segunda-feira, 15 de março de 2021

Duarte

Desde a minha adolescência que tinha interesse pelo mundo do sexo, via filmes e vídeos pornográficos, ia ganhando alguma experiência pelo que via. Frequentava sexshops, tinha curiosidade em saber a forma de usar todos aqueles produtos eróticos. Era uma rapariga dada a experiências novas, na minha cabeça nunca existiram tabus, considerava-me desinibida, sem preconceitos e não tinha qualquer complexo em mostrar o meu corpo.

Tudo isso facilitava os vários envolvimentos que fui tendo desde cedo, perdi a virgindade com 13 anos, e durante a adolescência relacionei-me com vários homens e mulheres, cheguei a participar em cenas de sexo em grupo… por vezes achava que era uma tarada, mas gostava de ser assim, conhecia bem o meu corpo e sabia o que me dava prazer, quem me visse achava que eu era uma menina inexperiente e se calhar até virgem, só que enganavam-se, ninguém imaginava a experiência sexual que eu tinha.


Decidi entrar mais tarde na faculdade, queria ser sexóloga, tinha 22 anos e um grupo de amigas que já as conhecia há muito tempo, aliás foi com elas que cheguei a ter bons momentos de sexo, estudavam noutros cursos, mas encontrávamo-nos várias vezes em esplanadas para falarmos.


Soube que o irmão de uma delas era fotógrafo… sempre tive interesse em fazer uma sessão fotográfica, mostrar o meu corpo nu. Fiquei com o contato do irmão dela para falar com ele sobre a marcação da sessão. Chamava-se Duarte. Liguei-lhe e perguntei se fazia a sessão fotográfica ao meu corpo nu, disse-me que sim, marcou a sessão para sábado ao final da tarde no seu estúdio de fotografia. 


Chegada ao estúdio conheci o Duarte, tinha 31 anos, já era experiente como fotógrafo, trabalhava na área há 10 anos, era alto, pouca barba no rosto, um piercing na sobrancelha, uma tatuagem no antebraço… deixou-me muito à vontade, perguntei-lhe:

- Já fizeste muitas sessões de nus?

- Olha já fiz algumas, de homens e mulheres, mas nunca fiz a uma mulher tão gira como tu… sentes-te preparada? É a tua primeira vez?

- Ah, obrigada pelo elogio, estou preparada, é a minha primeira vez, um pouco ansiosa, mas tudo se torna mais fácil com um fotógrafo bom… 

- Soubeste retribuir, obrigado… tens algo imaginado ou fica a meu gosto?

- Confio na tua experiência.


Comecei a tirar a roupa, deixei-me ser guiada por ele, explicava-me as poses que devia ficar, ia disparando o flash, sentia-me uma mulher famosa, o meu corpo mostrava-se para a lente da sua máquina fotográfica, tinha poses bem sedutoras, quis ultrapassar a barreira da sedução, à sua frente no sofá abri as pernas e meti um dedo na minha coninha, a seguir de costas e na posição de quatro abria com as mãos o meu cuzinho e olhava ao mesmo tempo para o Duarte, só ouvia a máquina a disparar as fotos, aproximou-se de mim e mostrou-me algumas na máquina, adorei o efeito… disse-lhe que ia ficar com um álbum inesquecível, e que o momento ainda podia ficar gravado de outra forma… 


Olhou para mim, sorriu e disse que estúdio estava fechado, era só nosso, cheguei-me para junto do Duarte, disse-lhe que já tinha tirado muitas fotos e que estava na hora da máquina descansar, baixei as suas calças de ganga, agarrei no seu pénis, tinha algum tesão e estava melado, demos um beijo de língua e sentia o pénis a crescer na minha mão, passava a mão nos seus testículos, sentou-se no sofá, de joelhos à sua frente, chupei o seu pénis babado, o Duarte levantava o quadril como se tivesse a foder a minha boca, a seguir passei o pau dele no meio das minhas mamas e chupava-o, o Duarte estava com o pau bem duro, trocamos de posição, fiquei sentada no sofá e ele de joelhos, enfiava os dedos dentro da minha rata, lambia ao mesmo tempo, fechei os olhos e gemia de prazer…


