domingo, 5 de setembro de 2021

Roberto

A minha relação com o meu namorado durava há sete anos, eu tinha 38 anos e ele 30… e morávamos juntos há três anos… nunca tivemos o sonho de casar, mas havia o desejo de ter filhos. Éramos um casal com bastante liberdade, mas o meu namorado era bastante ciumento, só bastava eu dirigir o olhar para um homem, e a cara dele dizia tudo.


Os nossos amigos costumavam frequentar a nossa casa, aos fins de semana o jantar era feito por nós e passávamos o tempo a conversar… tínhamos amigos do tempo de escola, outros mais novos, mas havia um que foi recentemente a nossa casa e mexeu muito comigo… era o Roberto.

Casado com uma amiga minha, tinha 44 anos, as suas conversas eram interessantes, era um homem experiente, já tinha passado por momentos difíceis e deu a volta por cima, a sua coragem era bem vincada, lutador, corajoso, forte e com carisma.


A ligação que eu tinha com o meu namorado era de altos e baixos, os ciúmes dele não ajudavam a relação a ser mais consistente… e nos momentos que existiam outros problemas e parecia estar tudo pior, vinha muitas vezes à cabeça a hipótese da separação.


Um dia marcámos um jantar em nossa casa com três casais, um deles era o Roberto e a esposa…sentia vontade de fixar o meu olhar no dele, mas tinha de ter cuidado, o meu namorado era muito atento, eu teria de saber disfarçar… à mesa o Roberto ficou sentado à minha frente e o meu namorado ao meu lado, assim foi mais fácil vê-lo… no meio de todas as conversas, só o que dizia o Roberto me soava bem, a voz dele entrava nos meus ouvidos e deixava-me insegura na relação que estava a ter… achava fora do normal viver com o meu namorado, gostar dele e sentir atração por um amigo e casado com uma amiga.


Durante o jantar, percebia que o Roberto, de forma discreta, reparava no meu pequeno decote da blusa, tivemos algumas conversas paralelas e ele concordava muitas vezes com aquilo que eu dizia, o meu namorado estava distraído virado para o lado oposto da mesa, falava de futebol e o álcool fazia notar-se… entrou em ação algo que nunca tinha feito, ativar o meu poder de sedução, com o meu pé debaixo da mesa, toquei na perna do Roberto, ele deu um sorriso… percebeu que eu estava a insinuar-me… a seguir olhámos um para o outro, dei um gole no meu copo de vinho tinto e lambi os lábios com a minha língua… mantivemos a conversa sem que ninguém desse conta que estava a provocá-lo… o Roberto sabia que eu estava de folga no dia seguinte… ele tinha a liberdade de sair do seu trabalho a qualquer hora.


Precisamente no dia seguinte, durante a tarde, estava no sofá e recebo uma mensagem do Roberto no telemóvel a dizer: " Olá Gatinha! Ontem deixaste-me desejoso de ti, soubeste provocar-me… o que andas a fazer?"

Respondi: "Olá… ainda bem que tive esse efeito em ti, sinto uma atração por ti que é visível… estou em minha casa… queres fazer-me uma visita?"


Passado pouco tempo o Roberto tocou à campainha, ambos sabíamos que os nossos corpos se iam entregar ao nosso desejo. O meu namorado podia chegar mais cedo do trabalho, não podíamos demorar, corria o risco de nos apanhar e se isso acontecesse, matava-nos…


A adrenalina estava muito alta, demos um abraço forte à entrada do hall, tinha uma blusa assente no meu corpo sem sutiã e vestia umas calças sem cuecas, o Roberto beijou-me, os nossos beijos eram intensos, molhados e ofegantes… tirámos a roupa, ajoelhei-me à entrada da porta e fiz-lhe um bom broche, adorava sentir o seu pau todo dentro da minha boca, estava tesudo, e o meu desejo crescia muito, ultrapassava qualquer montanha, por trás de mim encostou-me à parede, apalpava-me as mamas com força, puxou-me as calças para baixo, com as minhas mãos coladas à parede, arrebitei o rabo para trás, deu-me uma palmada forte no rabo, estremeci… a seguir senti o seu pau duro e quente a entrar na minha cona… agarrava o meu quadril na perfeição… às vezes inclinava o seu corpo sobre o meu, voltava a apalpar as minhas mamas, eu inclinava a cabeça e a minha língua sentia a dele… continuou a foder muito… aumentou mais o ritmo… os meus gemidos aumentavam de tom, estava descontrolada… e passados segundos soltei um grito forte, o orgasmo estava ao meu alcance… o Roberto quis anal, enfiou-me com jeitinho o pau molhado no meu cuzinho, demorou pouco a sentir o leitinho todo a entrar e a escorrer pelo meu cuzinho. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento de loucura, tudo se torna rápido e fácil quando sentimos um desejo forte por alguém, por vezes é difícil existir controlo, traí o meu namorado e uma amiga, fiquei descontrolada e foi mau pela traição, mas a adrenalina e o orgasmo foram divinais.





quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Cátia

Éramos três amigas que nos conhecemos na faculdade e desde aí passámos a andar sempre juntas, estudávamos juntas, saímos juntas, tínhamos muita cumplicidade. Até que passei a namorar com uma delas, tratava-a por Ju, e pouco tempo depois fomos morar para o mesmo apartamento.


Foi fácil a adaptação, o amor era grande entre nós, a Ju era meiga, sensível, disposta a ajudar e gostava de dar e receber mimo. A nossa relação não era escondida, assumimos perante toda a gente, não tínhamos que esconder algo que nos fazia bem e dava prazer, aliás ao longo da adolescência eu e a Ju já tínhamos tido experiências com raparigas.


Ambas tínhamos 22 anos e a Cátia era um ano mais nova, quando a conhecemos namorava com um rapaz mais novo, depois terminou a relação e estava mais próxima de nós. Em conversas que tivemos a Cátia também nos disse que já se tinha envolvido com uma rapariga mais nova e que a experiência até tinha superado as suas expectativas. Mas continuava a ter desejo por homens, por isso achava que era bissexual.


Estávamos de férias na altura da Páscoa, e resolvemos passar uns dias perto da praia, os meus pais tinham lá casa, e como tal decidimos ir as três.

Logo no primeiro dia mais para o final da tarde estivemos na areia da praia, estava um pouco frio, mas sentadas íamos observando o mar, deu-me alguma tranquilidade, estava serena, de bem com a vida.


A seguir fomos para casa, o jantar foi preparado por nós, à refeição contámos várias histórias do passado, ríamos e fez-nos bem reviver todos aqueles momentos. Depois de estar tudo arrumado, eu e a Ju ficámos sentadas no mesmo sofá e a Cátia à nossa frente, a Ju deitou a cabeça nas minhas pernas, eu passava a mão pelo cabelo dela, a Cátia estava sentada com as pernas dobradas em cima do sofá, o seu monte de vénus estava bem saliente, notava-se por baixo dos calções… 


Entretanto eu e Ju demos um beijo na boca, e apalpei os seios dela, o nosso olhar foi de encontro à Cátia, reparámos que ela estava focada no que estávamos a fazer, a sua mão estava apoiada no calção na direção da sua vagina… a Ju com um jeito safado pergunta:

- Cátia, queres juntar-te a nós?

- Bem, vocês já conseguiram deixar-me assanhada. Se não for com vocês vou ter de me masturbar sozinha.

- Chega-te para aqui para a nossa beira… 


Enquanto beijava a Ju no meu colo, a Cátia iniciou um minete na Ju, a seguir já nuas, a Ju levantou-se e ficou sentado no sofá no nosso meio, as nossas três bocas juntaram-se num beijo com língua… e ao mesmo tempo os dedos da Ju entravam e mexiam na minha coninha e da Cátia, depois a Ju deitou-se de barriga para cima no chão da sala, comecei a lamber o seu clitóris, a Cátia tinha as pernas dobradas ao lado da cabeça da Ju, e assim a Ju lambia-lhe a coninha, a minha rata ficou em cima da cona da Ju e roçava bem nela, todas nós sentíamos o verdadeiro prazer… peguei no vibrador na sua mão, enterrou-o na vagina molhada da Ju, delirava com os movimentos que eu fazia, dava sinais de se vir, a Cátia beijava-a de língua e a Ju suada, atingiu o orgasmo… 


A seguir a Cátia ficou de quatro apoiada no sofá, a Ju meteu-lhe o vibrador na coninha, ao  mesmo tempo eu e ela tínhamos as bocas perto, cuspia a sua saliva na minha boca e depois o beijo era bem molhado e prolongado, a Cátia sabia dar um bom beijo, enquanto o vibrador estava dentro de si, a Ju lambia-lhe a entrada do cuzinho, a Cátia ofegante já não conseguia beijar-me, comecei a lamber-lhe as mamas… em pouco tempo a Cátia estremeceu toda, e por entre dentes diz " vocês fizeram-me vir toda".


