O meu casamento a cada dia que passava ia de mal a pior… tinha 35 anos, estava casado há 5 anos, da relação nasceram duas filhas gémeas, tinham 2 aninhos, acho que era em grande parte por elas que eu e a minha esposa continuávamos juntos. Desconfiava de já ter sido traído várias vezes por parte dela e eu também tinha as minhas amantes.
Passávamos o dia inteiro fora de casa, cada um no seu trabalho, durante o dia não existia um telefonema ou uma mensagem para o telemóvel, chegados a casa só o jantar é que era partilhado, falávamos pouco os dois, depois dormíamos em camas separadas por causa das nossas filhas.
Fomos sempre um casal que gostava de sexo, mas fazia muito tempo que não acontecia, e sentia falta do tesão, da chama do envolvimento… a seguir ao almoço, eu e os meus colegas de trabalho tínhamos por hábito ir tomar um café a uma esplanada, como me sentia carente qualquer mulher que se aproximasse era um despertar de emoções, até a empregada do café me deixava tentado a comê-la… por vezes insinuava-me a ela, olhava para mim, sorria e virava costas… não estava a resultar a minha tentativa de engate.
Ali na mesma esplanada, passados uns dias, eu e um colega de trabalho fomos tomar café, os outros colegas não quiseram ir. Enquanto falávamos aproximou-se uma mulher magra, cabelo comprido escuro, óculos de sol, saia, bota até ao joelho… cumprimentou e sentou-se na nossa mesa, e entregou uma chave de um carro ao meu colega, o meu colega apresentou-a, disse que se chamava Marlene e era sua cunhada, o seu carro tinha ido à revisão e a Marlene como estava de férias, tratou disso… acabei por dizer que também gostava de ter uma cunhada assim, ela sorriu.
No fim de semana fui fazer umas compras e por coincidência encontrei a Marlene no supermercado, dirigiu-me o olhar, sorriu e demos um "olá ", usava umas calças justas, decote discreto, cabelo preso… a sua beleza não passava despercebida.
Na segunda-feira, discretamente perguntei ao meu colega algumas informações sobre a sua cunhada, disse-me que trabalhava numa ourivesaria no centro comercial, que morava com o namorado, mas que se tinham separado… pouco mais quis saber…
Fui até ao centro comercial e descobri a ourivesaria, entrei e ali estava a Marlene a atender um cliente, disfarcei e olhei para algumas joias e relógios, ela após atender o cliente veio ter comigo…
- Então, o que anda à procura?
A vontade era de dizer que a procurava a ela… contive-me…
- Procuro um relógio para mim, de ponteiros… pode ajudar-me?
- Sim claro… preferência de alguma marca?
- Não… apenas de cor preta e que marque bem as horas para não me atrasar - sorri.
A escolha foi demorada, tive sorte de não entrar nenhum cliente e a Marlene foi estando comigo, ajudou-me, deu a sua opinião… e comprei o relógio… no dia seguinte passei novamente na loja porque a Marlene não tinha entregue a garantia, mas não estava lá, voltei no outro dia de manhã…vi-a e entrei na loja, expliquei-lhe a situação e ela pediu desculpa por ter tido essa falha. Mantivemos a conversa ao balcão e convidei-a para tomar um café, fui um pouco descarado, mas quis saber qual a reação dela… disse que estava de folga passados dois dias, perguntou se dava para mim, disse que sim. Meti um dia de férias nesse dia…
Encontramo-nos num café perto da sua casa e afastado da minha, a Marlene mais uma vez vestia de forma elegante, mexia comigo… passámos a tarde inteira na conversa, soube que tinha 28 anos. Disse-me que estava a precisar de se sentar em algo mais fofinho, num sofá, convidou-me a ir até sua casa. Chegámos e assim foi, sentou-se no sofá e ficou à sua vontade, confortável… quando estávamos no café o seu olhar ficava focado na minha boca e em sua casa voltou a ser igual…
Sem perguntar, serviu um uísque para ambos…deu um gole, cruzou a perna, e suspirou… cheguei-me para junto dela, rolou um beijo… sem demoras, fomos até ao seu quarto, no intervalo de cada beijo saía uma peça de roupa do nosso corpo, já despidos… sentou-se em cima do meu rosto levemente, e a minha boca chupava e lambia-lhe a cona, depois chupou vigorosamente o meu pau, até ficar sem ar… quis experimentar algo novo comigo, pegou num dildo, ficou de barriga para baixo, colocou uma almofada por baixo do quadril, enfiou o dildo na coninha… empinou ligeiramente o cuzinho… e disse "faz anal comigo"…
Devagarinho enterrei o meu pénis babado no seu cu até meio, o seu corpo abanava em todos os sentidos, da sua boca saíram gemidos grossos de prazer, sentia a sua mão por baixo dela a mexer no dildo… eu estava a sentir um enorme prazer por ter o meu pau todo dentro daquele cu bom… e em instantes a Marlene rouca, e a estremecer, atingiu o orgasmo… tirou o dildo e disse: "termina na minha coninha"... estava aberta e bem molhada, o meu pau deslizou para dentro dela, comecei a fodê-la de forma bruta… e o esperma soltou-se dentro da sua ratinha.
Várias histórias de traições envolveram o meu casamento, minhas e da minha mulher… era um casamento infeliz.








