terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Marcelo e Dalila

Faltava um ano para terminar o meu curso na universidade, tinha 21 anos e morava com o Marcelo que tinha 22, as nossas faculdades eram diferentes, por vezes passávamos tardes a estudar no quarto, e raramente saíamos à noite. A nossa ligação de amizade era mantida de forma muito consistente, havia entreajuda, já nos conhecíamos desde miúdos, embora na adolescência não tivéssemos muito contacto, o Marcelo fez o liceu numa escola particular e eu numa pública, os nossos pais já se conheciam antes de nós nascermos...

Ambos namorávamos, a minha namorada tinha 19 anos, estudava direito e era jogadora de ténis profissional, o seu corpo era atlético, seios pequenos e duros, andava sempre de rabo de cavalo, a cor do cabelo era loiro, pele clara, tinha um piercing na orelha, enquanto não conhecia bem as pessoas abusava da timidez, mas depois soltava-se ganhava confiança e parecia outra pessoa… gostava de natureza, desportos de aventura, de adrenalina. 


A namorada do Marcelo já namorara comigo na adolescência, mantivemos uma relação durante um ano e depois não deu certo, mas nem eu nem ela contámos ao Marcelo… era um segredo nosso que não quisemos partilhar. A Dalila tinha 20 anos, era morena, olhos esverdeados, alta e o rabo estava bem mais gostoso agora do que quando namorávamos, tinha uma tatuagem na omoplata, a sua mente era liberal, sabia que já se tinha envolvido com amigas, desconfiava que podia ser bissexual, e o Marcelo sabia disso… 


Várias vezes as nossas namoradas visitavam-nos, por vezes, ao fim de semana, íamos os quatro ao cinema ou beber um copo aos bares e depois passavam a noite connosco… éramos todos amigos e os momentos que vivíamos eram de alegria e diversão.

Numa sexta-feira tivemos um jantar entre amigos, bebemos bastante, estávamos todos animados, entrámos em bares, dançámos… fomos para junto do rio, conversámos e a noite estava intensa e a passar rápido… já era de madrugada, quase de manhã, estava a nascer o dia, estávamos cansados e voltámos para o apartamento.


Como tínhamos alguma fome fomos para a cozinha, preparar uns petiscos, enquanto íamos buscar o que nos apetecia, eu dava uns beijos à minha namorada e via o Marcelo a apalpar a Dalila, os nossos sorrisos entre todos eram evidentes, a Dalila era provocadora e descarada, estava cheia de calor, tirou a blusa e ficou de sutiã, as suas mamas eram volumosas, pouco faltava para ver-se os mamilos, de repente a minha namorada começa a dançar com ela, agarradas uma à outra, eu sentia tesão, o Marcelo observava com um ar de safado.

Ambas iniciaram um beijo quente de língua, entretanto a Dalila já tinha uma mama à mostra, encostaram as costas uma à outra e chamaram-nos… enquanto beijava a minha namorada, apalpava os seios da Dalila, e o Marcelo beijava a Dalila e apalpava os seios da minha namorada, os quatro estávamos superexcitados, sentíamos que estava a acontecer algo diferente, mas a certeza era que todos íamos alinhar naquele envolvimento de casais.


