sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Henrique

Era Outono, as folhas que caíam das árvores preenchiam a estrada à frente de minha casa, o sol tímido aparecia entre as nuvens, ia para o meu trabalho, sentia-me um pouco em baixo, sempre fui uma mulher dinâmica, ativa e com uma vida social alargada, mas os dias não eram os melhores, quando chegava a casa já era noite, os dias curtos não estavam a ajudar-me. Tinha 30 anos, solteira e sentia falta de sexo, de entregar-me a alguém, a minha carência era elevada, pensava todos os dias num envolvimento que me deixasse em êxtase. 


Estava sem namorar há 4 anos, sentia-me insegura na sexualidade, embora nutrisse desejo por homens, se surgisse a oportunidade de envolver-me com uma mulher, ia deixar-me levar… na verdade o meu maior desejo era ter um orgasmo fosse com quem fosse.


Os dias da semana passavam rapidamente, os fins de semana chegavam velozmente, saía e procurava divertir-me, mas a minha timidez não permitia desbloquear algo que me favorecesse… não sabia como fazer para levar um homem ou mulher para a cama…

Deixava o tempo passar sem aproveitar como gostaria.


Um dia fui visitar a minha avó a sua casa, era domingo, o dia estava escuro, com vento e nublado… encontrei o meu primo Henrique, também tinha ido ver a avó, ele era muito acessível, simpático e sempre tive uma boa ligação com ele. Tinha 23 anos, aparentava ser mais velho, cabelo encaracolado, barba curta, o seu corpo era bem constituído, via-o uma a duas vezes por semana, naquele dia o nosso lanche foi em casa da avó, uma casa que ficava numa quinta grande com uma vinha imensa, árvores de fruto e um jardim, a avó já tinha bastante idade, havia uns senhores que cuidavam da quinta, após o lanche estava cansada e foi deitar-se um pouco. Eu e o Henrique ficámos a sós durante esse período. O Henrique perguntou:

- E se fôssemos dar uma volta pela quinta? Faz tempo que não passo por alguns sítios…

- Boa ideia… não me apetece estar dentro de casa… vamos lá…


O dia já estava a escurecer… passámos pela vinha, e íamos falando, o Henrique deu-me um elogio, disse que quanto mais eu envelhecia, melhor estava o meu corpo, mexeu comigo e com a minha carência, continuámos a caminhar e fomos até à zona das árvores de fruto, estavam despidas, sem folhas e eu imaginava-me despida também para o Henrique… percorremos um caminho estreito e os nossos corpos tocavam-se um no outro, até chegarmos ao jardim…. Ficava num recanto com muros à volta, nada nem ninguém nos via ali, o Henrique sempre foi um pouco atrevido, e eu sentia que algo se ia passar entre nós, sentia um arrepio nas costas, o ritmo cardíaco estava acelerado… a aproximação seria o clique para o envolvimento… 


O Henrique perguntou se eu estava com frio, disse-lhe que sim… chegou-se para perto de mim, abraçou-me… aconchegou-me e esfregou a sua mão nas minhas costas, senti-me aquecida e tentada ao beijo… perdi a vergonha e a minha boca foi ter com a boca dele, demos um beijo molhado e prolongado, ficámos sem ar… estávamos excitados, com vontade de fazer sexo, naquele momento, naquele local… o Henrique sentou-se no banco do jardim… puxou as calças para baixo, fiz-lhe sexo oral… que saudades de sentir um pau duro e grosso na minha boca e língua… a seguir foi a minha vez de puxar as minhas calças, sentei-me abri as pernas e o Henrique fez-me um minete esplendoroso… que momento prazeroso! Por pouco atingia o orgasmo… apoiei as minhas mãos no encosto do banco do jardim, inclinei o rabo para trás, disse ao Henrique para foder-me devagarinho, já não fazia há muito tempo, enterrou-me lentamente, tinha a cona fechadinha, parecia virgem… que sensação sentir o seu pau duro a chegar até ao fundo… enquanto me fodia, apalpava-me as mamas, estava a ser muito bom, continuou… fodeu muito e eu não aguentei mais, estremeci e atingi o orgasmo. A seguir voltei a chupar o pau bom do meu primo, fiz o broche até ao fim… senti o seu leitinho todo dentro da minha boca, engoli tudinho…  


                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Tanto esperei e desejei algo assim e aconteceu no local menos esperado e muito menos pensava que pudesse vir a ser com o meu primo. Foi excelente, senti-me uma vadia, mas deixou-me supersatisfeita.




segunda-feira, 25 de julho de 2022

Patrícia

Apaixonei-me por uma mulher ligada à natureza e aos animais, a Patrícia era Bióloga e vegan, tinha 39 anos e muito tempo dedicado ao ambiente e a tudo o que era natural, sem químicos, sem poluição… possuía uma quinta com variadas árvores de fruto, culturas de legumes e muitos animais. 


