terça-feira, 5 de outubro de 2021

Cristiana

Morava com a Cristiana numa casa dada pelos seus pais, ficava perto da cidade, tinha tudo o que precisávamos, não faltava conforto… ela tinha 23 anos e estava a terminar o curso de comunicação social e eu era técnico de som num canal de televisão. O nosso namoro corria muito bem, já durava há 3 anos, as tarefas domésticas eram repartidas, fazíamos o jantar à vez, e recebíamos muitas vezes amigos ao fim de semana.


A nossa vida sexual todos os dias era aliciante, havia sempre vontade de sentirmos prazer, de experimentarmos locais novos para fazer amor, a Cris era bem gulosa, gostava tanto de sexo quanto eu. Não havia hora marcada, quando nos apetecia fazíamos… 

Um dia, estávamos numa cena bem gostosa, na cozinha enquanto o almoço estava a ser preparado, era uma rapidinha, só que tocaram à campainha, era uma amiga da faculdade da Cris, entrou para entregar uns apontamentos para ela estudar. O seu cabelo estava por pentear, a voz ainda era acelerada e a amiga até perguntou se estava tudo bem…


Aquela amiga também era muito boa, estava com um decote ousado e um calção que mostrava toda a coxa e a nádega, veio a provocar e deixou-me com mais apetite. Entretanto fomos almoçar, por baixo da mesa a minha perna ficava encostada à perna da Cris… a seguir ao almoço arrumámos a cozinha e íamos trocando os nossos beijos apaixonados…  


A tarde prometia, ambos sentíamos o desejo de chegar ao prazer infinito, que os nossos corpos se derretessem com tanta paixão… e isso aconteceu a meio da tarde, o nosso jardim tinha muros à volta, ninguém nos via… comecei a apalpar o rabo da Cris, com o sol a bater nos rostos acariciava o seu cabelo, beijava o seu pescoço, depois baixei a sua blusa agarrei numa mama a sair do sutiã, puxei-a para fora e lambi o seu bico… a Cris sabia que eu era atrevido e gostava de explorar o seu corpo… ela passava a língua na minha orelha, passava as duas mãos por cima das minhas calças na direção do pénis, sabia arrepiar-me…


A seguir levou-me para o sofá, disse para eu tirar as calças, fiquei sem roupa da cintura para baixo, foi buscar um óleo de amêndoas doces, iniciou uma massagem na minha zona genital, fechei os olhos e sentia o passar das mãos pelas minhas virilhas, percorria muito levemente pelos testículos, abrangia com as duas mãos o pénis, e a minha cabeça do pénis soltava mel, estava a ser bom demais, para finalizar, o seu broche foi uma delícia, deixou-me o pau molhado e a boca dela colava com esperma… 


Depois foi a minha vez, com ela deitada, e o mesmo óleo, comecei uma massagem aos seus pés, pernas e usei as mãos e dedos na sua vagina… movimentos circulares, outros desciam e subiam, sem enfiar nada na sua cona, ela mordia os lábios e o mel escorria pela sua vulva… a Cristiana queria o meu pau enterrado dentro dela…


- Cris tens a máquina de lavar roupa a funcionar?

- Sim tenho… porquê?

- Vamos para a lavandaria… 


Saímos da sala molhados e cheios de vontade de foder, o tesão era avassalador… peguei na Cris ao colo, penetrei-a… depois coloquei-a em cima da máquina de lavar, abanava bastante, embalava os nossos movimentos… sentia as unhas da Cris a arranhar as minhas costas… e a dizer " fode-me meu amor" o meu pau movia-se dentro dela mais rapidamente, acelerei… a Cris gemia mais alto… e num ápice estremecia como a máquina, chegava ao êxtase…

Ainda tonta pelo orgasmo, rodou o corpo, apoiada na máquina de lavar, empinou o rabo… meti o meu pau dentro do seu cuzinho, enquanto ela dizia para comer o seu cuzinho todo… demorei pouco… a vir-me e a ver o leitinho a escorrer do seu cu… 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Este dia ficou marcado por termos feito sexo pela primeira vez na lavandaria e em cima da máquina de lavar, foi intenso… fizemos várias vezes amor ao longo do dia… à noite dormimos juntinhos, esgotados de tanto sexo bom. 