Eu e o Marcelo ficamos encostados ao balcão da cozinha, a Dalila ajoelhou-se à minha frente e fez-me um broche, chupava bem melhor agora, quando namorávamos o seu broche era fraco, ao lado a minha namorada metia o pau do Marcelo todo na sua boca, olhava para mim ao mesmo tempo que chupava, a seguir deitei-me no chão, a Dalila pediu ao Marcelo para a enterrar por trás enquanto chupava o meu pau e a minha namorada pôs uma perna de cada lado da minha cabeça, dobrou as pernas e fiz-lhe um minete… estava muito prazeroso, a Dalila já tinha gritado fortemente, havia atingido o orgasmo, a minha namorada foi para cima do meu pau que estava molhado e entrou bem na sua cona… desejosa por mais, pediu ao Marcelo que penetrasse o seu pau dentro do cuzinho dela… beijava a sua boca e ao mesmo tempo gemia muito, tinha as suas mamas bem aconchegadas ao meu peito, pouco tempo aguentou, explodiu num orgasmo… logo a seguir sentámos as duas lado a lado na mesa da cozinha, o Marcelo enfiou o pau na cona da minha namorada, agarrado às suas pernas fodeu-a intensamente, quando chegou o momento de se vir, tirou o pau e veio-se para cima da barriga dela, o leite ficou à volta e dentro do seu umbigo. Ao lado na mesma posição que estava a minha namorada, fui ao cuzinho da Dalila, enquanto namorámos nunca tinha acontecido, o meu pau entrou bem e afundou facilmente dentro do seu cuzinho, ela chupava os seus dedos, depois o Marcelo foi beijá-la na boca e eu acelerei o ritmo, estava a ser tão bom, por baixo a minha namorada ainda passou a sua língua nos meus testículos… a seguir tirei o meu pau e vi-me dentro da boca da minha namorada. 


     

                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Inesperado... diferente ... e prazeroso… adorámos a experiência, mais vezes foi repetida e bem aproveitada, conhecíamos os corpos de cada um e o que gostávamos mais de fazer e como fazer… foram muitas loucuras acumuladas.


sábado, 15 de janeiro de 2022

Isabel

O meu casamento durava há 25 anos, a Isabel continuava a ser o amor da minha vida, tivemos 3 filhos e já tínhamos netos. Eu estava com 57 anos e ela 54. No entanto, já passáramos por momentos bastante difíceis, há quatro anos atrás, foi detetado um cancro da mama na Isabel. O mundo acabou por desmoronar sobre nós. 

Entre tratamentos, quimioterapia e operação foi complicado ter resistência psicológica, e a Isabel acabou por ficar sem uma mama. O cabelo caiu o que se tornou num choque para todos, mas ela era uma mulher forte, corajosa, encarou sempre o problema de forma positiva, e ajudou muito na sua recuperação.


A nossa proximidade sempre foi evidente, poucas eram as vezes que saímos um sem o outro, durante a semana tínhamos uma loja ligada ao comércio e estávamos o dia todo juntos, e o fim de semana era aproveitado para sair, passear… e desde a recuperação da Isabel, começámos a frequentar mais hotéis, passar noites fora, aproveitar os dias livres ao máximo.


A nossa casa era grande e como tal num domingo fizemos a festinha de aniversário do nosso neto mais novo, foram cerca de trinta pessoas, usámos um salão e a cozinha dos anexos, toda a gente estava animada e os miúdos brincavam todos juntos.

Ajudei a cozinhar e a servir o almoço, deixei a Isabel descansar e aproveitar para estar perto dos netinhos.


Mais tarde cantámos os parabéns ao nosso pequenino, comemos bolo e bebemos champanhe, já sentíamos falta de ter a família toda junta e aquela azáfama à nossa volta.

Depois, entre todos, ajudámos a arrumar tudo, e tornou-se mais fácil, a festa terminou ao final da tarde.


A Isabel estava feliz, conversou bastante, brincou com os netos, foi um dia bem passado… e de repente tinha terminado o barulho, ficámos os dois envolvidos no silêncio, um pouco nostálgicos, demos a mão um ao outro…

- Isabel, gostaste? Como te sentes?

- Sim gostei, mas acho que os miúdos gostaram mais… sinto-me bem, tu foste incansável, ajudaste bastante.

- Agora temos tempo para relaxar e ter o nosso momento a dois.


Ainda no anexo, o sol já se tinha posto, tínhamos o fogão aceso, o ambiente estava quentinho, a Isabel estava de costas para mim virada para um armário, fui por trás de si, encostei-me ao seu corpo, passei a mão pelo seu cabelo que já era comprido, afastei o cabelo e dei-lhe um beijo no pescoço… as minhas mãos apalparam as suas nádegas, ela rodou o corpo para mim, passou a mão pelo meu rosto, até ao pescoço, os nossos lábios uniram-se e trocámos um beijo repleto de carinho.


