sexta-feira, 15 de julho de 2022

Rafael

As minhas experiências amorosas eram vastas… como mulher já tinha tido envolvimentos com outras mulheres, o que achei fantástico, fiz sexo em grupo, ménages… tendo gostado mais de ter dois homens comigo ao mesmo tempo. Todas essas ligações foram importantes para mim, soube conhecer bem o meu corpo, descobrir várias formas de prazer, o sexo era o meu ponto de abrigo, adorava ter experiências novas e diferentes, nunca tive relações duradouras. Como tal, aos 52 anos estava solteira.


A minha autoestima sempre esteve em alta, embora o meu corpo tivesse sempre com uns quilos a mais, nunca fui abaixo, sempre tive com quem fazer sexo, bastava querer… 

Tornei-me independente muito cedo, comecei a morar sozinha com 18 anos, aprendi a viver comigo mesma, e se as paredes da minha casa falassem iam ter muito para contar… foram muitos orgasmos.


Tinha um amigo especial, chamado Rafael conhecia-o há 20 anos, estivemos juntos em momentos com muita excitação, foram experiências loucas que nos encheram de muito prazer.

Por vezes estávamos juntos, quando visitava a minha casa trazia sempre uma prendinha para mim. O Rafael era divorciado, tinha 50 anos, o seu corpo era gordo, tinha entradas no cabelo grisalho, sempre teve um lado aventureiro, homem um pouco bruto de quem eu gostava, sabia surpreender uma mulher, era imprevisível e espontâneo.


O Rafael teve um tempo desempregado, depois arranjou um trabalho como camionista, fazia viagens nacionais e às vezes pela Europa. Como morava longe de mim, falávamos pelo telemóvel, dizia que estava feliz com o seu novo emprego.

Um dia ligou-me e disse que tinha saudades minhas, que sentia desejo de estar comigo, aquelas suas palavras deixaram-me com muita vontade de dar-lhe um abraço e de entregar-me a si... perguntei:

- Rafael, estás longe?

- Estou em França, daqui a uns dias regresso e vou passar perto da tua zona.

- Hum… vais querer matar saudades?

- Se houver essa possibilidade, gostava de estar contigo.

- Ok… depois avisa porque também quero muito estar contigo.


Aqueles dias seguintes, fizeram-me pensar muito nele, masturbei-me várias vezes com o Rafael no meu pensamento, os meus dedos e o dildo deixavam-me satisfeita, mas sentia falta dos seus beijos, do toque, dos gemidos, dos arrepios… 

O meu corpo pedia o Rafael, o relógio parecia que estava sempre na mesma hora, os dias demoravam a passar, nunca tinha sentido tanta vontade de fazer sexo como naqueles dias.


O Rafael informou que já tinha entrado no nosso país, não demoraria muito a chegar até mim, o meu ritmo cardíaco aumentou, sabia que já faltava pouco para o sentir.

Combinámos que iria ter com ele, deixou o camião num parque a 20 km de minha casa, saí e, à medida que percorria o caminho, já nem me lembrava dos locais que ficavam para trás, só pensava no que faltava passar para chegar até ao Rafael.


Entretanto, cheguei, aproximei-me do seu camião, esperava-me dentro dele, desceu e deu-me um abraço, senti-me protegida e aconchegada nos seus braços fortes, colada ao seu corpo.

Estivemos dois meses sem estarmos juntos, ambos sentíamos muita vontade de nos entregarmos um ao outro. A temperatura estava amena, levei um vestido até meio da perna e sem cuecas vestidas… subimos até dentro do camião. 


Fomos diretamente para a cama da cabine, os nossos beijos eram ardentes, o Rafael puxou o fecho do meu vestido e fiquei só de sutiã, a sua mão apalpava-me as mamas mexendo nos meus bicos, descia e passava a mão pela minha vagina, sentia-me molhada… o Rafael desceu as calças e os boxers, a minha mão pequena agarrou no seu pau babado, não era grande, mas era bem grosso, com ele deitado, a minha boca foi até ao seu pénis, tinha-o todo dentro da minha boca, chupei-o bem. Que vontade de fazer um bom broche! 

O Rafael veio para cima de mim com o seu lado bruto, beijou-me… mordeu-me o lábio inferior, depois de lamber as mamas, abanou-as com as mãos e deu-lhe umas palmadas, a seguir com a sua mão grossa deu-me um estalo na cara com alguma força, suada e desejosa tudo o que fazia excitava-me… enfiou-me o pénis na cona… a minha sensibilidade estava à flor da pele, após vários movimentos do Rafael, estremeci e tive um orgasmo… continuámos a foder intensamente… pus-me de quatro e o Rafael deu-me palmadas fortes no rabo, enterrou-me o seu pénis grosso dentro do meu cu, o meu gemido foi forte, o Rafael gemia também… logo a seguir fui para cima do Rafael… de forma intensa, os meus movimentos eram acelerados em cima do seu pau, voltei a vir-me e passados alguns segundos foi o Rafael a chegar ao orgasmo. 


                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca tinha feito sexo dentro de um camião, foi excelente… vamos sempre a tempo de fazermos coisas novas e diferentes em qualquer lugar.

Mantivemos os encontros esporádicos, repletos de aventura, desejo e prazer.



terça-feira, 5 de julho de 2022

Li

Sempre tive uma tendência para o que era asiático, desde a comida, passando pelas mulheres e tinha o sonho de fazer uma viagem pelo oriente.

