Comecei a trabalhar no talho do meu pai com 16 anos, onde a maior parte dos clientes eram do sexo feminino, de todas as idades e cada uma sobressaía na sua forma, umas mais simpáticas que outras, todas tinham um jeito diferente, mas uma delas deixava-me desejoso que fosse ao meu local de trabalho todos os dias.
Eu tinha 45 anos e a Olívia 40, ambos éramos divorciados, ela já era cliente há 10 anos, desde que foi morar para o bairro, conhecia a sua personalidade, uma mulher que não dava letra aos homens, que vivia no seu mundo. Era de baixa estatura, eu gostava de mulheres baixinhas, coxa grossa, cabelo preto encaracolado, um sinal perto do canto do lábio, os seios cheios e firmes, e a expressão do seu olhar dava vontade de me perder num beijo.
A Olívia não falava muito, eu tentava puxar conversa, adorava ouvir a sua voz, sem nunca dar a entender um eventual assédio, mas era sempre difícil arrancar as palavras da sua boca.
Notava que era muito reservada, pacata e não abordava pormenores da sua vida pessoal.
Numa sexta-feira, chovia bastante, perto da hora do encerramento, já estava a arrumar e a limpar e não contava que entrasse mais alguém. Quando olhei para a porta vi a Olívia a entrar, disse que pelo caminho a pé a chuva apanhou-a desprevenida, vinha ofegante, a sua roupa estava molhada, o cabelo escorria água, o rosto tinha gotículas de chuva…
Fechei a porta, o vento também era forte, que tarde de inverno!
Os seus lábios tremiam de frio, fui buscar uma toalha para secar o seu cabelo… mas continuava muito molhada… e acabei por lhe dizer algo que saiu espontaneamente:
- Olívia, não a vou deixar ir embora assim, ainda vai ficar doente, pode parecer atrevimento da minha parte, mas vai subir à parte de cima da minha casa e tomar um banho, enquanto a sua roupa seca no aquecedor… certo?
- Olhe está a ser muito amável, agradeço… realmente não estou em condições para ir para casa assim e com este tempo.
- Venha comigo, acompanhe-me por favor.
Enquanto tomava o seu banho, eu fui tomar também o meu, noutro WC. A seguir ficou enrolada na toalha enquanto a sua roupa secava, sentada no sofá… a casa estava quentinha e o seu rosto estava corado por causa do banho quente. Mantivemos uma conversa, e reparei que a Olívia estava mais faladora, e sentia-se mais à vontade comigo, e assim do nada, os nossos lábios colaram-se, um beijo ardente surgiu… as minhas mãos apalparam os seus seios, as mãos dela já estavam nos meus testículos, estava tudo a acontecer muito rápido, dois seres carentes e desejosos por prazer.
Continuámos e, naquele momento, a Olívia veio para cima do meu colo, embrulhada na toalha, mas a segredar-me no ouvido que ia ficar nua para mim, atirou a toalha para o chão, lambeu-me o pénis levemente, abocanhava e chupava na perfeição, a seguir a minha língua percorria o seu monte de vénus, com alguns pelos… sentia o mel na minha língua… ela contorcia-se, os meus dedos entravam na sua cona, a minha boca babada deu-lhe um beijo molhado. Coloquei um preservativo que tinha numa gaveta, a Olívia meteu-o no meu pénis, disse-me para a penetrar bem até ao fundo.
De quatro no sofá, coloquei a pontinha dentro dela e enterrei-a... gemia intensamente, prossegui com um ritmo mais forte, o suor de ambos escorria dos nossos corpos, o tesão que sentia deixava-me louco, mudámos de posição, a Olívia veio para cima de mim, agarrou o meu pescoço, o ritmo dela foi muito forte, e passado algum tempo soltou um gemido prolongado, o seu orgasmo tinha chegado… logo depois… esporrei-me todo.
Passou a noite comigo, foi algo que não estava à espera, passados anos de conhecer a Olívia proporcionou-se um momento prazeroso e que jamais vou esquecer.

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