Juntos à lareira, tirámos as nossas roupas, a Isabel não tinha qualquer complexo por não ter uma mama no seu corpo, a minha mão passava levemente pelo seio, lambia-o… ela sentou-se numa poltrona, e abriu as pernas, a sua coninha tinha variados pelos, mas não obstruíam a minha língua, que descobria o clitóris no meio dos pelos e lambia a sua vulva, a Isabel tapava com uma mão os olhos e a outra descansava atrás da nuca, elogiava a minha perícia… continuou sentada, debruçou o tronco para a frente e comigo em pé e com o meu pau virado para a sua boca, chupou-o… passava uma mão pelos meus testículos e a outra metia os dedos na coninha… o seu broche estava a deixar-me prestes a vir-me, parou…


Voltou-se a recostar na poltrona, e o meu pénis duro e cheio de baba, penetrou-a… a vagina tinha contrações, chupei a sua língua fora da boca, enquanto a fodia, o meu polegar mexia no seu clitóris, estava embalada no meu ritmo, era eu que a controlava… começou a pedir para a foder mais, agarrada ao meu quadril, fazia força para a frente… estava desejosa… disse-lhe para se vir para mim… Mantivemos assim aquela foda por mais algum tempo, e no momento em que o meu pénis foi até ao fundo, bem enterrado na cona, estremeceu o corpo, a sua rata ficou mais molhada… o gemido foi alto… para juntar ao seu clímax, o meu pau veio-se, acrescentando ainda mais prazer a ambos.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Houve muitas adversidades e problemas, soubemos superar todos os obstáculos sempre juntos e unidos, foi o nosso primeiro orgasmo após a sua recuperação.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Márcio

Estava solteira, tinha 23 anos, quase todos os dias após o jantar, ia para o meu quarto e através da internet conhecia homens e mulheres, despia-me através da webcam, via homens e mulheres a masturbarem-se à frente do ecrã, sentia tesão, o meu dildo era frequentemente usado. Dava-me uma vontade extrema de ir ter com alguém para apagar-me o calor, e chegou a acontecer várias vezes.

Conhecia pela internet, indicava a morada da minha casa, vinham ter comigo, eu fugia pela janela, sem os meus pais se aperceberem, entrava dentro do carro e toda aquela adrenalina fazia-me ficar ofegante e desejosa de ser penetrada, mais tarde achava que era louca, parecia que estava a pedir que me violassem, nunca devia ter feito o que fiz, porque podia correr mal, era um risco elevado.


Na casa ao lado moravam a minha irmã e o meu cunhado, este tinha 41 anos e possuía um corpo bem delineado, frequentava o ginásio, o seu tronco era largo, cabelo curto, tinha um feitio complicado, um pouco bruto, frieza nas palavras, mas tinha momentos que sentia atração por ele.


Eu e a minha irmã não tínhamos uma boa ligação, ficávamos chateadas muitas vezes, cada uma ocupava o seu lugar, sem grandes confianças, raramente ia até sua casa.

Um dia à tarde, a temperatura ambiente era alta, sabia que a minha irmã não estava em casa, viria do trabalho só ao final do dia. 

Da minha janela observava o meu cunhado Márcio que andava pelo jardim, regou as plantas, limpou a churrasqueira e deitou-se numa espreguiçadeira a apanhar sol, via o seu abdômen definido, os braços tinham os músculos a sobressair, notava-se bem a sua boa forma. Olhava para o seu corpo e passava os dedos na minha coninha, estava humedecida.


Teria de arranjar uma forma de me aproximar dele, desci as escadas com um biquíni a tapar as minhas maminhas, e um calção bem curto com parte das nádegas a saírem, reparei que o Márcio olhava-me, perto do muro da separação do terreno, de costas para ele baixei o meu tronco e empinei o rabo na sua direção para fazer carícias ao Jack, o meu cão. Olhei para o Márcio e ele estava apoiado com os cotovelos na cadeira, sorri e ele sorriu para mim, encostei a um ferro do terreno, coloquei-o no meio das mamas e disse-lhe:

- Está calor cunhado, só está bom para estar dentro da piscina.

