Quando tinha 32 anos e ainda era solteira, conheci o Renato, tinha 20 anos, era um amor de miúdo… eu trabalhava numa escola e ele era lá aluno à noite, fomos ganhando confiança e criámos uma amizade, meses depois acabámos por nos envolver, lembro-me como se tivesse sido ontem, era eu que fechava a escola e ele tinha tido um teste e ficou para último, a professora entretanto, foi embora e eu estava à entrada da sala à espera que ele saísse para desligar as luzes e fechar as portas.
Estava um pouco chateado porque o teste não lhe corrido de feição, aproximei-me dele e passei a minha mão pelas suas costas, confortei-o e disse-lhe que ia correr melhor para a próxima, ele encostou a sua cabeça ao meu corpo, levantou-se e ficamos muito próximos, ficámos os dois meios sem jeito, sorrimos… demos um abraço e as nossas bocas juntaram-se… a nossa excitação cresceu… tinha a certeza que já não estava ali ninguém, estava tudo vazio, só tinha o segurança mais longe no portão de entrada da escola, como tal deixei rolar, aproveitar aquele momento…
Os nossos corpos foram apalpados sucessivamente, era muito tesão e sentíamos que não podíamos demorar, baixei as minhas calças e ele as dele, fiquei apoiada com o meu peito na secretária e o Renato por trás enterrou-me com veemência, demorou pouco tempo, veio-se num instante… não tive tempo para sentir prazer, foi algo muito rápido.
O tempo foi passando velozmente, mais tarde casei-me e fiquei viúva e o Renato casou e divorciou-se… o Renato estava com 49 anos e eu com 61, ao longo do tempo passávamos um pelo outro e conversávamos, embora nunca voltássemos a envolver-nos…
O Renato tinha comprado uma autocaravana em segunda mão, e um dia encontrou-me e disse que ia passar dois dias fora, sabendo que eu estava viúva e morava sozinha e ele divorciado, convidou-me… fiquei reticente, estive para declinar, mas achava que me ia fazer bem, aceitei.
Passámos por várias localidades, e parámos a autocaravana junto a uma falésia perto do mar… saímos e fomos observar a paisagem… reparava ao mesmo tempo no Renato que ainda tinha um corpo atlético, aparentava ser mais jovem, era homem cheio de força e garra…
Em tom de conversa foi relembrado aquele momento passado entre nós dentro da sala de aula… e o Renato disse:
- Sabes, nunca apaguei esse momento da minha memória…
- Então porquê?
- Foi bom para mim, mas péssimo para ti, não consegui dar-te prazer.
Estava vento e ao mesmo tempo que falávamos, entrámos na parte de trás da autocaravana, e o Renato sentou-se na cama.
- Na verdade não tive prazer, mas passados tantos anos, ainda vais a tempo de me dar.
Sentei-me na sua perna, fiquei ao seu colo, beijei os lábios macios do Renato, tirou-me a blusa, apalpava as minhas mamas descaídas por cima do sutiã, deitou-se para trás, com a porta aberta ouvia-se o barulho do vento, despi-o… fiz-lhe o broche que nunca tinha sentido com a minha boca, a porta da autocaravana bateu e fechou-se… ainda meio tonto, puxou-me a saia para baixo e as cuecas foram juntas… a sua língua percorria a minha vulva de baixo para cima, ele sabia lamber, já não sentia algo assim há anos. A seguir foi buscar lubrificante, esfregou no seu pau e espalhou com os dedos na entrada da minha vagina, e meteu o pénis dentro de mim… desta vez fui eu, demorei pouco tempo a chegar ao orgasmo, contorci-me de prazer, mas o Renato continuou a foder-me e quando sentiu que estava quase a vir-se… tirou o pénis e o esperma saiu na direção dos pelos que tinha no monte de vénus até escorrer pela minha virilha…
Dois envolvimentos espaçados por muitos anos, no primeiro não tive prazer e foi o Renato a vir-se rápido, no segundo fui eu a atingir o orgasmo em pouco tempo…






