Tive um acidente de mota e fui parar ao hospital, fraturas múltiplas, fui operado, estive em coma, foram vários meses no hospital… momentos difíceis para um rapaz de 25 anos.
Ao longo do tempo em que estive no hospital, foram vários enfermeiros que passaram pelo meu quarto, mas uma delas ficou na retina.
Era a Enf. Rita… prestável… boa profissional... incansável perguntáva frequentemente se precisava de alguma coisa... gostava da sua forma de ser, tinha sempre uma palavra amiga ou uma brincadeira quando entrava no quarto... animava-me… fisicamente era loira com cabelo encaracolado, olhos castanhos, estatura média... era muito fofinha.
Aos poucos, de fugida, íamos sabendo mais coisas um sobre o outro… cada dia que passava era mais uma informação, das mais curiosas foi saber que tinha a minha idade, e que fazíamos anos no mesmo dia... havia várias coincidências: éramos ambos filhos únicos, gostávamos os dois de viajar, de motas… entre muitas outras coisas…
Achava que estávamos a iniciar uma bonita amizade… aproximava-se a data para sair do hospital e iniciar a fisioterapia... ainda ia ter uma recuperação para uns tempos...
Sabendo que estava perto a minha saída do hospital, gostava de poder manter contato com a Enf. Rita… mas não sabia como fazer, não tinha coragem para lhe pedir o contato...
Quando a Enf. Rita entrava no quarto, eu ficava triste por saber que estava perto de sair dali e que ia deixar de estar com ela quase todos os dias, que iria deixar de ver a sua animação de sentir a sua alegria e de ouvir a palavra amiga e encorajadora. Mas estava contente por saber que ia recuperar e que o meu maior tormento estava a ser ultrapassado.
Após uma conversa da parte dela dizendo que eu estava quase a sair dali, respondi-lhe que sim… que só lhe tinha que agradecer tudo o que fizera por mim, para continuar a ser como era, porque os doentes ganhavam muito com isso, que um dia gostava de poder agradecer de outra forma… A Enf. sentou-se na cama... agradeceu os elogios… disse-me que fui um doente fácil de tratar e que esperava que ficasse totalmente bem, para continuar a ter força na recuperação… e curiosa perguntou-me…
- De que forma gostava de me agradecer?
- Um dia vamos dar uma volta de mota e faço-lhe uma surpresa.
- Acha? Não confio na sua condução… - sorriu - mas estou aberta a essa surpresa.
Disse-lhe que logo que recuperasse teria essa surpresa.
Saí do hospital… fazia fisioterapia num hospital perto de casa… passado um mês, senti saudades da Enf. Rita… Escrevi num bilhete:
" Olá Enf. Rita,
Mais uma vez agradeço tudo o que me fez. Já me sinto melhor e falta muito pouco para o nosso passeio de mota. Beijinho do seu doente preferido."
Deixei o meu contacto. Pedi a um amigo que comprasse um ramo de rosas, colocasse o bilhete que escrevi, levasse ao hospital e entregasse diretamente à Enf. Rita. Assim foi… fez-me esse favor... correu bem… o meu amigo contou-me que depois da Enf. ter lido o bilhete, sorriu... agradeceu-lhe... guardou o bilhete.
Passaram-se uns dias e não recebi uma mensagem dela, estranhei… achei que provavelmente não entraria em contato comigo… que o passeio de mota não ia existir… fui um pouco abaixo, mas continuei a dar tudo na minha recuperação.
Passado uma semana, enviou mensagem... quando vi que o número não era conhecido, achei logo que seria o dela… com os dedos a tremer e um sorriso li… dizia:
" Olá doente preferido, tenho tido muito trabalho, muitos turnos seguidos, sem tempo e cansada, hoje finalmente estou de folga, adorei as flores, espero que a recuperação esteja a correr bem… Beijinho... vá dando notícias. "
Fomos mantendo contato... falávamos com mais frequência…
Finalmente estava quase a ter alta… acho que o motivo maior para ter a força de recuperar era o passeio de mota com a Enf. Era esse o objetivo... era esse o prémio…
Vários meses no hospital, vários meses de fisioterapia, chegou ao fim... estava totalmente recuperado…
Numa quinta-feira a mensagem foi enviada à Enf. :
"Tive alta… Quando tiver disponibilidade, fico a aguardar pelo nosso passeio. "
Sabia que a Enf. ia entrar de férias e que ia haver tempo para estarmos juntos.