Depois ter participado naqueles dois orgasmos, a minha ratinha estava bem molhada, sentia-me mais do que excitada, deitada no chão as duas percorreram as suas línguas pelo meu corpo, já só queria ser penetrada, primeiro a Ju meteu devagarinho o vibrador dentro do meu cuzinho e lambeu a minha coninha, foi só por uns segundos, depois meteu o vibrador dentro da minha vagina melada, a Ju lambia o meu clitóris enquanto a Cátia tinha um seio meu na boca, aperceberam-se que faltava pouco para o clímax, as duas lamberam intensamente a minha cona, e consolei-me com um orgasmo que parecia surreal.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Uma envolvência fora de série, ficámos as três abaladas com tanto prazer, ter sentido duas línguas na minha coninha foi indescritível. A noite foi toda nossa.


domingo, 15 de agosto de 2021

Renato

Quando tinha 32 anos e ainda era solteira, conheci o Renato, tinha 20 anos, era um amor de miúdo… eu trabalhava numa escola e ele era lá aluno à noite, fomos ganhando confiança e criámos uma amizade, meses depois acabámos por nos envolver, lembro-me como se tivesse sido ontem, era eu que fechava a escola e ele tinha tido um teste e ficou para último, a professora entretanto, foi embora e eu estava à entrada da sala à espera que ele saísse para desligar as luzes e fechar as portas. 


Estava um pouco chateado porque o teste não lhe corrido de feição, aproximei-me dele e passei a minha mão pelas suas costas, confortei-o e disse-lhe que ia correr melhor para a próxima, ele encostou a sua cabeça ao meu corpo, levantou-se e ficamos muito próximos, ficámos os dois meios sem jeito, sorrimos… demos um abraço e as nossas bocas juntaram-se… a nossa excitação cresceu… tinha a certeza que já não estava ali ninguém, estava tudo vazio, só tinha o segurança mais longe no portão de entrada da escola, como tal deixei rolar, aproveitar aquele momento…


Os nossos corpos foram apalpados sucessivamente, era muito tesão e sentíamos que não podíamos demorar, baixei as minhas calças e ele as dele, fiquei apoiada com o meu peito na secretária e o Renato por trás enterrou-me com veemência, demorou pouco tempo, veio-se num instante… não tive tempo para sentir prazer, foi algo muito rápido.


O tempo foi passando velozmente, mais tarde casei-me e fiquei viúva e o Renato casou e divorciou-se… o Renato estava com 49 anos e eu com 61, ao longo do tempo passávamos um pelo outro e conversávamos, embora nunca voltássemos a envolver-nos… 

O Renato tinha comprado uma autocaravana em segunda mão, e um dia encontrou-me e disse que ia passar dois dias fora, sabendo que eu estava viúva e morava sozinha e ele divorciado, convidou-me… fiquei reticente, estive para declinar, mas achava que me ia fazer bem, aceitei.


Passámos por várias localidades, e parámos a autocaravana junto a uma falésia perto do mar… saímos e fomos observar a paisagem… reparava ao mesmo tempo no Renato que ainda tinha um corpo atlético, aparentava ser mais jovem, era homem cheio de força e garra… 

Em tom de conversa foi relembrado aquele momento passado entre nós dentro da sala de aula… e o Renato disse:

- Sabes, nunca apaguei esse momento da minha memória…

- Então porquê?

- Foi bom para mim, mas péssimo para ti, não consegui dar-te prazer.

Estava vento e ao mesmo tempo que falávamos, entrámos na parte de trás da autocaravana, e o Renato sentou-se na cama.

- Na verdade não tive prazer, mas passados tantos anos, ainda vais a tempo de me dar.


