domingo, 5 de junho de 2022

Pedro

Trabalhava numa pastelaria, sem contrato e farta de continuar lá, queria arranjar outro trabalho, tornar-me independente e deixar de morar com uma tia. Gostava da área de compra e venda de casas, enviei currículo para uma imobiliária e fui chamada a uma entrevista…

A entrevista foi feita pelo Pedro, era o responsável da empresa, homem alto, magro, barba por fazer, cabelo preto… aparentava ser trintão, não era lindo, mas tinha charme… disse-me para me apresentar e o porquê de ter enviado o currículo, respondi-lhe que me chamava Sandra, tinha 25 anos, solteira, completara o 12.°ano e possuía uma enorme vontade de trabalhar na área da imobiliária, de aprender e ser uma mais valia… apresentou-me a empresa, disse-me como era a forma de trabalhar, o que teria de fazer na empresa, ou seja pela conversa dele, eu ia ficar a trabalhar lá… numa fase inicial ia acompanhar-me, quer no escritório, quer na visita das casas… a entrevista foi numa quinta-feira, disse-me que começava a trabalhar na segunda-feira seguinte. 


O Pedro era prestável, perguntava sempre se tinha alguma dúvida, ensinava tudo direitinho, muito próximo de mim, tive um mês dentro do escritório com ele a explicar-me o funcionamento da empresa… quando ia para casa, a sua voz ressoava no meu ouvido, mas sabia bem, gostava de ouvi-lo… havia muito respeito entre nós, nunca houve insinuações…de parte a parte…

Chegou a altura de visitarmos as casas… terrenos… apartamentos… íamos os dois no carro da empresa… pela primeira vez notei o Pedro a reparar muito em mim, o olhar… não disfarçava… o toque nas minhas costas para me permitir a passagem à frente dele, era um cavalheiro… a cada dia que passava, a confiança aumentava, sentia-me bem a trabalhar com ele…


Um dia fomos visitar uma quinta onde passava um rio na parte do fundo do terreno: O espaço era bastante grande, havia poucas casas à volta do local, tinha bastantes animais, incluindo cavalos. Eu adorava cavalos… a casa precisava de obras, em pedra e com piscina na parte lateral, era um sonho… chegámos a acordo com o dono sobre o valor da venda… sendo vendida ganharia a minha comissão… foi a quinta e o sítio que mais gostei de ter visitado. 


Continuávamos nas visitas, o Pedro fez-me um elogio… disse-me que a minha simplicidade fazia a diferença, que a forma como me vestia era discreta, mas que gostava e eu corei… disse-lhe que tinha a roupa mais adequada para o trabalho, mas que também tinha roupas para outro tipo de saídas… a reação dele foi piscar-me o olho e sorrir…


Cada dia que passava, a proximidade entre nós aumentava… e numa sexta-feira à tarde, olhou para mim e disse:

- Sandra, amanhã à noite, temos um bar para ir ver, podes levar a roupa que dizes que é para outras saídas… parece ser um bom negócio.

Ingénua e meia confusa perguntei:

- Para vender ou alugar?

- Temos de conversar com o dono para ficarmos a saber…

- Hum, ok… então posso caprichar na roupa?

- Sim podes… mas não me deixes tentado a perder a cabeça contigo… - sorriu.

- Nada disso… vamos tratar de um negócio, temos de ser profissionais…

- Isso mesmo… vens ter ao escritório às 21.30h?...

- Combinado Pedro.


Sabia que o negócio era um pretexto para sairmos juntos fora do contexto de trabalho, a forma como o fez, foi original…

Vesti-me a preceito, até eu me sentia gostosa… calça justa, meio decote… tacão para ficar da altura dele… 

Os 5 meses que passáramos juntos no trabalho fez-nos conhecer bem, e tinha noção que, mais tarde ou mais cedo, íamos acabar por sair juntos… a atração que sentia pelo Pedro era forte e tinha a certeza que ele sentia o mesmo por mim… 

Fui ao escritório à hora combinada… o Pedro estava dentro do carro, deu-me sinal para entrar… os olhos dele pareciam faróis quando entrei no carro, o seu olhar percorreu o meu corpo, sorriu e disse-me que estava poderosa. 


Saímos em direção ao tal bar que tinha dito, avisou-me que não era perto, que ia demorar a chegarmos… disse-lhe que já não estava a morar com a minha tia, portanto teria todo o tempo que fosse preciso… disse-me que sabia disso… até me tinha esquecido que foi ele que arranjou um apartamento alugado para mim… continuámos a viagem ao longo de 60km… passou rápido, a conversa era boa, e chegámos ao destino. 