- Queres vir cá dar um mergulho?

- Apetecia-me… precisava de refrescar-me…

- Anda cá então.


Avancei o muro e segui na direção da piscina, tirei o calção e fiquei de cueca de bikini, mergulhei, a água estava quente… os bicos das minhas mamas ficaram a notar-se… o Márcio foi a um chuveiro perto da piscina, via a água fria a cair no seu tronco forte, aproximou-se e mergulhou também. Passamos um bom bocado dentro da piscina a conversar, cada palavra dele aumentava a minha tentação de me envolver.


Pouco depois, fomos ambos até ao chuveiro, não estava ninguém por perto, os meus pais não estavam em casa, só víamos o jardim e a piscina à nossa frente… a água do chuveiro caía sobre os nossos corpos, o Márcio estava atrás de mim e colou-se ao meu corpo, no meu rabo sentia o seu pénis a crescer encostado, virei-me para ele, já estava à espera do meu beijo, demos um linguado bem intenso, a minha boca beijou o seu pescoço e foi lamber um dos seus mamilos, a água morna caía nas minhas costas, baixei as suas cuecas e meti o seu pau torto e duro dentro da minha boca, o pau batia por dentro na minha bochecha, chupava-o cheia de tesão, fechou a água… levantou o meu corpo leve e sentou-me com as pernas nos ombros e a minha cona direcionada à sua boca, sentia a sua língua a entrar dentro da minha ratinha, que delícia!


Com a sua força de braços, manteve-me ao colo, agarrei-me no seu pescoço, baixou o meu corpo e fui penetrada… fodeu-me assim durante uns minutos… mudamos a posição, apoiei um pé em cima de uma cadeira, por trás o Márcio enterrou o seu pau gostoso na minha cona molhada… continuou sem parar… batia de forma bruta no meu fundo… não conseguia controlar os meus gemidos, já estava perto de chegar ao clímax, o Márcio investia em mim fortemente suados e loucos de prazer, primeiro soltei um gemido prolongado, o orgasmo apoderou-se de mim, a seguir foi o Márcio a tirar o pau dentro de mim, a minha boca foi até ao seu pau engoliu e ficou lambuzada de esperma. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O meu cunhado fez-me chegar ao orgasmo, deu-me imenso prazer… não senti nenhum arrependimento por ter traído a minha irmã. 

O Márcio foi um garanhão e eu fui a putinha

sábado, 25 de dezembro de 2021

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 


Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.


Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.


Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.


Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.


Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…


Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 


Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Roger

Trabalhava há dois anos num centro comercial numa loja de decoração, tinha 27 anos e um histórico de relacionamentos mal sucedidos, era uma mulher aventureira, gostava de sentir a adrenalina no auge, o meu corpo era gordinho, de baixa estatura, olhos azulados, as minhas mamas eram grandes e adorava usar decotes, tinha um piercing na língua e uma tatuagem nas costas.


Os dias não andavam favoráveis, a autoestima estava baixa, sentia necessidade de conhecer alguém, do tesão apoderar-me e desejava um orgasmo que me fizesse catapultar para um infinito prazer.

Um dia à tarde, no intervalo do trabalho, fui lanchar e a seguir tomar um café dentro do centro comercial, apareceu ao meu lado um homem baixo com barba que já era de alguns dias, o seu sotaque era espanhol, reparámos um no outro… pediu igualmente um café, percebi que seria funcionário de alguma loja.


No dia seguinte, voltámos a encontrar-nos casualmente, num local no centro comercial que era destinado a fumadores, demos um sorriso, e existiu uma química entre nós, a conversa desenrolou-se… o Roger começara recentemente a trabalhar numa loja no mesmo piso que eu, tinha 39 anos, e fui percebendo que ambos tínhamos gostos semelhantes sobre várias coisas. 