Eu tinha 40 anos, despedi-me do trabalho que desempenhava na cidade e dediquei-me a ajudar a Patrícia na sua quinta na aldeia, a minha vida mudou 180 graus, os dias eram ocupados a tratar de animais, apanhar legumes na horta, comprara recentemente um trator, que usava no campo, tornara-me um agricultor. 

O nosso trabalho era diário, havia sempre alguma coisa para fazer, e tínhamos algumas pessoas que vinham para a quinta ajudar… a venda dos produtos e a rentabilidade do espaço, juntamente com o gosto que tínhamos pelo que fazíamos era um fator aliciante para continuarmos a viver da forma que escolhemos.


Estávamos sempre muito próximos, passávamos o dia juntos desde que o sol nascia até ao pôr-do-sol. A nossa ligação era muito forte, não sabíamos o que era discutir, o entendimento entre nós era perfeito. 


Um dia tivemos um fim de semana com menos trabalho, com a ajuda de amigos decidimos construir uma casa de madeira numa árvore da quinta, a árvore era grande e consistente, forte para aguentar as tábuas da construção… deu bastante trabalho, foram precisos vários dias para ficar uma casa dentro do que gostávamos de ter.


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest



Uma casa pequena, com um quarto, uma sala que fazia de cozinha também e um WC, era confortável, acolhedora, resistente e adorávamos passar as tardes por lá… sentados à varanda… passávamos o tempo a ver a paisagem sobre a quinta, víamos os terrenos, de longe os animais, o tempo era ocupado a ler, na descontração e a descansar.


Era final de tarde, os últimos raios de sol do dia atravessavam os ramos das árvores… eu e Patrícia sentíamos a brisa fresca a correr, ouvíamos o som das folhas e o chilrear dos pássaros, o sol ia descendo até cair a noite… a Patrícia estava encostada a mim, a sua mão passou por cima dos meus calções na direção do meu pénis, a seguir meteu a mão dentro dos calções e mexeu nele… o meu pau subiu e o tesão aumentava, olhou para mim e sorriu, desceu os calções e iniciou um broche, a sua boca chupava bem demais, a mão acompanhava com uma punheta, o meu pau estava todo babado, a Patrícia veio até à minha boca e demos um beijo de língua intenso, entrámos em casa, com a Patrícia deitada no chão subi o seu vestido, os meus dedos entravam na sua cona e lambia-lhe o clitóris e a sua vulva, o meu minete deliciou-a… em pé demos um abraço, a noite já estava por cima de nós…

No quarto a Patrícia apoiou o peito em cima da cama, por trás enterrei-lhe o pénis bem forte, com os movimentos vigorosos, o prazer aumentava, a seguir ficou de lado e voltei a penetrá-la… cheguei ao orgasmo… a seguir voltei a lamber a coninha da Patrícia e a meter os dedos, e veio-se compulsivamente.


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A natureza conjugada com o amor que sentimos por quem amamos, é mágico… a mudança que tive na minha vida foi compensada por tudo o que aprendi e vivi com a Patrícia. 





sexta-feira, 15 de julho de 2022

Rafael

As minhas experiências amorosas eram vastas… como mulher já tinha tido envolvimentos com outras mulheres, o que achei fantástico, fiz sexo em grupo, ménages… tendo gostado mais de ter dois homens comigo ao mesmo tempo. Todas essas ligações foram importantes para mim, soube conhecer bem o meu corpo, descobrir várias formas de prazer, o sexo era o meu ponto de abrigo, adorava ter experiências novas e diferentes, nunca tive relações duradouras. Como tal, aos 52 anos estava solteira.


A minha autoestima sempre esteve em alta, embora o meu corpo tivesse sempre com uns quilos a mais, nunca fui abaixo, sempre tive com quem fazer sexo, bastava querer… 

Tornei-me independente muito cedo, comecei a morar sozinha com 18 anos, aprendi a viver comigo mesma, e se as paredes da minha casa falassem iam ter muito para contar… foram muitos orgasmos.


Tinha um amigo especial, chamado Rafael conhecia-o há 20 anos, estivemos juntos em momentos com muita excitação, foram experiências loucas que nos encheram de muito prazer.

Por vezes estávamos juntos, quando visitava a minha casa trazia sempre uma prendinha para mim. O Rafael era divorciado, tinha 50 anos, o seu corpo era gordo, tinha entradas no cabelo grisalho, sempre teve um lado aventureiro, homem um pouco bruto de quem eu gostava, sabia surpreender uma mulher, era imprevisível e espontâneo.


O Rafael teve um tempo desempregado, depois arranjou um trabalho como camionista, fazia viagens nacionais e às vezes pela Europa. Como morava longe de mim, falávamos pelo telemóvel, dizia que estava feliz com o seu novo emprego.

Um dia ligou-me e disse que tinha saudades minhas, que sentia desejo de estar comigo, aquelas suas palavras deixaram-me com muita vontade de dar-lhe um abraço e de entregar-me a si... perguntei:

- Rafael, estás longe?

