quinta-feira, 5 de maio de 2022

Alexandra

Vivia numa relação de altos e baixos, por diversas vezes teve em cima da mesa o divórcio, mas fomos mantendo o casamento, estava com 53 anos, era juiz, levava uma vida agitada, com muita responsabilidade e pouco descanso, e quando chegava a casa não existia sossego, discutia com os meus filhos e esposa.


As férias ainda estavam distantes, a fase não era boa, precisava de algo que elevasse o meu astral, conversava com amigos e no meio da conversa surgiu o nome da Alexandra, uma acompanhante de luxo, que era divinal na cama, tinha amigos que já o tinham comprovado.

Tinha 30 aninhos, o corpo diziam ser uma relíquia… por momentos pensei que não tivesse à sua altura, estava um pouco acima do peso, já não tinha relações sexuais com a minha mulher há quase meio ano, sentia um complexo de inferioridade.


Mas os meus amigos animaram-me e convenceram-me a marcar umas horas com ela, deram-me o contacto e liguei… do outro lado a voz era meiga, perguntou-me o que pretendia, disse-lhe o motivo. Ficou marcado no mesmo dia às 21h num hotel de 5 estrelas.

A Alexandra vinha de vestido com decote, salto alto, um colar de pérolas à volta do pescoço, lábios e olhos pintados. 

Primeiro houve jantar, o início da conversa foi sobre os problemas familiares que estava a atravessar, o stress do meu trabalho, acabei por desabafar sobre as minhas preocupações e o que estava a deixar-me mais em baixo. Ela ouviu atentamente, pouco falava… 


O seu olhar intimidava, ficava muito expressivo com a maquiagem, e deixava-me pensativo sobre o desempenho sexual que eu poderia ter, achava que, não iria conseguir vir-me ou vinha-me muito depressa… a Alexandra pediu para a tratar por Xana, quase no final do jantar, o tema também foi sobre sexo, enquanto comíamos a sobremesa, quis saber o que me dava prazer, se gostava de experimentar alguma posição nova, o que gostava mais fisicamente numa mulher, no fundo com aquela conversa estava a aguçar o apetite para o que se ia passar depois.


Subimos ao quarto, no elevador olhava para o decote da Xana e já me dava tesão, sentia o suor a escorrer pelas costas, estava nervoso… nunca tinha feito nada igual, e estava a mexer muito comigo… ia trair pela primeira vez a minha companheira. 

Entrámos no quarto, as luzes acenderam-se, era uma suíte fantástica, abrimos as cortinas da porta que dava para a varanda e tinha uma vista esplêndida sobre a cidade… a Xana encostou-se ao meu ombro, o seu corpo já estava a aproximar-se do meu… 

- Preparado para um momento de prazer?

- Quero estar à altura. (não quis dar a minha parte fraca) 

- Vou fazer de tudo para que fiques a gostar, e repetires numa próxima vez.

- Claro.


A Xana já era experiente, sabia lidar bem com a situação, sentei-me na cama, ela sentou-se  numa das minhas pernas, tirou a minha gravata, beijou o meu pescoço, desabotoou a minha camisa, as sua mãos passavam pelo meu peito, tirou as alças do vestido e ficou de sutiã, em pé, colocou as suas mamas junto à minha cara, soltou o sutiã, tinha uns bicos grandes, lambi-os, ficou com os seios babados com a minha saliva, encostei-me para trás da cama, ela tirou-me os sapatos e as calças, os boxers também saíram juntos, tinha alguns pelos na minha zona púbica, a sua mão mexia no meu pénis, estava ligeiramente duro e molhado…


Despiu o seu vestido, de cueca fio dental veio roçar por cima do meu pau, depois passava as suas mãos nas mamas e lambia os próprios bicos… a seguir fez-me um broche meigo, que teve de interromper mais cedo porque estava quase a vir-me… colocou o preservativo, e de costas para mim, enfiou o meu pénis todo dentro dela, o balancear do seu corpo dava-me muito prazer… o seu corpo era poderoso, tinha o dom de deixar um homem louco.