sábado, 25 de setembro de 2021

Inácio

Quando achava que a minha vida não podia correr melhor, tudo acabou por mudar e bastante rápido, tinha 42 anos, um emprego estável, mas de repente a empresa fechou e fui despedida, fiquei desempregada, o meu casamento terminou, descobri que o meu marido me traía, tinha dois filhos que deixaram de querer saber de mim. Procurei muito por emprego, e desesperada, caí numa depressão… isolei-me e passei muitas dificuldades, poucos amigos tive a meu lado… consegui recuperar, ganhei força e superei aquele estado que me deixou muito em baixo.


Voltei a procurar trabalho, cheguei a ter part-times, mas não chegava para pagar a renda do apartamento e sobreviver. Decidi colocar um anúncio no jornal e através da internet divulgar que estava disponível para encontros de cariz sexual. No início tive várias chamadas mas não houve encontros… depois comecei a receber homens no meu apartamento e também uma ou outra mulher, eram novos, mais velhos, ricos e mais pobres, havia de tudo… o dinheiro que ganhava era bastante, mas sentia alguma vergonha e não me sentia feliz com o que fazia.


Um dia, marcou-me a história do Inácio, tinha 50 anos, ligou-me e marcou a ida ao meu apartamento, era noite cerca das 21h… trazia um casaco comprido e um chapéu na cabeça, de barba por fazer, sentou-se numa cadeira e iniciámos uma conversa duradoura.


Ficara órfão com 10 anos, lutou muito durante a vida, a maior parte das vezes sozinho, estudou medicina e tirou a especialidade de psiquiatria, exerceu durante vários anos num hospital, mas com 46 anos teve um AVC, a sua fala ficou alterada, tinha falta de força nas pernas mancava ao caminhar, o braço direito tinha pouca mobilidade e a mão pouca destreza. Ficou divorciado há um ano e meio, vivia com uma filha. A sua conversa, por tudo o que passou na vida e a sua força de viver acabava por enquadrar-se nos problemas que passei… 


Depois de o ouvir muito e sentir o seu estado frágil perguntei-lhe:

- O que veio cá fazer? 

- Conversar… e ouvires-me já foi melhor do que qualquer coisa…

- Mas não sente desejo sexual?

- Sim e muito... só que estando sozinho e nestas condições físicas não é fácil ter alguém que se disponha a dar-me prazer… 


O seu rosto estava um pouco acabado, com rugas, não era feio, quando era jovem devia ser um homem charmoso… despertou-me algum interesse em envolver-me com ele, eu vestia umas calças de couro, e uma blusa branca… com ele sentado, fui tirando a minha roupa, fiquei só com uma cinta de ligas… dancei à sua frente, seduzia-o… estava imóvel, mas os seus olhos observavam todo o meu corpo… levantou-se ajudei-o a despir-se… o seu pau estava ereto, passei a minha mão nele, agarrei-o… tocava uma punheta… com a sua mão esquerda apalpava o meu rabo, e passava os dedos na minha vagina… pus-lhe um preservativo na ponta do pénis, meti-o e fiz-lhe um broche por cima, sentado a sua mão pousou por cima da minha cabeça… a seguir de costas para ele, sentei-me em cima do seu pau duro, inclinei-me para trás contra o seu peito, ele apalpava-me um seio de cada vez, e eu ao mesmo tempo mexia no meu clitóris com os dedos… estava a ser prazeroso… o Inácio com o aumentar do meu ritmo em cima do seu pau, gemeu e veio-se… o seu corpo estremeceu… e disse: "que maravilha, já não me lembrava de sentir algo assim, que sensação tão boa"... 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest 

Voltou a procurar-me, vinha sempre uma vez por semana, aquele défice físico nunca foi um problema para mim, aliás cheguei a atingir o orgasmo com ele, e para o Inácio era deslumbrante, o seu estado de espírito melhorou muito.