Sentei-me na sua perna, fiquei ao seu colo, beijei os lábios macios do Renato, tirou-me a blusa, apalpava as minhas mamas descaídas por cima do sutiã, deitou-se para trás, com a porta aberta ouvia-se o barulho do vento, despi-o… fiz-lhe o broche que nunca tinha sentido com a minha boca, a porta da autocaravana bateu e fechou-se… ainda meio tonto, puxou-me a saia para baixo e as cuecas foram juntas… a sua língua percorria a minha vulva de baixo para cima, ele sabia lamber, já não sentia algo assim há anos. A seguir foi buscar lubrificante, esfregou no seu pau e espalhou com os dedos na entrada da minha vagina, e meteu o pénis dentro de mim… desta vez fui eu, demorei pouco tempo a chegar ao orgasmo, contorci-me de prazer, mas o Renato continuou a foder-me e quando sentiu que estava quase a vir-se… tirou o pénis e o esperma saiu na direção dos pelos que tinha no monte de vénus até escorrer pela minha virilha…


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Dois envolvimentos espaçados por muitos anos, no primeiro não tive prazer e foi o Renato a vir-se rápido, no segundo fui eu a atingir o orgasmo em pouco tempo… 




quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Elisa

Faltavam poucos dias para o casamento de um familiar, eu estava solteiro, tinha 29 anos. Sabia que ia ficar numa mesa com um grupo de amigos. Havia vários homens que não eram comprometidos, embora não gostasse de ir a casamentos, só queria divertir-me ao máximo

O dia tinha chegado, vestia um fato azul-escuro, camisa branca e gravata vermelha, sapatos pretos, o meu cabelo era castanho, barba de três dias, alto e magro. Ao meio dia estava dentro da igreja para assistir à cerimónia. Do lado dos familiares da minha futura cunhada, reparei que estava uma mulher com o cabelo ondulado, bem maquiada com um rosto que prendia as atenções.

Durante o período que estivemos na igreja e depois na parte de fora, os nossos olhares cruzaram-se várias vezes, a beleza do seu sorriso intimidava, o seu vestido era aberto nas costas, e o decote era discreto, ficava uma brasa. Comecei a achar que ia reparar mais nela do que nos noivos. 


Fomos para a quinta onde teria lugar a festa, iniciámos os aperitivos, e enquanto comia continuava atento àquela mulher… ela sorria e por vezes disfarçava ao desviar o olhar. Depois saudámos a entrada dos noivos no salão, o almoço já se iniciou a meio da tarde. 

A sua mesa ficou perto da minha, não estava acompanhada por nenhum homem, estava  junta com outras mulheres.


Após a lauta refeição, iniciou-se a dança dos noivos e a abertura da pista de dança, estava a dançar sozinho, com os meus amigos junto a mim, a tal mulher dançava com uma amiga. Quando ficou sozinha, aproximei-me, e iniciei uma dança com ela, fiquei surpreendido comigo, porque nunca fui de dar o primeiro passo, era introvertido.


Os nossos corpos estavam em sintonia na dança, estava calor e ficámos suados, fomos os dois para a parte de fora apanhar ar, e conversámos, chamava-se Elisa, era prima da noiva, tinha 34 anos e era divorciada. A partir dali estivemos sempre perto um do outro, a conversa era interessante, ríamos e até pareceu que o casamento tinha ficado para segundo plano.


A nossa cumplicidade cresceu, e nem parecia que nos tínhamos conhecido naquele momento. A voz da Elisa era muito sensual e o seu perfume fazia arrepiar-me… 

Passadas várias horas juntos, e quando toda a gente estava dispersa pelo casamento, fomos dar uma volta a pé pela quinta, estávamos os dois sozinhos, e já estava a escurecer… 

Vislumbrámos um WC perto dos jardins, a Elisa disse que queria ir lá. A porta do WC feminino não fechava, não tinha chave, então pediu-me que ficasse à porta para não entrar ninguém, enquanto esperava, ouvia a sua urina a cair na sanita, e deu-me algum tesão.


Saiu e agradeceu a minha espera, enquanto lavava as mãos no lavatório, empinava o seu rabo para trás, ainda mexeu mais comigo, parecia que estava a seduzir-me, e eu ficava tentado a comê-la… não se via ninguém por perto, aquele local parecia destinado para nós.


Depois deu-me vontade de ir ao WC também, disse que era a vez dela esperar… a Elisa sorriu, já depois de eu estar dentro, disse da parte de fora:

- Mas… estou proibida de entrar é?

Sem saber o que dizer e meio atrapalhado:

- Se quiseres podes segurar na porta do lado de dentro.

