Conheci a Beatriz ainda éramos adolescentes, nunca fomos da mesma turma, mas passávamos os intervalos juntos, começámos a namorar eu tinha 18 anos e ela 17. Foi comigo que perdeu a virgindade, ambos fomos para a mesma faculdade, mas para cursos diferentes.
Vivemos juntos muitas histórias, momentos inesquecíveis, sempre fomos um casal muito feliz, quisemos terminar os cursos, iniciar a vida profissional e a seguir casámos com 28 e 27 anos respetivamente.
A nossa lua-de-mel foi fantástica passada nas Maldivas, tudo irradiava felicidade, o amor que sentíamos um pelo outro era inigualável, fazia ultrapassar todos os limites, a nossa relação era o sinónimo de amar.
A Beatriz e eu parecíamos almas gémeas, os feitios muito semelhantes, ela era otimista, em qualquer adversidade ou problema, via uma solução, mulher segura de si, não virava a cara à luta, personalidade vincada e forte, mulher charmosa, nos defeitos era um pouco teimosa e orgulhosa.
Fisicamente, magrinha, cabelo claro e longo aos cachos, os olhos pareciam dois mundos, grandes e azuis, lembravam-me o mar. Era o meu amor.
Antes de casarmos, resolvemos tratar de sermos pais, ou seja a Beatriz casou sabendo que ia ser mãe. Estava no início da gravidez.
O tempo foi passando faltava pouco tempo para nascer a Cláudia, seria o nome da nossa filha, a barriga da Beatriz era linda, beijava muitas vezes a sua barriga.
Num dia à tarde, era fim de semana, estávamos em casa, sentimos um desejo fora do comum, de unirmos os nossos corpos, de explorarmos o prazer.
A Beatriz estava deitada na cama de barriga para cima, beijei-a na boca, senti a sua língua, ao mesmo tempo apalpei-lhe os seios grandes, já com leite, a minha língua lambeu-lhe um bico, passei a mão na sua barriga, desci e passei os dedos no clitóris, o seu corpo baloiçava, meti-lhe os dedinhos dentro da vagina, suspirava e pediu para a beijar na boca, dei-lhe um beijo intenso, molhado e prolongado, a minha boca lambeu-lhe a vulva, ouvia os gemidos da Beatriz, a dizer " Não pares, que bom" continuei a meter os dedos e aumentei o ritmo da língua, lambi-lhe com intensidade e chupei-a… deu um gemido forte, a minha boca sentia o sémen dela, tirei de dentro da vagina os meus dedos molhados, estavam a pingar…
A seguir ficou de lado, por trás penetrei-a, o meu pénis deslizava na sua cona molhada, a Beatriz estava inundada de prazer, pouco depois atingi o orgasmo.
A Cláudia já tinha nascido, aliás já tinha 3 anos, continuávamos imensamente felizes, tudo corria de feição, até acontecer algo trágico… a Beatriz teve um acidente de viação, esteve entre a vida e a morte, caiu-me tudo em cima, a sensação de correr o risco de a perder, o sofrimento dela e o meu inerente, ter a Cláudia para cuidar, estava a ser tudo muito duro, a pior fase das nossas vidas.
A Beatriz saiu dos cuidados intensivos, começou a recuperar, mas tinha uma notícia que ninguém gostava de ouvir, ficou paraplégica, era irreversível, ia viver numa cadeira de rodas, e precisava de fisioterapia. As nossas vidas deram uma volta de 180 graus, a Beatriz não foi abaixo, manteve-se uma lutadora, era ela que me dava força para continuar…
A nossa paixão era diária, continuávamos a fazer quase tudo o que fazíamos antes do acidente, apenas de forma diferente, era uma aprendizagem e a nossa filha não deixava de ser feliz… A Beatriz procurava ser o mais independente possível, por vezes até ficava chateada comigo porque queria ajudá-la demais…
Um dia preparei-lhe uma surpresa.
A nossa filha foi dormir a casa dos avós, ficámos sozinhos de sábado para domingo.
Fiz uma reserva num restaurante, pedi decoração romântica, com música ambiente, luz de velas, ficámos a sós num cantinho, a meio da refeição vieram entregar um ramo de rosas amarelas, a Beatriz adorava, e no final do jantar, acompanhado da viola que me entregaram, cantei-lhe uma das suas músicas preferidas, após ter cantado, sorrimos e não conseguimos conter a emoção… o jantar continuou, a sobremesa do nosso gosto, conversámos muito e antes de sairmos do restaurante, estava um quadro pousado num móvel à saída para a Beatriz, no quadro estava uma foto com ela, eu e a nossa filha, com uma mensagem que dizia: "Estaremos sempre a teu lado, Amamos-te".
A seguir voltámos para casa, peguei na Beatriz ao colo, deitei-a em cima da cama, acendi uma vela aromatizada, liguei a aparelhagem com músicas que nos marcaram ao longo do tempo, meia luz no quarto… por cima da Beatriz iniciamos um beijo apaixonado, a minha língua percorreu desde o seu pescoço, passou pelo meio das suas mamas, desceu até ao umbigo, e fez-lhe um minete com a minha língua muito ativa, deliciou-se. Depois, com a cabeça da Beatriz apoiada na almofada, o meu pénis foi até à sua boca, chupou-o, esteve na bochecha dela, fez um grande broche.
O tesão era transbordado por nós… enfiei-lhe o pau na vagina húmida, apalpei-lhe as mamas, estávamos unidos pelos nossos corpos, a Beatriz pediu-me para aumentar o ritmo, quase sem respirar, corpos suados e colados, o nosso orgasmo foi em simultâneo.
Uma infelicidade na vida, não pode alterar os nossos sonhos, muito menos o amor que sentimos por quem amamos, o caminho nunca chegará ao fim, assim como a felicidade.


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