sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Ruben

Tinha 21 anos e frequentava uma formação de cabeleireiro, não namorava e achava que ia ser difícil encontrar quem gostaria de ter como namorada. Era muito exigente, e pelo que via ao meu redor tinha dificuldade em identificar-me com alguma rapariga da minha idade. Valorizava muito a maturidade, o carinho, a sinceridade e não gostava de raparigas cheias de vaidade e fúteis…


Como tal permanecia sozinho, sem qualquer relação… havia dias que me sentia carente, com vontade de sentir um envolvimento, mas só queria ter esse contato com a pessoa certa.

Achei que a formação que estava a ter, ia ajudar-me a conhecer pessoas novas e que pudesse aparecer alguma rapariga que eu gostasse, mas não aconteceu. 


A única pessoa que me deixava com batimentos acelerados no coração era a formadora, uma trintona, casada, o seu cabelo era cheio de madeixas, todo encaracolado, o rosto era esbranquiçado, tinha um piercing no nariz, o seu peito era grande e um pouco descaído, o rabo era um pouco grande e empinado, era mais baixa do que alta, mas o que me fazia sentir mais atração era o rosto safado, e a boca com os lábios cheios. 


Aquela sua imagem estava sempre presente na minha cabeça. Adorava as aulas práticas, quando se aproximava de mim e me explicava como eu devia fazer, corrigia-me e às vezes encostava o seu corpo ao meu a explicar-me… por vezes usava um sutiã que levantava as mamas e o seu decote fazia-se sobressair e o seu peito quase saltava da blusa.


Um dia foi dar a formação de calças de cinta baixa, deixou cair uma tesoura ao chão perto de mim, aninhou-se e por trás vi o fio dental a desaparecer no seu rego… andava com as minhas hormonas aos saltos, e desejoso por dar uma foda.


Enquanto não acontecia, eram os meus pensamentos que faziam manobrar os meus instintos, era domingo à tarde, e os meus pais foram dar um passeio, estava sozinho em casa, fui ao tablet e entrei num site de vídeos pornográficos, vi um pouco de tudo, desde envolvimentos de casais com a minha idade, até casais mais velhos… vi mulheres a fazer broches em paus duros, homens a usar as línguas e a fazer minetes prazerosos, e eu cheio de tesão, com o meu pénis babado… 


O meu foco de pensamento além do que estava a ver, era imaginar a formadora a fazer aquilo tudo comigo… o desejo aumentou… já não aguentava com tanto tesão… fui até ao WC, sentei-me na tampa da sanita, agarrei o meu pau, inclinei as costas para trás e comecei a tocar uma punheta… fechei os olhos e vinha à minha cabeça a formadora, a mexer-lhe naqueles seios grandes, a apalpá-los… a dar um beijo naqueles lábios carnudos, a lamber a sua cona sem pelo, rapadinha… a lamber o seu clitóris… a chupar os bicos das suas mamas… ela a meter o meu pau todo dentro da sua boca, quase a engasgar e a engolir os bocados de esperma… e depois a fodê-la na sua cama, em variadas posições até atingir o orgasmo… todo aquele cenário… fez com que colocasse o meu pau virado para dentro da sanita, apertei-o mais com a mão, aumentei o ritmo da punheta, e soltei da minha boca um "ai que bom" o leitinho caía todo dentro da sanita… limpei com papel os restos de esperma que saíam da cabecinha e foi só descarregar o autoclismo… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A minha imaginação criou o cenário, o pensar na minha formadora ajudou, e na minha carência, usei a masturbação para chegar ao prazer… 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Beatriz

Conheci a Beatriz ainda éramos adolescentes, nunca fomos da mesma turma, mas passávamos os intervalos juntos, começámos a namorar eu tinha 18 anos e ela 17. Foi comigo que perdeu a virgindade, ambos fomos para a mesma faculdade, mas para cursos diferentes. 

Vivemos juntos muitas histórias, momentos inesquecíveis, sempre fomos um casal muito feliz, quisemos terminar os cursos, iniciar a vida profissional e a seguir casámos com 28 e 27 anos respetivamente.