- Estou em França, daqui a uns dias regresso e vou passar perto da tua zona.

- Hum… vais querer matar saudades?

- Se houver essa possibilidade, gostava de estar contigo.

- Ok… depois avisa porque também quero muito estar contigo.


Aqueles dias seguintes, fizeram-me pensar muito nele, masturbei-me várias vezes com o Rafael no meu pensamento, os meus dedos e o dildo deixavam-me satisfeita, mas sentia falta dos seus beijos, do toque, dos gemidos, dos arrepios… 

O meu corpo pedia o Rafael, o relógio parecia que estava sempre na mesma hora, os dias demoravam a passar, nunca tinha sentido tanta vontade de fazer sexo como naqueles dias.


O Rafael informou que já tinha entrado no nosso país, não demoraria muito a chegar até mim, o meu ritmo cardíaco aumentou, sabia que já faltava pouco para o sentir.

Combinámos que iria ter com ele, deixou o camião num parque a 20 km de minha casa, saí e, à medida que percorria o caminho, já nem me lembrava dos locais que ficavam para trás, só pensava no que faltava passar para chegar até ao Rafael.


Entretanto, cheguei, aproximei-me do seu camião, esperava-me dentro dele, desceu e deu-me um abraço, senti-me protegida e aconchegada nos seus braços fortes, colada ao seu corpo.

Estivemos dois meses sem estarmos juntos, ambos sentíamos muita vontade de nos entregarmos um ao outro. A temperatura estava amena, levei um vestido até meio da perna e sem cuecas vestidas… subimos até dentro do camião. 


Fomos diretamente para a cama da cabine, os nossos beijos eram ardentes, o Rafael puxou o fecho do meu vestido e fiquei só de sutiã, a sua mão apalpava-me as mamas mexendo nos meus bicos, descia e passava a mão pela minha vagina, sentia-me molhada… o Rafael desceu as calças e os boxers, a minha mão pequena agarrou no seu pau babado, não era grande, mas era bem grosso, com ele deitado, a minha boca foi até ao seu pénis, tinha-o todo dentro da minha boca, chupei-o bem. Que vontade de fazer um bom broche! 

O Rafael veio para cima de mim com o seu lado bruto, beijou-me… mordeu-me o lábio inferior, depois de lamber as mamas, abanou-as com as mãos e deu-lhe umas palmadas, a seguir com a sua mão grossa deu-me um estalo na cara com alguma força, suada e desejosa tudo o que fazia excitava-me… enfiou-me o pénis na cona… a minha sensibilidade estava à flor da pele, após vários movimentos do Rafael, estremeci e tive um orgasmo… continuámos a foder intensamente… pus-me de quatro e o Rafael deu-me palmadas fortes no rabo, enterrou-me o seu pénis grosso dentro do meu cu, o meu gemido foi forte, o Rafael gemia também… logo a seguir fui para cima do Rafael… de forma intensa, os meus movimentos eram acelerados em cima do seu pau, voltei a vir-me e passados alguns segundos foi o Rafael a chegar ao orgasmo. 


                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca tinha feito sexo dentro de um camião, foi excelente… vamos sempre a tempo de fazermos coisas novas e diferentes em qualquer lugar.

Mantivemos os encontros esporádicos, repletos de aventura, desejo e prazer.



terça-feira, 5 de julho de 2022

Li

Sempre tive uma tendência para o que era asiático, desde a comida, passando pelas mulheres e tinha o sonho de fazer uma viagem pelo oriente.

A minha vida profissional corria bem, o meu salário permitia-me deixar dinheiro de parte, estava com 27 anos, sem namorada, não andava à procura, mas se aparecesse iria aproveitar de bom grado.

 

Já tinha tido alguns desgostos amorosos ao longo da vida e como tal estava muitas vezes à retranca, custava dar o primeiro passo, e tinha muita dificuldade em confiar. 

Como não gostava muito de sair de casa, frequentava alguns chats de amizade, navegava muito tempo pela internet, e foi assim que comecei a teclar com a Li. 


Aos poucos fui conhecendo a Li, vi algumas fotos dela, e começámos a ver-nos por videochamada, era uma chinesinha muito gira e fofinha, tinha 32 anos, já vivia em Portugal desde os seus 15 anos, trabalhava com os seus pais. A sua pele era clara, parecia seda, cabelo liso preto, rosto redondo, um sinal perto do canto do lábio, por vezes usava óculos, era baixinha. Gostava muito de falar com ela, era uma mulher com garra, inteligente e muito gentil. 

As nossas conversas eram variadas, falávamos sobre tudo, a Li falava-me muitas vezes do seu país, das tradições, das paisagens e aguçava-me cada vez mais o apetite de conhecer o lado de lá. A Li também tinha interesse em voltar ao seu país, estava há muitos anos sem visitá-lo. 


