O meu casamento durava há 25 anos, a Isabel continuava a ser o amor da minha vida, tivemos 3 filhos e já tínhamos netos. Eu estava com 57 anos e ela 54. No entanto, já passáramos por momentos bastante difíceis, há quatro anos atrás, foi detetado um cancro da mama na Isabel. O mundo acabou por desmoronar sobre nós.
Entre tratamentos, quimioterapia e operação foi complicado ter resistência psicológica, e a Isabel acabou por ficar sem uma mama. O cabelo caiu o que se tornou num choque para todos, mas ela era uma mulher forte, corajosa, encarou sempre o problema de forma positiva, e ajudou muito na sua recuperação.
A nossa proximidade sempre foi evidente, poucas eram as vezes que saímos um sem o outro, durante a semana tínhamos uma loja ligada ao comércio e estávamos o dia todo juntos, e o fim de semana era aproveitado para sair, passear… e desde a recuperação da Isabel, começámos a frequentar mais hotéis, passar noites fora, aproveitar os dias livres ao máximo.
A nossa casa era grande e como tal num domingo fizemos a festinha de aniversário do nosso neto mais novo, foram cerca de trinta pessoas, usámos um salão e a cozinha dos anexos, toda a gente estava animada e os miúdos brincavam todos juntos.
Ajudei a cozinhar e a servir o almoço, deixei a Isabel descansar e aproveitar para estar perto dos netinhos.
Mais tarde cantámos os parabéns ao nosso pequenino, comemos bolo e bebemos champanhe, já sentíamos falta de ter a família toda junta e aquela azáfama à nossa volta.
Depois, entre todos, ajudámos a arrumar tudo, e tornou-se mais fácil, a festa terminou ao final da tarde.
A Isabel estava feliz, conversou bastante, brincou com os netos, foi um dia bem passado… e de repente tinha terminado o barulho, ficámos os dois envolvidos no silêncio, um pouco nostálgicos, demos a mão um ao outro…
- Isabel, gostaste? Como te sentes?
- Sim gostei, mas acho que os miúdos gostaram mais… sinto-me bem, tu foste incansável, ajudaste bastante.
- Agora temos tempo para relaxar e ter o nosso momento a dois.
Ainda no anexo, o sol já se tinha posto, tínhamos o fogão aceso, o ambiente estava quentinho, a Isabel estava de costas para mim virada para um armário, fui por trás de si, encostei-me ao seu corpo, passei a mão pelo seu cabelo que já era comprido, afastei o cabelo e dei-lhe um beijo no pescoço… as minhas mãos apalparam as suas nádegas, ela rodou o corpo para mim, passou a mão pelo meu rosto, até ao pescoço, os nossos lábios uniram-se e trocámos um beijo repleto de carinho.
Juntos à lareira, tirámos as nossas roupas, a Isabel não tinha qualquer complexo por não ter uma mama no seu corpo, a minha mão passava levemente pelo seio, lambia-o… ela sentou-se numa poltrona, e abriu as pernas, a sua coninha tinha variados pelos, mas não obstruíam a minha língua, que descobria o clitóris no meio dos pelos e lambia a sua vulva, a Isabel tapava com uma mão os olhos e a outra descansava atrás da nuca, elogiava a minha perícia… continuou sentada, debruçou o tronco para a frente e comigo em pé e com o meu pau virado para a sua boca, chupou-o… passava uma mão pelos meus testículos e a outra metia os dedos na coninha… o seu broche estava a deixar-me prestes a vir-me, parou…
Voltou-se a recostar na poltrona, e o meu pénis duro e cheio de baba, penetrou-a… a vagina tinha contrações, chupei a sua língua fora da boca, enquanto a fodia, o meu polegar mexia no seu clitóris, estava embalada no meu ritmo, era eu que a controlava… começou a pedir para a foder mais, agarrada ao meu quadril, fazia força para a frente… estava desejosa… disse-lhe para se vir para mim… Mantivemos assim aquela foda por mais algum tempo, e no momento em que o meu pénis foi até ao fundo, bem enterrado na cona, estremeceu o corpo, a sua rata ficou mais molhada… o gemido foi alto… para juntar ao seu clímax, o meu pau veio-se, acrescentando ainda mais prazer a ambos.
Houve muitas adversidades e problemas, soubemos superar todos os obstáculos sempre juntos e unidos, foi o nosso primeiro orgasmo após a sua recuperação.