Conhecia a Luísa desde os meus 10 anos, ela tinha 20, era minha vizinha da frente, uma mulher de pele morena, rabo empinado, cintura delgada, os seus olhos eram grandes e brilhantes, gostava de usar minissaia exibindo uma pernas bem torneadas que davam vontade de ser tocadas. Andava sempre com um sorriso no rosto, eu tinha um primo mais velho que dizia que ela era atrevida, que se fazia muitas vezes a rapazes mais velhos.
O tempo foi passando, cresci a vê-la quase todos os dias, o seu corpo era esbelto, adorava observá-la, era a minha deusa, na minha adolescência toquei muitas punhetas a pensar nela e como seria a Luísa na cama. A Luísa casou com 30 anos, continuava uma mulher atraente, daquelas trintonas com tudo no sítio. Os seus decotes eram pronunciados, por vezes quando se baixava na varanda, do outro lado da estrada via os seus seios quase fora da blusa. Conseguia excitar-me e parecia que fazia de propósito, porque depois de mostrar o seu corpo sedutor, dava um ar de riso, e passava a sua mão no seio ou no rabo… cada vez era mais provocante e mexia muito comigo…
Um dia vi-a a levar o lixo ao contentor, reparou que eu estava no jardim, e quando ia entrar na sua casa, puxou a blusa um pedaço para cima, por trás a sua calça de fato de treino era de cinta baixa, mostrou o fio dental vermelho a perder-se no seu rego… ficava doido pela sua safadeza. Numa outra vez veio apanhar sol para a varanda, vestida com biquíni rosa deitada de barriga para cima e as pernas abertas, da minha janela via o papo da sua cona… aquela mulher fazia-me perder a cabeça… era um sonho envolver-me num corpo daqueles.
Entretanto, arranjou um trabalho e comecei a vê-la menos vezes por casa, só ao fim de semana, vestida sempre com roupa que fazia parar os carros na estrada. Sem filhos e o seu marido começara a trabalhar no estrangeiro, ela ficava mais vezes sozinha em casa, pensei várias vezes em tocar à campainha, mas nunca tive coragem, da reação que pudesse ter… por vezes falava com ela, do passeio para o seu jardim, até a sua voz encantava.
A Luísa ficou viúva com 38 anos, o seu marido morreu num acidente de trabalho, sendo eu o vizinho mais próximo existiu uma aproximação da minha parte, a fase era difícil para ela e achei que podia ajudá-la a ultrapassar aquele momento… durante dois anos conheci-a melhor, conversámos variadas vezes, o trauma da Luísa ia sendo ultrapassado, criámos uma amizade forte, via-a como uma irmã mais velha, mas ao mesmo tempo sentia desejo por ela, a sua doçura deixava-me babado. Notava que era muito procurada, assediada, continuava a agitar os homens, e eu era um deles.
Num domingo soalheiro, mas frio, o lugar estava vazio, com as pessoas dentro das suas casas, havia pouco movimento de carros, resolvi ligar à Luísa, não atendeu à primeira, ligou-me 10 minutos mais tarde, disse que esteve a tomar banho, e que ia ver um filme na TV, perguntei-lhe se podia assistir com ela, disse para passar em sua casa. Assim foi, entrei e ficámos sentados no sofá, notei a Luísa triste, mais calada, conversámos um pouco, percebi que sentia falta do marido, que estava cansada do atual trabalho, e que a sua alegria já tinha vivido melhores dias. Após bastante tempo de conversa, disse-lhe que ela sempre foi uma mulher que era vista como uma deusa para mim, e em tom de riso perguntou:
- E agora não sou?
- Sim ainda és… aliás… com a passar da idade cada vez estás melhor…
-Obrigada… só faço por me cuidar.
Aquela conversa, fez-me suar, a Luísa estava com uma saia curta vestida, tinha a perna cruzada com a coxa à mostra e abanava o pé, os seios estavam colados a um top, enquanto parava de falar trincava um dos dedos… sentia que devia investir nela, mas parecia que estava preso ao sofá… apareceu um gatinho junto a nós, virada de costas para mim, inclinou o tronco para o apanhar, vi o fio dental vermelho por baixo da saia, estava a ficar louco, pegou no gatinho e as suas mãos faziam-lhe carícias e ele ronronava.
Virada para mim, disse que eu ainda não conhecia a sua casa e que me ia mostrá-la, por momentos só me veio à cabeça o quarto… depois de quase tudo visto, levou-me até a um pátio, era pequeno, junto à sala, em frente havia um monte onde ninguém ia, entretanto fomos até à cozinha, serviu-me um copo de vinho tinto e fizemos um brinde… encostou-se ao balcão da cozinha com as mãos apoiadas, empinou o rabo para trás, olhou para mim e sorriu… deitou-me a língua de fora e piscou o olho, com o corpo a tremer aproximei-me… encostei o meu corpo ao dela, agarrei a sua cintura, ela rodou o pescoço para o lado, procurei a sua boca e beijei-a… ela rodou o corpo para mim, o beijo foi prolongado… agarrou as minhas mãos e colocou-as no seu peito, apalpei-as por baixo do top…ficámos sem roupa… acariciámos os nossos corpos, estavam quentes e a explodir de tesão.
Voltámos ao pátio, sentei-me numa cadeira de madeira, a Luísa tocou levemente uma punheta, e chupava meigamente o meu pénis, achou-o grande… a sua boca sabia como dar prazer… a seguir sentei-a na mesa junto à cadeira, de pernas abertas a minha boca lambeu a sua vagina, estava molhada… os meus dedos enterravam-se naquela greta húmida e ela gemia timidamente… ouvia-se um cão a latir perto… saímos do pátio… e fomos até ao quarto…deitei-me na cama e a Luísa quis ser a dominadora, em cima de mim controlava os movimentos, por breves momentos achei que íamos chegar ao orgasmo em simultâneo, continuámos a foder muito… os meus olhos observavam todo o prazer, quase não acreditava que estava a envolver-me com o meu amor platónico, os nossos sorrisos acompanhavam aquele momento, a seguir a Luísa ficou de quatro em cima da cama, enterrei-a até ao fundo… e com movimentos fortes e gemidos intensos, o meu leite entrava na sua vagina… apoiei o meu corpo suado sobre o seu… baixinho disse-me que esteve quase a vir-se mas que por pouco o momento fugiu…
Demoraram muitos anos até envolver-me com uma mulher que sempre foi uma deusa, da provocação, ao desejo até ao ato em si, valeu o tempo de espera. Tivemos vários momentos de loucura… senti-me realizado.