Mantivemos os dois um contato diário sem fim, iniciávamos a conversa após o jantar e prolongava-se pela noite dentro, era sempre interessante falarmos, havia sempre algo novo para descrever, comentar ou explicar, a Li tinha muitos sítios em Portugal que não conhecia, e que gostava de conhecer. 


Passados uns meses, resolvemos finalmente conhecer-nos… fiz 100 km para a conhecer, cheguei à cidade que ela habitava quase ao final da manhã. Estava algum frio, o sol por vezes escondia-se atrás das nuvens, quando aparecia não se notava o seu calor. 

Chegado ao local combinado, olhava para todo o lado para a tentar descobrir, mas não a conseguia ver, fixei o meu olhar mais para longe e vi-a a aproximar-se, os meus olhos observavam o seu estilo, sorriso nos lábios pintados de vermelho, olhos sombreados, vestia um casaco comprido castanho, saia curta e umas botas de cano até ao joelho, quando chegou até mim, demos um curto abraço, e um beijo no canto do lábio… aquele momento coroava todos os momentos que falávamos, todas as conversas que proporcionaram o nosso conhecimento.


Estava entusiasmado por estar perto da Li, o nosso sentido de humor encaixava, dávamos risadas, existia cumplicidade e a forma como falávamos tocava no nosso coração.

Passeámos o dia inteiro, foi bem aproveitado e já no final do dia a sensação foi que tinha passado muito rápido. Despedimo-nos novamente com um abraço curto e um beijo no canto do lábio.


Voltámos às nossas conversas diárias e marcámos novo encontro, desta feita, a Li viria até à minha zona, passadas duas semanas estivemos outra vez juntos.

Continuava frio, não havia sol, a Li apareceu bem agasalhada, com o mesmo sorriso que a caracterizava, aproximou-se e demos um abraço mais prolongado e um beijo na boca muito leve… levei a Li a conhecer vários locais que tinha vontade de conhecer, adorou todos eles, já perto do final do dia e sabendo que poderia demorar até estarmos juntos, agarrei a sua mão fria e perguntei:

- Já sei que adoraste os passeios que fizemos… e da companhia o que tens a dizer?

- Gostei… estás a ser como imaginava… e em relação a mim?

- Bem… gosto da tua companhia, sinto-me bem contigo… e estou apaixonado por ti.

- Isso é muito forte… mas o certo é que sinto o mesmo por ti.

- Queres namorar comigo?

- Sim quero.


Iniciámos uma relação à distância, mas com bastante felicidade.

Passados quatro meses, marcámos a viagem da minha vida, fomos até Pequim.

Felizes como nunca, a Li dava-me a conhecer a sua cidade, tudo o que via fascinava-me, a minha adrenalina estava aos pulos. À noite fomos para casa de familiares da Li, seria lá que íamos pernoitar nos próximos dias. 


Já no quarto, estávamos um pouco exaustos, mas havia algum tempo para os nossos corpos se unirem, tirei a roupa da Li, após uns beijos molhados e uns apalpões, deitei-a na cama dobrei as suas pernas e lambi-lhe a sua coninha, os meus dedos também entraram dentro dela, os seus gemidos agudos faziam-se ouvir… continuou de barriga para cima, disse que queria chupar o meu pau, levei o meu pau até à sua boca, ficou com uma almofada por baixo da cabeça e chupava bem, agarrei-me ao topo da cama e fazia o movimento de anca, com o pénis metido na sua boca, estava a foder a sua boca… a seguir veio para cima de mim, a sua cona estava molhada e o meu pénis duro e babado deslizou para dentro dela. Os nossos gemidos eram intensos de prazer absoluto… a Li contorceu-se e caiu sobre o meu peito, tinha chegado ao orgasmo. Ficando deitada de barriga para baixo, meti-lhe o meu pénis dentro da vagina, aumentei o ritmo forte e encadeado, e demorei segundos a encher a coninha da Li com o meu esperma.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A nossa história começou num écran, tornou-se pessoal em Portugal, mas desenrolou-se e pôde ficar até ao fim em Pequim. A cultura da Ásia é o nosso abrigo, o meu sonho tornou-se realidade, junto à pessoa que amo.

sábado, 25 de junho de 2022

Nuno

Era um dia de verão, estava de férias e decidi ir sozinha até à praia. Estava quente e com pouco vento, caminhei pelo areal, escolhi o local perto do posto de vigia da praia, estendi a toalha na areia e enquanto colocava protetor solar no meu corpo, vi o nadador salvador a sair do mar com uma boia na mão, cabelo molhado, barba no rosto, corpo alto e bronzeado, aquele corpo a aproximar-se de mim deixou-me tentada a conhecê-lo.


Fiquei deitada na toalha durante um tempo, depois fui até a água, mergulhei e nadei… de longe observava-o e sentia-me vigiada por ele. Quando saí do mar, os meus olhos fixaram-se nele, percorria o caminho até à toalha com o meu olhar sobre ele. Já deitada, secava a minha pele ao sol, aquecia ainda mais o meu corpo que já estava quente de desejo. A água escorria do meu cabelo e passava pelo meio das minhas mamas morenas e redondas, soltei as alças do biquíni e fiz topless, o meu corpo atraía os olhares e o nadador salvador não ficou indiferente.