Disse algo que não esperava que fizesse.


A Elisa entrou mesmo e encostou as costas à porta, e via-me a urinar… o seu olhar era de safada… veio até mim, aninhou-se e começou a chupar o meu pau, senti-o a crescer dentro da sua boca… o seu broche deixava-me atordoado, manteve-se assim a devorar a minha verga, depois puxei o seu vestido para baixo, ela ficou com as mãos apoiadas numa parede, desceu o tronco e empinou o rabo para trás, a minha língua lambia o mel da sua cona, e a ponta da língua também lambia a entrada do seu cuzinho, a Elisa abanava o seu quadril excitada.


Sentíamos muito tesão e não podíamos demorar muito, apalpava as suas mamas, sentia os bicos tesos, quis ser um pouco bruto, por trás enterrei o meu pau na sua cona, de forma rápida fodia-a intensamente, ela pedia sempre mais… dizia: "rebenta a minha cona" e "dá-lhe leitinho", continuei assim com um ritmo alto, e com um gemido de prazer, estava a vir-me dentro da cona da Elisa, ela gemeu bastante, embora sentisse prazer, não chegou ao orgasmo.


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Sem estar à espera foi algo espontâneo e rápido, a melhor parte do casamento foi a nossa foda no WC… marcante… iniciámos um namoro.  

domingo, 25 de julho de 2021

Martim

Na minha adolescência comecei a notar que a minha sexualidade estava alterada, sentia-me mais excitado com homens do que mulheres, tive algumas aproximações de mulheres, mas rejeitava um suposto envolvimento, o meu corpo desejava e pedia homens e acabei por assumir a homossexualidade com 17 anos. 

Desde os 22 anos que comecei a morar com o meu namorado, chamava-o de Jó, tinha 23 anos, era alto, possuía tatuagens no antebraço e braço, era um louco na cama, super aberto no que lhe pedia, liberal, o mais importante era ter e dar prazer.


Nos primeiros tempos de casa partilhada, tivemos alguma dificuldade na adaptação, tudo era novo para ambos e o Jó era muito desorganizado, deixava as coisas espalhadas pela casa, era preguiçoso e muito resmungão, foi corrigindo o que estava errado, e tornou-se melhor viver com ele.


Falávamos muitas vezes no futuro e passava pelos nossos planos casar e adotar uma criança, enquanto não chegava esse momento, ambos tínhamos a opinião de aproveitar a nossa relação até ao limite, experimentar coisas novas, dar ao nosso corpo todo o prazer que aguentasse.


A meio de semana, eu e o Jó pensámos em ir ao cinema, mas após o jantar a campainha tocou, era o Martim, um rapaz de 20 anos, já o conhecia antes do Jó, era primo da minha melhor amiga, veio fazer-nos uma visita, perguntámos-lhe se queria ir ao cinema, não fez questão de ir, e ficou cancelado 


O Martim era um rapaz calado, mais discreto do que eu e o Jó, soubéramos recentemente que era bisexual, contou-nos que se tinha envolvido com um homem e que teve muito prazer, tinha adorado o broche que lhe fez, mas também gostava de cona, portanto pendia para os dois lados. 


A conversa era a três, iniciou-se na cozinha e depois fomos para a sala, falava-se de tudo, mas o principal era sobre envolvimentos, sexo e sentir prazer, e veio-me à cabeça a possibilidade de fazermos sexo os três… 

- Jó, o que achas de sentirmos os três prazer?

- Eu alinho… e tu Martim?

- Nunca o fiz, mas até estou curioso para experimentar… 


Fui eu que dei início ao envolvimento, com os dois de pé um de cada lado, tirei um pau de cada vez de dentro das calças, tinha uma verga em cada mão, tocava as punhetas, beijei na boca do Jó ao mesmo tempo, o Martim sorria e eu sentia-me quente e excitado, acabámos por ficar os três nus, comecei a mamar o pau do Jó… e olhava para cima e via o Jó a dar um linguado ao Martim, continuei a chupar o Jó e tocava uma punheta no pénis do Martim, a seguir chupei também o pénis do Martim e o Jó chupava o meu pau… 