Os encontros sucediam-se e trocámos contato, cada dia que passava ficava a conhecer melhor o Roger, era divorciado e notava nele alguma carência, as conversas que tínhamos eram muito liberais, falávamos sobre tudo, não havia pudor, nem tabus… acabava por acelerar o nosso desejo para algo que se pudesse passar entre nós. Não escondíamos a vontade que tínhamos de fazer sexo.


Passado uns tempos houve uma coincidência, íamos sair à mesma hora do trabalho, os nossos carros estavam perto um do outro no parque de estacionamento, saímos juntos e seguimos em direção ao parque, estava calor, vestia uma calça larga preta, uma blusa branca com um decote abusado, pelo caminho até chegarmos aos carros, o Roger provocou-me, não me deixei ficar e alinhei na provocação… o meu corpo pedia satisfação.

O Roger acompanhou-me até à porta do meu carro, o carro dele estava ao lado, não havia movimento, a localização dos nossos carros estava tapada por uma coluna, ali entre os carros, demos um beijo molhado, sentia a língua dele a tocar no piercing da minha língua, a minha mão roçou no seu pénis e sentia-o duro. A adrenalina subiu, podíamos ser vistos… baixei-me e fiquei aninhada, tirei o seu pénis dentro das calças e abocanhei-o… o Roger disfarçava e olhava para todos os lados, podia aparecer alguém. 


Não podíamos demorar, ergui-me… encostou-me ao meu carro virada de costas para ele, baixou as minhas calças, meteu os dedos na minha coninha húmida, a sua boca passou por lá lambeu-a e cuspiu-a…  por trás agarrou as minhas mamas, e penetrou-me… não consegui suster um gemido vigoroso, passou um carro por nós, não reparou no que estávamos a fazer… o seu pau duro bem dentro de mim estava a deixar-me louca…


- Roger, continua assim… fode-me… vou aguentar pouco tempo…

- Sim… está muito bom assim, o meu pau só quer estar enterrado dentro de ti.

- Isso… Isso… não pares…


A foda estava muito intensa, os bicos das minhas mamas estavam tesos, e logo a seguir, ofegante, contive-me no gemido, a minha cona ficou toda molhada, o orgasmo deixou-me sem força nas pernas, a cona latejava, e eu consolada de prazer… o Roger poucos segundos depois, ainda molhou mais a minha cona com o seu leitinho. 


                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Num parque de estacionamento público, entre dois carros, numa adrenalina fora de série, e um orgasmo que me deixou consolada. 

domingo, 5 de dezembro de 2021

Juliana

A minha experiência como operador de câmara já era vasta, trabalhei em variados programas de televisão, mais tarde passei a fazer filmagens em reportagens no exterior. Tinha 44 anos, estava divorciado há 4 anos, com dois filhos e morava sozinho. Deslocava-me muitas vezes para fora do país em contexto de trabalho. Estava mais vezes fora do que propriamente no meu país.


Recentemente tinha conhecido uma colega de trabalho que era jornalista, repórter de exterior, chamava-se Juliana, tinha 33 anos, divorciada há 3 anos, com uma filha. O seu rosto destacava-se pela beleza, o cabelo era preto e comprido, tinha uma voz doce, era um pouco mais alta do que eu, e sempre que nos encontrávamos tínhamos um bom diálogo.


Uns tempos depois, fui informado que teria de fazer uma reportagem durante quinze dias na Austrália, a viagem era muito longa, seria a minha primeira visita áquele país, e onde teria a companhia de uma jornalista e outros colegas de equipa. 

Viria a saber que a Juliana fazia parte da equipa.


No voo para a Austrália não ficámos ao lado um do outro, mas fomos trocando olhares, e através do messenger conversávamos… a viagem custou a passar, mas finalmente chegámos ao destino, já era noite.