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Matilde

Tinha iniciado um namoro recentemente, estava com 21 anos e era a altura das férias de verão, fui com os meus primos passar uma semana ao sul do país, como era um namoro recente a minha namorada não foi.


O nosso apartamento ficava virado para a praia, durante o dia aproveitava para estar no areal deitado em cima da minha toalha, adorava apanhar sol, à noite era a vida noturna com bastantes bares por perto, havia muita gente na marginal, o ambiente era bom, as noites eram quentes… e tudo era aproveitado ao máximo e no limite.


A meio das férias vi um grupo de raparigas a chegar à praia, eram quatro, uma delas fez-me colar o olhar, pele morena, magra, cabelo ondulado e um rosto deslumbrante, ficaram próximas de mim, presenciei o despir das calças e da blusa, observei o seu biquíni e o seu corpo, vi-a a passar o protetor… depois ficou virada de barriga para baixo, aquele fio dental entre as nádegas deixava-me sem reação, senti-me atraído.


Os nossos olhares foram-se cruzando durante a tarde, não conseguia ficar indiferente ao ver aquele corpo, e fui dar um mergulho para resfriar os meus pensamentos… depois vi-a a jogar raquetes e voleibol com as amigas, mais tarde nadou no mar, e veio secar-se na toalha, ver o seu corpo molhado deixou-me mais quente que os raios de sol.


Os dias passavam a correr, num dia à noite, após o jantar com os meus primos, fomos até a alguns bares, íamos entrando, bebíamos e saímos… mas houve um que me chamou a atenção, olhei para o meio do bar e vislumbrei a rapariga que tinha visto na praia, estava a dançar com as amigas, vestido justo, bem maquiada... que gata! Fui-me aproximando do local onde elas estavam, de copo na mão, e por trás dela, comecei a dançar… uns minutos depois olhou para trás, sorriu… reconheceu-me… o seu corpo foi-se encostando ao meu, a dança balançava os nossos corpos que iam roçando um no outro, sentia uma ereção do meu pénis, ela devia notar quando encostava, de repente virou-se para mim, agarrei-a pela cintura e continuamos a dançar juntos, agarrava na sua mão e ela rodava o corpo, falávamos ao ouvido um do outro… estava a ser divertido… estávamos animados…a música estava alta e os nossos rostos continuavam perto para ouvirmos o que dizíamos, e acabou por rolar um beijo na boca.


Saímos os dois do bar de mãos dadas, fomos até ao areal da praia, sentámos e conversámos, fiquei a saber mais informações sobre a Matilde, tinha 26 anos, estudava direito, contou-me que se tinha chateado com o namorado antes de ir de férias, ele não queria deixá-la vir com as amigas… também disse que tinha começado um namoro à pouco tempo, ambos estávamos com os sentimentos misturados um no outro, confusos, desnorteados por termos dançado e ter surgido o beijo. Mas mantivemos a proximidade, gostámos do beijo e voltámos a sentir os lábios e a língua no areal… 


No dia seguinte, combinámos ir comer um gelado, o dia estava quente, e a Matilde demonstrava-o, um grande decote, abanava a blusa, cruzava e descruzava as pernas, e parecia que tinha algo para me dizer… como tal perguntei:

- Vejo-te mais inquieta… é por algum motivo? Estás nervosa?

- Tenho vontade de te levar a um sítio… mas por outro lado não sei se o deva fazer…

- Então?

- Anda comigo.