Estava a ser intenso, e ainda se tornou mais… como adorava fazer oral, o Jó deitou-se no chão de barriga para cima e eu de quatro chupei o seu pau de forma mais bruta, enquanto o Martim enfiava o seu pau no meu cuzinho e ao mesmo tempo tocava-me uma punheta… estava a ser bom demais, o Jó não aguentou e encheu-me a boca com o seu leite, cuspi-o e escorria pelo seu pénis, pouco tempo depois ouvi um gemer intenso do Martim e sentia o meu cuzinho a molhar-se com o esperma do Martim… Os dois quiseram dar-me mais prazer e disseram que iam fazer-me vir… primeiro o Jó beijava a minha boca melada do seu esperma e o Martim chupava vigorosamente o meu pau… sensação brutal… mas só o Jó sabia fazer-me um broche para eu chegar ao êxtase… chupou a um ritmo constante, e o Martim lambia o meu cuzinho, fazia-me o botão rosa, depois lambia os testículos e metia um dedo no meu cuzinho, com todo o prazer que estava a sentir, gemi… e o Jó sentiu o meu leitinho dentro da sua boca, engoliu e veio dar-me um beijo na boca.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Várias trocas no toque e no sexo oral, nenhum de nós foi egoísta, soube dar e receber prazer… o Martim foi um dos nossos.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Luísa

Conhecia a Luísa desde os meus 10 anos, ela tinha 20, era minha vizinha da frente, uma mulher de pele morena, rabo empinado, cintura delgada, os seus olhos eram grandes e brilhantes, gostava de usar minissaia exibindo uma pernas bem torneadas que davam vontade de ser tocadas. Andava sempre com um sorriso no rosto, eu tinha um primo mais velho que dizia que ela era atrevida, que se fazia muitas vezes a rapazes mais velhos.


O tempo foi passando, cresci a vê-la quase todos os dias, o seu corpo era esbelto, adorava observá-la, era a minha deusa, na minha adolescência toquei muitas punhetas a pensar nela e como seria a Luísa na cama. A Luísa casou com 30 anos, continuava uma mulher atraente, daquelas trintonas com tudo no sítio. Os seus decotes eram pronunciados, por vezes quando se baixava na varanda, do outro lado da estrada via os seus seios quase fora da blusa. Conseguia excitar-me e parecia que fazia de propósito, porque depois de mostrar o seu corpo sedutor, dava um ar de riso, e passava a sua mão no seio ou no rabo… cada vez era mais provocante e mexia muito comigo… 


Um dia vi-a a levar o lixo ao contentor, reparou que eu estava no jardim, e quando ia entrar na sua casa, puxou a blusa um pedaço para cima, por trás a sua calça de fato de treino era de cinta baixa, mostrou o fio dental vermelho a perder-se no seu rego… ficava doido pela sua safadeza. Numa outra vez veio apanhar sol para a varanda, vestida com biquíni rosa deitada de barriga para cima e as pernas abertas, da minha janela via o papo da sua cona… aquela mulher fazia-me perder a cabeça… era um sonho envolver-me num corpo daqueles.


Entretanto, arranjou um trabalho e comecei a vê-la menos vezes por casa, só ao fim de semana, vestida sempre com roupa que fazia parar os carros na estrada. Sem filhos e o seu marido começara a trabalhar no estrangeiro, ela ficava mais vezes sozinha em casa, pensei várias vezes em tocar à campainha, mas nunca tive coragem, da reação que pudesse ter… por vezes falava com ela, do passeio para o seu jardim, até a sua voz encantava.  


A Luísa ficou viúva com 38 anos, o seu marido morreu num acidente de trabalho, sendo eu o vizinho mais próximo existiu uma aproximação da minha parte, a fase era difícil para ela e achei que podia ajudá-la a ultrapassar aquele momento… durante dois anos conheci-a melhor, conversámos variadas vezes, o trauma da Luísa ia sendo ultrapassado, criámos uma amizade forte, via-a como uma irmã mais velha, mas ao mesmo tempo sentia desejo por ela, a sua doçura deixava-me babado. Notava que era muito procurada, assediada, continuava a agitar os homens, e eu era um deles.


