O Hugo estava casado com uma prima minha, era um homem com 32 anos, conheci-o antes de casar e sabia que traíra várias vezes as suas ex-namoradas, incluindo a minha prima, o seu jeito era safado, provocador e a sua conversa e corpo eram uma tentação para qualquer mulher.
Achava a minha prima uma mulher elegante, bonita e mesmo assim o Hugo agarrava qualquer outra que aparecesse pela frente, dizia sempre que vivia um casamento feliz, talvez pela liberdade que sempre teve de sair e se divertir e porque a minha prima nunca soube que já tinha sido traída.
Tinham 2 filhos em comum, e ele ainda um filho de uma outra mulher que namorou na adolescência, era um homem experiente, bem-humorado e eu gostava do seu estilo, usava boné, roupa desportiva, piercing na orelha, tatuagem no antebraço, olhos claros e penetrantes e um sorriso de lábios cheios e sensuais.
Eu tinha 27 anos, cabelo castanho com cachos, seios pequenos e duros, anca larga, era baixa, os lábios grossos e tinha uma relação inconstante com o meu companheiro, por vezes estávamos juntos, outras vezes separados.
No verão, foi o aniversário do Hugo, fazia 33 anos e eu fui convidada, estava marcado para um sábado.
Tinha bastante gente em sua casa, desde amigos, familiares e crianças a brincar. Estava muito calor, levei vestido uns calções curtos, um top e umas sandálias. O Hugo estava em tronco nu, calções e chinelos, o seu rosto estava com suor por causa do calor. Andava sempre no entra e sai em casa, a preparar a festa para que tudo corresse bem.
Parou uns instantes e foi fumar um cigarro à entrada da porta de casa, e com uma garrafa na mão, bebia cerveja… aproximei-me dele, pedi uma cerveja e acendi um cigarro, estávamos sós… o olhar dele observava o meu corpo, eu fixei os meus olhos nos olhos dele, aquela química durava há muito tempo, sentia atração e sabia que se investisse ele ia ceder… mantive-me firme… e de repente o Hugo descaradamente pergunta:
- Então, qual vai ser a minha prenda?
- Precisas de alguma coisa é?
- Gosto de surpresas, fico a aguardar pela tua oferta – sorriu.
Estava a seduzir-me, deu-me tesão, conhecia-o bem e percebi o que queria, aliás a minha vontade era a mesma… tínhamos família e amigos por perto, não podíamos cometer uma loucura, senão ficaria tudo estragado, a adrenalina era muita.
Durante a tarde, houve cumplicidade, conversa, cigarros e cerveja, a minha prima estava ocupada com as crianças e raramente se aproximava do Hugo, comecei a acreditar que poderia dar para darmos uma rapidinha, só estávamos à espera que surgisse a oportunidade. Entretanto a minha prima decidiu sair para ir comprar pão, os restantes convidados estavam distraídos com o futebol que dava na TV, as mulheres brincavam com os miúdos, tudo parecia que se estava a proporcionar para acontecer o que desejávamos.
A boca do Hugo aproximou-se do meu ouvido e disse para ir ter a um anexo da casa que servia de dispensa, tinha algumas coisas pertencentes à casa que estavam guardadas… a sua voz junto ao ouvido, arrepiou-me, acendeu ainda mais o meu corpo, sentia a minha coninha melada.
Quando entrei o Hugo já lá estava, o espaço era pequeno, estava abafado, tinha pouca luz ele baixou imediatamente os seus calções e disse: "Dá-me a tua prenda"... estava desejosa e cheia de vontade de ter um orgasmo, os meus lábios grossos foram diretamente ao seu pau, chupei-o metendo todo dentro da minha boca, estava todo babado, o Hugo soltava gemidos de prazer… após uns minutos de uma boa mamada, o Hugo disse que não podíamos demorar… demos um beijo de língua e a seguir tirou os meus calções, encostei as mãos à parede por trás apalpou as minhas mamas, mordeu a minha nádega, deu uma palmada no cu, lambeu a minha cona durante uns segundos, cuspiu-a… e sem mais demora, enfiou o seu pau molhado e bem duro dentro de mim, a minha mão tapou a minha boca para não se ouvir os meus gemidos de prazer…
O Hugo queria que fosse rápido e como tal, a intensidade aumentou, suados e balanceados numa foda que estava a ser louca e poderosa, continuou... sentia as gotas do suor que escorria do seu rosto a cair nas minhas costas, o seu pau duro batia no fundo da minha cona com toda a força, estava tão intenso que fez-me chegar ao orgasmo, e pouco tempo depois sentia o leitinho que saiu do seu pau a inundar a minha cona. Demos um beijo e ambos dissemos que bom. Saí dali para o WC para me limpar… o Hugo entrou depois… logo a seguir chegou a sua mulher, entrou em casa e deu-lhe um beijo na boca, mal ela sabia o que se tinha passado antes.
À noite o Hugo teve de levar-me a casa, quando me deixou à porta de casa, a minha mão foi de encontro ao seu pénis que cresceu na minha mão, chupei-o novamente, e disse-lhe: "Esta é a minha segunda prenda, através do meu broche, quero engolir todo o teu leitinho."
A minha prima foi traída por mim, adorei a rapidinha com o Hugo, demorou até mais tempo do que se previa, não voltámos a envolver-nos, mas sempre que nos víamos pensávamos no momento que guardamos entre nós para sempre, foi um segredo só nosso.


