quinta-feira, 15 de abril de 2021

Ângela

O meu pai tinha uma farmácia, e recentemente um dos funcionários reformara-se… para o seu lugar entrou a Ângela, uma menina de 23 anos, corpo esguio, cabelo castanho encaracolado, umas sardas nas bochechas, e um sorriso de encantar… 


Eu estava com 25 anos, tinha uma loja de informática à frente da farmácia, o meu dia era passado a maior parte das vezes no interior da loja, e via todos os dias a Ângela a entrar e a sair do trabalho… um dia o meu pai veio perguntar-me se conhecia alguma casa ou apartamento para alugar dentro da cidade e de preferência perto da farmácia, perguntei para quem era, disse-me que era para uma farmacêutica que andava à procura de um T1 para morar, depreendi que fosse para a Ângela. Comecei a pesquisar e a perguntar às pessoas, e disse ao meu pai, que havia a possibilidade de se arranjar um T1 entre a farmácia e o local onde eu e os meus pais morávamos, ele disse que ia falar com a Ângela e que lhe ia dizer para passar na minha loja para eu a inteirar sobre o apartamento. A ideia agradou-me e fiquei a aguardar pela sua visita.


E ela apareceu uns dias mais tarde, vestido preto, seios redondinhos, olhar alegre, e entrou na loja…. Apresentou-se, disse que vinha por intermédio do meu pai e perguntou se eu tinha as informações sobre o apartamento, os nossos olhos ficaram hipnotizados no rosto um do outro, a minha voz tremeu e expliquei-lhe quem estava responsável pelo arrendamento, caso não quisesse ir sozinha, propus-me a acompanhá-la… ela aceitou que fosse com ela, fiz a chamada e marquei para o dia seguinte.


Era sábado à tarde… encontrámo-nos numa pastelaria perto do apartamento, a senhora que ia arrendar o apartamento ligou a dizer que estava atrasada cerca de 45 minutos, fomos conversando, soube que era filha única, que morava a 150 km de distância numa aldeia, e um dos motivos da sua chegada à cidade era querer ser independente, tinha terminado recentemente uma relação, ia ajudar o afastamento do ex-namorado… o tempo passou rápido e pouco dei a conhecer sobre mim.


A senhora chegou e mostrou-nos o apartamento, a parte de trás tinha uma boa vista sobre a cidade, por dentro o estado era novo, a Ângela gostou e acertou começar a morar lá dois dias depois. Fui levando as suas coisas da casa de uma amiga para lá… 


A Ângela agradeceu-me tudo o que tinha feito por ela, e em tom de provocação perguntou:

- Fico em dívida contigo… como te posso compensar?

- Bem… se te deres bem na cozinha, aceito um jantar feito por ti.

- Comes qualquer coisa? - sorriu.

- Não sou esquisito… fica a teu gosto.


Passados uns dias, a Ângela da sua janela, viu-me a passar a pé para o meu trabalho, e do alto disse para não me esquecer do jantar que ia fazer no próprio dia. Disse-lhe que não ia esquecer e que as expectativas eram altas, para ela caprichar. 

Lá fui eu ter ao seu apartamento, ela tinha colocado uma mesa pequena nas traseiras da casa, era ali que íamos jantar, umas velas iluminavam o espaço e faziam brilhar os olhos dela, avistava-se as luzes da cidade, o prato foi bem decorado, um puré de batata com um lombinho de carne e para beber uma sangria de frutos vermelhos, disse eu: " que bom aspeto!"... ela disse que era para comer tudo… de sobremesa foi um leite creme com canela.


O jantar tinha corrido às mil maravilhas, tudo ótimo… a Ângela tinha o rosto um pouco corado, a noite estava a arrefecer, fomos para o interior do apartamento… encostei-me num armário da sala, a Ângela disse para eu abrir a boca e fechar os olhos, meteu na minha boca um bombom de chocolate, a seguir pediu para fechar os olhos, encostou-se a mim e a sua boca encontrou-se com os meus lábios, o beijo era doce e a sua língua era bem mexida, as suas mamas ficaram na palma das minhas mãos, a mão da Ângela tirava o meu cinto, desabotoava os botões das minhas calças e tocava levemente uma punheta no meu pénis, assanhada e excitada, debruçou-se sobre a mesa da sala, puxou o vestido para cima, agarrou na cueca e puxou-a para o lado e disse… "fode-me…" dei-lhe umas palmadas no rabo, com a nádega marcada pela minha mão, por trás, enfiei o meu pau dentro da sua cona, gememos… disse-me que queria algo rápido e intenso, para a foder todinha… aumentei logo o ritmo… estava desejosa e louca, agarrei o seu quadril, depois beijei as suas costas e apalpei-lhe as mamas, ela só pedia… "fode… fode… fode… não pares… isso..." e num ápice… soltou um gemido agudo… contorceu-se…. a sua cona estava cheia de sémen…  mais tarde voltamos a foder… voltou a vir-se… 