Levou-me para o apartamento onde estava hospedada com as amigas, e disse que elas tinham ido para a praia, não podíamos demorar muito tempo, queria ser fodida por mim…

Os beijos e o apalpar o nosso corpo começou no hall de entrada, achava que era algo que não estava a acontecer, estar a envolver-me com uma miúda tão gira, com um corpo gostoso, que sensação… continuámos… já chegámos ao seu quarto sem roupa, encostou as mãos à parede, abriu as pernas e empinou o rabo para trás lambi-lhe a coninha toda, logo a seguir sentei-me na cama, ela passou a língua pelo meu pau, chupou só a cabecinha… e veio para cima de mim, fazia movimentos circulares em cima do meu pénis, beijava o meu pescoço, era bem atrevida na cama… estávamos ofegantes e suados… a Matilde ficou deitada de barriga para baixo, abriu um pouco as pernas, penetrei-a e depois fechou as pernas, estava apertadinho, movimentava bem o meu pau dentro dela, disse-me para não parar, queria vir-se comigo, continuei como pediu, ao mesmo tempo meti um dedo no cuzinho, ela gemia: “sim, continua”… 

Desvairada soluçou descontroladamente encostada à almofada, agarrou as mãos nos lençóis e veio-se… A seguir e ainda fora de si, virou-se de barriga para cima, pediu para voltar a enfiar o meu pau, enquanto a fodia, ela chupava a minha língua e eu sentia as suas mamas nas minhas mãos… estava quase a vir-me, tirei o pénis e o leitinho foi projetado para cima da sua barriga.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


As amigas ligaram a dizer que chegavam mais tarde, tivemos mais tempo para voltar a foder, foram umas horas de sexo puro, não voltámos a estar juntos, eu continuei com a minha namorada e soube que a Matilde tinha voltado a reconciliar-se com o namorado.



domingo, 5 de setembro de 2021

Roberto

A minha relação com o meu namorado durava há sete anos, eu tinha 38 anos e ele 30… e morávamos juntos há três anos… nunca tivemos o sonho de casar, mas havia o desejo de ter filhos. Éramos um casal com bastante liberdade, mas o meu namorado era bastante ciumento, só bastava eu dirigir o olhar para um homem, e a cara dele dizia tudo.


Os nossos amigos costumavam frequentar a nossa casa, aos fins de semana o jantar era feito por nós e passávamos o tempo a conversar… tínhamos amigos do tempo de escola, outros mais novos, mas havia um que foi recentemente a nossa casa e mexeu muito comigo… era o Roberto.

Casado com uma amiga minha, tinha 44 anos, as suas conversas eram interessantes, era um homem experiente, já tinha passado por momentos difíceis e deu a volta por cima, a sua coragem era bem vincada, lutador, corajoso, forte e com carisma.


A ligação que eu tinha com o meu namorado era de altos e baixos, os ciúmes dele não ajudavam a relação a ser mais consistente… e nos momentos que existiam outros problemas e parecia estar tudo pior, vinha muitas vezes à cabeça a hipótese da separação.


Um dia marcámos um jantar em nossa casa com três casais, um deles era o Roberto e a esposa…sentia vontade de fixar o meu olhar no dele, mas tinha de ter cuidado, o meu namorado era muito atento, eu teria de saber disfarçar… à mesa o Roberto ficou sentado à minha frente e o meu namorado ao meu lado, assim foi mais fácil vê-lo… no meio de todas as conversas, só o que dizia o Roberto me soava bem, a voz dele entrava nos meus ouvidos e deixava-me insegura na relação que estava a ter… achava fora do normal viver com o meu namorado, gostar dele e sentir atração por um amigo e casado com uma amiga.


Durante o jantar, percebia que o Roberto, de forma discreta, reparava no meu pequeno decote da blusa, tivemos algumas conversas paralelas e ele concordava muitas vezes com aquilo que eu dizia, o meu namorado estava distraído virado para o lado oposto da mesa, falava de futebol e o álcool fazia notar-se… entrou em ação algo que nunca tinha feito, ativar o meu poder de sedução, com o meu pé debaixo da mesa, toquei na perna do Roberto, ele deu um sorriso… percebeu que eu estava a insinuar-me… a seguir olhámos um para o outro, dei um gole no meu copo de vinho tinto e lambi os lábios com a minha língua… mantivemos a conversa sem que ninguém desse conta que estava a provocá-lo… o Roberto sabia que eu estava de folga no dia seguinte… ele tinha a liberdade de sair do seu trabalho a qualquer hora.