A minha vida profissional corria bem, o meu salário permitia-me deixar dinheiro de parte, estava com 27 anos, sem namorada, não andava à procura, mas se aparecesse iria aproveitar de bom grado.

 

Já tinha tido alguns desgostos amorosos ao longo da vida e como tal estava muitas vezes à retranca, custava dar o primeiro passo, e tinha muita dificuldade em confiar. 

Como não gostava muito de sair de casa, frequentava alguns chats de amizade, navegava muito tempo pela internet, e foi assim que comecei a teclar com a Li. 


Aos poucos fui conhecendo a Li, vi algumas fotos dela, e começámos a ver-nos por videochamada, era uma chinesinha muito gira e fofinha, tinha 32 anos, já vivia em Portugal desde os seus 15 anos, trabalhava com os seus pais. A sua pele era clara, parecia seda, cabelo liso preto, rosto redondo, um sinal perto do canto do lábio, por vezes usava óculos, era baixinha. Gostava muito de falar com ela, era uma mulher com garra, inteligente e muito gentil. 

As nossas conversas eram variadas, falávamos sobre tudo, a Li falava-me muitas vezes do seu país, das tradições, das paisagens e aguçava-me cada vez mais o apetite de conhecer o lado de lá. A Li também tinha interesse em voltar ao seu país, estava há muitos anos sem visitá-lo. 


Mantivemos os dois um contato diário sem fim, iniciávamos a conversa após o jantar e prolongava-se pela noite dentro, era sempre interessante falarmos, havia sempre algo novo para descrever, comentar ou explicar, a Li tinha muitos sítios em Portugal que não conhecia, e que gostava de conhecer. 


Passados uns meses, resolvemos finalmente conhecer-nos… fiz 100 km para a conhecer, cheguei à cidade que ela habitava quase ao final da manhã. Estava algum frio, o sol por vezes escondia-se atrás das nuvens, quando aparecia não se notava o seu calor. 

Chegado ao local combinado, olhava para todo o lado para a tentar descobrir, mas não a conseguia ver, fixei o meu olhar mais para longe e vi-a a aproximar-se, os meus olhos observavam o seu estilo, sorriso nos lábios pintados de vermelho, olhos sombreados, vestia um casaco comprido castanho, saia curta e umas botas de cano até ao joelho, quando chegou até mim, demos um curto abraço, e um beijo no canto do lábio… aquele momento coroava todos os momentos que falávamos, todas as conversas que proporcionaram o nosso conhecimento.


Estava entusiasmado por estar perto da Li, o nosso sentido de humor encaixava, dávamos risadas, existia cumplicidade e a forma como falávamos tocava no nosso coração.

Passeámos o dia inteiro, foi bem aproveitado e já no final do dia a sensação foi que tinha passado muito rápido. Despedimo-nos novamente com um abraço curto e um beijo no canto do lábio.


Voltámos às nossas conversas diárias e marcámos novo encontro, desta feita, a Li viria até à minha zona, passadas duas semanas estivemos outra vez juntos.

Continuava frio, não havia sol, a Li apareceu bem agasalhada, com o mesmo sorriso que a caracterizava, aproximou-se e demos um abraço mais prolongado e um beijo na boca muito leve… levei a Li a conhecer vários locais que tinha vontade de conhecer, adorou todos eles, já perto do final do dia e sabendo que poderia demorar até estarmos juntos, agarrei a sua mão fria e perguntei:

- Já sei que adoraste os passeios que fizemos… e da companhia o que tens a dizer?

- Gostei… estás a ser como imaginava… e em relação a mim?

- Bem… gosto da tua companhia, sinto-me bem contigo… e estou apaixonado por ti.

- Isso é muito forte… mas o certo é que sinto o mesmo por ti.

- Queres namorar comigo?

- Sim quero.


Iniciámos uma relação à distância, mas com bastante felicidade.

Passados quatro meses, marcámos a viagem da minha vida, fomos até Pequim.

Felizes como nunca, a Li dava-me a conhecer a sua cidade, tudo o que via fascinava-me, a minha adrenalina estava aos pulos. À noite fomos para casa de familiares da Li, seria lá que íamos pernoitar nos próximos dias. 


Já no quarto, estávamos um pouco exaustos, mas havia algum tempo para os nossos corpos se unirem, tirei a roupa da Li, após uns beijos molhados e uns apalpões, deitei-a na cama dobrei as suas pernas e lambi-lhe a sua coninha, os meus dedos também entraram dentro dela, os seus gemidos agudos faziam-se ouvir… continuou de barriga para cima, disse que queria chupar o meu pau, levei o meu pau até à sua boca, ficou com uma almofada por baixo da cabeça e chupava bem, agarrei-me ao topo da cama e fazia o movimento de anca, com o pénis metido na sua boca, estava a foder a sua boca… a seguir veio para cima de mim, a sua cona estava molhada e o meu pénis duro e babado deslizou para dentro dela. Os nossos gemidos eram intensos de prazer absoluto… a Li contorceu-se e caiu sobre o meu peito, tinha chegado ao orgasmo. Ficando deitada de barriga para baixo, meti-lhe o meu pénis dentro da vagina, aumentei o ritmo forte e encadeado, e demorei segundos a encher a coninha da Li com o meu esperma.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A nossa história começou num écran, tornou-se pessoal em Portugal, mas desenrolou-se e pôde ficar até ao fim em Pequim. A cultura da Ásia é o nosso abrigo, o meu sonho tornou-se realidade, junto à pessoa que amo.

sábado, 25 de junho de 2022

Nuno

Era um dia de verão, estava de férias e decidi ir sozinha até à praia. Estava quente e com pouco vento, caminhei pelo areal, escolhi o local perto do posto de vigia da praia, estendi a toalha na areia e enquanto colocava protetor solar no meu corpo, vi o nadador salvador a sair do mar com uma boia na mão, cabelo molhado, barba no rosto, corpo alto e bronzeado, aquele corpo a aproximar-se de mim deixou-me tentada a conhecê-lo.