                                                                                                              Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest

Era uma mulher que atingia facilmente o orgasmo, naquela noite não consegui dar-lhe o meu esperma...porque não me consegui vir… mas tivemos noites recheadas de bom sexo… a Ângela era obcecada por mim e pelo prazer, era insaciável… 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Bruno

Sempre fui uma mulher com uma rede social alargada, era empresária no ramo têxtil, tinha várias lojas de roupa... quase ficava sem tempo para relacionamentos, tinha 29 anos, dedicava-me inteiramente à parte profissional e a parte pessoal ficava para trás. 

Embora tivesse pouco tempo para me envolver, sentia essa necessidade, não queria estar agarrada a uma relação que me prendesse e afetasse a parte profissional, sabia que não ia dar certo… queria apenas ter os meus encontros com quem achasse interessante e passava muito tempo sem o fazer...  

Tinha vários fins de semana sem sair, ou porque o tempo era escasso, ou porque me sentia cansada, ou porque preferia usufruir da minha casa, visto que durante a semana só usava o meu quarto e pouco mais.


Numa das minhas lojas havia um funcionário novo chamado Bruno, fora a minha sócia que lhe tinha feito a entrevista, já me informara que ele era de cortar a respiração… tinha 22 anos, pouca barba, olhos esverdeados, cabelo castanho, fisicamente estava no ponto, muitas tatuagens nos braços… era muito sexy… 


Passei uma semana seguida durante a tarde naquela loja, era a altura de mudar a coleção, queria saber se ele tinha jeito para o atendimento, quis controlar a faturação. 

Numa terça-feira, informei os dois funcionários que na quinta-feira seria para ficarem até mais tarde, para se remodelar a loja… colocar roupa em saldo e dispor a nova coleção… 


Enquanto estava na loja observava a forma como o Bruno trabalhava, pelo canto do olho apreciava os atributos físicos dele, por vezes não disfarçava o meu olhar, ele também olhava, reparava em mim, tinha um ar safado... quando estava no balcão, passava junto a ele, se tivesse que ir à prateleira atrás do balcão buscar alguma peça de roupa, de costas, as minhas nádegas roçavam nas dele… 


Era quarta-feira, pouca conversa tinha existido entre nós, mas trocávamos muitos olhares, ele também sabia provocar, no olhar, no aproximar, no meter conversa, estava a ficar tentada a cair nos braços dele… já estava quase a terminar o dia de trabalho, depois de algumas insinuações e de existir atração de parte a parte… fui ao armazém preparar umas roupas, pouco depois entrou o Bruno… sorrimos um para o outro, desinibido… disse-me que eu estava a mexer com ele, deixou-me sem reação… e acrescentou que no dia seguinte íamos estar até mais tarde na loja, não sabia se ia conseguir resistir… saiu do armazém, a conversa ficou cortada e eu nada lhe disse… mas… deixou-me com mais apetite de nos envolvermos…


Quinta-feira, foi um dia com bastante trabalho, muita gente na loja, pouco tempo para dar atenção ao Bruno, por vezes aproximava-se… falava… mas havia muito que fazer… o fim do dia aproximava-se… ele foi lanchar a uma pastelaria ao lado e sem lhe pedir, trouxe-me o lanche, entregou-me e disse que era para me adoçar… gostei do miminho.


Já tínhamos fechado a loja para os clientes, mas continuávamos a remodelá-la, além de mim e do Bruno também havia outro funcionário, íamos conversando sobre o dia que estava a chegar ao fim, o Bruno perguntou-me se tinha gostado do docinho que me deu ao lanche… disse-lhe que sim, que tinha acertado porque era dos meus doces preferidos… 


Entretanto o trabalho estava a chegar ao fim, o outro funcionário foi embora antes do Bruno… o Bruno convidou-me para irmos comer alguma coisa…já era tarde, fomos no meu carro a um restaurante que ainda estaria aberto… falámos das nossas vidas, dos nossos sonhos… de relações passadas… para a idade que tinha, era um homem maduro, com história de vida, e conseguia manter uma conversa… o jantar terminou… o Bruno perguntou-me:

- Há um sítio que gosto muito de ir… quer ir até lá comigo?

- Achas que vale a pena? É longe?

- Claro que vale, não se vai arrepender… fica a caminho de minha casa, aproveita e deixa-me em casa, cerca de 15km…

- Já te estás a aproveitar da minha boleia é?