Precisamente no dia seguinte, durante a tarde, estava no sofá e recebo uma mensagem do Roberto no telemóvel a dizer: " Olá Gatinha! Ontem deixaste-me desejoso de ti, soubeste provocar-me… o que andas a fazer?"

Respondi: "Olá… ainda bem que tive esse efeito em ti, sinto uma atração por ti que é visível… estou em minha casa… queres fazer-me uma visita?"


Passado pouco tempo o Roberto tocou à campainha, ambos sabíamos que os nossos corpos se iam entregar ao nosso desejo. O meu namorado podia chegar mais cedo do trabalho, não podíamos demorar, corria o risco de nos apanhar e se isso acontecesse, matava-nos…


A adrenalina estava muito alta, demos um abraço forte à entrada do hall, tinha uma blusa assente no meu corpo sem sutiã e vestia umas calças sem cuecas, o Roberto beijou-me, os nossos beijos eram intensos, molhados e ofegantes… tirámos a roupa, ajoelhei-me à entrada da porta e fiz-lhe um bom broche, adorava sentir o seu pau todo dentro da minha boca, estava tesudo, e o meu desejo crescia muito, ultrapassava qualquer montanha, por trás de mim encostou-me à parede, apalpava-me as mamas com força, puxou-me as calças para baixo, com as minhas mãos coladas à parede, arrebitei o rabo para trás, deu-me uma palmada forte no rabo, estremeci… a seguir senti o seu pau duro e quente a entrar na minha cona… agarrava o meu quadril na perfeição… às vezes inclinava o seu corpo sobre o meu, voltava a apalpar as minhas mamas, eu inclinava a cabeça e a minha língua sentia a dele… continuou a foder muito… aumentou mais o ritmo… os meus gemidos aumentavam de tom, estava descontrolada… e passados segundos soltei um grito forte, o orgasmo estava ao meu alcance… o Roberto quis anal, enfiou-me com jeitinho o pau molhado no meu cuzinho, demorou pouco a sentir o leitinho todo a entrar e a escorrer pelo meu cuzinho. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento de loucura, tudo se torna rápido e fácil quando sentimos um desejo forte por alguém, por vezes é difícil existir controlo, traí o meu namorado e uma amiga, fiquei descontrolada e foi mau pela traição, mas a adrenalina e o orgasmo foram divinais.





quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Cátia

Éramos três amigas que nos conhecemos na faculdade e desde aí passámos a andar sempre juntas, estudávamos juntas, saímos juntas, tínhamos muita cumplicidade. Até que passei a namorar com uma delas, tratava-a por Ju, e pouco tempo depois fomos morar para o mesmo apartamento.


Foi fácil a adaptação, o amor era grande entre nós, a Ju era meiga, sensível, disposta a ajudar e gostava de dar e receber mimo. A nossa relação não era escondida, assumimos perante toda a gente, não tínhamos que esconder algo que nos fazia bem e dava prazer, aliás ao longo da adolescência eu e a Ju já tínhamos tido experiências com raparigas.


Ambas tínhamos 22 anos e a Cátia era um ano mais nova, quando a conhecemos namorava com um rapaz mais novo, depois terminou a relação e estava mais próxima de nós. Em conversas que tivemos a Cátia também nos disse que já se tinha envolvido com uma rapariga mais nova e que a experiência até tinha superado as suas expectativas. Mas continuava a ter desejo por homens, por isso achava que era bissexual.


Estávamos de férias na altura da Páscoa, e resolvemos passar uns dias perto da praia, os meus pais tinham lá casa, e como tal decidimos ir as três.

Logo no primeiro dia mais para o final da tarde estivemos na areia da praia, estava um pouco frio, mas sentadas íamos observando o mar, deu-me alguma tranquilidade, estava serena, de bem com a vida.