Num domingo soalheiro, mas frio, o lugar estava vazio, com as pessoas dentro das suas casas, havia pouco movimento de carros, resolvi ligar à Luísa, não atendeu à primeira, ligou-me 10 minutos mais tarde, disse que esteve a tomar banho, e que ia ver um filme na TV, perguntei-lhe se podia assistir com ela, disse para passar em sua casa. Assim foi, entrei e ficámos sentados no sofá, notei a Luísa triste, mais calada, conversámos um pouco, percebi que sentia falta do marido, que estava cansada do atual trabalho, e que a sua alegria já tinha vivido melhores dias. Após bastante tempo de conversa, disse-lhe que ela sempre foi uma mulher que era vista como uma deusa para mim, e em tom de riso perguntou:

- E agora não sou?

- Sim ainda és… aliás… com a passar da idade cada vez estás melhor…

-Obrigada… só faço por me cuidar.


Aquela conversa, fez-me suar, a Luísa estava com uma saia curta vestida, tinha a perna cruzada com a coxa à mostra e abanava o pé, os seios estavam colados a um top, enquanto parava de falar trincava um dos dedos… sentia que devia investir nela, mas parecia que estava preso ao sofá… apareceu um gatinho junto a nós, virada de costas para mim, inclinou o tronco para o apanhar, vi o fio dental vermelho por baixo da saia, estava a ficar louco, pegou no gatinho e as suas mãos faziam-lhe carícias e ele ronronava. 


Virada para mim, disse que eu ainda não conhecia a sua casa e que me ia mostrá-la, por momentos só me veio à cabeça o quarto… depois de quase tudo visto, levou-me até a um pátio, era pequeno, junto à sala, em frente havia um monte onde ninguém ia, entretanto fomos até à cozinha, serviu-me um copo de vinho tinto e fizemos um brinde… encostou-se ao balcão da cozinha com as mãos apoiadas, empinou o rabo para trás, olhou para mim e sorriu… deitou-me a língua de fora e piscou o olho, com o corpo a tremer aproximei-me… encostei o meu corpo ao dela, agarrei a sua cintura, ela rodou o pescoço para o lado, procurei a sua boca e beijei-a… ela rodou o corpo para mim, o beijo foi prolongado… agarrou as minhas mãos e colocou-as no seu peito, apalpei-as por baixo do top…ficámos sem roupa… acariciámos os nossos corpos, estavam quentes e a explodir de tesão.


Voltámos ao pátio, sentei-me numa cadeira de madeira, a Luísa tocou levemente uma punheta, e chupava meigamente o meu pénis, achou-o grande… a sua boca sabia como dar prazer… a seguir sentei-a na mesa junto à cadeira, de pernas abertas a minha boca lambeu a sua vagina, estava molhada… os meus dedos enterravam-se naquela greta húmida e ela gemia timidamente… ouvia-se um cão a latir perto… saímos do pátio… e fomos até ao quarto…deitei-me na cama e a Luísa quis ser a dominadora, em cima de mim controlava os movimentos, por breves momentos achei que íamos chegar ao orgasmo em simultâneo, continuámos a foder muito… os meus olhos observavam todo o prazer, quase não acreditava que estava a envolver-me com o meu amor platónico, os nossos sorrisos acompanhavam aquele momento, a seguir a Luísa ficou de quatro em cima da cama, enterrei-a até ao fundo… e com movimentos fortes e gemidos intensos, o meu leite entrava na sua vagina… apoiei o meu corpo suado sobre o seu… baixinho disse-me que esteve quase a vir-se mas que por pouco o momento fugiu…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Demoraram muitos anos até envolver-me com uma mulher que sempre foi uma deusa, da provocação, ao desejo até ao ato em si, valeu o tempo de espera. Tivemos vários momentos de loucura… senti-me realizado.



segunda-feira, 5 de julho de 2021

Paulo

Trabalhava num consultório médico como secretária há 9 anos, tinha 39 anos e havia uma colega que estava comigo na receção há menos tempo. Era o consultório particular do doutor Paulo. O doutor tinha 50 anos, mas aparentava menos, moreno, cabelo grisalho, era divertido, simpático, sedutor… casado, tal como eu...