No dia seguinte iniciámos a primeira reportagem, fiz a filmagem e a Juliana foi a repórter, o dia iniciou-se bem cedo… durante o dia tivemos algum tempo para passear e conhecer um pouco o país. A nossa proximidade era notória, estávamos a maior parte do tempo juntos, sentia-me bem com ela, os nossos sorrisos eram cúmplices e faziam prever que algo mais pudesse acontecer entre nós.


A nossa equipa ficou dividida por três quartos, a Juliana ficou sozinha num quarto, eu fiquei acompanhado por dois colegas num quarto triplo. Após o jantar alguns colegas estavam cansados e recolheram aos aposentos, fiquei eu, a Juliana e dois colegas. A nossa conversa era a dois, os colega estavam mais afastados… ouvia a Juliana e só pensava em sentir o seu corpo, em termos prazer… o seu olhar seduzia… a forma como se vestia deslumbrava os meus olhos, a voz dela entrava e permanecia dentro dos meus ouvidos, o seu perfume deixava-me com vontade de a cheirar bem perto. Entretanto ficámos sem assunto, disse-me que precisava de descansar, despediu-se e subiu para o quarto. Fiquei desejoso por ter algo com ela, mas estava na dúvida se ela queria o mesmo. Os meus colegas também subiram para o quarto, fiquei sozinho e a pensar na Juliana.


Passados poucos minutos recebi uma mensagem da Juliana, dizia:

"Estou sem sono, queres passar aqui pelo quarto…?"

Surpreendido disse que sim, subi até ao seu quarto.


Entrei, a sua camisa de noite preta realçava o seu corpo esbelto, deitou-se em cima da cama, o decote era grande, notava-se bem parte dos seus seios, um deles tinha um sinal e os bicos eram notórios… sentei-me à entrada da cama numa cadeira… com um jeito de safada, perguntou-me:

- Vais ficar aí ou vens para junto de mim?

Fiquei sem saber o que dizer… intimidou-me…

- Já sei… queres que seja eu a ir ter contigo…


E foi… saiu de cima da cama, sentou-se na minha coxa, passou a mão pelo meu cabelo, fiquei imóvel, a sua boca foi de encontro à minha, beijou-me… a minha língua procurava a dela, mordia-me os lábios, estava bem acesa, e eu cheio de tesão… peguei na Juliana ao colo, as pernas dela ficaram entrelaçadas à volta do meu corpo, continuámos a beijar-nos, deitei-a em cima da cama, estávamos ofegantes, ficámos nus, lambi as suas mamas duras, os bicos aumentaram de tamanho, a minha mão desceu pela sua barriga e enfiei dois dedos dentro da sua coninha húmida, tinha um risco de pelinhos, depois chupei o seu clitóris, o meu minete estava a deixá-la agitada… puxou-me para cima, beijou a minha boca molhada do mel da sua coninha… veio para cima de mim, lambeu a minha orelha, o sabor do seu beijo era delirante, a sua boca percorreu o meu corpo do pescoço desceu até aos meus mamilos, passou pela barriga e tocou-me uma punheta enquanto o seu broche fazia-me gemer de prazer… a sua mão suave, sabia como tocar, o seu toque arrepiava… 


Logo a seguir, sentou-se em mim, o meu pau entrou dentro dela, a sua coninha estava apertadinha, os movimentos que fazia eram lentos e em várias direções, regozijava o meu pénis duro, apalpava as suas mamas… baixou o tronco e procurou a minha boca, o beijo era de língua, movimentava o meu pénis dentro dela, meti-lhe dois dedos na boca, começou a chupar dois dedos da minha mão… aumentámos o ritmo… estava bem forte… por momentos parou e ao meu ouvido disse que se estava a vir… gemeu com os olhos fechados, ficou um pouco imóvel... depois… foi chupar o meu pau… foi até ao fim… até o leitinho escorrer pela sua boca… 


  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foram 15 dias de trabalho, e 15 dias de sexo bom… iniciámos um relacionamento, e a Juliana começou a morar comigo. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Vasco

Desde a adolescência que namorava com o Vasco, era músico e pertencia a uma banda, sempre que pudesse acompanhava-o e via o seu concerto. O instrumento que tocava era viola, aliás fez-me bastantes serenatas, também cantava bem, era um homem romântico.


