Durante a minha infância não lidava bem com maus tratos, tinha uma família que usava muito a violência verbal e física, era filho único, passei momentos muito difíceis que afetaram a minha personalidade, tornei-me mais sensível. Desde novo que sentia atração por homens, na adolescência guardava esse desejo para mim. Mais tarde, já adulto, não escondia a minha tendência e assumia as minhas preferências.
Conheci o Guilherme no meu último ano de faculdade, era um homem com 24 anos, mais dois anos do que eu, a sua voz era doce e meiga, cabelo curto, olhar expressivo, piercing na orelha, senti atração por ele desde o primeiro dia que o vi. Estávamos muitas vezes juntos, e embora o seu feitio fosse reservado e fechado, ia sabendo aos poucos várias coisas sobre ele.
Residíamos relativamente perto da faculdade, ele dividia o apartamento com alguns colegas, eu morava sozinho num andar emprestado por um familiar. Saíamos durante a semana e, em cada dia que passava, aumentava a vontade de estar e divertir-me com ele. O meu desejo de envolver-me com o Guilherme era acentuado.
Mais tarde, para meu gáudio, e através de conversas que fomos tendo, descobri que o Guilherme também era homossexual.
Começou a existir uma aproximação maior entre nós, a confiança tinha aumentado, mas quando parecia que ia existir algo mais entre nós, ficávamos chateados, por vezes até havia discussão.
E tudo voltava para trás, estávamos uns dias sem falar, ou seja sentia-me perturbado por não conseguirmos entender-nos…
O Guilherme era muito orgulhoso, raramente dava o braço a torcer, era eu quase sempre que me aproximava dele, tentava que nos voltássemos a dar bem. Fazia um esforço grande para continuar ligado a ele, não o queria perder, mesmo com alguns problemas entre nós, o meu sentimento por ele era muito forte.
Um dia o Guilherme veio estudar até ao meu apartamento, época de exames, existia mais nervosismo e ansiedade, tivemos uns dias sem falar, e tínhamos voltado a conversar no dia anterior, quando entrou… chamou-me a atenção a sua calça branca justa, com o seu pénis saliente, naquele momento a minha vontade era chupar-lhe o pau, e esquecer o que tínhamos para estudar, contive-me… mas achava que estava a demorar muito, a junção dos nossos corpos.
Estudámos durante a tarde inteira, na hora do Guilherme ir embora, aproximei-me dele e beijei-o na boca, não correspondeu, a minha mão tocou-lhe no pénis por cima das calças, aí senti a sua língua… foi um beijo rápido e o Guilherme saiu.
Tinha sido a primeira vez que aconteceu alguma coisa entre nós, muito pouco para o desejo que sentia, queria muito mais, evadir-me num envolvimento intenso e prazeroso com ele.
Após aquele nosso momento, não houve outra experiência entre nós, continuávamos a falar, mas achava que não se ia voltar a repetir, será que o Guilherme não me desejava?
O tempo foi passando, terminámos o curso, fizemos o estágio e o contacto continuava a ser mantido, só deixámos de estar juntos quando terminou o estágio, o Guilherme começou a trabalhar numa empresa na Holanda, e pouco tempo depois, eu fui trabalhar para a Bélgica.
Estivemos três meses sem estarmos juntos fisicamente. A única forma que existia para nos vermos era por videochamada.
Sentia tantas saudades que marquei uma viagem num fim de semana até à Holanda, fui de surpresa, sem o Guilherme saber. Chegado à sua cidade e à sua casa, toquei à campainha, ninguém respondeu… não se ouvia barulho… liguei-lhe… e perguntei:
- Estás em casa?
- Sim… acabei agora de tomar banho…
- Dava tudo para sentir o teu cheiro…
- Sabes que estás longe, só podes ver-me e ouvir-me…
- Só? E tocar-te? Cheirar-te? Sentir o teu sabor?
- Lá estás tu com as tuas alucinações…
- Abre a porta do teu apartamento.
O Guilherme abriu a porta e viu-me à sua frente, e disse:
- És muito maluco, não ganhas emenda… não contava mesmo contigo. - sorriu.
Demos um abraço bem apertado, ambos sentíamos saudade, sentamo-nos no sofá, o rosto do Gui aproximou-se, deu-me um beijo na boca, fechei os olhos e sentia o beijo saboroso dele e ao mesmo tempo o cheiro suave que exaltava do seu corpo. Agarrou a minha mão, levou-me para um quarto com pouca luz a entrar pela janela, despiu-me e despiu-se… fiquei deitado na cama, o Gui percorreu a sua língua desde a minha boca até ao meu pau, chupou-o vigorosamente, tocando uma punheta… que sensação ótima!
A seguir fizemos um "69" delirei ao sentir o seu pau teso dentro da minha boca.
Nunca tinha sentido o Gui tão entusiasmado e excitado, senti muita vontade de ser penetrado, fiquei de quatro, o Gui estava muito intenso, molhou o pénis e o meu cuzinho com a sua saliva e penetrou-me, o seu pau era um pouco grosso, mas depois de entrar só tive prazer atrás de prazer… dava-me palmadas no rabo, a sua cadência era maravilhosa e um pouco mais tarde, aumentou o ritmo, e disse: "estou a vir-me"... o seu sêmen espalhou-se no meu ânus, tão bom! O Gui não quis deixar-me a seco, mamou a minha verga, sabia mamar muito bem, e a seguir o meu leitinho entrou com pressão na sua boca, escorria pelo canto da sua boca.