Fiquei deitada na toalha durante um tempo, depois fui até a água, mergulhei e nadei… de longe observava-o e sentia-me vigiada por ele. Quando saí do mar, os meus olhos fixaram-se nele, percorria o caminho até à toalha com o meu olhar sobre ele. Já deitada, secava a minha pele ao sol, aquecia ainda mais o meu corpo que já estava quente de desejo. A água escorria do meu cabelo e passava pelo meio das minhas mamas morenas e redondas, soltei as alças do biquíni e fiz topless, o meu corpo atraía os olhares e o nadador salvador não ficou indiferente.


Estava a chegar o pôr-do-sol, a praia tinha menos gente, inclusive na água, o nadador desceu do seu posto de vigia, estava perto de mim, quase ao meu lado, olhei na sua direção, prendemos o olhar, fiquei bloqueada sem saber como meter conversa… mas foi ele que me deu um "olá "... respondi e sorri… a conversa desenrolou-se, soube que se chamava Nuno, tinha 28 anos, mais seis do que eu, morava perto da praia, também soube algumas coisas sobre mim, houve química e dava vontade de prolongar a conversa, estávamos bem e o brilho das águas douradas pelo descer do sol no horizonte embelezava o momento.


O tempo que estive com ele parecia estar a terminar, o Nuno disse que tinha de ir para casa e que tinha gostado de falar comigo. Voltada para ele e preparada para sair da praia perguntei:

- Vai ser a última vez que te vou ver?

- Não sei… só daqui a cinco dias é que regresso a esta praia.

- Isso é muito tempo para mim - sorri.

- Podemos sempre ver-nos antes.


Acabei por sair da praia com o Nuno, e a sua casa foi o nosso destino, o meu corpo pedia o dele, depois de entrar, tomei um banho para libertar as areias que estavam coladas à minha pele, ele também se refrescou, bebemos um refrigerante bem fresquinho… e logo a seguir demos um abraço e um beijo lento e molhado, as roupas caíram dos nossos corpos, o meu tesão era grande, o Nuno pegou em mim ao colo, levou-me até ao quarto, deitou-me na cama, estava entregue a tudo o que me quisesse fazer, agarrava as minhas mamas com delicadeza, lambeu os meus bicos e metia devagarinho dois dedos na minha coninha, estava a deixar-me muito excitada, e ainda mais fiquei quando iniciou um minete, por momentos tive quase a vir-me… aguentei… o Nuno deitou-se de barriga para cima, e abocanhei o seu pau, a minha língua não parava e acompanhava o broche com uma suave punheta, gemia levemente…


Ambos queríamos mais… corpos suados e ofegantes, o Nuno veio por trás de mim, fiquei de "quatro" para si, e senti o seu pau a penetrar-me até ao fundo, que sensação única… continuou assim a foder-me… o seu ritmo deixava-me cada vez mais molhada… dava-me palmadas nas nádegas, e aumentou o ritmo, aquela posição estava a dar muito prazer a ambos, continuámos assim, a ponta do seu dedo entrou ligeiramente no meu cu, o seu pau batia bem dentro de mim, e eu não aguentei mais… o orgasmo apoderou-se de mim com um gemido forte. O Nuno pouco depois, tirou o seu pénis e esporrou-se todo para cima das minhas nádegas…


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest


O meu desejo era grande, o tesão aumentou, o orgasmo chegou e saí consolada da casa do Nuno. 

Um dia de praia, um nadador salvador e um dia que terminou na loucura.


quarta-feira, 15 de junho de 2022

Mariana

A minha profissão era jardineiro, tinha 20 anos, e trabalhava na casa de um casal em que ambos tinham sido médicos, os dois eram septuagenários, aprendi muito com um senhor que eu acompanhava, um dia este adoeceu e fiquei sozinho a tomar conta dos jardins.

A casa era muito grande, os jardins imensos, repletos de várias flores, arbustos e árvores, todos os dias havia o que fazer, desde podar na devida altura, regar, cortar as ervas… ou então ajudar o casal noutro tipo de tarefas.


Os senhores tinham uma filha, chamava-se Mariana, com 42 anos, solteira, estava muitas vezes em casa, era arquiteta, fazia os projetos no seu computador, recebia alguns clientes em casa e se precisava de sair pedia a um primo para fazê-lo por ela… 

A Mariana era bastante gordinha, tinha uns seios grandes um pouco descaídos, de rosto lindo, os olhos eram pretos e grandes, a boca pequena e os lábios finos, relativamente baixinha.