A nossa lua-de-mel foi fantástica passada nas Maldivas, tudo irradiava felicidade, o amor que sentíamos um pelo outro era inigualável, fazia ultrapassar todos os limites, a nossa relação era o sinónimo de amar.


A Beatriz e eu parecíamos almas gémeas, os feitios muito semelhantes, ela era otimista, em qualquer adversidade ou problema, via uma solução, mulher segura de si, não virava a cara à luta, personalidade vincada e forte, mulher charmosa, nos defeitos era um pouco teimosa e orgulhosa.

Fisicamente, magrinha, cabelo claro e longo aos cachos, os olhos pareciam dois mundos, grandes e azuis, lembravam-me o mar. Era o meu amor.


Antes de casarmos, resolvemos tratar de sermos pais, ou seja a Beatriz casou sabendo que ia ser mãe. Estava no início da gravidez.

O tempo foi passando faltava pouco tempo para nascer a Cláudia, seria o nome da nossa filha, a barriga da Beatriz era linda, beijava muitas vezes a sua barriga. 

Num dia à tarde, era fim de semana, estávamos em casa, sentimos um desejo fora do comum, de unirmos os nossos corpos, de explorarmos o prazer.

A Beatriz estava deitada na cama de barriga para cima, beijei-a na boca, senti a sua língua, ao mesmo tempo apalpei-lhe os seios grandes, já com leite, a minha língua lambeu-lhe um bico, passei a mão na sua barriga, desci e passei os dedos no clitóris, o seu corpo baloiçava, meti-lhe os dedinhos dentro da vagina, suspirava e pediu para a beijar na boca, dei-lhe um beijo intenso, molhado e prolongado, a minha boca lambeu-lhe a vulva, ouvia os gemidos da Beatriz, a dizer " Não pares, que bom" continuei a meter os dedos e aumentei o ritmo da língua, lambi-lhe com intensidade e chupei-a… deu um gemido forte, a minha boca sentia o sémen dela, tirei de dentro da vagina os meus dedos molhados, estavam a pingar…

A seguir ficou de lado, por trás penetrei-a, o meu pénis deslizava na sua cona molhada, a Beatriz estava inundada de prazer, pouco depois atingi o orgasmo.


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest 


A Cláudia já tinha nascido, aliás já tinha 3 anos, continuávamos imensamente felizes, tudo corria de feição, até acontecer algo trágico… a Beatriz teve um acidente de viação, esteve entre a vida e a morte, caiu-me tudo em cima, a sensação de correr o risco de a perder, o sofrimento dela e o meu inerente, ter a Cláudia para cuidar, estava a ser tudo muito duro, a pior fase das nossas vidas.

A Beatriz saiu dos cuidados intensivos, começou a recuperar, mas tinha uma notícia que ninguém gostava de ouvir, ficou paraplégica, era irreversível, ia viver numa cadeira de rodas, e precisava de fisioterapia. As nossas vidas deram uma volta de 180 graus, a Beatriz não foi abaixo, manteve-se uma lutadora, era ela que me dava força para continuar… 


A nossa paixão era diária, continuávamos a fazer quase tudo o que fazíamos antes do acidente, apenas de forma diferente, era uma aprendizagem e a nossa filha não deixava de ser feliz… A Beatriz procurava ser o mais independente possível, por vezes até ficava chateada comigo porque queria ajudá-la demais… 


Um dia preparei-lhe uma surpresa. 


A nossa filha foi dormir a casa dos avós, ficámos sozinhos de sábado para domingo.

Fiz uma reserva num restaurante, pedi decoração romântica, com música ambiente, luz de velas, ficámos a sós num cantinho, a meio da refeição vieram entregar um ramo de rosas amarelas, a Beatriz adorava, e no final do jantar, acompanhado da viola que me entregaram, cantei-lhe uma das suas músicas preferidas, após ter cantado, sorrimos e não conseguimos conter a emoção… o jantar continuou, a sobremesa do nosso gosto, conversámos muito e antes de sairmos do restaurante, estava um quadro pousado num móvel à saída para a Beatriz, no quadro estava uma foto com ela, eu e a nossa filha, com uma mensagem que dizia: "Estaremos sempre a teu lado, Amamos-te".