Mudou de posição, ficou de lado, abriu as pernas em tesoura e eu fiquei no meio, enterrei o meu pau, e agarrava nas suas mamas e abanava-as… a sua cona tinha um fio de pelo desde o clitóris até um pouco mais acima… continuei a fodê-la, ela gemia baixinho… e não consegui controlar mais o tempo sem me vir… a Xana percebendo, aumentou o gemido e vi-me… 


                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet,  pinterest

Foram umas horas passadas com uma mulher colossal, ficou-me muito caro tudo o fiz naquela noite… não compensou o preço que gastei, e a traição à minha mulher… fiquei com um sentimento de arrependimento.


segunda-feira, 25 de abril de 2022

Gustavo

Tinha 24 anos e namorava com um homem encantador, era uma relação muito feliz de cinco anos, tinha sido o meu primeiro namorado, os planos eram muitos e o pedido de casamento estava prestes a acontecer, mas infelizmente houve um duro golpe, o meu futuro noivo faleceu num acidente de carro… foi o maior sofrimento da minha vida… quase desisti de viver, a dor era imensa e faltava a força para continuar agarrada aos dias que custavam a passar. A saudade vivia dentro de mim, e em todos os segundos a lembrança estava sempre presente.

Os dias eram muito complicados e o meu luto já durava há quatro anos, embora suportasse melhor a dor, ainda sentia a sua falta… mas achava que teria de ter alguém, uma companhia, alguém que me ouvisse, seguir a minha vida e voltar a encontrar o amor… 


Passados uns meses, conheci alguém muito especial chamado Gustavo, tinha 31 anos, curiosamente a história dele era parecida com a minha, havia perdido a namorada por causa de doença. 

Começámos a ser o amparo um do outro, faziam parte de nós os desabafos, as confissões, o sentimento que nos unia e crescia, sentia-me apaixonada.


A minha relação com o Gustavo tinha um mês. Não largava o telemóvel para trocar mensagens com ele, o meu pensamento focava-se nos momentos que tínhamos estado juntos e esperava ansiosamente o dia para voltarmos a encontrar-nos… a chama do amor voltava a estar acesa e sentia que até no trabalho a minha cabeça não estava lá. 


Morávamos um pouco longe um do outro, só estávamos juntos uma vez por semana, mas durante a semana não passávamos um dia sem falarmos. 

Um dia fui passar o fim de semana a sua casa, ia ser a primeira vez que íamos passar a noite juntos, ambos estávamos desejosos que os nossos corpos quentes se conhecessem… de sentir o toque… e as palavras carinhosas a entrar no ouvido.


Cheguei à sua cidade num sábado a meio da tarde, era outono, viam-se as folhas das árvores caídas no chão, o sol tímido batia no rosto mas não aquecia, sentia algum frio, o Gustavo levou-me a lanchar, a um local quentinho, comemos uns docinhos bons e bebemos um chocolate quente, a conversa foi fluindo… o dia já estava a escurecer… fomos para o seu apartamento, assistimos a um filme… fizemos o jantar e passámos um serão agradável, no sofá. O Gustavo mostrou-me fotos suas de quando era criança, ouvimos músicas que ambos gostávamos, e contámos histórias que nos faziam rir…


Entretanto tinha chegado a hora de ir para o quarto, os beijos começaram na sala, agarrados e a arrastar os passos com os corpos abraçados, continuámos pelo corredor até entrarmos no quarto, a seguir o Gustavo virou-me e encostou-se atrás de mim, apalpou-me as mamas, e ao mesmo tempo a minha cabeça rodou no sentido da sua boca e demos um beijo molhado de língua… caímos sobre a cama… o Gustavo despiu-me e tirou a sua roupa, ficou por cima de mim, a excitação era tão grande que penetrou-me… gememos de prazer até nos virmos…


No dia seguinte durante a tarde, o Gustavo preparou a banheira com um banho de espuma, a água estava bem quentinha e arrepiava, os nossos corpos bem juntinhos no meio da espuma… o toque das mãos percorria os nossos corpos, senti-me uma mulher acarinhada e cheia de ternura e mimo. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Duas histórias semelhantes de perda, dias duros e tristes, com o passar dos dias, o tempo encarregou-se de nos juntar tornando-nos mais fortes e através da nossa união voltámos a encontrar o caminho da felicidade.