Habituei-me a vê-la todas as manhãs, ora estava à janela, ora vinha a meio da manhã ao jardim, fazia-me perguntas sobre as plantas, mostrava interesse, muitas vezes era ela que me trazia um lanche à tarde. A Mariana era uma mulher carinhosa, de voz fina, inteligente e com experiência de vida. Solteira, tinha tido várias relações, uma delas que durou dez anos, com casamento marcado, mas depois foi traída e cancelou a boda. A partir daí ficou avessa a relações, dificilmente se envolvia… tudo isso era partilhado por ela, gostava de ouvi-la, confiava em mim e notava que gostava de falar comigo.


A minha vida era levantar-me muito cedo, ia a pé até à casa dos pais da Mariana, almoçava junto deles, passava a tarde também nos campos com um trator da família… e só ia para casa ao final da tarde… os pais eram pessoas humildes e simpáticas que faziam-me sentir bem…

Só tinha o domingo livre… aproveitava para trabalhar em casa, ajudava os meus pais a coser sapatos. 

Embora ainda fosse novo, nunca tive namorada… era virgem, pouco tempo tinha para sair, ia ficando pela aldeia, não gostava de confusões, achava sempre que ia ter tempo para as mulheres… acomodava-me ao que fazia… vivia obcecado pelo trabalho.


Um dia a Mariana ao almoço perguntou-me:

- Então homem… sempre a trabalhar, e sair e divertir?

- Não costumo sair Mariana, fico mais por casa.

- Mas porquê? Não gostas?

- Até gosto de sair, aqui na aldeia não se passa nada e acabo por pensar só no trabalho.

- Mas não deves pensar só nisso, aproveita a tua juventude rapaz.

- Tem razão… 


Após o almoço a Mariana, passou por mim e disse sem os pais ouvirem, que qualquer dia saíamos os dois… gostei da ideia, sorri para ela e disse-lhe que ficava a aguardar um convite.

Não tardou muito, passado dois dias, propôs-me uma saída para sábado, mas para os pais não verem e outras pessoas não fazerem comentários, disse-me para ir ter a um mosteiro perto de casa dela… e assim foi… encontrámo-nos lá depois do jantar.


Procurei levar a roupa que mais gostava de vestir, dentro da minha simplicidade… calça de ganga, camisa ao xadrez, coloquei espuma no cabelo, e um perfume, sentia-me bem… 

A Mariana apareceu maquilhada, os olhos pintados, batom nos lábios, um vestido às flores, ficava-lhe bem… quando me viu disse que eu parecia outra pessoa, estava habituada a ver-me sujo, com pó da terra, ossos do ofício… A Mariana também sobressaiu, estava charmosa. 

Depois de entrar no carro dela, e termo-nos apreciado mutuamente, ainda era relativamente cedo… mostrou-me dois bilhetes… perguntou-me se sabia para que era… disse que não sabia… levou-me a um concerto de música… numa sala de espetáculos bem grande… o músico cantava a solo… adorei a atmosfera e ter estado presente a ouvir um dos meus músicos preferidos… a companhia da Mariana também foi bem agradável.

Levou-me a casa, disse-lhe que tinha gostado muito da surpresa, ela também me disse que já não saía há muito tempo, que tinha gostado da minha companhia.


Na segunda-feira de manhã a Mariana veio ter comigo ao jardim, falámos sobre o concerto de sábado à noite… entre outras coisas… disse-me que da parte da tarde os pais não iam estar, só chegariam à noitinha, tinham ido para casa de uns amigos.

A meio da tarde fui lanchar, a Mariana já tinha o meu lanche preparado, caprichou com uns docinhos caseiros feitos por ela… sentada à mesa lanchou junto a mim, o pé dela tocava-me por baixo da mesa… parecia que me queria transmitir algo, a mão dela apoiou no meu braço enquanto falava…mordia os lábios, olhava direta e prolongadamente para os meus olhos, sentia um clima diferente… estava a deixar-me nervoso, as minhas mãos estavam suadas… pediu-me para ir ver o quarto de banho da parte de cima da casa, dizia que o chuveiro não tinha pressão, se eu sabia como haveria de resolver… por norma procurava resolver os problemas da casa… 


Fui ver o que se passava… a Mariana acompanhou-me… quando ia tirar o chuveiro da parte de cima, estava apoiado, a Mariana por trás de mim abriu a água… a água estava fria e sem contar dei um grito, ela também gritou, molhada também, começou a rir… encostou-me à parede e beijou-me… a água começou a aquecer… e o desejo a crescer… as roupas estavam coladas aos nossos corpos… a Mariana puxou a minha camisola, eu puxei a dela… tirámos a roupa, a água continuava a cair do chuveiro… os nossos corpos estavam nus… sentia-me húmido e nervoso por nunca me ter envolvido, ser inexperiente… a Mariana pôs-se de joelhos e chupou-me o pau… tinha pelos à volta, não tinha feito a depilação… a boca dela era meiga, chupava lentamente estava a deixar-me maluco… apercebeu-se que ia demorar pouco a vir-me… subiu e beijou-me a boca… perguntou-me se era a minha primeira vez… disse-lhe que sim meio atrapalhado, ela disse que tinha de ser especial… fechou a água…sentou-se apoiada no tampo da sanita, abriu as pernas… viam-se vários pelos pela vulva, passou os dedos na vagina, lambeu-os … pediu-me para lamber a coninha dela… com um pouco de timidez, a minha boca lambeu-a... ela usava as mãos para esfregar os seios… a minha língua entrava no buraco da vagina e subia até ao clitóris, ela pedia mais… o meu pau estava todo babado… a respiração dela estava ofegante, o meu pau estava muito duro… deitou-me no chão em cima de um tapete… veio para cima de mim, ergui a cabeça e vi o meu pau a desaparecer dentro da sua coninha quente… a Mariana controlava, parecia que estava a cavalgar em cima de mim… já toda molhada, não aguentei mais tempo… cheguei ao orgasmo… foi uma sensação inesquecível, sentir todo o meu leite dentro dela… a Mariana não se veio, mas sentiu muito prazer… disse-me ao ouvido que me ia ensinar a ser um homem bom na cama… 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi assim a minha primeira vez, com uma mulher madura e experiente, tive muito prazer… voltámos a repetir mais vezes, conseguiu ajudar-me a melhorar a minha performance sexual, a dar mais prazer, consegui fazê-la atingir também o orgasmo… 