Quando entrava no consultório, metia-se muitas vezes comigo. Eu não ligava muito, sorria e saía… conhecia o doutor há 9 anos, já era uma relação familiar. Por vezes, após terminar as consultas, falávamos sobre a nossa vida, ele desabafava sobre a falta de tempo que tinha para a mulher e filhos, eu também partilhava que saía tarde do consultório, o meu marido trabalhava por turnos, ou seja sobrava pouco tempo para a relação… o doutor era muito atencioso, as nossas conversas não eram muito prolongadas, mas iam aos pontos principais e isso fazia-nos bem… 


O doutor resolveu deixar de dar consultas às segundas-feiras, por norma era nesse dia que viajava para outros países, para congressos e formações… portanto, mesmo quando não viajava passava no consultório de fugida ou ficava em casa a tratar da quinta dele… 


Num sábado de manhã foi dar consultas, notei que não estava nos dias dele, mais triste, menos falador… no fim das consultas perguntei-lhe o que se passava… disse-me que tinha discutido com a esposa, o ambiente em casa não era favorável, que se sentia cansado. Eu também lhe disse que estava casada há nove anos e que por vezes era difícil manter a calma e ter paciência. Era desgastante e complicado, mas que fazia de tudo para manter o casamento… desabafámos os dois, ficámos mais leves… o doutor agradeceu-me por tudo o que fazia por ele: as conversas, o estar a trabalhar até mais tarde, o meu profissionalismo, era muito importante para ele, fiquei meia corada… quase sem palavras, disse-lhe que já fazia muito tempo que o aturava… sorri… o doutor disse que a minha sorte era ser bom de aturar… 


Era segunda-feira, nesses dias a minha colega não trabalhava. O consultório estava ao meu encargo. Atendia telefonemas para marcações de consultas, organizava o trabalho, havia sempre o que fazer… a meio da tarde o doutor Paulo apareceu, passou na receção cumprimentou-me e entrou no consultório… passado um bocado, bati à porta e fui ter com ele… Perguntei-lhe:


-Então doutor… como passou o fim de semana?

- Sabe… não fui a casa, disse à minha esposa que tinha uma formação longe de casa e fiquei num hotel, sozinho… quis ter o meu momento… 

- E ajudou? Sente-se melhor?

- Fiquei melhor. A conversa que tivemos no sábado também ajudou…

- Sou uma confidente para si, o doutor também me ouve e isso é importante…

- Sem dúvida… o conversar faz-nos sentir melhor.


Estávamos sozinhos dentro do consultório, houve um ou outro momento no passado que me senti assediada por ele, mas não ligava… o certo é que naquele momento quer eu, quer ele sentíamo-nos carentes… os nossos olhares eram diferentes de todos os anos que trabalhávamos juntos, o doutor estava sentado na sua cadeira, levantou-se… percebi qual era a vontade dele, se ele investisse, eu ia ceder… aproximou-se de mim… existia um silêncio entre nós, os meus olhos arregalaram-se com a proximidade dele… Rodeou-me e por trás agarrou-me pela cintura, encostou-se a mim, a minha cabeça inclinou-se para trás e bateu no ombro dele… a porta da clínica estava aberta… por entre dentes disse-lhe para parar, mas ao mesmo tempo tinha vontade de me envolver com ele… começou por desabotoar a minha camisa, pôs as mãos dele bem firmes nos meus seios… com o doutor encostado a mim senti um volume a crescer de encontro a mim, junto ao meu cu...

Perguntei-lhe se não seria melhor parar… respondeu que queria satisfazer-se e satisfazer-me… não resisti…

Deixei-me levar… inclinada, apoiei os braços na secretária, puxou-me as calças para baixo…

Aquela adrenalina, da proximidade, do toque das mãos dele, sabendo que a porta da clínica estava aberta, deixou-me molhada… por trás… enfiou o pénis bem dento de mim, não podia ser algo demorado… foi aumentando o ritmo… as mãos dele estavam bem agarradas à minha cintura… aconchegado a mim, apalpou-me os seios, voltou a aumentar o ritmo, comecei a dar gemidos mais fortes… ele também gemia… pouco depois… veio-se todo dentro de mim… logo a seguir fui eu a atingir o orgasmo… foi uma rapidinha muito gostosa… não houve sexo oral, nem beijos… foi um descarregar de emoções… voltei para a receção com um sorriso nos lábios… o doutor saiu sorridente e acenou-me com a mão…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca tinha traído o meu marido, fui tentada a fazê-lo e não consegui resistir… aquela rapidinha fez-me sentir mal pela traição, mas bem por me ter sentido solta e pelo prazer que tive… não voltei a envolver-me com o doutor Paulo, os nossos casamentos continuaram, e fomos muitas vezes confidentes um do outro.