O bar era bem decorado, à entrada era mais tranquilo com mesas e cadeiras, tinha outra parte com uma pista de dança…

Ficámos no primeiro espaço, era mais tranquilo, dava para nos ouvirmos melhor… 

Perguntei-lhe:

-Onde está o dono do bar? Para a quantidade de gente que tem aqui, não deve querer alugar ou vender. - sorri.

- O dono do bar não está cá hoje, temos de vir cá noutro dia… aceitas?

- Não... Pedro não é fácil aturar-te… vim pelo negócio. - sorri.

- O teu maior negócio sou eu, já não passas sem mim.

- Convencido… para quereres voltar cá comigo é porque eu é que sou indispensável. 

- Pronto… ganhaste… qual é o prémio?

- Olha… quero ir para a outra parte… dançar contigo.

- Vamos… mas cuidado, que os meus pés são pesados.


A pista de dança estava com muita gente, fomos furando até ao meio da pista, a nossa dança embalava os nossos corpos bem juntinhos, as nossas mãos agarravam-se e soltavam-se… cantávamos… era muita diversão, não havia espaço… virei as costas ao Pedro… ele puxou-me para ele, fiquei de costas e a sentir o corpo dele a mexer-se atrás de mim, o meu corpo acompanhava o movimento do corpo dele, os nossos corpos roçavam um no outro, sentia a dureza do pénis… continuámos assim por uns minutos, fiquei de frente para ele, abraçámo-nos, os nossos corpos continuavam a dançar e bem mexidos… os nossos olhares sempre dirigidos um ao outro e as nossas bocas foram de encontro uma da outra… beijo atrás de beijo… corpo com corpo… a música era uma combinação perfeita para os nossos beijos quentes… os meus pés já doíam, já não suportava o tacão… disse ao Pedro para irmos embora…


A viagem era um pouco longa… ainda estávamos com o som da música nos ouvidos, e ainda sentia os lábios do Pedro na minha boca… enquanto conduzia as nossas mãos iam entrelaçadas… soltei a minha mão da dele e pousei-a nas suas calças, desapertei o cinto, o botão das calças, puxei o fecho para baixo, agarrei o pénis... estava teso e meio molhado, desviou o olhar para mim, sorriu e voltou a olhar para a frente… a minha boca chupou aquele pau tesudo… foi por pouco tempo… mas gostei, ele também me disse que foi bom.


Entretanto chegámos à frente do escritório, ainda faltavam 20 km para chegarmos às nossas casas, decidimos entrar no escritório, na parte de trás, havia uma sala onde não se via a luz para o exterior e tinha um sofá confortável, fomos até lá… os nossos corpos estavam desejosos para se juntarem, nus e cheios de tesão… o Pedro sentou-me em cima da secretária… beijou-me… foi tirando a minha roupa... peça por peça… fiquei toda nua, foi-me apalpando os seios, as mãos dele exploravam todas as partes do meu corpo… já estava a deixar o tampo da secretária molhada… a boca dele lambeu-me o pescoço… sentia os meus seios dentro da boca dele… abriu-me as pernas, lambeu-me o clitóris e toda a vulva, chegando a penetrar com a língua na vagina, eu inclinava a cabeça para trás e suspirava de prazer… a seguir era a minha vez… de prosseguir, voltei até ao pénis dele… pus-me de joelhos... lambi… meti-o todo dentro da minha boca… chupei.. sentei-o no sofá… fui para cima dele… ele penetrou-me enquanto chupava os seios ao mesmo tempo, mudámos de posição, veio para cima de mim, voltou a penetrar-me… as minhas pernas ficaram na vertical,  apoiadas nos ombros dele, metia-me bem profundo… baixou as pernas dobrou-as sobre a minha barriga e continuou a foder-me com intensidade… estava a ser muito gostoso… virou-me e pôs-me de quatro, enquanto me enterrava o pénis por trás, metia um dedo no cuzinho… estava cheia de tesão… pedi para não parar… para ir até ao fim… fodeu-me intensamente… até me fazer vir toda… sensação única e repleta de prazer… quando estava quase a vir-se avisou-me… tirou-me o pénis da minha vagina, chupei-o, veio-se todo em cima da minha cara… nunca tinha sentido o leite no meu rosto… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Continuámos a trabalhar juntos, depois tornei-me sócia da empresa, namorámos, casámos, tivemos uma filha… e comprámos a quinta dos meus sonhos, com cavalos… Felicidade ao mais alto nível. 

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