- Vai gostar do sítio por isso vai compensar…


O Bruno deu-me as indicações do caminho, estava curiosa por saber para onde ia, começamos a subir, a subir bastante… perguntou-me se tinha medo de alturas, disse-lhe que não… passado algum tempo mandou-me estacionar o carro, era um parque com várias árvores e bastante escuro, disse-lhe que não tinha medo de alturas, mas do escuro dava-me medo… protegeu-me… abraçou-me e caminhámos juntos... levou-me até um miradouro, tinha uma vista fantástica… muitas luzes no horizonte, a lua bem definida, a noite não estava fria, de cima disse-me onde morava, lógico que não se via, não tinha casas por perto… estava tudo muito silencioso, continuávamos abraçados, olhei para o rosto dele, o Bruno olhava o horizonte, desviou o olhar na minha direção… e… encostámos os lábios… beijámo-nos… e demos um abraço forte… sentia-me aconchegada por ele… os beijos continuavam… beijou-me o pescoço… arrepiava-me… as mãos dele seguravam a minha cintura, as minhas mãos passavam pelas costas dele, disse-me que se já era difícil resistir-me, naquele momento estava a ser ainda mais difícil resistir… ao ouvido dele perguntei-lhe porquê… disse-me que… tinha vontade de sentir o meu corpo ao ar livre… acariciar-me ainda mais… os nossos telemóveis iluminavam-nos com as lanternas juntamente com a lua entre as árvores... havia um banco de jardim, sentámo-nos… 


As nossas mãos passavam no corpo um do outro… tirou-me o seio da blusa… apalpou-o… meteu-o na boca… o bico quase saía do seio… a minha mão foi de encontro ao pénis dele… apertei-o… tirou as calças, eu tirei a blusa, os nossos corpos estavam quentes, o Bruno apertava os meus seios, lambia-os, beijava-me com a língua dentro da minha boca… eu baixei-me, bati-lhe uma punheta e chupava-lhe a pontinha do pénis… a minha boca molhava-se com a baba do pénis… a seguir puxou-me as calças para baixo, mandou-me colocar um pé em cima do banco, por trás… a língua dele foi ter à minha vagina, lambeu-a… meteu dois dedinhos, o silêncio era tanto, que só ouvia os meus gemidos e o barulho dos dedos a entrar na minha vagina molhada… já estava bem desejosa, o Bruno pegou no seu pénis... e enfiou-o bem dentro de mim, estava muito quente e duro… deu-me palmadas leves, agarrou os meus seios por trás… virei a cara e enquanto me fodia meteu-me dois dedos na minha boca, chupava os dedos ao mesmo tempo… estava muito intenso… 


Sentei-o no banco… fui para cima dele, quis sentar-me em cima do pénis, sentia-o bem lá no fundo, beijava a boca dele, ele apertava os meus seios, por vezes lambia os meus bicos, aumentei a intensidade, o olhar dele fazia notar que estava quase a vir-se… eu sentia que ia aguentar pouco mais, continuámos com aqueles movimentos que nos enchiam de prazer… os nossos gemidos faziam ouvir o nosso eco naquele lugar, agarrei-me ao encosto do banco, soltei um gemido intenso, estava a vir-me, ao mesmo tempo o Bruno gemeu e atingiu o orgasmo, a minha vagina ficava cheia de leite… nunca me tinha acontecido de ter um orgasmo em simultâneo com alguém... foi brutal… o próprio lugar compensou muito, senti-me livre, parecia que o mundo era só nosso.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


No meio daquela adrenalina toda, nasceu o Duarte, fui mãe sem ter programado, a minha vida mudou totalmente, o Bruno assumiu a paternidade, continuou a trabalhar na loja por algum tempo, mas depois foi trabalhar para outro lado, nunca chegámos a ter uma relação. 



quinta-feira, 25 de março de 2021

Teresa

Estava divorciado há 10 anos, tive uma relação de 7 anos que deixou marcas, não correu bem por diversos motivos, fomos precipitados em casar demasiado jovens, quase sem nos conhecermos, tivemos logo uma filha, a seguir a parte profissional foi afetada, não tínhamos tempo para a relação, a rotina era sempre a mesma e com discussões à mistura… decidimos seguir rumos diferentes.


Com 42 anos, morava sozinho, a minha filha visitava-me com frequência, tinha 22 anos, um bom grupo de amigos, com pessoas de várias idades, embora houvesse mais mulheres, por vezes saíamos juntos e conhecia algumas das suas amigas.

Uma delas chamava-se Teresa, tinha 25 anos, o seu corpo era esbelto, os seios firmes, o seu olhar era expressivo, voz meiga, o cabelo era comprido e ondulado… quando estávamos juntos em grupo, a nossa troca de olhares era evidente, houve uma aproximação e conversámos várias vezes, era uma mulher madura, sabia o que queria da vida, tinha planos e era muito autónoma, morava sozinha numa casa herdada por uma tia.