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Olívia

Comecei a trabalhar no talho do meu pai com 16 anos, onde a maior parte dos clientes eram do sexo feminino, de todas as idades e cada uma sobressaía na sua forma, umas mais simpáticas que outras, todas tinham um jeito diferente, mas uma delas deixava-me desejoso que fosse ao meu local de trabalho todos os dias.


Eu tinha 45 anos e a Olívia 40, ambos éramos divorciados, ela já era cliente há 10 anos, desde que foi morar para o bairro, conhecia a sua personalidade, uma mulher que não dava letra aos homens, que vivia no seu mundo. Era de baixa estatura, eu gostava de mulheres baixinhas, coxa grossa, cabelo preto encaracolado, um sinal perto do canto do lábio, os seios cheios e firmes, e a expressão do seu olhar dava vontade de me perder num beijo.


A Olívia não falava muito, eu tentava puxar conversa, adorava ouvir a sua voz, sem nunca dar a entender um eventual assédio, mas era sempre difícil arrancar as palavras da sua boca.

Notava que era muito reservada, pacata e não abordava pormenores da sua vida pessoal.


Numa sexta-feira, chovia bastante, perto da hora do encerramento, já estava a arrumar e a limpar e não contava que entrasse mais alguém. Quando olhei para a porta vi a Olívia a entrar, disse que pelo caminho a pé a chuva apanhou-a desprevenida, vinha ofegante, a sua roupa estava molhada, o cabelo escorria água, o rosto tinha gotículas de chuva… 


Fechei a porta, o vento também era forte, que tarde de inverno!

Os seus lábios tremiam de frio, fui buscar uma toalha para secar o seu cabelo… mas continuava muito molhada… e acabei por lhe dizer algo que saiu espontaneamente:

- Olívia, não a vou deixar ir embora assim, ainda vai ficar doente, pode parecer atrevimento da minha parte, mas vai subir à parte de cima da minha casa e tomar um banho, enquanto a sua roupa seca no aquecedor… certo?

- Olhe está a ser muito amável, agradeço… realmente não estou em condições para ir para casa assim e com este tempo.

- Venha comigo, acompanhe-me por favor.


Enquanto tomava o seu banho, eu fui tomar também o meu, noutro WC. A seguir ficou enrolada na toalha enquanto a sua roupa secava, sentada no sofá… a casa estava quentinha e o seu rosto estava corado por causa do banho quente. Mantivemos uma conversa, e reparei que a Olívia estava mais faladora, e sentia-se mais à vontade comigo, e assim do nada, os nossos lábios colaram-se, um beijo ardente surgiu… as minhas mãos apalparam os seus seios, as mãos dela já estavam nos meus testículos, estava tudo a acontecer muito rápido, dois seres carentes e desejosos por prazer.


Continuámos e, naquele momento, a Olívia veio para cima do meu colo, embrulhada na toalha, mas a segredar-me no ouvido que ia ficar nua para mim, atirou a toalha para o chão, lambeu-me o pénis levemente, abocanhava e chupava na perfeição, a seguir a minha língua percorria o seu monte de vénus, com alguns pelos… sentia o mel na minha língua… ela contorcia-se, os meus dedos entravam na sua cona, a minha boca babada deu-lhe um beijo molhado. Coloquei um preservativo que tinha numa gaveta, a Olívia meteu-o no meu pénis, disse-me para a penetrar bem até ao fundo. 