A seguir fiquei de quatro, pediu-me para abrir o cuzinho como fiz quando ele tirou a foto, e o Duarte com jeitinho meteu o seu pau teso dentro do meu cu, doeu ao entrar, mas depois sabia bem, apalpava as minhas mamas, e chamava-me de safada, estava bom mas queria sentir o seu pau dentro da minha cona, disse-lhe para foder a minha coninha, na mesma posição senti o pau bem até ao fundo, por trás eu tinha a cabeça virada para o lado e ele  beijava a minha boca, continuou assim fortemente… enquanto lhe dizia "come a minha coninha toda, e enche-a de leitinho" o pau molhado a entrar e a sair na minha cona molhada, começou a dar mais forte, juntou palmadas nas nádegas, muito intenso… em poucos segundos soltamos um gemido prolongado, o leite dele entrou dentro de mim e eu fiquei deliciada com tudo o que senti.


                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Aqueles preliminares aumentaram muito o desejo e a excitação que já tínhamos após o tirar das fotos, naquele estúdio foi revelado todo o prazer que pode provocar o sexo casual…  


sexta-feira, 5 de março de 2021

Olga

O dia estava soalheiro, o fim de semana quase a chegar e sentia o peito apertado, com saudade, de uma pessoa que já não via há bastante tempo - a minha namorada.

A Olga era hospedeira numa companhia aérea. Iniciou funções pouco tempo depois de iniciarmos o nosso namoro, a nossa relação fazia em breve três anos. 

A Olga tinha 32 anos, o trabalho não permitia vir com frequência ao seu país, e quando vinha era de fugida para ver a família e estar comigo. Por vezes passavam duas semanas sem sentirmos o nosso cheiro e toque. 

Nos meus 28 anos de vida, nunca senti tanto desejo de estar com alguém como a Olga, sabia que ainda faltava uma semana para tal acontecer, íamos passar um fim de semana juntos, que iria voar muito rápido, tinha de ser bem aproveitado.


Enquanto não chegava o dia do reencontro o meu trabalho ocupava-me durante o dia e, às vezes, à noite, em casa. Era engenheiro informático numa empresa multinacional.

O nosso tempo de namoro foi sempre muito fugaz, estávamos juntos espaçadamente, mas quando chegava o dia da nossa união, era tudo muito mais intenso.


Entretanto, chegou finalmente o dia de ir buscar a Olga ao aeroporto. Esperei-a na porta de desembarque, o coração bateu mais rápido, os meus olhos ficaram humedecidos quando a avistei, o seu sorriso irradiava felicidade, os nossos corpos colaram num abraço prolongado, a sua presença tornou-me mais leve. 

A Olga tinha o cabelo aos cachos loiro, olhos claros, esguia, uma mulher bem sensual… era também uma mulher lutadora, sempre atrás dos seus sonhos, rebelde, determinada nas decisões que tomava.

Levei-a a casa da sua família, ela ia estar com eles até meio da tarde, depois estávamos juntos até domingo, voltava ao trabalho na segunda-feira após o almoço.


Preparei uma surpresa.


Fomos de carro até um local relativamente perto, não queríamos uma viagem longa para não cansar, o destino foi uma casa de turismo rural, um sítio sossegado, para relaxarmos e carregarmos energias.

Ao fim da tarde, fizemos uma massagem de casal, os dois nas marquesas, lado a lado, a descontrair com o toque da massagem, com a luz das velas, o som relaxante, e o cheiro acalmava… um momento que nos fez sentir em paz.

Subimos ao quarto, tomámos um banho e fomos jantar no pátio da casa. Um local muito romântico com vista para a piscina, a minha mão agarrou a sua mão, disse que a amava, ela disse que também me amava. A mesa estava cheia de entradas, a seguir veio o prato principal que era do nosso agrado, sangria a acompanhar e uma sobremesa caseira divinal. 

Tudo corria de feição, falámos durante o jantar sobre variadas coisas, e após o jantar fomos para a varanda do quarto, sentados nas cadeiras, a observar a noite estrelada, ficámos abraçados, a saborear os beijos, a escutar as cigarras. 