domingo, 5 de junho de 2022

Pedro

Trabalhava numa pastelaria, sem contrato e farta de continuar lá, queria arranjar outro trabalho, tornar-me independente e deixar de morar com uma tia. Gostava da área de compra e venda de casas, enviei currículo para uma imobiliária e fui chamada a uma entrevista…

A entrevista foi feita pelo Pedro, era o responsável da empresa, homem alto, magro, barba por fazer, cabelo preto… aparentava ser trintão, não era lindo, mas tinha charme… disse-me para me apresentar e o porquê de ter enviado o currículo, respondi-lhe que me chamava Sandra, tinha 25 anos, solteira, completara o 12.°ano e possuía uma enorme vontade de trabalhar na área da imobiliária, de aprender e ser uma mais valia… apresentou-me a empresa, disse-me como era a forma de trabalhar, o que teria de fazer na empresa, ou seja pela conversa dele, eu ia ficar a trabalhar lá… numa fase inicial ia acompanhar-me, quer no escritório, quer na visita das casas… a entrevista foi numa quinta-feira, disse-me que começava a trabalhar na segunda-feira seguinte. 


O Pedro era prestável, perguntava sempre se tinha alguma dúvida, ensinava tudo direitinho, muito próximo de mim, tive um mês dentro do escritório com ele a explicar-me o funcionamento da empresa… quando ia para casa, a sua voz ressoava no meu ouvido, mas sabia bem, gostava de ouvi-lo… havia muito respeito entre nós, nunca houve insinuações…de parte a parte…

Chegou a altura de visitarmos as casas… terrenos… apartamentos… íamos os dois no carro da empresa… pela primeira vez notei o Pedro a reparar muito em mim, o olhar… não disfarçava… o toque nas minhas costas para me permitir a passagem à frente dele, era um cavalheiro… a cada dia que passava, a confiança aumentava, sentia-me bem a trabalhar com ele…


Um dia fomos visitar uma quinta onde passava um rio na parte do fundo do terreno: O espaço era bastante grande, havia poucas casas à volta do local, tinha bastantes animais, incluindo cavalos. Eu adorava cavalos… a casa precisava de obras, em pedra e com piscina na parte lateral, era um sonho… chegámos a acordo com o dono sobre o valor da venda… sendo vendida ganharia a minha comissão… foi a quinta e o sítio que mais gostei de ter visitado. 


Continuávamos nas visitas, o Pedro fez-me um elogio… disse-me que a minha simplicidade fazia a diferença, que a forma como me vestia era discreta, mas que gostava e eu corei… disse-lhe que tinha a roupa mais adequada para o trabalho, mas que também tinha roupas para outro tipo de saídas… a reação dele foi piscar-me o olho e sorrir…


Cada dia que passava, a proximidade entre nós aumentava… e numa sexta-feira à tarde, olhou para mim e disse:

- Sandra, amanhã à noite, temos um bar para ir ver, podes levar a roupa que dizes que é para outras saídas… parece ser um bom negócio.

Ingénua e meia confusa perguntei:

- Para vender ou alugar?

- Temos de conversar com o dono para ficarmos a saber…

- Hum, ok… então posso caprichar na roupa?

- Sim podes… mas não me deixes tentado a perder a cabeça contigo… - sorriu.

- Nada disso… vamos tratar de um negócio, temos de ser profissionais…

- Isso mesmo… vens ter ao escritório às 21.30h?...

- Combinado Pedro.


Sabia que o negócio era um pretexto para sairmos juntos fora do contexto de trabalho, a forma como o fez, foi original…

Vesti-me a preceito, até eu me sentia gostosa… calça justa, meio decote… tacão para ficar da altura dele… 

Os 5 meses que passáramos juntos no trabalho fez-nos conhecer bem, e tinha noção que, mais tarde ou mais cedo, íamos acabar por sair juntos… a atração que sentia pelo Pedro era forte e tinha a certeza que ele sentia o mesmo por mim… 

Fui ao escritório à hora combinada… o Pedro estava dentro do carro, deu-me sinal para entrar… os olhos dele pareciam faróis quando entrei no carro, o seu olhar percorreu o meu corpo, sorriu e disse-me que estava poderosa. 


Saímos em direção ao tal bar que tinha dito, avisou-me que não era perto, que ia demorar a chegarmos… disse-lhe que já não estava a morar com a minha tia, portanto teria todo o tempo que fosse preciso… disse-me que sabia disso… até me tinha esquecido que foi ele que arranjou um apartamento alugado para mim… continuámos a viagem ao longo de 60km… passou rápido, a conversa era boa, e chegámos ao destino. 