A distância entre o local em que morávamos era curta… existia um parque com árvores perto e começámos a encontrar-nos lá. Ao final da tarde dávamos uma caminhada seguida de corrida, depois praticávamos outros exercícios, quando fazia flexões não conseguia ficar indiferente ao seu decote, quando descia o corpo olhava e imaginava-me por baixo dela, a Teresa tinha um corpo bem definido, as calças justas, após o exercício ficava molhada pelo suor, aquela imagem fazia-me pensar no seu corpo molhado depois do sexo, deixava-me desejoso…

Achava que havia bastante cumplicidade entre nós, começou a existir troca de mensagens no telemóvel, dava-me o bom dia logo pela manhã… estava a mexer comigo, demonstrava interesse por mim e eu estava muito tentado a envolver-me com ela.


Um dia soube que a Teresa estudou para ser freira, aliás chegou a estar num convento, tinha saído recentemente, confidenciou-me que queria ter outro tipo de vida, mais livre e aproveitar de outra forma. Embora estivesse ligada à igreja, cantasse no coro e desse catequese…

Achava-a muito pura, humilde e atinada, mas pensava… como seria ela na cama? Desinibida? Ou inibida? Tinha dúvidas, mas a minha vontade era envolver-me com ela…


Numa tarde de domingo estava em casa, deitado no sofá e a ver uma série na TV, quando ouvi o toque de mensagem no telemóvel, senti que seria da pessoa que eu estava a pensar… era da Teresa a perguntar se queria ir lanchar com ela, aceitei.

Fomos a uma esplanada perto de um rio, relativamente perto das nossas casas, o dia estava ameno, a Teresa chegou de minissaia, perna elegante, o seu decote era discreto, mas a blusa era justa e os seios ficavam bem salientes. Ficámos até ao final da tarde no mesmo local, tinha ido ao WC e quando voltei, reparei na sua perna à mostra e junto com o seu olhar, deixou-me tentado a arriscar algo mais, pelo meio da conversa, as palavras em tom de brincadeira pareciam assentar no atrevimento, na provocação, tudo de forma natural. 


Senti que a assediei e que ela gostou… ela também me soube seduzir.

Saímos daquele local e a Teresa perguntou-me:

- Vemos um filme em minha casa?

- Sim…

Pelo caminho, o desejo ia aumentando… 

Entrámos em sua casa, ligou a TV, depois debruçou-se sobre as costas de uma cadeira, e por trás de si, vi a sua cueca fio dental, olhou para mim e sorriu, soube o que fez, estava a seduzir-me a deixar-me quente e excitado… agarrou na minha mão, puxou-me até ao seu quarto, acendeu umas velas de cheiro, fechou a janela, colocou um som ambiente suave, sentei-me na sua cama, veio para o meu colo, beijou-me até ficarmos sem ar, sufocados e cheios de tesão… roçava a sua cona na direção do meu pénis por cima das nossas roupas.


A roupa caía dos nossos corpos, o toque das mãos explorava e percorria a nossa pele quente, os meus dedos chegaram à sua coninha molhada, ela batia-me uma punheta levemente, deitados na cama fizemos um "69"... que sintonia perfeita!

A seguir fiquei por cima da Teresa, apalpei-lhe os seios firmes, lambi os bicos, meti os meus dedos na sua boca e ela chupava-os, o meu pau duro penetrou-a… gemeu fortemente, ambos molhados, o pau deslizava bem dentro da sua cona, agarrou os lençóis com as mãos,  contorceu-se, estava a sentir muito prazer, passado pouco tempo, os seus olhos reviraram…

Logo a seguir disse: "Desculpa estava a ser muito bom e foi rápido, não aguentei" mas não quis parar, veio para cima de mim, os seus movimentos pareciam uma dança em cima do meu pénis, aumentava a intensidade, sabia foder bem, e estava a deixar-me louco. Continuou por mais uns minutos e depois foi a minha vez de não aguentar, o orgasmo chegou… 


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Ambos estávamos sem sexo fazia algum tempo, entregámo-nos um ao outro e chegámos ao orgasmo fácil e rapidamente… surpreendeu-me pela positiva, a Teresa era uma expert a dar prazer...



segunda-feira, 15 de março de 2021

Duarte

Desde a minha adolescência que tinha interesse pelo mundo do sexo, via filmes e vídeos pornográficos, ia ganhando alguma experiência pelo que via. Frequentava sexshops, tinha curiosidade em saber a forma de usar todos aqueles produtos eróticos. Era uma rapariga dada a experiências novas, na minha cabeça nunca existiram tabus, considerava-me desinibida, sem preconceitos e não tinha qualquer complexo em mostrar o meu corpo.