O desejo estava a ser mais forte do que nós, tínhamos de ser consumidos pelo amor. Os nossos beijos eram ardentes, passava a língua pelos lábios da Olga, ela mordia os meus lábios, a luz do quarto era suave, os olhos da Olga brilhavam como as estrelas, tirámos a roupa, a Olga estava provocante com umas ligas, fiquei com o corpo nu, em cima da cama deitada de barriga para baixo, disse-me que era toda minha. Apoiado por cima do seu corpo, beijei o seu pescoço, dei umas trincas nas costas, desci e mordi-lhe as nádegas, a minha língua passou pelo rego do seu rabo, deslizou até à sua vagina, empinou o rabo, a minha língua aumentou o movimento e sentia a baba pastosa que libertava da vagina, ao mesmo tempo metia só a pontinha do dedo dentro do seu cuzinho… gemia baixinho.

Deitei-me ao seu lado, veio para cima de mim, passou as unhas no meu peito, colocou um dedo da mão na minha boca, chupei-o, beijou-me o pescoço, a sua língua passou pelos meus mamilos, no umbigo fez movimentos circulares, sentia um arrepio, cortava a respiração, a língua passava ao longo do meu pénis, mordiscava a glande, lambia os testículos, eu suspirava, meteu o pau na boca, chupou-o com carinho, abocanhou mesmo até ao fundo até quase se engasgar, eu delirava com o seu broche… disse que queria sentir o meu pau bem dentro de si, em cima de mim agarrou o meu pénis e encaixou-o à entrada da vagina e desceu até ficar o meu pau todo dentro de si… balanceava, os seus movimentos eram prazerosos, saiu daquela posição, ficou de quatro, e pediu para enterrá-la… enquanto a fodia, chamava-a de putinha, gostava e aumentava o gemido, e quis mais rápido, dizia-me para foder a sua putinha, estávamos os dois em êxtase… o orgasmo foi em simultâneo… forte, intenso e gostoso. 

No dia seguinte, o brunch apetitoso estava à nossa espera, recuperámos energia. Durante a tarde, apanhámos sol, estivemos só os dois na piscina, mergulhámos, nadámos e antes de sairmos da piscina, demos uma rapidinha, a Olga encostada à parede da piscina, empinou ligeiramente o rabo e por trás meti a verga dentro da sua ratinha, foi algo rápido… mas muito bom.


                                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O tempo evaporou, mas enquanto foi tempo, deu tempo para sentirmos um amor infinito, era uma paixão tórrida que nos atraiu para sempre.



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Rogério

Tinha acordado com uma vontade imensa de fazer sexo, a minha coninha estava húmida talvez do sonho que tinha acabado de ter… saí cedo para o trabalho, dentro do transporte público estava muita confusão, com o balançar do parar e arrancar, um rapaz com cerca de 18 anos foi contra mim e pediu desculpa, até aquele contato me fez pensar em sexo… 


Tinha 28 anos, trabalhava no escritório de uma empresa ligada à venda de peças de automóveis, no meu espaço estava sozinha e o gabinete do lado era ocupado pelo Rogério, era vendedor na empresa, um rapaz de 26 anos, pele morena, usava barba, tinha um sorriso de se cair na tentação de dar um beijo. Tínhamos bastante confiança os dois, já nos conhecíamos há 4 anos, ele sabia engatar, seduzir mas nunca tinha caído nas suas insinuações.


Mas naquele dia, sentia-me com a libido em alta, pronta para me envolver num canto qualquer, estava acesa, quente, a explodir de desejo… e sabia que se desse a entender o meu estado ao Rogério, ele ia apagar-me o fogo, aliás estava sempre mortinho para o fazer.


Durante a manhã entrou várias vezes no meu gabinete, o seu sorriso safado ainda mexia mais comigo, pediu-me para tirar umas cópias na impressora, empinei o rabo para ele, estava a seduzi-lo, ele como não deixava nada por dizer, disse para eu não o provocar porque ainda não sabia do que era capaz… 


A provocação existiu de parte a parte, a hora do almoço estava a chegar, tínhamos uma hora e meia de pausa, perguntei-lhe:

- Onde vais almoçar?