A seguir fomos para casa, o jantar foi preparado por nós, à refeição contámos várias histórias do passado, ríamos e fez-nos bem reviver todos aqueles momentos. Depois de estar tudo arrumado, eu e a Ju ficámos sentadas no mesmo sofá e a Cátia à nossa frente, a Ju deitou a cabeça nas minhas pernas, eu passava a mão pelo cabelo dela, a Cátia estava sentada com as pernas dobradas em cima do sofá, o seu monte de vénus estava bem saliente, notava-se por baixo dos calções… 


Entretanto eu e Ju demos um beijo na boca, e apalpei os seios dela, o nosso olhar foi de encontro à Cátia, reparámos que ela estava focada no que estávamos a fazer, a sua mão estava apoiada no calção na direção da sua vagina… a Ju com um jeito safado pergunta:

- Cátia, queres juntar-te a nós?

- Bem, vocês já conseguiram deixar-me assanhada. Se não for com vocês vou ter de me masturbar sozinha.

- Chega-te para aqui para a nossa beira… 


Enquanto beijava a Ju no meu colo, a Cátia iniciou um minete na Ju, a seguir já nuas, a Ju levantou-se e ficou sentado no sofá no nosso meio, as nossas três bocas juntaram-se num beijo com língua… e ao mesmo tempo os dedos da Ju entravam e mexiam na minha coninha e da Cátia, depois a Ju deitou-se de barriga para cima no chão da sala, comecei a lamber o seu clitóris, a Cátia tinha as pernas dobradas ao lado da cabeça da Ju, e assim a Ju lambia-lhe a coninha, a minha rata ficou em cima da cona da Ju e roçava bem nela, todas nós sentíamos o verdadeiro prazer… peguei no vibrador na sua mão, enterrou-o na vagina molhada da Ju, delirava com os movimentos que eu fazia, dava sinais de se vir, a Cátia beijava-a de língua e a Ju suada, atingiu o orgasmo… 


A seguir a Cátia ficou de quatro apoiada no sofá, a Ju meteu-lhe o vibrador na coninha, ao  mesmo tempo eu e ela tínhamos as bocas perto, cuspia a sua saliva na minha boca e depois o beijo era bem molhado e prolongado, a Cátia sabia dar um bom beijo, enquanto o vibrador estava dentro de si, a Ju lambia-lhe a entrada do cuzinho, a Cátia ofegante já não conseguia beijar-me, comecei a lamber-lhe as mamas… em pouco tempo a Cátia estremeceu toda, e por entre dentes diz " vocês fizeram-me vir toda".


Depois ter participado naqueles dois orgasmos, a minha ratinha estava bem molhada, sentia-me mais do que excitada, deitada no chão as duas percorreram as suas línguas pelo meu corpo, já só queria ser penetrada, primeiro a Ju meteu devagarinho o vibrador dentro do meu cuzinho e lambeu a minha coninha, foi só por uns segundos, depois meteu o vibrador dentro da minha vagina melada, a Ju lambia o meu clitóris enquanto a Cátia tinha um seio meu na boca, aperceberam-se que faltava pouco para o clímax, as duas lamberam intensamente a minha cona, e consolei-me com um orgasmo que parecia surreal.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Uma envolvência fora de série, ficámos as três abaladas com tanto prazer, ter sentido duas línguas na minha coninha foi indescritível. A noite foi toda nossa.


domingo, 15 de agosto de 2021

Renato

Quando tinha 32 anos e ainda era solteira, conheci o Renato, tinha 20 anos, era um amor de miúdo… eu trabalhava numa escola e ele era lá aluno à noite, fomos ganhando confiança e criámos uma amizade, meses depois acabámos por nos envolver, lembro-me como se tivesse sido ontem, era eu que fechava a escola e ele tinha tido um teste e ficou para último, a professora entretanto, foi embora e eu estava à entrada da sala à espera que ele saísse para desligar as luzes e fechar as portas. 