Tudo isso facilitava os vários envolvimentos que fui tendo desde cedo, perdi a virgindade com 13 anos, e durante a adolescência relacionei-me com vários homens e mulheres, cheguei a participar em cenas de sexo em grupo… por vezes achava que era uma tarada, mas gostava de ser assim, conhecia bem o meu corpo e sabia o que me dava prazer, quem me visse achava que eu era uma menina inexperiente e se calhar até virgem, só que enganavam-se, ninguém imaginava a experiência sexual que eu tinha.


Decidi entrar mais tarde na faculdade, queria ser sexóloga, tinha 22 anos e um grupo de amigas que já as conhecia há muito tempo, aliás foi com elas que cheguei a ter bons momentos de sexo, estudavam noutros cursos, mas encontrávamo-nos várias vezes em esplanadas para falarmos.


Soube que o irmão de uma delas era fotógrafo… sempre tive interesse em fazer uma sessão fotográfica, mostrar o meu corpo nu. Fiquei com o contato do irmão dela para falar com ele sobre a marcação da sessão. Chamava-se Duarte. Liguei-lhe e perguntei se fazia a sessão fotográfica ao meu corpo nu, disse-me que sim, marcou a sessão para sábado ao final da tarde no seu estúdio de fotografia. 


Chegada ao estúdio conheci o Duarte, tinha 31 anos, já era experiente como fotógrafo, trabalhava na área há 10 anos, era alto, pouca barba no rosto, um piercing na sobrancelha, uma tatuagem no antebraço… deixou-me muito à vontade, perguntei-lhe:

- Já fizeste muitas sessões de nus?

- Olha já fiz algumas, de homens e mulheres, mas nunca fiz a uma mulher tão gira como tu… sentes-te preparada? É a tua primeira vez?

- Ah, obrigada pelo elogio, estou preparada, é a minha primeira vez, um pouco ansiosa, mas tudo se torna mais fácil com um fotógrafo bom… 

- Soubeste retribuir, obrigado… tens algo imaginado ou fica a meu gosto?

- Confio na tua experiência.


Comecei a tirar a roupa, deixei-me ser guiada por ele, explicava-me as poses que devia ficar, ia disparando o flash, sentia-me uma mulher famosa, o meu corpo mostrava-se para a lente da sua máquina fotográfica, tinha poses bem sedutoras, quis ultrapassar a barreira da sedução, à sua frente no sofá abri as pernas e meti um dedo na minha coninha, a seguir de costas e na posição de quatro abria com as mãos o meu cuzinho e olhava ao mesmo tempo para o Duarte, só ouvia a máquina a disparar as fotos, aproximou-se de mim e mostrou-me algumas na máquina, adorei o efeito… disse-lhe que ia ficar com um álbum inesquecível, e que o momento ainda podia ficar gravado de outra forma… 


Olhou para mim, sorriu e disse que estúdio estava fechado, era só nosso, cheguei-me para junto do Duarte, disse-lhe que já tinha tirado muitas fotos e que estava na hora da máquina descansar, baixei as suas calças de ganga, agarrei no seu pénis, tinha algum tesão e estava melado, demos um beijo de língua e sentia o pénis a crescer na minha mão, passava a mão nos seus testículos, sentou-se no sofá, de joelhos à sua frente, chupei o seu pénis babado, o Duarte levantava o quadril como se tivesse a foder a minha boca, a seguir passei o pau dele no meio das minhas mamas e chupava-o, o Duarte estava com o pau bem duro, trocamos de posição, fiquei sentada no sofá e ele de joelhos, enfiava os dedos dentro da minha rata, lambia ao mesmo tempo, fechei os olhos e gemia de prazer…


A seguir fiquei de quatro, pediu-me para abrir o cuzinho como fiz quando ele tirou a foto, e o Duarte com jeitinho meteu o seu pau teso dentro do meu cu, doeu ao entrar, mas depois sabia bem, apalpava as minhas mamas, e chamava-me de safada, estava bom mas queria sentir o seu pau dentro da minha cona, disse-lhe para foder a minha coninha, na mesma posição senti o pau bem até ao fundo, por trás eu tinha a cabeça virada para o lado e ele  beijava a minha boca, continuou assim fortemente… enquanto lhe dizia "come a minha coninha toda, e enche-a de leitinho" o pau molhado a entrar e a sair na minha cona molhada, começou a dar mais forte, juntou palmadas nas nádegas, muito intenso… em poucos segundos soltamos um gemido prolongado, o leite dele entrou dentro de mim e eu fiquei deliciada com tudo o que senti.


