Morava com os meus pais, numa casa com piscina e com todo o conforto, era filha única e tive a sorte de ter uma família em excelente condição financeira. Sempre fui muito ligada aos meus pais, nunca me faltou nada, fui habituada a ter tudo o que quisesse. Fiz faculdade e trabalhava numa empresa perto de casa… recentemente como prenda de aniversário o meu pai deu-me um carro topo de gama.
Tinha 29 anos, fui tendo alguns namorados, mas nenhum conseguiu conquistar-me ao ponto de ficar perdidamente apaixonada, já fazia algum tempo que não tinha um envolvimento, sentia vontade, mas não queria envolver-me com qualquer um…
Nos últimos dias pensava várias vezes num episódio que tinha acontecido no tempo de liceu, tinha uma amiga chamada Xana, éramos da mesma turma, estudávamos muitas vezes juntas, mais em minha em casa, partilhávamos várias histórias, éramos confidentes e com uma ligação muito forte. No baile de final de período, estávamos animadas e na expectativa de conhecer algum rapaz, a nossa vontade era que aparecesse algum que nos comesse, no meio da pista de dança aproximava-se um ou outro, metiam conversa mas não era aquele estilo que nos interessava.
Acabámos por sair dali, e fomos até atrás de um pavilhão, e demos uns beijos na boca bem quentes… talvez fosse o desejo de me envolver que me fazia pensar em tudo.
O meu carro precisava de fazer a revisão, era o meu pai que costumava tratar sempre disso, levava-o à oficina, mas nesse dia não o podia fazer e fui eu…quando cheguei à oficina o mecânico estava nos fundos, conhecia-o de vista, mas já não o via há muitos anos. Sabia que se chamava Mateus e tinha 35 anos, com cabelo curto e um corpo esbelto, era um gatinho, muito giro, e ficava sexy com umas manchas de óleo na cara… viu-me e aproximou-se, reconheceu-me e perguntou:
- És a filha do Sr. Pereira… certo?
- Sim sou… vinha marcar um dia para fazer a revisão ao meu carro.
- Ok… vamos tratar disso… posso agendar para o próximo sábado de manhã?
- Podes.
- Mas convém deixares aqui o teu carro na sexta à tardinha… sem problema?
- Combinado.
Voltei para a casa a pensar no Mateus, estava um homem muito diferente da última vez que o tinha visto, senti algo por ele que não conseguia definir.
Os dias passaram, era sexta-feira, saí um pouco tarde do trabalho, atrasei-me e quando cheguei à oficina o Mateus já estava a fechá-la… quando saí do carro disse-me que tive sorte, por pouco já não estava lá, sorri e disse que se ele não tivesse, que ligava-lhe… iniciámos uma conversa que durou bastante tempo, havia sempre assunto e falámos um pouco de tudo… parecia que os meus olhos comiam o seu corpo e o olhar dele focava-se muitas vezes nas minhas mamas. Aquela conversa deixou-me tentada ao envolvimento.
No dia seguinte, fui buscar o carro perto da hora do almoço, a oficina fechava pouco depois e não estava aberta de tarde. O Mateus estava a ultimar os últimos pormenores no meu carro, mantivemos novamente uma boa conversa… ríamos várias vezes até entoava na oficina. A conversa do Mateus também era provocante e deixava-me mais desejosa por cair no seu corpo. Através dos nossos olhares dava para entender que só faltava um passo de um de nós… o Mateus disse para aguardar um pouco, foi lavar as mãos e buscar a chave do meu carro e reparei que tinha batido a porta da oficina. Quando chegou junto a mim entregou-me a chave na palma da mão, apertei a sua mão com a chave…o Mateus não contava com aquele gesto, e encostou-me ao carro e beijou-me na boca, os nossos olhos fechados sentiam aquele beijo saboroso… a minha mão puxou o fecho do seu macacão, acariciei os seus peitorais, as suas mãos apalpavam os meus seios firmemente, enquanto o beijo perdurava íamos tirando as nossas roupas, o Mateus levantou-me e sentou-me no tejadilho do meu carro por cima da porta da frente, em pé chupou-me o meu clitóris inclinei-me para trás com os cotovelos apoiados no tejadilho… meteu os seus dedos ao mesmo tempo na minha coninha, estava mais do que excitada… a seguir desci e o Mateus encostou-se ao carro e chupei com veemência o seu pau bem teso…depois pegou em mim ao colo e a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, agarrada ao seu pescoço gemia intensamente…
Queria que a primeira foda fosse dentro do meu carro com o Mateus, fomos para o interior do carro, na parte de trás, pus-me de lado, o Mateus por trás enfiou o seu pau, apalpava-me as mamas, eu rodava a cabeça e sentia a sua língua e o beijo, estava a ser tão gostoso que estremeci num orgasmo brutal… o Mateus sentou-se no banco, fui para cima da sua verga, lambeu-me as mamas, balanceava fortemente em cima dele, metia os meus dedos na sua boca… já sem aguentar mais, com um ritmo muito forte, o Mateus com suor a escorrer pela cara, diz: " Estou a vir-me".
Foi dos melhores envolvimentos que tive durante a minha vida, quando entrava no meu carro lembrava-me sempre do Mateus e da maravilhosa queca que demos. Aquela oficina ficou marcada por todo o carinho que recebi, sendo uma mulher mimada, senti que foi fora de série.

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