Estava um pouco chateado porque o teste não lhe corrido de feição, aproximei-me dele e passei a minha mão pelas suas costas, confortei-o e disse-lhe que ia correr melhor para a próxima, ele encostou a sua cabeça ao meu corpo, levantou-se e ficamos muito próximos, ficámos os dois meios sem jeito, sorrimos… demos um abraço e as nossas bocas juntaram-se… a nossa excitação cresceu… tinha a certeza que já não estava ali ninguém, estava tudo vazio, só tinha o segurança mais longe no portão de entrada da escola, como tal deixei rolar, aproveitar aquele momento…


Os nossos corpos foram apalpados sucessivamente, era muito tesão e sentíamos que não podíamos demorar, baixei as minhas calças e ele as dele, fiquei apoiada com o meu peito na secretária e o Renato por trás enterrou-me com veemência, demorou pouco tempo, veio-se num instante… não tive tempo para sentir prazer, foi algo muito rápido.


O tempo foi passando velozmente, mais tarde casei-me e fiquei viúva e o Renato casou e divorciou-se… o Renato estava com 49 anos e eu com 61, ao longo do tempo passávamos um pelo outro e conversávamos, embora nunca voltássemos a envolver-nos… 

O Renato tinha comprado uma autocaravana em segunda mão, e um dia encontrou-me e disse que ia passar dois dias fora, sabendo que eu estava viúva e morava sozinha e ele divorciado, convidou-me… fiquei reticente, estive para declinar, mas achava que me ia fazer bem, aceitei.


Passámos por várias localidades, e parámos a autocaravana junto a uma falésia perto do mar… saímos e fomos observar a paisagem… reparava ao mesmo tempo no Renato que ainda tinha um corpo atlético, aparentava ser mais jovem, era homem cheio de força e garra… 

Em tom de conversa foi relembrado aquele momento passado entre nós dentro da sala de aula… e o Renato disse:

- Sabes, nunca apaguei esse momento da minha memória…

- Então porquê?

- Foi bom para mim, mas péssimo para ti, não consegui dar-te prazer.

Estava vento e ao mesmo tempo que falávamos, entrámos na parte de trás da autocaravana, e o Renato sentou-se na cama.

- Na verdade não tive prazer, mas passados tantos anos, ainda vais a tempo de me dar.


Sentei-me na sua perna, fiquei ao seu colo, beijei os lábios macios do Renato, tirou-me a blusa, apalpava as minhas mamas descaídas por cima do sutiã, deitou-se para trás, com a porta aberta ouvia-se o barulho do vento, despi-o… fiz-lhe o broche que nunca tinha sentido com a minha boca, a porta da autocaravana bateu e fechou-se… ainda meio tonto, puxou-me a saia para baixo e as cuecas foram juntas… a sua língua percorria a minha vulva de baixo para cima, ele sabia lamber, já não sentia algo assim há anos. A seguir foi buscar lubrificante, esfregou no seu pau e espalhou com os dedos na entrada da minha vagina, e meteu o pénis dentro de mim… desta vez fui eu, demorei pouco tempo a chegar ao orgasmo, contorci-me de prazer, mas o Renato continuou a foder-me e quando sentiu que estava quase a vir-se… tirou o pénis e o esperma saiu na direção dos pelos que tinha no monte de vénus até escorrer pela minha virilha…


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Dois envolvimentos espaçados por muitos anos, no primeiro não tive prazer e foi o Renato a vir-se rápido, no segundo fui eu a atingir o orgasmo em pouco tempo… 




quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Elisa

Faltavam poucos dias para o casamento de um familiar, eu estava solteiro, tinha 29 anos. Sabia que ia ficar numa mesa com um grupo de amigos. Havia vários homens que não eram comprometidos, embora não gostasse de ir a casamentos, só queria divertir-me ao máximo

O dia tinha chegado, vestia um fato azul-escuro, camisa branca e gravata vermelha, sapatos pretos, o meu cabelo era castanho, barba de três dias, alto e magro. Ao meio dia estava dentro da igreja para assistir à cerimónia. Do lado dos familiares da minha futura cunhada, reparei que estava uma mulher com o cabelo ondulado, bem maquiada com um rosto que prendia as atenções.