                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Aqueles preliminares aumentaram muito o desejo e a excitação que já tínhamos após o tirar das fotos, naquele estúdio foi revelado todo o prazer que pode provocar o sexo casual…  


sexta-feira, 5 de março de 2021

Olga

O dia estava soalheiro, o fim de semana quase a chegar e sentia o peito apertado, com saudade, de uma pessoa que já não via há bastante tempo - a minha namorada.

A Olga era hospedeira numa companhia aérea. Iniciou funções pouco tempo depois de iniciarmos o nosso namoro, a nossa relação fazia em breve três anos. 

A Olga tinha 32 anos, o trabalho não permitia vir com frequência ao seu país, e quando vinha era de fugida para ver a família e estar comigo. Por vezes passavam duas semanas sem sentirmos o nosso cheiro e toque. 

Nos meus 28 anos de vida, nunca senti tanto desejo de estar com alguém como a Olga, sabia que ainda faltava uma semana para tal acontecer, íamos passar um fim de semana juntos, que iria voar muito rápido, tinha de ser bem aproveitado.


Enquanto não chegava o dia do reencontro o meu trabalho ocupava-me durante o dia e, às vezes, à noite, em casa. Era engenheiro informático numa empresa multinacional.

O nosso tempo de namoro foi sempre muito fugaz, estávamos juntos espaçadamente, mas quando chegava o dia da nossa união, era tudo muito mais intenso.


Entretanto, chegou finalmente o dia de ir buscar a Olga ao aeroporto. Esperei-a na porta de desembarque, o coração bateu mais rápido, os meus olhos ficaram humedecidos quando a avistei, o seu sorriso irradiava felicidade, os nossos corpos colaram num abraço prolongado, a sua presença tornou-me mais leve. 

A Olga tinha o cabelo aos cachos loiro, olhos claros, esguia, uma mulher bem sensual… era também uma mulher lutadora, sempre atrás dos seus sonhos, rebelde, determinada nas decisões que tomava.

Levei-a a casa da sua família, ela ia estar com eles até meio da tarde, depois estávamos juntos até domingo, voltava ao trabalho na segunda-feira após o almoço.


Preparei uma surpresa.


Fomos de carro até um local relativamente perto, não queríamos uma viagem longa para não cansar, o destino foi uma casa de turismo rural, um sítio sossegado, para relaxarmos e carregarmos energias.

Ao fim da tarde, fizemos uma massagem de casal, os dois nas marquesas, lado a lado, a descontrair com o toque da massagem, com a luz das velas, o som relaxante, e o cheiro acalmava… um momento que nos fez sentir em paz.

Subimos ao quarto, tomámos um banho e fomos jantar no pátio da casa. Um local muito romântico com vista para a piscina, a minha mão agarrou a sua mão, disse que a amava, ela disse que também me amava. A mesa estava cheia de entradas, a seguir veio o prato principal que era do nosso agrado, sangria a acompanhar e uma sobremesa caseira divinal. 

Tudo corria de feição, falámos durante o jantar sobre variadas coisas, e após o jantar fomos para a varanda do quarto, sentados nas cadeiras, a observar a noite estrelada, ficámos abraçados, a saborear os beijos, a escutar as cigarras. 


O desejo estava a ser mais forte do que nós, tínhamos de ser consumidos pelo amor. Os nossos beijos eram ardentes, passava a língua pelos lábios da Olga, ela mordia os meus lábios, a luz do quarto era suave, os olhos da Olga brilhavam como as estrelas, tirámos a roupa, a Olga estava provocante com umas ligas, fiquei com o corpo nu, em cima da cama deitada de barriga para baixo, disse-me que era toda minha. Apoiado por cima do seu corpo, beijei o seu pescoço, dei umas trincas nas costas, desci e mordi-lhe as nádegas, a minha língua passou pelo rego do seu rabo, deslizou até à sua vagina, empinou o rabo, a minha língua aumentou o movimento e sentia a baba pastosa que libertava da vagina, ao mesmo tempo metia só a pontinha do dedo dentro do seu cuzinho… gemia baixinho.

Deitei-me ao seu lado, veio para cima de mim, passou as unhas no meu peito, colocou um dedo da mão na minha boca, chupei-o, beijou-me o pescoço, a sua língua passou pelos meus mamilos, no umbigo fez movimentos circulares, sentia um arrepio, cortava a respiração, a língua passava ao longo do meu pénis, mordiscava a glande, lambia os testículos, eu suspirava, meteu o pau na boca, chupou-o com carinho, abocanhou mesmo até ao fundo até quase se engasgar, eu delirava com o seu broche… disse que queria sentir o meu pau bem dentro de si, em cima de mim agarrou o meu pénis e encaixou-o à entrada da vagina e desceu até ficar o meu pau todo dentro de si… balanceava, os seus movimentos eram prazerosos, saiu daquela posição, ficou de quatro, e pediu para enterrá-la… enquanto a fodia, chamava-a de putinha, gostava e aumentava o gemido, e quis mais rápido, dizia-me para foder a sua putinha, estávamos os dois em êxtase… o orgasmo foi em simultâneo… forte, intenso e gostoso. 