De quatro no sofá, coloquei a pontinha dentro dela e enterrei-a... gemia intensamente, prossegui com um ritmo mais forte, o suor de ambos escorria dos nossos corpos, o tesão que sentia deixava-me louco, mudámos de posição, a Olívia veio para cima de mim, agarrou o meu pescoço, o ritmo dela foi muito forte, e passado algum tempo soltou um gemido prolongado, o seu orgasmo tinha chegado… logo depois… esporrei-me todo. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Passou a noite comigo, foi algo que não estava à espera, passados anos de conhecer a Olívia proporcionou-se um momento prazeroso e que jamais vou esquecer. 

terça-feira, 5 de abril de 2022

Bernardo

O seu jeito doce encantava-me, a sua simpatia e educação enterneciam-me, a sua voz ecoava no meu ouvido e o arrepio apoderava-se de mim, os seus passos quando se aproximavam deixavam-me descontrolada, adorava inalar o seu perfume, sentia o suor a escorrer nas costas, mesmo estando com as mãos geladas, o Bernardo mexia comigo.

Mudei de trabalho, fiquei responsável pela gestão da empresa, conheci o Bernardo num jantar de Natal, e achei-o logo bastante interessante. Eu ainda namorava, mas a minha relação terminou passado pouco tempo.


Durante o dia de trabalho, o Bernardo entrava diversas vezes no meu gabinete, tinha 23 anos, menos sete do que eu, olhos claros, cabelo encaracolado, sardas no rosto, era alto e magro.

Não falava muito, o seu sorriso brilhava quando olhava para mim.  

Começámos a conversar mais vezes durante os intervalos da manhã e da tarde, e a conversa era boa, os nossos pontos de vista eram semelhantes e gostava da sua maturidade.


Um dia soube que as nossas casas ficavam próximas, aliás para ir para a minha casa quase que passava na dele, o desvio era pequeno, como sabia que o Bernardo ia de transportes públicos para o trabalho, ofereci-lhe boleia. A partir daí passou a ser todos os dias.


Depois de termos bastante confiança um com o outro, o Bernardo fez-me um convite.

- Hoje, queres vir lanchar a minha casa?

- Não estava a contar com esse convite… o que tens para me dar?

- Bolinhos de framboesa e posso preparar um chá, sei que gostas.

- Bem… acho o convite irrecusável.


Assim foi, numa sexta-feira após o trabalho, fui até sua casa, uma moradia pequena, mas bem dividida e cheirosa, já tinha deixado a mesa preparada, iniciámos o lanche na cozinha, depois da conversa que tivemos, o Bernardo começou a arrumar a mesa, sabia que era um pouco tímido, percebi que o primeiro passo tinha de ser dado por mim.

Quando estava de costas virado para a banca da cozinha, fui por trás dele e dei-lhe um beijo no pescoço, agarrei-o… ele rodou o corpo e o abraço aconteceu… com naturalidade, o nosso beijo nos lábios fluiu… os nossos rostos começaram a enrubescer… as mãos dele agarraram com firmeza a minha cintura, as minhas mãos passavam pelo seu pescoço. O clima estava a aquecer, e começámos a despir-nos… sentia a minha coninha molhada, e depois de agarrar o pau do Bernardo senti-o babado, fiz-lhe um bom broche de joelhos na cozinha, estava bem duro… a seguir fiquei debruçada sobre a mesa, passou a sua língua nas minhas costas, desceu e mordeu as minhas nádegas, abri as pernas e fez-me um minete delicioso…


Voltámos a beijar-nos de forma ardente, só queria o seu pau tesudo dentro de mim… apoiei as minhas mãos nas costas de uma cadeira, inclinei o meu rabo para trás e a verga do Bernardo penetrou com força na minha ratinha, comigo a soltar gemidos de desejo e prazer… continuou forte, estávamos ofegantes… Quis ser eu a dominar e trocámos a posição, sentado na cadeira, fui para cima dele, estava a ser muito intenso, e após uma boa cavalgada consegui atingir o orgasmo, logo a seguir sentada de costas para ele, quis o pau do Bernardo dentro do meu cu, e com alguns balanços, foi tão bom sentir o seu leite dentro do meu cuzinho. 


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Adorava levá-lo a casa todos os dias, era paragem pela certa na sua casa, e o envolvimento surgia sempre. Era muito sexo, após o trabalho era um final do dia magnífico.

sexta-feira, 25 de março de 2022

Fernanda

Chamo-me Hugo, estudava na faculdade, estava a terminar o curso de Educação Física, gostava de praticar todo o tipo de desporto, mas preferia mais os de aventura… ligados à natureza.