A seguir voltámos para casa, peguei na Beatriz ao colo, deitei-a em cima da cama, acendi uma vela aromatizada, liguei a aparelhagem com músicas que nos marcaram ao longo do tempo, meia luz no quarto… por cima da Beatriz iniciamos um beijo apaixonado, a minha língua percorreu desde o seu pescoço, passou pelo meio das suas mamas, desceu até ao umbigo, e fez-lhe um minete com a minha língua muito ativa, deliciou-se. Depois, com a cabeça da Beatriz apoiada na almofada, o meu pénis foi até à sua boca, chupou-o, esteve na bochecha dela, fez um grande broche.

O tesão era transbordado por nós… enfiei-lhe o pau na vagina húmida, apalpei-lhe as mamas, estávamos unidos pelos nossos corpos, a Beatriz pediu-me para aumentar o ritmo, quase sem respirar, corpos suados e colados, o nosso orgasmo foi em simultâneo. 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Uma infelicidade na vida, não pode alterar os nossos sonhos, muito menos o amor que sentimos por quem amamos, o caminho nunca chegará ao fim, assim como a felicidade.







sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Zaki

A minha tendência sexual sempre foi envolver-me com homens de cor, procurava homens maduros e negros, o seu cheiro, o tamanho do pénis, o sotaque… deixavam-me excitada e a ferver para explodir num bom orgasmo.

Tinha 29 anos, e trabalhava num armazém de bebidas, a exportação era o ponto forte da empresa. Com o volume de vendas a aumentar, o chefe decidiu contratar mais um funcionário. Chamava-se Zaki, tinha 39 anos, um homem negro, cabelo rapado, corpo forte, o seu sorriso irradiava, o contraste do branco dos dentes com o tom da sua pele. O seu trabalho era a meu lado, era eu que o orientava, notava que era um pouco inseguro, tinha medo de errar, procurei transmitir-lhe tranquilidade e mostrar-lhe que ia ajudá-lo a melhorar a sua performance no trabalho. 


O tempo foi passando e a nossa ligação tornava-se mais forte, as conversas eram duradouras, fiquei a saber que o Zaki morava sozinho num quarto, não tinha família junto a ele, mesmo sendo um homem solitário, interagia bastante com os colegas de trabalho, tinha sentido de humor, e também sabia ser safado, o que me deixava tentada a experimentar um envolvimento com ele.


O meu corpo estava sempre quente, desejosa por algo mais, a minha carência era permanente, não podia estar muito tempo sem sexo, adorava experimentar corpos variados, experiências novas, pénis grandes e grossos… a minha coninha babava muitas vezes sozinha.


Fiz anos e o Zaki sabia. Levou-me um bolo para o trabalho, gostei da surpresa. E junto deixou um bilhete que dizia: " Obrigado por tudo o que tens feito por mim, és a minha companhia, és a amiga que posso contar, mais doce que o bolo, só mesmo tu!!" Aquele bilhete aguçou-me ainda mais o apetite de entregar-me a ele de forma ardente.


No dia seguinte durante a manhã, sentia o Zaki mais safado, as suas palavras provocavam, queria o mesmo que eu, mas nunca lhe dei a entender nada… na hora de almoço ficámos sozinhos no armazém, era preciso fazer uma encomenda que acabou por demorar menos tempo do que estávamos à espera. 


O Zaki passou a sua mão grossa no meu rosto branco, fechei os olhos… fiquei calada… a seguir senti o seu abraço, aqueceu-me a alma, os meus braços também abraçaram o seu corpo… mantivemos o silêncio… o nosso desejo pedia mais… a minha mão desabotoou o botão das suas calças, correu o fecho, e sentia o seu pénis grande e grosso na minha mão, mesmo como eu adoro, ao mesmo tempo o Zaki puxou a minha blusa para cima e apalpou as minhas mamas quentes e duras, eram grandes, mas as suas mãos cobriam-nas bem… 

O nosso beijo molhado, e o toque das mãos nos nossos corpos faziam aumentar o tesão, quis sentir o seu pau dentro da minha boca, chupei-o… estava bem húmido, não conseguia metê-lo todo dentro da boca por ser grande, até me engasgava e depois cuspia os fluidos de esperma para cima da cabecinha do pénis. O Zaki ficava em pé encostado a uma palete de bebidas, enquanto o meu broche o deixava a delirar de prazer.


