A minha relação com o Jorge durava há 5 anos, eu tinha 33 anos e ele 34. O Jorge definia-me como sendo uma mulher direta, com capacidade para gerir e perfil para liderar, vaidosa, tinha uma boa coxa, olhos de chinesa, cabelo escuro longo e ondulado.
Ele era um homem com ideias fixas, rigoroso, procurava sempre a perfeição em tudo o que punha as mãos, um pouco comodista e arrogante. Em termos físicos era alto, barba grande, cabelo curto, usava muitas vezes boina, o seu estilo cativava.
Começáramos a morar juntos há pouco tempo numa vivenda que ficava perto do local de trabalho… uma quinta que eu tinha herdado de uma tia, logo que ficou na nossa posse, optámos por recuperar o espaço para organizar eventos, nomeadamente todo o tipo de espetáculos que envolvesse música e dança, também alguns casamentos e outras festividades.
O trabalho consumia-nos muito tempo, não tínhamos fins de semana livres, nos feriados muitas vezes a quinta estava ocupada, a nossa relação baseava-se no nosso trabalho, o stress acumulava-se bastante, tínhamos de gerir bem as emoções.
Após um ano absolutamente esgotante, com trabalho diário, achámos que devíamos parar durante um mês, escolhemos uma altura de época baixa, coincidia com o início de um curso de dança que ambos queríamos frequentar.
E, assim foi, aproveitámos as aulas às segundas e quartas-feiras ao final do dia, para aprendermos a dançar tango.
Durante o dia, pensávamos um pouco nas decorações da quinta e eventos de futuro. E dávamos um pezinho de dança para treinar.
Os dias totalmente livres, eram vividos de forma apaixonada, como se fosse o início de uma relação, estávamos descontraídos, leves, sem a pressão do trabalho que nos afetava.
Decidimos marcar uma viagem, passar um fim de semana romântico, e escolhemos Paris.
Saímos para o aeroporto num sábado de manhã e seguimos viagem com uma grande vontade de conhecer a cidade e vivermos como se fosse uma lua-de-mel, juntos e felizes.
Durante a tarde passávamos momentos fantásticos, conhecemos muitas coisas na cidade, tirámos fotos, passeávamos de mão dada, surgia um abraço ou um beijo, o nosso carinho, cumplicidade e a nossa companhia extravasava amor.
À noite, já um pouco cansados, éramos iluminados pela luz da cidade, estávamos rendidos a todo o encanto que nos envolvia.
Numa dessas noites, chegámos ao quarto e caímos em cima da cama, sorrimos e demos um abraço, a decoração do quarto assemelhava-se a um motel, o ambiente ficava mais apimentado.
O Jorge perguntou:
- Que tal a cidade? Dentro das expectativas?
- Vale a pena visitar… acho que supera as expectativas, e tu estás a gostar?
- Muito… esta viagem vai reforçar o que sentimos um pelo outro.
- Concordo… vai fazer bem à nossa relação.
Gostávamos de inovar no nosso envolvimento, criar ambientes propícios a transformar o ato sexual num momento intenso, experimentar sensações novas, era uma relação aberta ao conhecimento das diversas formas de prazer.
Como tal, após uns beijos mais longos e molhados, eu e o Jorge fomos até ao wc, mais concretamente ao poliban, o Jorge aninhou-se e inclinou o tronco para trás, abri um pouco as pernas e urinei para cima do seu peito, a minha urina escorria até ao seu pénis. A seguir sentei-me no chão do poliban, e o Jorge agarrou no pau e urinou igualmente na direção do meu peito, fechei os olhos, um jacto forte batia nos meus seios, e sentia a urina quente a escorrer… nunca o tínhamos feito, gostámos da chuva dourada… ligámos o chuveiro, tomámos banho, fui acariciada pelas mãos dele, também passava as minhas mãos no seu corpo.
Saímos do banho, secámos os corpos, com os corpos nus, embalamos numa dança no quarto, os passos eram calculados e controlados…
O Jorge ficou de quatro em cima da cama, por trás dele, lambi-lhe o ânus, a minha língua ia até aos testículos e voltava e ficava a lamber à entrada do ânus, ao mesmo tempo tocava-lhe no pénis, o Jorge arrepiava-se… o botão rosa fazia-o arrepiar.
Fiquei de barriga para baixo, empinei ligeiramente o quadril e o Jorge… lambia-me o cuzinho e metia a língua dentro da minha cona, abri um pouco as pernas e a língua dele deixava-me excitada… estávamos os dois desejosos por chegar ao orgasmo, a minha boca passou pela sua verga, chupou um pouco e ficou com sémen… deitei-me de barriga para cima, ficámos na posição pouso relaxado, pernas fechadas, com o Jorge por cima e o seu pénis bem enterrado dentro de mim, continuou assim, dizia sentir o pau bem apertadinho, prolongou mais um bocado, com os nossos gemidos a aumentar de tom, o Jorge chegou ao clímax. Eu sentindo o leitinho dele e ouvindo o seu gemer, contorci-me e prazerosamente cheguei ao orgasmo.

Belíssimo roteiro. AMO a dança e gostei como você a encaixou neste conto.
ResponderEliminarBelíssima imagem também. 😉😎
ResponderEliminar