O nosso grupo de amigos tinha como hábito ir todos os fins de semana praticar desporto. Durante a semana era escolhido o programa… desde BTT, paintball, escalada, rafting… havia sempre o que fazer… o grupo era composto, por três amigas e dois amigos. 

Tinha 24 anos, corpo definido, cabelo muito curto, olhos castanhos-claros, gostava de sair com amigos, divertir-me… sem namorada… frequentava muito a casa dos amigos.


Ia várias vezes a casa da D.Fernanda, mãe do Paulo. Éramos quase vizinhos, ele era meu colega de curso e fazia parte do nosso grupo. Sempre que ia a casa deles, era muito bem recebido pela D. Fernanda. Estudava muitas vezes por lá… fazia uns bons lanches, era uma mulher simpática, atraente, anca um pouco larga, seios pequenos… de olhar safado, sinal no queixo.

Também praticava exercício, caminhadas, aulas de zumba e ginásio. Era divorciada, tinha 45 anos e morava com o filho. Falávamos muitas vezes sobre os exercícios que fazia no ginásio, dava-lhe conselhos, explicava-lhe a postura que deveria ter…fazia agachamentos à minha frente e perguntava se fazia bem, provocava… e deixava-me sem jeito… 

Depois perguntava o número de repetições dos exercícios, que tipo de alimentação fazer, era interessada, mas notava que ela queria meter conversa comigo, porque por vezes já repetia as perguntas e estava farta de saber como fazer...


Num dia à tarde eram 14.30h, ia a ouvir música nos meus phones e passei à frente da casa dela, tinha combinado com o Paulo estudar por volta das 18h, o Paulo estava em casa da namorada, a mãe dele estava no jardim… 

- Boa tarde D. Fernanda.

- Boa tarde Hugo, andas por aqui?

- Sim vim dar uma volta, mais logo venho aqui a sua casa estudar com o Paulo.

- A que horas?

- Às 18h… porquê?

- Sabes… mudaram-me o plano no ginásio e preciso que me dês umas dicas sobre os exercícios que tenho para fazer…

- Não se preocupe eu ajudo-a… quer que venha mais cedo?

- Mais logo vou ter de sair, se desse para me explicares agora, acabei de fazer um bolo, podias aproveitar, está quentinho e comias uma fatia…

- Bem… pode ser, mas sem a fatia do bolo.


Seria a primeira vez que ia estar só com a D. Fernanda naquela casa. Fomos para a sala, tinha o plano no e-mail, quis que lhe explicasse todos os exercícios, ia exemplificando e ela ia fazendo… mantinha-se mais tempo nas posições mais provocantes, sorria para mim, estava vestida com umas leggins, e notava-se a vulva dela bem pronunciada… estava à espera que eu investisse sobre ela, mantive-me no lugar, resisti... até que… foi ao computador ver um exercício, inclinou o corpo para a frente para olhar para o écran, eu estava atrás perto dela, olhou para trás e reparou que eu estava a olhar para o cu dela… ela sabia o que queria, e eu já estava completamente atraído pela sedução dela… 


Saiu daquela posição, veio na minha direção, pôs a mão no meu pénis… e de forma atrevida disse:

- Hugo, posso experimentar um exercício novo contigo?

- Bem… acha que o exercício é só para si ou para mim também?

- Malandro… já me explicaste como se faz… agora sou eu a explicar… pode ser?

- Quero ver se tem jeito…

- Não vais só ver, quero que sintas também…

- Sentimos os dois? Vou-me cansar?

- Sentindo os dois é bem melhor, acho que vamos ficar mais cansados que uma aula de zumba.

- Você é muito provocante.

- Ainda não viste nada.


Aquela conversa de saber que ia envolver-me com ela, deixou-me cheio de tesão e adrenalina.

Deu-me a mão… levou-me até à cozinha. 

- Hugo, quero que vejas o meu bolo de cenoura. O que achas?

- Tem bom aspeto…parece fofinho…

- É como tu… Queres comer?