Estava a chegar o pôr-do-sol, a praia tinha menos gente, inclusive na água, o nadador desceu do seu posto de vigia, estava perto de mim, quase ao meu lado, olhei na sua direção, prendemos o olhar, fiquei bloqueada sem saber como meter conversa… mas foi ele que me deu um "olá "... respondi e sorri… a conversa desenrolou-se, soube que se chamava Nuno, tinha 28 anos, mais seis do que eu, morava perto da praia, também soube algumas coisas sobre mim, houve química e dava vontade de prolongar a conversa, estávamos bem e o brilho das águas douradas pelo descer do sol no horizonte embelezava o momento.


O tempo que estive com ele parecia estar a terminar, o Nuno disse que tinha de ir para casa e que tinha gostado de falar comigo. Voltada para ele e preparada para sair da praia perguntei:

- Vai ser a última vez que te vou ver?

- Não sei… só daqui a cinco dias é que regresso a esta praia.

- Isso é muito tempo para mim - sorri.

- Podemos sempre ver-nos antes.


Acabei por sair da praia com o Nuno, e a sua casa foi o nosso destino, o meu corpo pedia o dele, depois de entrar, tomei um banho para libertar as areias que estavam coladas à minha pele, ele também se refrescou, bebemos um refrigerante bem fresquinho… e logo a seguir demos um abraço e um beijo lento e molhado, as roupas caíram dos nossos corpos, o meu tesão era grande, o Nuno pegou em mim ao colo, levou-me até ao quarto, deitou-me na cama, estava entregue a tudo o que me quisesse fazer, agarrava as minhas mamas com delicadeza, lambeu os meus bicos e metia devagarinho dois dedos na minha coninha, estava a deixar-me muito excitada, e ainda mais fiquei quando iniciou um minete, por momentos tive quase a vir-me… aguentei… o Nuno deitou-se de barriga para cima, e abocanhei o seu pau, a minha língua não parava e acompanhava o broche com uma suave punheta, gemia levemente…


Ambos queríamos mais… corpos suados e ofegantes, o Nuno veio por trás de mim, fiquei de "quatro" para si, e senti o seu pau a penetrar-me até ao fundo, que sensação única… continuou assim a foder-me… o seu ritmo deixava-me cada vez mais molhada… dava-me palmadas nas nádegas, e aumentou o ritmo, aquela posição estava a dar muito prazer a ambos, continuámos assim, a ponta do seu dedo entrou ligeiramente no meu cu, o seu pau batia bem dentro de mim, e eu não aguentei mais… o orgasmo apoderou-se de mim com um gemido forte. O Nuno pouco depois, tirou o seu pénis e esporrou-se todo para cima das minhas nádegas…


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest


O meu desejo era grande, o tesão aumentou, o orgasmo chegou e saí consolada da casa do Nuno. 

Um dia de praia, um nadador salvador e um dia que terminou na loucura.


quarta-feira, 15 de junho de 2022

Mariana

A minha profissão era jardineiro, tinha 20 anos, e trabalhava na casa de um casal em que ambos tinham sido médicos, os dois eram septuagenários, aprendi muito com um senhor que eu acompanhava, um dia este adoeceu e fiquei sozinho a tomar conta dos jardins.

A casa era muito grande, os jardins imensos, repletos de várias flores, arbustos e árvores, todos os dias havia o que fazer, desde podar na devida altura, regar, cortar as ervas… ou então ajudar o casal noutro tipo de tarefas.


Os senhores tinham uma filha, chamava-se Mariana, com 42 anos, solteira, estava muitas vezes em casa, era arquiteta, fazia os projetos no seu computador, recebia alguns clientes em casa e se precisava de sair pedia a um primo para fazê-lo por ela… 

A Mariana era bastante gordinha, tinha uns seios grandes um pouco descaídos, de rosto lindo, os olhos eram pretos e grandes, a boca pequena e os lábios finos, relativamente baixinha.


Habituei-me a vê-la todas as manhãs, ora estava à janela, ora vinha a meio da manhã ao jardim, fazia-me perguntas sobre as plantas, mostrava interesse, muitas vezes era ela que me trazia um lanche à tarde. A Mariana era uma mulher carinhosa, de voz fina, inteligente e com experiência de vida. Solteira, tinha tido várias relações, uma delas que durou dez anos, com casamento marcado, mas depois foi traída e cancelou a boda. A partir daí ficou avessa a relações, dificilmente se envolvia… tudo isso era partilhado por ela, gostava de ouvi-la, confiava em mim e notava que gostava de falar comigo.


