitas vezes do seu país, das tradições, das paisagens e aguçava-me cada vez mais o apetite de conhecer o lado de lá. A Li também tinha interesse em voltar ao seu país, estava há muitos anos sem visitá-lo. 


Mantivemos os dois um contato diário sem fim, iniciávamos a conversa após o jantar e prolongava-se pela noite dentro, era sempre interessante falarmos, havia sempre algo novo para descrever, comentar ou explicar, a Li tinha muitos sítios em Portugal que não conhecia, e que gostava de conhecer. 


Passados uns meses, resolvemos finalmente conhecer-nos… fiz 100 km para a conhecer, cheguei à cidade que ela habitava quase ao final da manhã. Estava algum frio, o sol por vezes escondia-se atrás das nuvens, quando aparecia não se notava o seu calor. 

Chegado ao local combinado, olhava para todo o lado para a tentar descobrir, mas não a conseguia ver, fixei o meu olhar mais para longe e vi-a a aproximar-se, os meus olhos observavam o seu estilo, sorriso nos lábios pintados de vermelho, olhos sombreados, vestia um casaco comprido castanho, saia curta e umas botas de cano até ao joelho, quando chegou até mim, demos um curto abraço, e um beijo no canto do lábio… aquele momento coroava todos os momentos que falávamos, todas as conversas que proporcionaram o nosso conhecimento.


Estava entusiasmado por estar perto da Li, o nosso sentido de humor encaixava, dávamos risadas, existia cumplicidade e a forma como falávamos tocava no nosso coração.

Passeámos o dia inteiro, foi bem aproveitado e já no final do dia a sensação foi que tinha passado muito rápido. Despedimo-nos novamente com um abraço curto e um beijo no canto do lábio.


Voltámos às nossas conversas diárias e marcámos novo encontro, desta feita, a Li viria até à minha zona, passadas duas semanas estivemos outra vez juntos.

Continuava frio, não havia sol, a Li apareceu bem agasalhada, com o mesmo sorriso que a caracterizava, aproximou-se e demos um abraço mais prolongado e um beijo na boca muito leve… levei a Li a conhecer vários locais que tinha vontade de conhecer, adorou todos eles, já perto do final do dia e sabendo que poderia demorar até estarmos juntos, agarrei a sua mão fria e perguntei:

- Já sei que adoraste os passeios que fizemos… e da companhia o que tens a dizer?

- Gostei… estás a ser como imaginava… e em relação a mim?

- Bem… gosto da tua companhia, sinto-me bem contigo… e estou apaixonado por ti.

- Isso é muito forte… mas o certo é que sinto o mesmo por ti.

- Queres namorar comigo?

- Sim quero.


Iniciámos uma relação à distância, mas com bastante felicidade.

Passados quatro meses, marcámos a viagem da minha vida, fomos até Pequim.

Felizes como nunca, a Li dava-me a conhecer a sua cidade, tudo o que via fascinava-me, a minha adrenalina estava aos pulos. À noite fomos para casa de familiares da Li, seria lá que íamos pernoitar nos próximos dias. 


Já no quarto, estávamos um pouco exaustos, mas havia algum tempo para os nossos corpos se unirem, tirei a roupa da Li, após uns beijos molhados e uns apalpões, deitei-a na cama dobrei as suas pernas e lambi-lhe a sua coninha, os meus dedos também entraram dentro dela, os seus gemidos agudos faziam-se ouvir… continuou de barriga para cima, disse que queria chupar o meu pau, levei o meu pau até à sua boca, ficou com uma almofada por baixo da cabeça e chupava bem, agarrei-me ao topo da cama e fazia o movimento de anca, com o pénis metido na sua boca, estava a foder a sua boca… a seguir veio para cima de mim, a sua cona estava molhada e o meu pénis duro e babado deslizou para dentro dela. Os nossos gemidos eram intensos de prazer absoluto… a Li contorceu-se e caiu sobre o meu peito, tinha chegado ao orgasmo. Ficando deitada de barriga para baixo, meti-lhe o meu pénis dentro da vagina, aumentei o ritmo forte e encadeado, e demorei segundos a encher a coninha da Li com o meu esperma.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A nossa história começou num écran, tornou-se pessoal em Portugal, mas desenrolou-se e pôde ficar até ao fim em Pequim. A cultura da Ásia é o nosso abrigo, o meu sonho tornou-se realidade, junto à pessoa que amo.