- Hoje vou um bocado mais tarde, tenho de ir à cave separar umas peças para depois do almoço levar a um cliente. Mas almoço aqui ao lado... Queres almoçar comigo é?

- Sim… mas se quiseres posso acompanhar-te até à cave e ajudar-te…

- Pode ser, assim é mais rápido.


Descemos pelas escadas, havia poucos trabalhadores na fábrica porque era a hora do almoço, descemos mais um patamar de escadas até chegarmos à cave… entrámos, estava escuro, só um raio de sol entrava por um postigo, esse raio iluminou o sorriso do Rogério… aquele espaço era propício para o que tinha vontade de fazer, agarrei-me às golas da sua camisola, encostei-o à parede, e beijei-o intensamente, no intervalo do beijo o Rogério diz-me que assim o melhor almoço era comer-me… disse-lhe que queria ser bem comida por ele…


Despimo-nos… sentou-me em cima de uma mesa, havia pouca luz, fiquei com os antebraços apoiados e inclinei-me para trás, a língua do Rogério explorava a minha vulva, chupava o meu clitóris, os gemidos saíam espontaneamente da minha boca, estava descontrolada, queria sentir o pau do Rogério na minha boca, saí daquela posição e com ele encostado à mesa, mamei o seu pau, a minha boca ficava bem lambuzada… a seguir o Rogério apalpava as minhas mamas, um pouco maiores que o normal, consolava-se a mexer nos bicos, e a minha mão tocava no seu pénis ao mesmo tempo… de pé apoiei o meu pé cima de um banco, agarrei-me à mesa, e por trás a verga do Rogério fodia a minha coninha… por vezes tapava a boca para não ouvirem os meus gemidos, continuou assim… chamava-me putinha boa, eu delirava com o seu jeito de foder e as suas palavras ainda me deixavam mais excitada… até que… aconteceu o que não estava à espera, no meio da adrenalina, o prazer era tanto que além do orgasmo que tive, soltei um esguicho de urina… foi soberbo!

O Rogério não contava com o que se passou, mas sentiu-se o rei da foda, abocanhei o seu pau e foi até sentir o seu esperma todo dentro da minha boca.

                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O meu desejo sexual teve de ser concretizado a meio do dia, estava mesmo com vontade de ser comida, não contava que fosse naquele local escuro e tão intenso, o Rogério proporcionou-me uma sensação única que não estava à espera. 



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Iolanda

Como homem sempre fui uma pessoa isolada e introvertida, nunca tive muitos amigos, fechava-me em mim próprio, o que fosse novo ou fora da rotina deixava-me descontrolado.

A minha personalidade não me permitia conhecer pessoas novas e embarcar numa relação.


Por vezes ficava confuso se tinha interesse só por homens, mulheres ou por ambos. Era completamente inseguro na minha sexualidade, a minha ingenuidade e falta de experiência em sexo, fazia-me sentir impotente para envolver-me com alguém, continuava virgem.


Desde muito cedo via os meus amigos a namorar na escola, e eu andava sempre sozinho, seria eu diferente deles? O que iria mudar? Quando teria uma relação? As dúvidas eram muitas e ficava bloqueado quando tinha a oportunidade para avançar… 


No tempo do liceu, tive algumas aproximações de amigas com o intuito de namorar comigo, mas nunca tive atração por elas, tinha de me afastar, às vezes até fugir nos intervalos das aulas, não era aquilo que eu queria.

 

Uma vez tive muito perto de dar um beijo na boca de uma amiga, dávamo-nos bem, houve uma aproximação, uma dedicatória dela no meu livro de Português, tudo fazia prever que ia acontecer algo entre nós, numa folga que tivemos no liceu, estávamos só os dois a conversar numa bancada junto ao campo de futebol, o olhar de ambos prendeu-se nos nossos rostos, ela lambeu os lábios e na hora de eu poder investir para o beijo ou ela, nada aconteceu... marcou-me e fiquei frustrado por nada se ter passado, ainda mais sabendo que passados uns tempos soube que ela tinha iniciado um namoro com um rapaz que eu conhecia.