A minha vida era levantar-me muito cedo, ia a pé até à casa dos pais da Mariana, almoçava junto deles, passava a tarde também nos campos com um trator da família… e só ia para casa ao final da tarde… os pais eram pessoas humildes e simpáticas que faziam-me sentir bem…

Só tinha o domingo livre… aproveitava para trabalhar em casa, ajudava os meus pais a coser sapatos. 

Embora ainda fosse novo, nunca tive namorada… era virgem, pouco tempo tinha para sair, ia ficando pela aldeia, não gostava de confusões, achava sempre que ia ter tempo para as mulheres… acomodava-me ao que fazia… vivia obcecado pelo trabalho.


Um dia a Mariana ao almoço perguntou-me:

- Então homem… sempre a trabalhar, e sair e divertir?

- Não costumo sair Mariana, fico mais por casa.

- Mas porquê? Não gostas?

- Até gosto de sair, aqui na aldeia não se passa nada e acabo por pensar só no trabalho.

- Mas não deves pensar só nisso, aproveita a tua juventude rapaz.

- Tem razão… 


Após o almoço a Mariana, passou por mim e disse sem os pais ouvirem, que qualquer dia saíamos os dois… gostei da ideia, sorri para ela e disse-lhe que ficava a aguardar um convite.

Não tardou muito, passado dois dias, propôs-me uma saída para sábado, mas para os pais não verem e outras pessoas não fazerem comentários, disse-me para ir ter a um mosteiro perto de casa dela… e assim foi… encontrámo-nos lá depois do jantar.


Procurei levar a roupa que mais gostava de vestir, dentro da minha simplicidade… calça de ganga, camisa ao xadrez, coloquei espuma no cabelo, e um perfume, sentia-me bem… 

A Mariana apareceu maquilhada, os olhos pintados, batom nos lábios, um vestido às flores, ficava-lhe bem… quando me viu disse que eu parecia outra pessoa, estava habituada a ver-me sujo, com pó da terra, ossos do ofício… A Mariana também sobressaiu, estava charmosa. 

Depois de entrar no carro dela, e termo-nos apreciado mutuamente, ainda era relativamente cedo… mostrou-me dois bilhetes… perguntou-me se sabia para que era… disse que não sabia… levou-me a um concerto de música… numa sala de espetáculos bem grande… o músico cantava a solo… adorei a atmosfera e ter estado presente a ouvir um dos meus músicos preferidos… a companhia da Mariana também foi bem agradável.

Levou-me a casa, disse-lhe que tinha gostado muito da surpresa, ela também me disse que já não saía há muito tempo, que tinha gostado da minha companhia.


Na segunda-feira de manhã a Mariana veio ter comigo ao jardim, falámos sobre o concerto de sábado à noite… entre outras coisas… disse-me que da parte da tarde os pais não iam estar, só chegariam à noitinha, tinham ido para casa de uns amigos.

A meio da tarde fui lanchar, a Mariana já tinha o meu lanche preparado, caprichou com uns docinhos caseiros feitos por ela… sentada à mesa lanchou junto a mim, o pé dela tocava-me por baixo da mesa… parecia que me queria transmitir algo, a mão dela apoiou no meu braço enquanto falava…mordia os lábios, olhava direta e prolongadamente para os meus olhos, sentia um clima diferente… estava a deixar-me nervoso, as minhas mãos estavam suadas… pediu-me para ir ver o quarto de banho da parte de cima da casa, dizia que o chuveiro não tinha pressão, se eu sabia como haveria de resolver… por norma procurava resolver os problemas da casa… 


Fui ver o que se passava… a Mariana acompanhou-me… quando ia tirar o chuveiro da parte de cima, estava apoiado, a Mariana por trás de mim abriu a água… a água estava fria e sem contar dei um grito, ela também gritou, molhada também, começou a rir… encostou-me à parede e beijou-me… a água começou a aquecer… e o desejo a crescer… as roupas estavam coladas aos nossos corpos… a Mariana puxou a minha camisola, eu puxei a dela… tirámos a roupa, a água continuava a cair do chuveiro… os nossos corpos estavam nus… sentia-me húmido e nervoso por nunca me ter envolvido, ser inexperiente… a Mariana pôs-se de joelhos e chupou-me o pau… tinha pelos à volta, não tinha feito a depilação… a boca dela era meiga, chupava lentamente estava a deixar-me maluco… apercebeu-se que ia demorar pouco a vir-me… subiu e beijou-me a boca… perguntou-me se era a minha primeira vez… disse-lhe que sim meio atrapalhado, ela disse que tinha de ser especial… fechou a água…sentou-se apoiada no tampo da sanita, abriu as pernas… viam-se vários pelos pela vulva, passou os dedos na vagina, lambeu-os … pediu-me para lamber a coninha dela… com um pouco de timidez, a minha boca lambeu-a... ela usava as mãos para esfregar os seios… a minha língua entrava no buraco da vagina e subia até ao clitóris, ela pedia mais… o meu pau estava todo babado… a respiração dela estava ofegante, o meu pau estava muito duro… deitou-me no chão em cima de um tapete… veio para cima de mim, ergui a cabeça e vi o meu pau a desaparecer dentro da sua coninha quente… a Mariana controlava, parecia que estava a cavalgar em cima de mim… já toda molhada, não aguentei mais tempo… cheguei ao orgasmo… foi uma sensação inesquecível, sentir todo o meu leite dentro dela… a Mariana não se veio, mas sentiu muito prazer… disse-me ao ouvido que me ia ensinar a ser um homem bom na cama… 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi assim a minha primeira vez, com uma mulher madura e experiente, tive muito prazer… voltámos a repetir mais vezes, conseguiu ajudar-me a melhorar a minha performance sexual, a dar mais prazer, consegui fazê-la atingir também o orgasmo… 