O bar era bem decorado, à entrada era mais tranquilo com mesas e cadeiras, tinha outra parte com uma pista de dança…

Ficámos no primeiro espaço, era mais tranquilo, dava para nos ouvirmos melhor… 

Perguntei-lhe:

-Onde está o dono do bar? Para a quantidade de gente que tem aqui, não deve querer alugar ou vender. - sorri.

- O dono do bar não está cá hoje, temos de vir cá noutro dia… aceitas?

- Não... Pedro não é fácil aturar-te… vim pelo negócio. - sorri.

- O teu maior negócio sou eu, já não passas sem mim.

- Convencido… para quereres voltar cá comigo é porque eu é que sou indispensável. 

- Pronto… ganhaste… qual é o prémio?

- Olha… quero ir para a outra parte… dançar contigo.

- Vamos… mas cuidado, que os meus pés são pesados.


A pista de dança estava com muita gente, fomos furando até ao meio da pista, a nossa dança embalava os nossos corpos bem juntinhos, as nossas mãos agarravam-se e soltavam-se… cantávamos… era muita diversão, não havia espaço… virei as costas ao Pedro… ele puxou-me para ele, fiquei de costas e a sentir o corpo dele a mexer-se atrás de mim, o meu corpo acompanhava o movimento do corpo dele, os nossos corpos roçavam um no outro, sentia a dureza do pénis… continuámos assim por uns minutos, fiquei de frente para ele, abraçámo-nos, os nossos corpos continuavam a dançar e bem mexidos… os nossos olhares sempre dirigidos um ao outro e as nossas bocas foram de encontro uma da outra… beijo atrás de beijo… corpo com corpo… a música era uma combinação perfeita para os nossos beijos quentes… os meus pés já doíam, já não suportava o tacão… disse ao Pedro para irmos embora…


A viagem era um pouco longa… ainda estávamos com o som da música nos ouvidos, e ainda sentia os lábios do Pedro na minha boca… enquanto conduzia as nossas mãos iam entrelaçadas… soltei a minha mão da dele e pousei-a nas suas calças, desapertei o cinto, o botão das calças, puxei o fecho para baixo, agarrei o pénis... estava teso e meio molhado, desviou o olhar para mim, sorriu e voltou a olhar para a frente… a minha boca chupou aquele pau tesudo… foi por pouco tempo… mas gostei, ele também me disse que foi bom.


Entretanto chegámos à frente do escritório, ainda faltavam 20 km para chegarmos às nossas casas, decidimos entrar no escritório, na parte de trás, havia uma sala onde não se via a luz para o exterior e tinha um sofá confortável, fomos até lá… os nossos corpos estavam desejosos para se juntarem, nus e cheios de tesão… o Pedro sentou-me em cima da secretária… beijou-me… foi tirando a minha roupa... peça por peça… fiquei toda nua, foi-me apalpando os seios, as mãos dele exploravam todas as partes do meu corpo… já estava a deixar o tampo da secretária molhada… a boca dele lambeu-me o pescoço… sentia os meus seios dentro da boca dele… abriu-me as pernas, lambeu-me o clitóris e toda a vulva, chegando a penetrar com a língua na vagina, eu inclinava a cabeça para trás e suspirava de prazer… a seguir era a minha vez… de prosseguir, voltei até ao pénis dele… pus-me de joelhos... lambi… meti-o todo dentro da minha boca… chupei.. sentei-o no sofá… fui para cima dele… ele penetrou-me enquanto chupava os seios ao mesmo tempo, mudámos de posição, veio para cima de mim, voltou a penetrar-me… as minhas pernas ficaram na vertical,  apoiadas nos ombros dele, metia-me bem profundo… baixou as pernas dobrou-as sobre a minha barriga e continuou a foder-me com intensidade… estava a ser muito gostoso… virou-me e pôs-me de quatro, enquanto me enterrava o pénis por trás, metia um dedo no cuzinho… estava cheia de tesão… pedi para não parar… para ir até ao fim… fodeu-me intensamente… até me fazer vir toda… sensação única e repleta de prazer… quando estava quase a vir-se avisou-me… tirou-me o pénis da minha vagina, chupei-o, veio-se todo em cima da minha cara… nunca tinha sentido o leite no meu rosto… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Continuámos a trabalhar juntos, depois tornei-me sócia da empresa, namorámos, casámos, tivemos uma filha… e comprámos a quinta dos meus sonhos, com cavalos… Felicidade ao mais alto nível. 

quarta-feira, 25 de maio de 2022

Telma

Comecei desde cedo a trabalhar na área da moda, os meus pais estavam ligados ao mesmo ramo, foram uma alavanca para seguir esse caminho. Fui conciliando os desfiles com o curso de designer de moda. Um dia convidaram-me para fazer parte de uma agência de modelos, o que obrigou-me a mudar de cidade e a deixar por tempo indeterminado o curso que frequentava. 


Sempre fui uma pessoa humilde, nada arrogante nem gabarolas, mas ciente que o meu rosto e corpo eram muito cobiçados pelo sexo feminino e masculino, sendo assediado por diversas vezes. Estava com 33 anos, morava sozinho e queria arranjar algo que pudesse conciliar com a vida de modelo. Então optei por colocar um anúncio no jornal e receber homens e mulheres no meu apartamento, a minha boa aparência, ser bissexual e o meu dom de saber escutar o outro permitia-me cativar e envolver-me facilmente com qualquer pessoa. 