A seguir com a sua força de braços e pernas, agarrou no meu corpo e de pé virou a minha cabeça para baixo, fiquei a chupar o seu pénis e ao mesmo tempo a minha coninha estava junto à sua boca e a ser lambida, que sensação… 

Após uns minutos, agarrada ao seu pescoço, o meu corpo desceu e fui penetrada no seu colo, as minhas mamas saltavam, sentia-me segura e cheia de prazer… logo a seguir, fiquei inclinada por cima de uma palete, por trás o Zaki penetrou-me… sentir a grossura do seu pénis dentro de mim era muito prazeroso, aumentou mais o ritmo, deu-me umas palmadas fortes nas nádegas, estava muito excitada, continuou a foder com intensidade… dei um grito agudo… que orgasmo maravilhoso… o Zaki tirou o seu pénis dentro de mim, agarrado ao pénis, tocou uma punheta e espalhou o seu leite para cima das minhas mamas, acabei a lamber o seu pénis e a engolir os restos de esperma. 

                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Um armazém muito grande, silencioso e um espaço muito pequeno ocupado por nós, bem aproveitado, com adrenalina, excitação e sentindo com uma grande dose de prazer. Foram fodas repetidas em vários locais, o Zaki foi o meu amante durante muitos anos.

 

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Marisa

Mantive uma relação de namoro durante cinco anos com a Marisa, sempre achei que era a mulher da minha vida, que íamos construir família e sermos felizes para sempre… mas isso não aconteceu, vários problemas de parte a parte, ausência de ambos por causa do trabalho, aliada à falta de paciência e tolerância proporcionou um desfecho inevitável.

Terminámos a relação, mas continuámos a ter contacto e a manter uma amizade. Nunca pensei que isso fosse acontecer, mas até parecia que depois do fim da relação dávamo-nos melhor do que em momentos de namoro.


Quando fiquei sem namorar, estava com 33 anos e a Marisa tinha 29, evitava pensar muito no que desencadeou o fim da relação, optei por viajar por países que sonhava conhecer, procurava estar ocupado, fazia desporto, saía com amigos, tinha de estar distraído, mas sempre que conversava com a Marisa, dava saudade, chegavam as memórias de tudo o que passámos juntos… e sentia vontade de voltar a existir um envolvimento… sabia que a Marisa estava livre como eu e nas conversas que tínhamos desviávamos do tema sexo, pensando e sentindo que se tivéssemos juntos ia rolar.


Já tinham passado 11 meses do fim da relação… numa saída à noite por coincidência encontrei a Marisa, estava acompanhada com um casal de primos e eu com um amigo, falámos durante algumas horas, sobre muitas coisas, mas sem tocar no assunto da separação… toda a conversa fez lembrar e reviver os momentos bons que vivemos, fiquei nostálgico… 


Durante a semana fomos falando via internet todos os dias… e como ambos tínhamos vontade de estar juntos, resolvemos combinar passar o fim de semana seguinte juntos, numa casa de montanha do meu tio que não estava ocupada… 


Era inverno… o frio imperava, as montanhas estavam cheias de neve… chegámos a casa e acendemos a lareira… ficámos enrolados numa manta, à espera que aquecesse o ambiente, a conversa era o nosso entretenimento, íamos ficar ali recolhidos durante um dia e meio, o tempo estava mesmo invernoso, não ia permitir sair de casa.