Durante o período que estivemos na igreja e depois na parte de fora, os nossos olhares cruzaram-se várias vezes, a beleza do seu sorriso intimidava, o seu vestido era aberto nas costas, e o decote era discreto, ficava uma brasa. Comecei a achar que ia reparar mais nela do que nos noivos. 


Fomos para a quinta onde teria lugar a festa, iniciámos os aperitivos, e enquanto comia continuava atento àquela mulher… ela sorria e por vezes disfarçava ao desviar o olhar. Depois saudámos a entrada dos noivos no salão, o almoço já se iniciou a meio da tarde. 

A sua mesa ficou perto da minha, não estava acompanhada por nenhum homem, estava  junta com outras mulheres.


Após a lauta refeição, iniciou-se a dança dos noivos e a abertura da pista de dança, estava a dançar sozinho, com os meus amigos junto a mim, a tal mulher dançava com uma amiga. Quando ficou sozinha, aproximei-me, e iniciei uma dança com ela, fiquei surpreendido comigo, porque nunca fui de dar o primeiro passo, era introvertido.


Os nossos corpos estavam em sintonia na dança, estava calor e ficámos suados, fomos os dois para a parte de fora apanhar ar, e conversámos, chamava-se Elisa, era prima da noiva, tinha 34 anos e era divorciada. A partir dali estivemos sempre perto um do outro, a conversa era interessante, ríamos e até pareceu que o casamento tinha ficado para segundo plano.


A nossa cumplicidade cresceu, e nem parecia que nos tínhamos conhecido naquele momento. A voz da Elisa era muito sensual e o seu perfume fazia arrepiar-me… 

Passadas várias horas juntos, e quando toda a gente estava dispersa pelo casamento, fomos dar uma volta a pé pela quinta, estávamos os dois sozinhos, e já estava a escurecer… 

Vislumbrámos um WC perto dos jardins, a Elisa disse que queria ir lá. A porta do WC feminino não fechava, não tinha chave, então pediu-me que ficasse à porta para não entrar ninguém, enquanto esperava, ouvia a sua urina a cair na sanita, e deu-me algum tesão.


Saiu e agradeceu a minha espera, enquanto lavava as mãos no lavatório, empinava o seu rabo para trás, ainda mexeu mais comigo, parecia que estava a seduzir-me, e eu ficava tentado a comê-la… não se via ninguém por perto, aquele local parecia destinado para nós.


Depois deu-me vontade de ir ao WC também, disse que era a vez dela esperar… a Elisa sorriu, já depois de eu estar dentro, disse da parte de fora:

- Mas… estou proibida de entrar é?

Sem saber o que dizer e meio atrapalhado:

- Se quiseres podes segurar na porta do lado de dentro.

Disse algo que não esperava que fizesse.


A Elisa entrou mesmo e encostou as costas à porta, e via-me a urinar… o seu olhar era de safada… veio até mim, aninhou-se e começou a chupar o meu pau, senti-o a crescer dentro da sua boca… o seu broche deixava-me atordoado, manteve-se assim a devorar a minha verga, depois puxei o seu vestido para baixo, ela ficou com as mãos apoiadas numa parede, desceu o tronco e empinou o rabo para trás, a minha língua lambia o mel da sua cona, e a ponta da língua também lambia a entrada do seu cuzinho, a Elisa abanava o seu quadril excitada.


Sentíamos muito tesão e não podíamos demorar muito, apalpava as suas mamas, sentia os bicos tesos, quis ser um pouco bruto, por trás enterrei o meu pau na sua cona, de forma rápida fodia-a intensamente, ela pedia sempre mais… dizia: "rebenta a minha cona" e "dá-lhe leitinho", continuei assim com um ritmo alto, e com um gemido de prazer, estava a vir-me dentro da cona da Elisa, ela gemeu bastante, embora sentisse prazer, não chegou ao orgasmo.


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Sem estar à espera foi algo espontâneo e rápido, a melhor parte do casamento foi a nossa foda no WC… marcante… iniciámos um namoro.