- Quero… comê-la a si… 

- Ai Hugo assim fico com uma vontade maior de…

Não a deixei terminar a frase… 

- De me dar a conhecer o exercício que tem para experimentar comigo. 


Sentou-me numa cadeira, puxou as calças para baixo e virou o cu para mim, dei-lhe umas palmadas, estremeceu… continuou a provocar, a seguir puxou a blusa para cima, mexeu nos seios e encostou-os ao meu rosto… sem dar tempo para os lamber ou agarrar… foi tirando a roupa e passou na minha cara as cuecas e o sutiã… o monte de vénus estava sem pelinhos, os bicos dos seios tesos… voltou a virar o cu para a minha cara, deixou-me que a lambesse, mordi-lhe as nádegas… virou-se e ajudou-me a tirar a roupa, sentou-me na cadeira, estava nu, foi buscar umas algemas, prendeu-me as mãos… queria ser ela a protagonista, pôs-me uma venda nos olhos… ficava sempre sem saber onde me ia tocar, beijar… mas ia percorrendo a sua língua pelo meu corpo, arrepiava-me… tocava-me uma punheta, a mão escorregava no meu pénis… beijava-me na boca… lambeu-me o pénis, a língua subia e descia, levou o meu pénis à bochecha dela… sentia a excitação dela e eu cheio de vontade de a penetrar…


Sentou-se em cima do meu pénis virada para mim, nunca tinha sentido uma vagina tão molhada, que sensação… beijava-me de uma forma que cortava a respiração, tirou-me a venda… a cara dela rosada… a boca molhada dos beijos… ficou quieta, o meu pénis... estava todo dentro dela… agarrada ao meu pescoço… disse-me ao ouvido que queria que eu a fizesse vir… 


Saímos da cozinha… passamos no corredor agarrados e aos beijos escaldantes… fomos parar em cima da máquina de lavar, estava ligada e trepidava muito… com a perna aberta, penetrei-a… apalpava-lhe os seios… gemíamos… as mãos dela no meu peito… a intensidade aumentou, e atingiu o orgasmo… sugou os meus lábios, arranhou-me as costas… por breves momentos parou… continuava com o meu pénis bem duro dentro dela… 

Queria fazer-me vir, estava insaciável… levou-me até ao quarto, o meu pénis pingava molhado, deitou-me no tapete do chão… foi para cima de mim, fazia movimentos circulares, toda enterrada, gemia e fazia-me gemer… não parava… saiu da posição… chupou-me o pénis… e fomos para cima da cama… ficámos de lado… estava a aguentar muito tempo sem me vir, notava que ela estava exausta, mas com muita vontade de ser comida… e eu cheio de vontade de a comer…assim de lado de costas para mim, meti-lhe o pénis dentro dela, foi sem parar,  ritmo no máximo, foi até me vir todo… ficou com o leite todo dentro dela…os meus batimentos cardíacos estavam no máximo, o coração quase que saía do peito… 


Disse-lhe que tinha gostado do exercício que experimentamos os dois, e que me tinha cansado mais que 10 aulas de zumba seguidas… ela disse-me que queria voltar a repetir o exercício comigo.


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi uma verdadeira aventura, maior que qualquer salto de bungee jumping… continuei a frequentar a casa da D. Fernanda, sobre o que se passou entre nós, ficou um segredo só nosso… repetimos mais umas vezes, depois parámos… comecei a trabalhar num ginásio onde fui personal trainer dela.



 

terça-feira, 15 de março de 2022

Orlando

A minha vida profissional ocupava-me praticamente o dia todo, sobrava apenas um pouco de tempo para comer e dormir. Tinha 27 anos e precisava de uns dias de descanso. Sentia que estava a entrar em esgotamento. 

Sempre fui uma mulher que precisava de carinho, de ter alguém para conversar, que me ouvisse, de ter um programa para sair, mas já fazia tempo que estava sem esse alguém.


Finalmente, tive um fim de semana livre, e decidi pedir a uma tia a sua casa de férias, só era habitada de longe a longe por familiares. Ficava num local calmo, com vegetação e os raios de sol entravam pelas janelas da casa até ao final da tarde. À frente desta havia um lago, e um vale que se perdia de vista, e no horizonte a paisagem era lindíssima com vários montes.