Tive várias histórias inerentes à minha escolha, desde mulheres que ligavam, vinham ter comigo, pagavam só para desabafar, conversavam e iam embora. Homens que apareciam faziam-me só sexo oral, mulheres casadas que marcavam sexo comigo uma vez por semana, casais que procuravam um ménage, foram períodos que enriqueceram a minha vida sexual, experiências variadas que fizeram-me crescer intelectualmente e ganhei muito dinheiro.


Um dia tive uma experiência que não estava nada à espera… ligou-me uma mulher, a voz era doce, entrou no meu ouvido e percorreu o meu corpo, marcámos o encontro, veio ter comigo a meio da semana, à noite, chovia bastante e achei que nem fosse aparecer. A campainha tocou, estava curioso para saber como seria a mulher que ia receber… 


Abri a porta e vi um rosto com salpicos de água da chuva, uns olhos rasgados, umas ligeiras sardas nas bochechas, piercing no nariz, era um pouco mais baixa do que eu, trazia um casaco que tapava todo o seu corpo, com um capuz pela cabeça. Cumprimentei-a esticando a minha mão, segurando a mão dela fomos até ao sofá da sala, perguntei se queria beber alguma coisa, disse que sim, enquanto deitava uísque no seu copo perguntei:

- O que te traz aqui?

- Nunca fui ter com alguém desta forma, quis experimentar, moro sozinha e senti necessidade.

- Mas sentes necessidade de quê?

- Carinho, mimo e sexo… adoro sexo.

- Podes dar-me a conhecer mais de ti?

- Sim.


Chamava-se Telma, tinha 26 anos, durante a semana trabalhava numa loja de telecomunicações e ao fim de semana era barmaid numa discoteca. Tinha terminado recentemente uma relação de 4 anos, considerava-se ninfomaníaca, já não tinha pais e tinha uma irmã fora do país. Definia-se como uma mulher sensível e o seu estado de espírito era inconstante, tanto chorava como ria, era ciumenta e possessiva. 

Notava-se bem no seu olhar que buscava incessantemente o prazer, que tinha muita vontade de entregar-se e desfrutar de todo o envolvimento… e de tantas mulheres e homens que foram passando pelas minhas mãos, a Telma era de longe a mais interessante fisicamente, disse-lhe que era linda e que o meu corpo estava a ser atraído pelo dela… passei a minha mão pela sua nuca. A Telma disse que estava surpreendida com a minha beleza e queria sentir o meu corpo junto ao seu.


Veio de encontro a mim, sentou-se no meu colo, beijou o meu pescoço, senti a sua língua a fazer o trajeto até à minha orelha, mordeu-me a orelha… o apartamento estava quentinho, ouvia-se a chuva a bater nas janelas, disse que tinha calor, despimo-nos… as suas mãos percorreram o meu pescoço, deslizaram pelo meu peito e barriga, e percorreram uma de cada lado das minhas coxas, arrepiou-me… o seu toque deixou o meu corpo em brasa.

Lambeu-me os mamilos… a palma da sua mão tapou a minha boca, lambi-a… amarrou as minhas mãos com o seu cachecol, a sua língua passava pelos meus abdominais e circulava no meu umbigo, aproximou os seus seios redondos à minha boca, chupei-os… e finalmente os nossos lábios uniram-se… as línguas dançavam dentro das nossas bocas… o seu cabelo cobria a minha cara e estávamos sufocados com o nosso beijo ardente… soltou-me as mãos… e estas agora livres apalparam as suas mamas… a Telma massajou as minhas virilhas, o meu pénis, agarrava-o firmemente, fazia todo o tipo de movimentos, sentia o meu pau mais duro do que nunca, a sua língua passou só pela glande, chupou só a pontinha, uma das suas mãos segurava o meu pénis e a outra mexia nos meus testículos. A seguir abocanhou o meu pau até ao fundo, quando tirou a boca, ficou um fio de baba entre o pénis e a sua boca.


A seguir, levei-a ao colo para o quarto, deitei-a… algemei-a… coloquei-lhe uma venda nos olhos… com uma pena… percorri o seu pescoço, seios, barriga e virilhas… a Telma contorcia-se… mordia o seu lábio inferior, beijei os seus seios enquanto os apalpava, meti-lhe dois dedos na boca e chupou-os como um pénis, os mesmos dedos molhados entraram na sua vagina, e estremeceu… deitou a sua língua de fora e a minha língua lambeu-a e chupou-a… soltei-a das algemas, tirei a venda dos seus olhos, ambos estávamos acesos, com um tesão imenso, veio para cima de mim, quis ser a dominadora… o meu pénis teso  entrou dentro da sua cona, a Telma iniciou movimentos galopantes em cima de mim, eu ajudava a mexer o meu corpo, estava louca para chegar ao orgasmo, as mamas escorriam suor, fechou os olhos, gemeu intensamente, e pouco tempo a seguir veio-se… caiu sobre o meu tronco, abraçou-me… durante a longa noite até de manhã, continuamos a foder muito, experimentamos várias posições, tivemos orgasmos explosivos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A história de dois seres amantes de sexo, explorando os corpos, aproveitando o momento de excitação e buscando o prazer absoluto, repetindo até à exaustão.




domingo, 15 de maio de 2022

Mateus

Morava com os meus pais, numa casa com piscina e com todo o conforto, era filha única e tive a sorte de ter uma família em excelente condição financeira. Sempre fui muito ligada aos meus pais, nunca me faltou nada, fui habituada a ter tudo o que quisesse. Fiz faculdade e trabalhava numa empresa perto de casa… recentemente como prenda de aniversário o meu pai deu-me um carro topo de gama. 