domingo, 5 de junho de 2022

Pedro

Trabalhava numa pastelaria, sem contrato e farta de continuar lá, queria arranjar outro trabalho, tornar-me independente e deixar de morar com uma tia. Gostava da área de compra e venda de casas, enviei currículo para uma imobiliária e fui chamada a uma entrevista…

A entrevista foi feita pelo Pedro, era o responsável da empresa, homem alto, magro, barba por fazer, cabelo preto… aparentava ser trintão, não era lindo, mas tinha charme… disse-me para me apresentar e o porquê de ter enviado o currículo, respondi-lhe que me chamava Sandra, tinha 25 anos, solteira, completara o 12.°ano e possuía uma enorme vontade de trabalhar na área da imobiliária, de aprender e ser uma mais valia… apresentou-me a empresa, disse-me como era a forma de trabalhar, o que teria de fazer na empresa, ou seja pela conversa dele, eu ia ficar a trabalhar lá… numa fase inicial ia acompanhar-me, quer no escritório, quer na visita das casas… a entrevista foi numa quinta-feira, disse-me que começava a trabalhar na segunda-feira seguinte. 


O Pedro era prestável, perguntava sempre se tinha alguma dúvida, ensinava tudo direitinho, muito próximo de mim, tive um mês dentro do escritório com ele a explicar-me o funcionamento da empresa… quando ia para casa, a sua voz ressoava no meu ouvido, mas sabia bem, gostava de ouvi-lo… havia muito respeito entre nós, nunca houve insinuações…de parte a parte…

Chegou a altura de visitarmos as casas… terrenos… apartamentos… íamos os dois no carro da empresa… pela primeira vez notei o Pedro a reparar muito em mim, o olhar… não disfarçava… o toque nas minhas costas para me permitir a passagem à frente dele, era um cavalheiro… a cada dia que passava, a confiança aumentava, sentia-me bem a trabalhar com ele…


Um dia fomos visitar uma quinta onde passava um rio na parte do fundo do terreno: O espaço era bastante grande, havia poucas casas à volta do local, tinha bastantes animais, incluindo cavalos. Eu adorava cavalos… a casa precisava de obras, em pedra e com piscina na parte lateral, era um sonho… chegámos a acordo com o dono sobre o valor da venda… sendo vendida ganharia a minha comissão… foi a quinta e o sítio que mais gostei de ter visitado. 


Continuávamos nas visitas, o Pedro fez-me um elogio… disse-me que a minha simplicidade fazia a diferença, que a forma como me vestia era discreta, mas que gostava e eu corei… disse-lhe que tinha a roupa mais adequada para o trabalho, mas que também tinha roupas para outro tipo de saídas… a reação dele foi piscar-me o olho e sorrir…


Cada dia que passava, a proximidade entre nós aumentava… e numa sexta-feira à tarde, olhou para mim e disse:

- Sandra, amanhã à noite, temos um bar para ir ver, podes levar a roupa que dizes que é para outras saídas… parece ser um bom negócio.

Ingénua e meia confusa perguntei:

- Para vender ou alugar?

- Temos de conversar com o dono para ficarmos a saber…

- Hum, ok… então posso caprichar na roupa?

- Sim podes… mas não me deixes tentado a perder a cabeça contigo… - sorriu.

- Nada disso… vamos tratar de um negócio, temos de ser profissionais…

- Isso mesmo… vens ter ao escritório às 21.30h?...

- Combinado Pedro.


Sabia que o negócio era um pretexto para sairmos juntos fora do contexto de trabalho, a forma como o fez, foi original…

Vesti-me a preceito, até eu me sentia gostosa… calça justa, meio decote… tacão para ficar da altura dele… 

Os 5 meses que passáramos juntos no trabalho fez-nos conhecer bem, e tinha noção que, mais tarde ou mais cedo, íamos acabar por sair juntos… a atração que sentia pelo Pedro era forte e tinha a certeza que ele sentia o mesmo por mim… 

Fui ao escritório à hora combinada… o Pedro estava dentro do carro, deu-me sinal para entrar… os olhos dele pareciam faróis quando entrei no carro, o seu olhar percorreu o meu corpo, sorriu e disse-me que estava poderosa. 