O tempo foi passando, tinha 25 anos e entre amigos resolvemos festejar uma despedida de solteiro numa casa de alterne, era a primeira vez que ia entrar num espaço assim. Estava ansioso e com receio de não estar preparado para o que ia ver…

Sentámo-nos num sofá, bebemos umas cervejas e veio para a minha beira uma mulher chamada Cila, apresentou-se e fez-me perguntas, não conseguia acreditar que eu ainda era virgem, era uma mulher jeitosa, trintona, cabelo solto, tatuagem no braço… entretanto a música mudou de tom, ficou mais calma, as luzes diminuíram, houve um vapor de fumo, e aconteceu um strip… ver aquela mulher a dançar e a maneira como lidava com o varão, deixou-me com tesão, fiquei molhado… sentia um apetite fora do normal de fazer sexo… passado algum tempo, após sair da minha beira a trintona, veio outra mulher para junto de mim, chamava-se Iolanda, tinha 27 anos, coxa bem à mostra, o seu corpo atraía, piercing na língua, cabelo escuro e comprido… a nossa conversa prolongou-se por algum tempo… até perguntar-me:

- Sobes comigo até ao quarto?

Pergunta muito tentadora, acho que só assim podia ter um envolvimento, corado e gago perguntei:

-Teria de ser muito especial... é a minha primeira vez…

-Quero dar-te todo o prazer, vais adorar.

Sem ter a certeza se ia ceder para subir ao quarto, a Iolanda agarrou a minha mão e disse:

- Vamos?

Não resisti… disse sim.


Subimos de mão dada… sensação estranha… nunca me tinha acontecido, ia ser tudo novo…

Já no quarto fiquei deitado, não quis que houvesse troca de beijos, a Iolanda colocou-me um preservativo no meu pénis, chupava enquanto metia a proteção, o meu pau ficou mais duro, continuou a chupar… por cima do preservativo… inclinei a cabeça para trás, estava a ser bom demais… embora não me sentisse totalmente à vontade, apalpei os seus seios, eram duros e os bicos grandes… fui para cima da Iolanda, tentei acertar no buraco da sua cona e penetrei-a… estava bem quentinho e tinha humidade dentro dela… insisti no balanço do meu corpo por cima, enquanto agarrava e apalpava as suas mamas… parei um pouco porque estava quase a vir-me… a seguir a Iolanda veio para cima do meu corpo, agarrou nas minhas mãos e cavalgou em cima do meu pau, o ritmo estava tão bom, não aguentei mais tempo… tinha chegado ao orgasmo… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Não era assim que queria que fosse a minha primeira vez, mas dado à minha forma de ser, foi assim que se proporcionou… não foi tempo perdido… mais tarde, a Iolanda deixou a prostituição e passou a ser a minha namorada. 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Ruben

Tinha 21 anos e frequentava uma formação de cabeleireiro, não namorava e achava que ia ser difícil encontrar quem gostaria de ter como namorada. Era muito exigente, e pelo que via ao meu redor tinha dificuldade em identificar-me com alguma rapariga da minha idade. Valorizava muito a maturidade, o carinho, a sinceridade e não gostava de raparigas cheias de vaidade e fúteis…


Como tal permanecia sozinho, sem qualquer relação… havia dias que me sentia carente, com vontade de sentir um envolvimento, mas só queria ter esse contato com a pessoa certa.

Achei que a formação que estava a ter, ia ajudar-me a conhecer pessoas novas e que pudesse aparecer alguma rapariga que eu gostasse, mas não aconteceu. 


A única pessoa que me deixava com batimentos acelerados no coração era a formadora, uma trintona, casada, o seu cabelo era cheio de madeixas, todo encaracolado, o rosto era esbranquiçado, tinha um piercing no nariz, o seu peito era grande e um pouco descaído, o rabo era um pouco grande e empinado, era mais baixa do que alta, mas o que me fazia sentir mais atração era o rosto safado, e a boca com os lábios cheios. 


Aquela sua imagem estava sempre presente na minha cabeça. Adorava as aulas práticas, quando se aproximava de mim e me explicava como eu devia fazer, corrigia-me e às vezes encostava o seu corpo ao meu a explicar-me… por vezes usava um sutiã que levantava as mamas e o seu decote fazia-se sobressair e o seu peito quase saltava da blusa.


