A minha vida profissional ocupava-me praticamente o dia todo, sobrava apenas um pouco de tempo para comer e dormir. Tinha 27 anos e precisava de uns dias de descanso. Sentia que estava a entrar em esgotamento.
Sempre fui uma mulher que precisava de carinho, de ter alguém para conversar, que me ouvisse, de ter um programa para sair, mas já fazia tempo que estava sem esse alguém.
Finalmente, tive um fim de semana livre, e decidi pedir a uma tia a sua casa de férias, só era habitada de longe a longe por familiares. Ficava num local calmo, com vegetação e os raios de sol entravam pelas janelas da casa até ao final da tarde. À frente desta havia um lago, e um vale que se perdia de vista, e no horizonte a paisagem era lindíssima com vários montes.
No sábado acordei ao final da manhã, o meu corpo estava relaxado, a noite tinha sido bem dormida, sentia que tinha recuperado todo o cansaço. Ao início da tarde fui até à entrada da casa, na varanda sentei-me numa cadeira de baloiço… e terminei a leitura de um livro que tinha iniciado recentemente.
A meio da tarde lembrei-me do Orlando, um ex-namorado que já não via há uns meses, morava relativamente perto, aliás no passado já tínhamos frequentado a casa de férias da minha tia. Tinha 36 anos, era um homem bem constituído, barba aparada, olhos escuros, divertido e meigo. A nossa relação tinha terminado há 5 anos, mas nunca deixei de gostar dele… Ficou marcado no meu coração. E enviei-lhe uma mensagem:
"Olá Orlando. Estou na casa da minha tia e lembrei-me de ti, já estamos sem nos ver faz muito tempo, espero que estejas bem… se estiveres disponível e quiseres, podes vir ter comigo.
Respondeu:
"Olá. Por acaso estou por casa, só amanhã é que vou viajar para fora do país, entretanto faço-te uma visita."
Apareceu pouco depois, os raios de sol ainda eram visíveis por cima dos montes, aqueciam ligeiramente, o Orlando veio de encontro a mim, o beijo de cumprimento foi no cantinho dos nossos lábios, demos um abraço apertado de amizade, sentámo-nos na parte de fora da casa, estávamos sós e não havia ninguém que nos avistasse. O meu desejo era de pouca conversa e mais ação, mas fomos conversando e rindo, contou-me pormenores da viagem de negócios que ia fazer no dia seguinte.
Os nossos olhares pediam um envolvimento, relembrar tempos passados, a tentação de nos entregarmos um ao outro era muito grande.
Não demorou, o Orlando aproximou-se de mim, a sua mão agarrou a minha, aconchegou-me ao seu corpo, o beijo molhado surgiu, com os meus olhos abertos via os dele fechados, os seus lábios eram grossos, o beijo intenso deixava-me húmida, o Orlando tirou-me a blusa e o sutiã e com as mãos macias apalpava as minhas mamas, eram grandes, lambia os meus bicos alternadamente, passava a sua língua pelo meio das mamas, eu gemia levemente, beijava-me o pescoço, estava arrepiada e louca de tesão.
Desci as suas calças, a minha mão foi dentro dos seus boxers e agarrou no seu pau babado, tocava-lhe uma punheta, e ajoelhei-me à sua frente, a minha língua lambeu os seus testículos, os lábios escorregaram no seu pénis, abocanhei-o até ao fundo… chupei-o avidamente, saudades de fazer um bom broche, o Orlando gemia e dizia que eu chupava bem.
A seguir, já nua apoiei o meu corpo nas grades da varanda, por trás o Orlando mordeu as minhas nádegas, lambeu o meu cuzinho, a sua língua entrava no buraquinho do ânus, e desceu até à minha coninha, o seu minete fazia-me estremecer, e querer mais, a vontade de ser penetrada crescia alucinadamente. Pedi ao Orlando para enterrar o pau dentro de mim.
E assim foi, penetrou-me por trás e apalpava as minhas mamas, mordia as minhas costas… puxava o meu cabelo para trás enquanto fodia a minha cona, estava a ser muito bom, agarrado ao meu quadril aumentou a intensidade… os gemidos entre nós aumentaram de tom, descontrolada… deixei-me ir até sentir um poderoso orgasmo…
Logo a seguir o Orlando brindou-me com o seu leitinho dentro de mim.
Estava mesmo a precisar de algo assim, um tempo para mim, de descanso, relaxamento, recuperar energia e uma foda que me aquecesse a alma.
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