Saímos em direção ao tal bar que tinha dito, avisou-me que não era perto, que ia demorar a chegarmos… disse-lhe que já não estava a morar com a minha tia, portanto teria todo o tempo que fosse preciso… disse-me que sabia disso… até me tinha esquecido que foi ele que arranjou um apartamento alugado para mim… continuámos a viagem ao longo de 60km… passou rápido, a conversa era boa, e chegámos ao destino. 


O bar era bem decorado, à entrada era mais tranquilo com mesas e cadeiras, tinha outra parte com uma pista de dança…

Ficámos no primeiro espaço, era mais tranquilo, dava para nos ouvirmos melhor… 

Perguntei-lhe:

-Onde está o dono do bar? Para a quantidade de gente que tem aqui, não deve querer alugar ou vender. - sorri.

- O dono do bar não está cá hoje, temos de vir cá noutro dia… aceitas?

- Não... Pedro não é fácil aturar-te… vim pelo negócio. - sorri.

- O teu maior negócio sou eu, já não passas sem mim.

- Convencido… para quereres voltar cá comigo é porque eu é que sou indispensável. 

- Pronto… ganhaste… qual é o prémio?

- Olha… quero ir para a outra parte… dançar contigo.

- Vamos… mas cuidado, que os meus pés são pesados.


A pista de dança estava com muita gente, fomos furando até ao meio da pista, a nossa dança embalava os nossos corpos bem juntinhos, as nossas mãos agarravam-se e soltavam-se… cantávamos… era muita diversão, não havia espaço… virei as costas ao Pedro… ele puxou-me para ele, fiquei de costas e a sentir o corpo dele a mexer-se atrás de mim, o meu corpo acompanhava o movimento do corpo dele, os nossos corpos roçavam um no outro, sentia a dureza do pénis… continuámos assim por uns minutos, fiquei de frente para ele, abraçámo-nos, os nossos corpos continuavam a dançar e bem mexidos… os nossos olhares sempre dirigidos um ao outro e as nossas bocas foram de encontro uma da outra… beijo atrás de beijo… corpo com corpo… a música era uma combinação perfeita para os nossos beijos quentes… os meus pés já doíam, já não suportava o tacão… disse ao Pedro para irmos embora…


A viagem era um pouco longa… ainda estávamos com o som da música nos ouvidos, e ainda sentia os lábios do Pedro na minha boca… enquanto conduzia as nossas mãos iam entrelaçadas… soltei a minha mão da dele e pousei-a nas suas calças, desapertei o cinto, o botão das calças, puxei o fecho para baixo, agarrei o pénis... estava teso e meio molhado, desviou o olhar para mim, sorriu e voltou a olhar para a frente… a minha boca chupou aquele pau tesudo… foi por pouco tempo… mas gostei, ele também me disse que foi bom.


Entretanto chegámos à frente do escritório, ainda faltavam 20 km para chegarmos às nossas casas, decidimos entrar no escritório, na parte de trás, havia uma sala onde não se via a luz para o exterior e tinha um sofá confortável, fomos até lá… os nossos corpos estavam desejosos para se juntarem, nus e cheios de tesão… o Pedro sentou-me em cima da secretária… beijou-me… foi tirando a minha roupa... peça por peça… fiquei toda nua, foi-me apalpando os seios, as mãos dele exploravam todas as partes do meu corpo… já estava a deixar o tampo da secretária molhada… a boca dele lambeu-me o pescoço… sentia os meus seios dentro da boca dele… abriu-me as pernas, lambeu-me o clitóris e toda a vulva, chegando a penetrar com a língua na vagina, eu inclinava a cabeça para trás e suspirava de prazer… a seguir era a minha vez… de prosseguir, voltei até ao pénis dele… pus-me de joelhos... lambi… meti-o todo dentro da minha boca… chupei.. sentei-o no sofá… fui para cima dele… ele penetrou-me enquanto chupava os seios ao mesmo tempo, mudámos de posição, veio para cima de mim, voltou a penetrar-me… as minhas pernas ficaram na vertical,  apoiadas nos ombros dele, metia-me bem profundo… baixou as pernas dobrou-as sobre a minha barriga e continuou a foder-me com intensidade… estava a ser muito gostoso… virou-me e pôs-me de quatro, enquanto me enterrava o pénis por trás, metia um dedo no cuzinho… estava cheia de tesão… pedi para não parar… para ir até ao fim… fodeu-me intensamente… até me fazer vir toda… sensação única e repleta de prazer… quando estava quase a vir-se avisou-me… tirou-me o pénis da minha vagina, chupei-o, veio-se todo em cima da minha cara… nunca tinha sentido o leite no meu rosto… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Continuámos a trabalhar juntos, depois tornei-me sócia da empresa, namorámos, casámos, tivemos uma filha… e comprámos a quinta dos meus sonhos, com cavalos… Felicidade ao mais alto nível.