Durante o dia bebemos chá quente, contamos piadas, as nossas conversas eram profundas, criámos o filme da relação que tivemos, percebemos o que estava mal, o que podia ser melhorado, tudo foi fluído sem discussões, estávamos em paz. Preparámos os dois o jantar, e a casa já estava quentinha… fomos para o sofá, admirava o cabelo da Marisa, o seu corpo esbelto, abri uma garrafa de vinho tinto, deitei o vinho nos copos, fizemos um brinde à amizade e ao amor que continuávamos a sentir um pelo outro…


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O desejo do abraço e da proximidade dos nossos corpos era grande, agarrei a Marisa… e demos um beijo de língua com o gosto do vinho, acariciei o rosto dela, a sua mão passava pelo meu pescoço, os olhos da Marisa brilhavam, continuámos com o toque das nossas mãos no corpo de ambos… o tesão aumentou… e as nossas roupas caíram ao chão… com os corpos nus disse à Marisa:

- Saudades de ver e sentir o teu corpo.

- Nunca perdi o desejo por ti.

- Acho que… o que se passou entre nós foi uma pausa e não um stop.

- Também estou convencida disso.


A Marisa estava sentada no sofá, abriu as pernas… comecei a beijar a sua boca, desci pelo pescoço e fui lamber as suas mamas, a ponta da minha língua passava pelos seus mamilos, estava arrepiada e o seu corpo mexia-se… beijei a sua barriga e passava a língua dentro do seu umbigo, continuei a descer e a minha boca foi até às suas virilhas, o seu dedo passava no clitóris, a sua vulva tinha mel, os meus dedos entravam na sua coninha molhada, e ao mesmo tempo lambia o seu clitóris, os seus olhos fecharam e ouvia-se os gemidos misturados com o som da lenha a arder na lareira, que brasa! Os preliminares continuaram, a seguir sentei-me no sofá e a Marisa, percorreu a sua língua desde a minha orelha até ao meu pau… chupou-o intensamente…estava bem lambuzado… veio para cima de mim, comigo sentado, os seus movimentos eram bem fortes agarrada às minhas mãos, os gemidos acompanhavam, levei uma das suas mamas à minha boca, continuou com um ritmo forte e dava tudo para explodir de prazer… estávamos completamente molhados… e logo a seguir o meu leite saía da minha verga, passados segundos a Marisa disse que se estava a vir também… 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Tivemos uns meses separados, mantivemos uma amizade e passados 11 meses reatámos a relação… percebemos que o amor que nos unia era mais forte que a separação.



sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Fábio

Resolvi experienciar a maior aventura da minha vida, tinha 43 anos e fui fazer voluntariado na Tailândia, na vertente de educação, ia interagir com crianças que era o que gostava… a duração eram 21 dias repletos de aventuras, ia fazer-me crescer intelectualmente.


No meu grupo havia pessoas de todas as idades e nacionalidades, chegada ao destino, fiquei maravilhada com as paisagens, as praias e a natureza encantava qualquer um.

Fomos para o local do nosso alojamento, lá se já se encontravam outros grupos. Sentia-me meia perdida, porque era tudo desconhecido para mim, mas a vontade era de conhecer pessoas novas.


E assim foi, no dia seguinte conheci um português, chamado Fábio, tinha 44 anos, vivia na Tailândia há 5 anos, começou por fazer voluntariado e acabou por ficar a viver na ilha. Conhecia bem os locais mais bonitos do país, disse-me que ia haver tempo para me mostrar, era um aventureiro como eu, gostava de viajar, conhecer locais novos, e sentir-se útil para a sociedade. Achei curioso num local tão longe encontrar alguém com os mesmos gostos do que eu, ter quase a mesma idade e sermos livres, solteiros e independentes.


Com o passar dos dias, fui estando mais vezes com o Fábio, embora também conhecesse outras pessoas e criasse laços de amizade. Mas com ele, havia proximidade, e a cada dia que passava conhecendo-o melhor existia mais intimidade… todos os dias mostrava-me um local na ilha, caminhávamos junto a aglomerados de vegetação, víamos cascatas, animais, tudo era puro, ele fazia de meu guia, e tudo era perfeito.


Num dia há noite, estive em sua casa, morava perto do meu alojamento, ficámos na varanda, ouvia-se o som do mar, e o barulho de alguns animais como as rãs, a noite estava agradável e a conversa era boa, o Fábio contava as suas histórias da Tailândia, os países que já tinha visitado, era uma caixa de surpresas com muito conhecimento da vida e experiências que ficavam marcadas para sempre. No dia seguinte era domingo, e o Fábio perguntou:

- Gostas de fazer praia?