O Vasco tinha 26 anos, e eu tinha 25, já nos conhecíamos desde miúdos, houve uma fase já depois da adolescência, que ambos experimentámos e consumimos droga, mas foi por pouco tempo, conseguimos perceber que só nos estava a fazer mal, e acabámos por desviar-nos desse caminho.


Tínhamos um bom grupo de amigos, que acompanhavam a banda por todo lado, o Vasco por vezes também atuava a solo, a música vivia dentro de nós, não dava para passarmos sem o som a entrar nos nossos ouvidos, criava sensações únicas. 


Quando viajávamos de carro o rádio tinha de estar ligado, de avião os fones estavam nos nossos ouvidos, em casa a aparelhagem tinha de se ouvir pela casa inteira, íamos a quase todos os festivais de música, quer nacionais, quer no estrangeiro. A nossa vida era sempre aproveitada em função da música.


Um dia estávamos a assistir a um concerto, dentro de um pavilhão, muita gente junta, pouca luz direcionada ao público, o som puxava para dançar, havia quem tivesse mais parado, outros mais ativos, o Vasco estava encostado atrás de mim, os nossos corpos balançavam com o som da música, roçava o pau no meu rabo, então levei a minha mão arte trás puxei o fecho das suas calças, agarrei no seu pénis e tirei-o para fora do fecho… e toquei uma punheta devagarinho, sem ninguém se aperceber, até sentir o esperma morno na minha mão.

O Vasco colocou a sua mão por dentro das minhas calças, passou os dedos na minha coninha húmida… senti algum prazer, mas não atingi o orgasmo… 


Passados uns dias houve concerto ao ar livre com a banda do Vasco, era fim de verão, a noite estava a convidar a um bom espetáculo, estava quente… assisti ao concerto na primeira fila, adorava vê-lo a tocar viola, a interagir com a banda, a suar pela entrega que tinha nas músicas, ver aquele cenário deixava-me com os batimentos cardíacos acelerados, e excitada…


O concerto terminou e foi brilhante, o público delirou e a fila era grande para o vocalista dar os autógrafos, os restantes membros da banda entraram num contentor que servia de camarim, beberam umas cervejas, e como estava calor, foram para a parte de trás fumar uns cigarros… fui ter com o Vasco à porta do camarim, entrámos e bebemos uma cerveja, o Vasco fechou a porta e disse:

- Quero aproveitar esta adrenalina do concerto para termos prazer.

- Estás doido, aqui? E se batem à porta para entrar?

- Não te preocupes, já estamos a perder tempo…


Demos um beijo com as línguas a sair das nossas bocas, o Vasco era mais louco do que eu, sentei-me no sofá, levantou a minissaia para cima, puxou a minha cuequinha para o lado, lambeu a minha ratinha, a minha respiração ficou alterada, a sua língua era muito mexida, a seguir parou e baixou as calças e boxers, com algum ritmo e intensidade chupei o seu pau, fui bruta a chupar… ele com o pau durinho e eu com a coninha molhada queríamos mais, e assim… comigo de pernas abertas, voltou a puxar a cueca com mel para o lado, enfiou o pau logo até ao fundo, saiu-me um "ai" da minha boca… ouvia-se os elementos da banda a falarem e a rirem-se na parte de fora atrás do contentor, à frente ouvia-se as pessoas a gritarem e a pediram autógrafos, todo aquele barulho, ainda me deu mais tesão, fodeu bem a minha cona… até eu soltar outro gemido mais prolongado e gostoso, e vir-me loucamente, pouco depois… o Vasco depositou uma boa quantidade de esperma no fundo da minha coninha, até escorrer para fora… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Os dois sozinhos dentro de um contentor (camarim) sabendo que na parte de fora estavam muitas pessoas, que rodeavam aquele espaço, e que a qualquer momento podia alguém querer entrar… foi uma queca sublime...