Tinha 29 anos, fui tendo alguns namorados, mas nenhum conseguiu conquistar-me ao ponto de ficar perdidamente apaixonada, já fazia algum tempo que não tinha um envolvimento, sentia vontade, mas não queria envolver-me com qualquer um…


Nos últimos dias pensava várias vezes num episódio que tinha acontecido no tempo de liceu, tinha uma amiga chamada Xana, éramos da mesma turma, estudávamos muitas vezes juntas, mais em minha em casa, partilhávamos várias histórias, éramos confidentes e com uma ligação muito forte. No baile de final de período, estávamos animadas e na expectativa de conhecer algum rapaz, a nossa vontade era que aparecesse algum que nos comesse, no meio da pista de dança aproximava-se um ou outro, metiam conversa mas não era aquele estilo que nos interessava. 

Acabámos por sair dali, e fomos até atrás de um pavilhão, e demos uns beijos na boca bem quentes… talvez fosse o desejo de me envolver que me fazia pensar em tudo.


O meu carro precisava de fazer a revisão, era o meu pai que costumava tratar sempre disso, levava-o à oficina, mas nesse dia não o podia fazer e fui eu…quando cheguei à oficina o mecânico estava nos fundos, conhecia-o de vista, mas já não o via há muitos anos. Sabia que se chamava Mateus e tinha 35 anos, com cabelo curto e um corpo esbelto, era um gatinho, muito giro, e ficava sexy com umas manchas de óleo na cara… viu-me e aproximou-se, reconheceu-me e perguntou:

- És a filha do Sr. Pereira… certo?

- Sim sou… vinha marcar um dia para fazer a revisão ao meu carro.

- Ok… vamos tratar disso… posso agendar para o próximo sábado de manhã?

- Podes.

- Mas convém deixares aqui o teu carro na sexta à tardinha… sem problema?

- Combinado.


Voltei para a casa a pensar no Mateus, estava um homem muito diferente da última vez que o tinha visto, senti algo por ele que não conseguia definir. 

Os dias passaram, era sexta-feira, saí um pouco tarde do trabalho, atrasei-me e quando cheguei à oficina o Mateus já estava a fechá-la… quando saí do carro disse-me que tive sorte, por pouco já não estava lá, sorri e disse que se ele não tivesse, que ligava-lhe… iniciámos uma conversa que durou bastante tempo, havia sempre assunto e falámos um pouco de tudo… parecia que os meus olhos comiam o seu corpo e o olhar dele focava-se muitas vezes nas minhas mamas. Aquela conversa deixou-me tentada ao envolvimento.


No dia seguinte, fui buscar o carro perto da hora do almoço, a oficina fechava pouco depois e não estava aberta de tarde. O Mateus estava a ultimar os últimos pormenores no meu carro, mantivemos novamente uma boa conversa… ríamos várias vezes até entoava na oficina. A conversa do Mateus também era provocante e deixava-me mais desejosa por cair no seu corpo. Através dos nossos olhares dava para entender que só faltava um passo de um de nós… o Mateus disse para aguardar um pouco, foi lavar as mãos e buscar a chave do meu carro e reparei que tinha batido a porta da oficina. Quando chegou junto a mim entregou-me a chave na palma da mão, apertei a sua mão com a chave…o Mateus não contava com aquele gesto, e encostou-me ao carro e beijou-me na boca, os nossos olhos fechados sentiam aquele beijo saboroso… a minha mão puxou o fecho do seu macacão, acariciei os seus peitorais, as suas mãos apalpavam os meus seios firmemente, enquanto o beijo perdurava íamos tirando as nossas roupas, o Mateus levantou-me e sentou-me no tejadilho do meu carro por cima da porta da frente, em pé chupou-me o meu clitóris inclinei-me para trás com os cotovelos apoiados no tejadilho… meteu os seus dedos ao mesmo tempo na minha coninha, estava mais do que excitada… a seguir desci e o Mateus encostou-se ao carro e chupei com veemência o seu pau bem teso…depois pegou em mim ao colo e a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, agarrada ao seu pescoço gemia intensamente…


Queria que a primeira foda fosse dentro do meu carro com o Mateus, fomos para o interior do carro, na parte de trás, pus-me de lado, o Mateus por trás enfiou o seu pau, apalpava-me as mamas, eu rodava a cabeça e sentia a sua língua e o beijo, estava a ser tão gostoso que estremeci num orgasmo brutal… o Mateus sentou-se no banco, fui para cima da sua verga, lambeu-me as mamas, balanceava fortemente em cima dele, metia os meus dedos na sua boca… já sem aguentar mais, com um ritmo muito forte, o Mateus com suor a escorrer pela cara, diz: " Estou a vir-me".


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi dos melhores envolvimentos que tive durante a minha vida, quando entrava no meu carro lembrava-me sempre do Mateus e da maravilhosa queca que demos. Aquela oficina ficou marcada por todo o carinho que recebi, sendo uma mulher mimada, senti que foi fora de série.