- Sim adoro.

- Amanhã quero levar-te a uma praia deserta… alinhas?

- Claro… 


Saímos de manhã cedo, levámos comida e água, a ideia era ficar o dia todo pela praia, quando chegámos, os meus olhos nunca tinham visto tamanha beleza, a areia fina e branca, o mar de um topázio translúcido, a pureza das nuvens a decorar o céu, uma luxuriante vegetação atrás de nós, o sol a invadir e aquecer aquele local idílico…

Disse: "que soberbo Fábio, paisagem de cortar a respiração, era aqui que devia estar a tua casa, vinha logo morar para aqui contigo" - sorri. 


Durante a tarde éramos livres para fazer tudo o que quiséssemos, não havia pessoas por perto, entrámos no mar com a água quente, e com o calor que estava e como já nos sentíamos perfeitamente à vontade um com o outro, tirámos a roupa e ficámos nus, o mar cobria os nossos corpos, depois deitámo-nos nas toalhas, observava o corpo do Fábio a secar ao sol e ele o meu… aproximámos os nossos corpos, e o beijo surgiu… a minha mão passava pelo seu pescoço, desceu pelo peito e agarrou o seu pau, a mão dele, pelos meus ombros, apalpou as minhas mamas, desceu pela barriga e esfregou-a na minha coninha, e meteu um dedo dentro dela, aqueles toques fizeram aumentar o desejo para uma temperatura escaldante… 


Ali, nas toalhas fui para cima do Fábio, com o pau dentro de mim, gingava em cima dele, e curvava o meu tronco e a minha boca ia até à boca dele sentir o beijo de língua… depois quis ficar de quatro, por trás o Fábio cuspiu na minha cona, e penetrou-me, o seu pau chegava bem até ao fundo, apoiei o meu peito na toalha e empinei o rabo, ainda sentia mais a sua verga bem fundo… estávamos isolados na natureza entregues ao prazer, pegou em mim ao colo, levou-me até ao mar sereno… ficámos agarrados e virados de frente um para o outro, os meus braços rodeavam o seu pescoço, o beijo unia as línguas, e o pénis do Fábio enterrava-se na minha ratinha, as minhas mamas colaram ao seu peito, os movimentos na água estavam a deixar-me descontrolada… e com a minha boca colada ao seu ouvido, sussurrei roucamente: "estou a vir-me toda..." enquanto deslizava para esse orgasmo, num momento de puro prazer …a seguir o Fábio foi para trás de mim, agarrei-me a um galho de uma árvore, o meu corpo inclinou ligeiramente para a frente, ele apalpava as minhas mamas, e com o pau dentro de mim, fodia tão bem… pouco depois… gemeu e veio-se dentro da minha cona… que bom foi sentir aquele leitinho todo a escorrer por mim…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Encontrei um homem com o qual me identifiquei e que me deu a conhecer o que não imaginava, fiz nudismo, e senti o que é ter prazer ao ar livre, no meio da natureza numa praia isolada.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Catarina

Começara a namorar com a Catarina aos 17 anos, ambos tínhamos a mesma idade, e casámos três anos depois. A nossa relação sempre foi muito unida, vivíamos um para o outro, cada dia era um episódio de carinho, ternura e amor.


A Catarina era uma mulher determinada, simpática e cheia de garra, tinha o cabelo comprido ondulado, olhos escuros, alta, nádegas bem definidas e seios pequenos. Era apaixonada por compras, principalmente de roupa, gostava de andar bem arranjada e por vezes exagerava na vaidade. Muitos dos nossos fins de semana eram passados no centro comercial, eu não apreciava muito, mas por ela sujeitava-me e acedia.