No sábado acordei ao final da manhã, o meu corpo estava relaxado, a noite tinha sido bem dormida, sentia que tinha recuperado todo o cansaço. Ao início da tarde fui até à entrada da casa, na varanda sentei-me numa cadeira de baloiço… e terminei a leitura de um livro que tinha iniciado recentemente.


A meio da tarde lembrei-me do Orlando, um ex-namorado que já não via há uns meses, morava relativamente perto, aliás no passado já tínhamos frequentado a casa de férias da minha tia. Tinha 36 anos, era um homem bem constituído, barba aparada, olhos escuros,  divertido e meigo. A nossa relação tinha terminado há 5 anos, mas nunca deixei de gostar dele… Ficou marcado no meu coração. E enviei-lhe uma mensagem:


"Olá Orlando. Estou na casa da minha tia e lembrei-me de ti, já estamos sem nos ver faz muito tempo, espero que estejas bem… se estiveres disponível e quiseres, podes vir ter comigo.

Respondeu:

"Olá. Por acaso estou por casa, só amanhã é que vou viajar para fora do país, entretanto faço-te uma visita."


Apareceu pouco depois, os raios de sol ainda eram visíveis por cima dos montes, aqueciam ligeiramente, o Orlando veio de encontro a mim, o beijo de cumprimento foi no cantinho dos nossos lábios, demos um abraço apertado de amizade, sentámo-nos na parte de fora da casa, estávamos sós e não havia ninguém que nos avistasse. O meu desejo era de pouca conversa e mais ação, mas fomos conversando e rindo, contou-me pormenores da viagem de negócios que ia fazer no dia seguinte. 

Os nossos olhares pediam um envolvimento, relembrar tempos passados, a tentação de nos entregarmos um ao outro era muito grande.


Não demorou, o Orlando aproximou-se de mim, a sua mão agarrou a minha, aconchegou-me ao seu corpo, o beijo molhado surgiu, com os meus olhos abertos via os dele fechados, os seus lábios eram grossos, o beijo intenso deixava-me húmida, o Orlando tirou-me a blusa e o sutiã e com as mãos macias apalpava as minhas mamas, eram grandes, lambia os meus bicos alternadamente, passava a sua língua pelo meio das mamas, eu gemia levemente, beijava-me o pescoço, estava arrepiada e louca de tesão. 

Desci as suas calças, a minha mão foi dentro dos seus boxers e agarrou no seu pau babado, tocava-lhe uma punheta, e ajoelhei-me à sua frente, a minha língua lambeu os seus testículos, os lábios escorregaram no seu pénis, abocanhei-o até ao fundo… chupei-o avidamente, saudades de fazer um bom broche, o Orlando gemia e dizia que eu chupava bem. 


A seguir, já nua apoiei o meu corpo nas grades da varanda, por trás o Orlando mordeu as minhas nádegas, lambeu o meu cuzinho, a sua língua entrava no buraquinho do ânus, e desceu até à minha coninha, o seu minete fazia-me estremecer, e querer mais, a vontade de ser penetrada crescia alucinadamente. Pedi ao Orlando para enterrar o pau dentro de mim.

E assim foi, penetrou-me por trás e apalpava as minhas mamas, mordia as minhas costas… puxava o meu cabelo para trás enquanto fodia a minha cona, estava a ser muito bom, agarrado ao meu quadril aumentou a intensidade… os gemidos entre nós aumentaram de tom, descontrolada… deixei-me ir até sentir um poderoso orgasmo… 

Logo a seguir o Orlando brindou-me com o seu leitinho dentro de mim.


  
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Estava mesmo a precisar de algo assim, um tempo para mim, de descanso, relaxamento, recuperar energia e uma foda que me aquecesse a alma. 


sábado, 5 de março de 2022

Rosa

A Rosa era a minha cabeleireira, tinha 22 anos, o seu corpo era delgado com perna fina, um olhar vivo e sedutor, olhos castanhos pintados com rímel e batom rosa claro nos lábios, cabelo fino dourado. A sua simpatia fazia-me derreter, e era tão bem humorada que tornava fácil soltar um sorriso. Ia ao seu salão de cabeleireiro duas vezes por mês.