Respondeu:
"O passeio fica marcado para sábado à tarde".
Marcámos o sítio a cerca de 20km de cada um... morávamos a 40km de distância. Era um dia soalheiro. Ela também apareceu na mota dela… tirámos os capacetes… sorrimos… já não nos víamos há uns meses, demos um abraço...
Depois de falarmos um pouco, perguntei-lhe:
- Confias? Agarras-te a mim?
- Acho que depois do acidente que tiveste, vou confiar na condução porque não vais querer passar por outra... mas…
- Mas… - continuei eu...
- Não sei se confio no sítio que me possas levar... - sorriu.
- Tranquila, vais gostar.
E assim foi... seguimos viagem... passámos junto à praia... parámos... falámos, lanchámos.. Continuámos a viagem... levei-a a um sítio que conhecia desde pequeno, tinha um rio… uma paisagem gira... só natureza... parecia que só existíamos nós... calmo... só se ouvia os pássaros... contou-me que depois de tanto barulho no hospital e confusão, estava mesmo a precisar de um local tranquilo como aquele... disse que eu tinha acertado, que já tinha ganhado a confiança dela.
Sentámo-nos no chão... íamos observando a toda a nossa volta... só havia sinal de aves... tudo sossegado… uma brisa leve, estávamos em paz… perguntou-me qual era a surpresa que tinha para ela, lembrou-me o que eu tinha dito no bilhete com as flores… disse-lhe que era o sítio onde estávamos… perguntei se estava a gostar… respondeu-me que sim… então disse-lhe que tinha algo para lhe dar… mas não sabia se ia aceitar…
- O que é?
- O meu beijo...aceitas?
- Hum... só um?
- Depende… se gostares serão mais…
Chegámos perto… e os nossos lábios uniram-se… um beijo que esperava há meses..
- Gostaste? - perguntei.
- Sim... posso pedir mais?
- Não precisas pedir porque ia dar-te na mesma...
Continuámos...o sol ainda durava... estava calor... era verão…
- Vamos dar um mergulho? - propôs a Rita.
Tirámos a roupa… fomos mergulhar no rio… o sentimento era de estarmos totalmente livres, como o mundo fosse só nosso…
Os nossos corpos nus uniram-se dentro de água... abraçados... com beijos... centrados um no outro.
- O que me queres dar mais? - Perguntou a Rita.
- Bem… será que a minha vontade é a mesma que a tua?
- Tenho a certeza que sim.
- O meu pau está bem duro para ti… queres?
- Sim… quero-o todo dentro de mim…
Saímos da água… os dois cheios de tesão… encostei-a a uma árvore... meti-lhe o meu pau bem duro dentro dela… estava com uma respiração ofegante…
Pedia-me para a apalpar, agarrava-lhe nos seios... mordia-lhe as costas, junto ao pescoço...
Estava a sentir-se fora dela... saiu da posição… deitou-se no chão, pôs-se de lado... por trás voltei a enterrá-la… gemia muito… eu também estava a gostar muito... pediu-me que a fodesse no cuzinho… meti o meu pau duro com jeitinho no ânus dela, o gemido era maior... ao mesmo tempo passava os meus dedos na vagina... estava muito intenso… o meu pau grosso no cu apertadinho dela, não dava para aguentar mais… vi-me… o cuzinho dela ficou cheio do meu leite… ela ainda não tinha atingido o orgasmo... também queria que chegasse lá... lambi-lhe e chupei-lhe a vagina… meti-lhe 3 dedinhos ao mesmo tempo que a lambia no clitóris... estava fora dela… dizia para não parar… aumentei o ritmo dos dedos… lambia mais rápido… o gemido aumentou… estava toda molhada… contraiu-se… gritou… riu-se… tinha chegado ao orgasmo.
Foi maravilhoso… valeu a pena o tempo de espera…
Fonte: Foto retirada da internet, pinterest
Mais momentos bons se repetiram… começámos a namorar… casámos… e tivemos 3 filhos.
Se não tivesse tido aquele momento mau, nunca ia ter os momentos tão bons que vieram no futuro.