No dia seguinte, o brunch apetitoso estava à nossa espera, recuperámos energia. Durante a tarde, apanhámos sol, estivemos só os dois na piscina, mergulhámos, nadámos e antes de sairmos da piscina, demos uma rapidinha, a Olga encostada à parede da piscina, empinou ligeiramente o rabo e por trás meti a verga dentro da sua ratinha, foi algo rápido… mas muito bom.


                                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O tempo evaporou, mas enquanto foi tempo, deu tempo para sentirmos um amor infinito, era uma paixão tórrida que nos atraiu para sempre.



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Rogério

Tinha acordado com uma vontade imensa de fazer sexo, a minha coninha estava húmida talvez do sonho que tinha acabado de ter… saí cedo para o trabalho, dentro do transporte público estava muita confusão, com o balançar do parar e arrancar, um rapaz com cerca de 18 anos foi contra mim e pediu desculpa, até aquele contato me fez pensar em sexo… 


Tinha 28 anos, trabalhava no escritório de uma empresa ligada à venda de peças de automóveis, no meu espaço estava sozinha e o gabinete do lado era ocupado pelo Rogério, era vendedor na empresa, um rapaz de 26 anos, pele morena, usava barba, tinha um sorriso de se cair na tentação de dar um beijo. Tínhamos bastante confiança os dois, já nos conhecíamos há 4 anos, ele sabia engatar, seduzir mas nunca tinha caído nas suas insinuações.


Mas naquele dia, sentia-me com a libido em alta, pronta para me envolver num canto qualquer, estava acesa, quente, a explodir de desejo… e sabia que se desse a entender o meu estado ao Rogério, ele ia apagar-me o fogo, aliás estava sempre mortinho para o fazer.


Durante a manhã entrou várias vezes no meu gabinete, o seu sorriso safado ainda mexia mais comigo, pediu-me para tirar umas cópias na impressora, empinei o rabo para ele, estava a seduzi-lo, ele como não deixava nada por dizer, disse para eu não o provocar porque ainda não sabia do que era capaz… 


A provocação existiu de parte a parte, a hora do almoço estava a chegar, tínhamos uma hora e meia de pausa, perguntei-lhe:

- Onde vais almoçar?

- Hoje vou um bocado mais tarde, tenho de ir à cave separar umas peças para depois do almoço levar a um cliente. Mas almoço aqui ao lado... Queres almoçar comigo é?

- Sim… mas se quiseres posso acompanhar-te até à cave e ajudar-te…

- Pode ser, assim é mais rápido.


Descemos pelas escadas, havia poucos trabalhadores na fábrica porque era a hora do almoço, descemos mais um patamar de escadas até chegarmos à cave… entrámos, estava escuro, só um raio de sol entrava por um postigo, esse raio iluminou o sorriso do Rogério… aquele espaço era propício para o que tinha vontade de fazer, agarrei-me às golas da sua camisola, encostei-o à parede, e beijei-o intensamente, no intervalo do beijo o Rogério diz-me que assim o melhor almoço era comer-me… disse-lhe que queria ser bem comida por ele…


Despimo-nos… sentou-me em cima de uma mesa, havia pouca luz, fiquei com os antebraços apoiados e inclinei-me para trás, a língua do Rogério explorava a minha vulva, chupava o meu clitóris, os gemidos saíam espontaneamente da minha boca, estava descontrolada, queria sentir o pau do Rogério na minha boca, saí daquela posição e com ele encostado à mesa, mamei o seu pau, a minha boca ficava bem lambuzada… a seguir o Rogério apalpava as minhas mamas, um pouco maiores que o normal, consolava-se a mexer nos bicos, e a minha mão tocava no seu pénis ao mesmo tempo… de pé apoiei o meu pé cima de um banco, agarrei-me à mesa, e por trás a verga do Rogério fodia a minha coninha… por vezes tapava a boca para não ouvirem os meus gemidos, continuou assim… chamava-me putinha boa, eu delirava com o seu jeito de foder e as suas palavras ainda me deixavam mais excitada… até que… aconteceu o que não estava à espera, no meio da adrenalina, o prazer era tanto que além do orgasmo que tive, soltei um esguicho de urina… foi soberbo!

O Rogério não contava com o que se passou, mas sentiu-se o rei da foda, abocanhei o seu pau e foi até sentir o seu esperma todo dentro da minha boca.