Estava casado há quatro anos, desde os vinte e quatro anos, com uma mulher cinco anos mais velha, sentia que o nosso casamento estava instável, algumas discussões, pouca proximidade e passavam-se dias sem fazermos amor. A tentação de trair a minha mulher era grande, já tinha evitado diversas vezes com o assédio de colegas de trabalho. 


Num dia de manhã liguei à Rosa e fiz marcação para cortar o cabelo, só tinha disponível a última vaga do dia, às 20h. Chegado ao salão notei que a Rosa estava cansada, mas mesmo assim mostrava-se bem-disposta, a conversa desenrolou-se, a sua voz era meiga e penetrante, enquanto a ouvia passavam-me várias coisas pela cabeça. Havia confiança entre nós, uma vez que nos conhecíamos há bastante tempo, e o tema foi um pouco mais apimentado, entre risos e palavras calorosas, o corte estava feito, depois do corte fui passar o cabelo por água, a Rosa lavou o meu cabelo e ao mesmo tempo fez-me uma massagem prolongada e suave na cabeça, que me deixou relaxado e excitado.


Depois de secar o cabelo e dizer que estava pronto… olhou para mim, sorriu e disse:

- Que gato! Grande corte da cabeleireira - sorriu

- Rosa deixaste-me mais bonito.

- Aceitas um café?

- Sim aceito, obrigado.


A Rosa foi fechar a porta do salão, tinha encerrado o trabalho, suspirou de alívio, tirou a bata e estava de minissaia preta, sentei-me no sofá do salão e vi-a de costas a tirar o café na máquina, aquele rabo e as pernas encantavam o meu olhar, tinha um ligeiro decote, aproximou-se de mim e entregou o café, depois foi tirar para ela. Sentou-se ao meu lado, demasiadamente perto de mim, continuámos a conversar e a beber o café, coloquei a minha mão sobre a sua coxa… não fez nenhum reparo, só olhou para mim e focou-se nos meus lábios, ambos aproximámos os rostos e surgiu um beijo com gosto a café, mas não ficámos só pelo beijo.


As mãos dela eram ornadas por umas unhas de gel compridas de cor vermelha, e passaram pelo meu rosto, desceram pelo meu peito, e foram até aos botões das minhas calças, desabotoou-os enquanto estávamos perdidos num beijo molhado. O meu pau teso e molhado era tocado pelas suas mãos, sabia tocar uma boa punheta, a seguir tirou a blusa, tinha um soutien de renda preto, tirei-o e apalpei as suas mamas e lambi os bicos, a nossa respiração era ofegante, a adrenalina estava no auge… ajoelhou-se à minha frente e fez um broche de ir às nuvens, despi-a… a minha língua percorria o seu umbigo, desceu até à sua coninha e lambi-a… a Rosa delirava e contorcia-se… queria mais e pedia mais…


Sentada e de pernas abertas, com os dedos abriu a cona com pouco pelo, penetrei-a… enquanto metia os meus dedos na sua boca, depois apalpava as mamas com os bicos duros, estava corada e suada, desejosa por chegar ao clímax… já fazia tempo que não sentia tamanho tesão… estávamos a arder, o nossos corpos estavam muito quentes e excitados e não aguentei mais tempo, tirei o pénis dentro da sua cona e vi-me na sua púbis… descansámos um pouco e logo a seguir já estávamos novamente a foder… a Rosa veio para cima de mim, com uma intensidade fora de série… que safadeza tão boa… estava louca e deixou-me descontrolado… cavalgou tanto… que soltou um gemido forte e grosso… e ao meu ouvido disse que se veio toda.


                                                              Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A rotina do meu casamento e a fase má que estava a atravessar com a minha mulher, despoletou um envolvimento onde menos esperava, dentro de um salão de cabeleireiro… ficámos superconsolados…