Um dia foi dar a formação de calças de cinta baixa, deixou cair uma tesoura ao chão perto de mim, aninhou-se e por trás vi o fio dental a desaparecer no seu rego… andava com as minhas hormonas aos saltos, e desejoso por dar uma foda.


Enquanto não acontecia, eram os meus pensamentos que faziam manobrar os meus instintos, era domingo à tarde, e os meus pais foram dar um passeio, estava sozinho em casa, fui ao tablet e entrei num site de vídeos pornográficos, vi um pouco de tudo, desde envolvimentos de casais com a minha idade, até casais mais velhos… vi mulheres a fazer broches em paus duros, homens a usar as línguas e a fazer minetes prazerosos, e eu cheio de tesão, com o meu pénis babado… 


O meu foco de pensamento além do que estava a ver, era imaginar a formadora a fazer aquilo tudo comigo… o desejo aumentou… já não aguentava com tanto tesão… fui até ao WC, sentei-me na tampa da sanita, agarrei o meu pau, inclinei as costas para trás e comecei a tocar uma punheta… fechei os olhos e vinha à minha cabeça a formadora, a mexer-lhe naqueles seios grandes, a apalpá-los… a dar um beijo naqueles lábios carnudos, a lamber a sua cona sem pelo, rapadinha… a lamber o seu clitóris… a chupar os bicos das suas mamas… ela a meter o meu pau todo dentro da sua boca, quase a engasgar e a engolir os bocados de esperma… e depois a fodê-la na sua cama, em variadas posições até atingir o orgasmo… todo aquele cenário… fez com que colocasse o meu pau virado para dentro da sanita, apertei-o mais com a mão, aumentei o ritmo da punheta, e soltei da minha boca um "ai que bom" o leitinho caía todo dentro da sanita… limpei com papel os restos de esperma que saíam da cabecinha e foi só descarregar o autoclismo… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A minha imaginação criou o cenário, o pensar na minha formadora ajudou, e na minha carência, usei a masturbação para chegar ao prazer… 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Beatriz

Conheci a Beatriz ainda éramos adolescentes, nunca fomos da mesma turma, mas passávamos os intervalos juntos, começámos a namorar eu tinha 18 anos e ela 17. Foi comigo que perdeu a virgindade, ambos fomos para a mesma faculdade, mas para cursos diferentes. 

Vivemos juntos muitas histórias, momentos inesquecíveis, sempre fomos um casal muito feliz, quisemos terminar os cursos, iniciar a vida profissional e a seguir casámos com 28 e 27 anos respetivamente.

A nossa lua-de-mel foi fantástica passada nas Maldivas, tudo irradiava felicidade, o amor que sentíamos um pelo outro era inigualável, fazia ultrapassar todos os limites, a nossa relação era o sinónimo de amar.


A Beatriz e eu parecíamos almas gémeas, os feitios muito semelhantes, ela era otimista, em qualquer adversidade ou problema, via uma solução, mulher segura de si, não virava a cara à luta, personalidade vincada e forte, mulher charmosa, nos defeitos era um pouco teimosa e orgulhosa.

Fisicamente, magrinha, cabelo claro e longo aos cachos, os olhos pareciam dois mundos, grandes e azuis, lembravam-me o mar. Era o meu amor.


Antes de casarmos, resolvemos tratar de sermos pais, ou seja a Beatriz casou sabendo que ia ser mãe. Estava no início da gravidez.

O tempo foi passando faltava pouco tempo para nascer a Cláudia, seria o nome da nossa filha, a barriga da Beatriz era linda, beijava muitas vezes a sua barriga. 

Num dia à tarde, era fim de semana, estávamos em casa, sentimos um desejo fora do comum, de unirmos os nossos corpos, de explorarmos o prazer.