                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O meu desejo sexual teve de ser concretizado a meio do dia, estava mesmo com vontade de ser comida, não contava que fosse naquele local escuro e tão intenso, o Rogério proporcionou-me uma sensação única que não estava à espera. 



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Iolanda

Como homem sempre fui uma pessoa isolada e introvertida, nunca tive muitos amigos, fechava-me em mim próprio, o que fosse novo ou fora da rotina deixava-me descontrolado.

A minha personalidade não me permitia conhecer pessoas novas e embarcar numa relação.


Por vezes ficava confuso se tinha interesse só por homens, mulheres ou por ambos. Era completamente inseguro na minha sexualidade, a minha ingenuidade e falta de experiência em sexo, fazia-me sentir impotente para envolver-me com alguém, continuava virgem.


Desde muito cedo via os meus amigos a namorar na escola, e eu andava sempre sozinho, seria eu diferente deles? O que iria mudar? Quando teria uma relação? As dúvidas eram muitas e ficava bloqueado quando tinha a oportunidade para avançar… 


No tempo do liceu, tive algumas aproximações de amigas com o intuito de namorar comigo, mas nunca tive atração por elas, tinha de me afastar, às vezes até fugir nos intervalos das aulas, não era aquilo que eu queria.

 

Uma vez tive muito perto de dar um beijo na boca de uma amiga, dávamo-nos bem, houve uma aproximação, uma dedicatória dela no meu livro de Português, tudo fazia prever que ia acontecer algo entre nós, numa folga que tivemos no liceu, estávamos só os dois a conversar numa bancada junto ao campo de futebol, o olhar de ambos prendeu-se nos nossos rostos, ela lambeu os lábios e na hora de eu poder investir para o beijo ou ela, nada aconteceu... marcou-me e fiquei frustrado por nada se ter passado, ainda mais sabendo que passados uns tempos soube que ela tinha iniciado um namoro com um rapaz que eu conhecia.


O tempo foi passando, tinha 25 anos e entre amigos resolvemos festejar uma despedida de solteiro numa casa de alterne, era a primeira vez que ia entrar num espaço assim. Estava ansioso e com receio de não estar preparado para o que ia ver…

Sentámo-nos num sofá, bebemos umas cervejas e veio para a minha beira uma mulher chamada Cila, apresentou-se e fez-me perguntas, não conseguia acreditar que eu ainda era virgem, era uma mulher jeitosa, trintona, cabelo solto, tatuagem no braço… entretanto a música mudou de tom, ficou mais calma, as luzes diminuíram, houve um vapor de fumo, e aconteceu um strip… ver aquela mulher a dançar e a maneira como lidava com o varão, deixou-me com tesão, fiquei molhado… sentia um apetite fora do normal de fazer sexo… passado algum tempo, após sair da minha beira a trintona, veio outra mulher para junto de mim, chamava-se Iolanda, tinha 27 anos, coxa bem à mostra, o seu corpo atraía, piercing na língua, cabelo escuro e comprido… a nossa conversa prolongou-se por algum tempo… até perguntar-me:

- Sobes comigo até ao quarto?

Pergunta muito tentadora, acho que só assim podia ter um envolvimento, corado e gago perguntei:

-Teria de ser muito especial... é a minha primeira vez…

-Quero dar-te todo o prazer, vais adorar.

Sem ter a certeza se ia ceder para subir ao quarto, a Iolanda agarrou a minha mão e disse:

- Vamos?

Não resisti… disse sim.


Subimos de mão dada… sensação estranha… nunca me tinha acontecido, ia ser tudo novo…

Já no quarto fiquei deitado, não quis que houvesse troca de beijos, a Iolanda colocou-me um preservativo no meu pénis, chupava enquanto metia a proteção, o meu pau ficou mais duro, continuou a chupar… por cima do preservativo… inclinei a cabeça para trás, estava a ser bom demais… embora não me sentisse totalmente à vontade, apalpei os seus seios, eram duros e os bicos grandes… fui para cima da Iolanda, tentei acertar no buraco da sua cona e penetrei-a… estava bem quentinho e tinha humidade dentro dela… insisti no balanço do meu corpo por cima, enquanto agarrava e apalpava as suas mamas… parei um pouco porque estava quase a vir-me… a seguir a Iolanda veio para cima do meu corpo, agarrou nas minhas mãos e cavalgou em cima do meu pau, o ritmo estava tão bom, não aguentei mais tempo… tinha chegado ao orgasmo… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Não era assim que queria que fosse a minha primeira vez, mas dado à minha forma de ser, foi assim que se proporcionou… não foi tempo perdido… mais tarde, a Iolanda deixou a prostituição e passou a ser a minha namorada.