A Beatriz estava deitada na cama de barriga para cima, beijei-a na boca, senti a sua língua, ao mesmo tempo apalpei-lhe os seios grandes, já com leite, a minha língua lambeu-lhe um bico, passei a mão na sua barriga, desci e passei os dedos no clitóris, o seu corpo baloiçava, meti-lhe os dedinhos dentro da vagina, suspirava e pediu para a beijar na boca, dei-lhe um beijo intenso, molhado e prolongado, a minha boca lambeu-lhe a vulva, ouvia os gemidos da Beatriz, a dizer " Não pares, que bom" continuei a meter os dedos e aumentei o ritmo da língua, lambi-lhe com intensidade e chupei-a… deu um gemido forte, a minha boca sentia o sémen dela, tirei de dentro da vagina os meus dedos molhados, estavam a pingar…

A seguir ficou de lado, por trás penetrei-a, o meu pénis deslizava na sua cona molhada, a Beatriz estava inundada de prazer, pouco depois atingi o orgasmo.


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest 


A Cláudia já tinha nascido, aliás já tinha 3 anos, continuávamos imensamente felizes, tudo corria de feição, até acontecer algo trágico… a Beatriz teve um acidente de viação, esteve entre a vida e a morte, caiu-me tudo em cima, a sensação de correr o risco de a perder, o sofrimento dela e o meu inerente, ter a Cláudia para cuidar, estava a ser tudo muito duro, a pior fase das nossas vidas.

A Beatriz saiu dos cuidados intensivos, começou a recuperar, mas tinha uma notícia que ninguém gostava de ouvir, ficou paraplégica, era irreversível, ia viver numa cadeira de rodas, e precisava de fisioterapia. As nossas vidas deram uma volta de 180 graus, a Beatriz não foi abaixo, manteve-se uma lutadora, era ela que me dava força para continuar… 


A nossa paixão era diária, continuávamos a fazer quase tudo o que fazíamos antes do acidente, apenas de forma diferente, era uma aprendizagem e a nossa filha não deixava de ser feliz… A Beatriz procurava ser o mais independente possível, por vezes até ficava chateada comigo porque queria ajudá-la demais… 


Um dia preparei-lhe uma surpresa. 


A nossa filha foi dormir a casa dos avós, ficámos sozinhos de sábado para domingo.

Fiz uma reserva num restaurante, pedi decoração romântica, com música ambiente, luz de velas, ficámos a sós num cantinho, a meio da refeição vieram entregar um ramo de rosas amarelas, a Beatriz adorava, e no final do jantar, acompanhado da viola que me entregaram, cantei-lhe uma das suas músicas preferidas, após ter cantado, sorrimos e não conseguimos conter a emoção… o jantar continuou, a sobremesa do nosso gosto, conversámos muito e antes de sairmos do restaurante, estava um quadro pousado num móvel à saída para a Beatriz, no quadro estava uma foto com ela, eu e a nossa filha, com uma mensagem que dizia: "Estaremos sempre a teu lado, Amamos-te".


A seguir voltámos para casa, peguei na Beatriz ao colo, deitei-a em cima da cama, acendi uma vela aromatizada, liguei a aparelhagem com músicas que nos marcaram ao longo do tempo, meia luz no quarto… por cima da Beatriz iniciamos um beijo apaixonado, a minha língua percorreu desde o seu pescoço, passou pelo meio das suas mamas, desceu até ao umbigo, e fez-lhe um minete com a minha língua muito ativa, deliciou-se. Depois, com a cabeça da Beatriz apoiada na almofada, o meu pénis foi até à sua boca, chupou-o, esteve na bochecha dela, fez um grande broche.

O tesão era transbordado por nós… enfiei-lhe o pau na vagina húmida, apalpei-lhe as mamas, estávamos unidos pelos nossos corpos, a Beatriz pediu-me para aumentar o ritmo, quase sem respirar, corpos suados e colados, o nosso orgasmo foi em simultâneo. 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Uma infelicidade na vida, não pode alterar os nossos sonhos, muito menos o amor que sentimos por quem amamos, o caminho nunca chegará ao fim, assim como a felicidade.







sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Zaki

A minha tendência sexual sempre foi envolver-me com homens de cor, procurava homens maduros e negros, o seu cheiro, o tamanho do pénis, o sotaque… deixavam-me excitada e a ferver para explodir num bom orgasmo.

Tinha 29 anos, e trabalhava num armazém de bebidas, a exportação era o ponto forte da empresa. Com o volume de vendas a aumentar, o chefe decidiu contratar mais um funcionário. Chamava-se Zaki, tinha 39 anos, um homem negro, cabelo rapado, corpo forte, o seu sorriso irradiava, o contraste do branco dos dentes com o tom da sua pele. O seu trabalho era a meu lado, era eu que o orientava, notava que era um pouco inseguro, tinha medo de errar, procurei transmitir-lhe tranquilidade e mostrar-lhe que ia ajudá-lo a melhorar a sua performance no trabalho. 


O tempo foi passando e a nossa ligação tornava-se mais forte, as conversas eram duradouras, fiquei a saber que o Zaki morava sozinho num quarto, não tinha família junto a ele, mesmo sendo um homem solitário, interagia bastante com os colegas de trabalho, tinha sentido de humor, e também sabia ser safado, o que me deixava tentada a experimentar um envolvimento com ele.


O meu corpo estava sempre quente, desejosa por algo mais, a minha carência era permanente, não podia estar muito tempo sem sexo, adorava experimentar corpos variados, experiências novas, pénis grandes e grossos… a minha coninha babava muitas vezes sozinha.


Fiz anos e o Zaki sabia. Levou-me um bolo para o trabalho, gostei da surpresa. E junto deixou um bilhete que dizia: " Obrigado por tudo o que tens feito por mim, és a minha companhia, és a amiga que posso contar, mais doce que o bolo, só mesmo tu!!" Aquele bilhete aguçou-me ainda mais o apetite de entregar-me a ele de forma ardente.


No dia seguinte durante a manhã, sentia o Zaki mais safado, as suas palavras provocavam, queria o mesmo que eu, mas nunca lhe dei a entender nada… na hora de almoço ficámos sozinhos no armazém, era preciso fazer uma encomenda que acabou por demorar menos tempo do que estávamos à espera. 


O Zaki passou a sua mão grossa no meu rosto branco, fechei os olhos… fiquei calada… a seguir senti o seu abraço, aqueceu-me a alma, os meus braços também abraçaram o seu corpo… mantivemos o silêncio… o nosso desejo pedia mais… a minha mão desabotoou o botão das suas calças, correu o fecho, e sentia o seu pénis grande e grosso na minha mão, mesmo como eu adoro, ao mesmo tempo o Zaki puxou a minha blusa para cima e apalpou as minhas mamas quentes e duras, eram grandes, mas as suas mãos cobriam-nas bem… 

O nosso beijo molhado, e o toque das mãos nos nossos corpos faziam aumentar o tesão, quis sentir o seu pau dentro da minha boca, chupei-o… estava bem húmido, não conseguia metê-lo todo dentro da boca por ser grande, até me engasgava e depois cuspia os fluidos de esperma para cima da cabecinha do pénis. O Zaki ficava em pé encostado a uma palete de bebidas, enquanto o meu broche o deixava a delirar de prazer.


A seguir com a sua força de braços e pernas, agarrou no meu corpo e de pé virou a minha cabeça para baixo, fiquei a chupar o seu pénis e ao mesmo tempo a minha coninha estava junto à sua boca e a ser lambida, que sensação… 

Após uns minutos, agarrada ao seu pescoço, o meu corpo desceu e fui penetrada no seu colo, as minhas mamas saltavam, sentia-me segura e cheia de prazer… logo a seguir, fiquei inclinada por cima de uma palete, por trás o Zaki penetrou-me… sentir a grossura do seu pénis dentro de mim era muito prazeroso, aumentou mais o ritmo, deu-me umas palmadas fortes nas nádegas, estava muito excitada, continuou a foder com intensidade… dei um grito agudo… que orgasmo maravilhoso… o Zaki tirou o seu pénis dentro de mim, agarrado ao pénis, tocou uma punheta e espalhou o seu leite para cima das minhas mamas, acabei a lamber o seu pénis e a engolir os restos de esperma. 

                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Um armazém muito grande, silencioso e um espaço muito pequeno ocupado por nós, bem aproveitado, com adrenalina, excitação e sentindo com uma grande dose de prazer. Foram fodas repetidas em vários locais, o Zaki foi o meu amante durante muitos anos.