Um dia estávamos por casa e a conversa debruçou-se sobre o tema de termos um filho, estávamos com 25 anos, e ambos tínhamos muita vontade de sermos pais, a ideia seria a Catarina deixar de tomar o contracetivo e a qualquer momento, acontecer o momento esperado. Após várias tentativas, a Catarina ficou grávida… a alegria invadiu a nossa casa, e todas as conversas dirigiam-se sobre o sexo do bebé, preparar o quarto, assistir ao parto, cedo ficámos ansiosos por tudo o que se ia passar… 


Enrolados na felicidade de sabermos que íamos ser pais, aconteceu algo inesperado, a Catarina teve uma queda e acabou por ter de abortar, foi um choque para ambos, depois de estar tudo encaminhado e planeado… o desejo de sermos pais teve de ficar adiado.


Com o passar do tempo começámos a sentir mais vontade de fazer amor, a nossa libido crescia todos os dias, bastava dirigirmos o olhar um ao outro, ou existir toque entre os nossos corpos, ou um simples beijo para desencadear um apetite desmedido de sexo.


Numa das idas ao shopping, numa tarde quente de primavera, a Catarina vestia um calção curto e um top, entrámos numa loja de mãos dadas, por trás dela dei-lhe um beijo no pescoço e outro no ombro, ela discretamente passou a sua mão por cima das minhas calças na direção do meu pénis, tive uma ereção e ela sorriu. Escolheu algumas peças de roupa e acompanhei-a até aos provadores.


Fomos até ao último do corredor, estava mais sossegado, entrámos os dois, a Catarina despiu-se para experimentar as roupas, mas estas ficaram para segundo plano, os beijos ardentes apoderaram-se de nós, as mãos percorriam os nossos corpos, não podíamos demorar para não dar a entender o que se estava a passar. A Catarina abocanhou o meu pau molhado, de joelhos à minha frente chupava prazerosamente, quis penetrá-la, não aguentava de tesão, por trás enfiei o meu pau na sua coninha molhada, estava a ser muito bom, tivemos de suster o som dos gemidos que saíam das nossas bocas… e a Catarina voltou ao broche e depois de chupar durante uns minutos, vi-me na sua boca… 


Voltamos a tentar ter um filho ou filha, o nosso sonho estava de pé e após vários momentos escaldantes de amor, a notícia surgiu… íamos ser pais.

Estávamos certos que desta vez ia correr tudo bem e teríamos a companhia do nosso primeiro filho. 


Passados uns tempos, a nossa sexualidade tornou-se diferente, a barriga crescia bastante e as posições eram adotadas em função do bem-estar da Catarina, a maior parte das vezes era de lado… as suas mamas estavam maiores, a sua sensibilidade estava mais apurada, mas continuávamos a ter noites intensas e tórridas de prazer. 


Durante a sua gravidez não faltou desejo e tesão… 


                                                            Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Após o nascimento do Ivo, ficámos com o tempo mais dedicado ao nosso filho, havia sempre intervalos e nos momentos que dormia, nunca abdicámos do orgasmo. A nossa vida sexual sempre foi bem vivida, e aproveitada ao limite. 


sábado, 5 de dezembro de 2020

Artur

Os meus pais tinham um restaurante e eu trabalhava com eles servindo às mesas. Ao almoço eram servidas muitas diárias, a maior parte das pessoas que frequentavam o espaço estavam ligadas a empresas. Perto do restaurante havia muito comércio e uma grande zona industrial com fábricas.

O meu trabalho permitia lidar com muitas pessoas, com algumas havia ganho confiança por serem clientes há muitos anos. 

Um desses clientes diários era o Artur, chegava para almoçar quando estava tudo mais calmo, perto das 14h, ou seja eu estava sempre por perto e tínhamos mais tempo para conversar, era nosso conhecido há bastante tempo, tinha 36 anos, trabalhava num stand de automóveis, corpo bem definido, olhar sedutor, possuía sentido de humor, era observador e sabia conquistar as mulheres, pelo que dizia nas conversas e não só… soube através de uma prima, que se envolveu com ele, que era um homem bom na cama.


Todos os dias estava ansiosa que chegasse a hora do Artur entrar no restaurante a sorrir, sentava na sua mesa habitual, olhava para mim de cima a baixo, dava-me um elogio, fazia-me rir… sempre senti atração por ele, mas ultimamente estava a sentir um desejo forte, até sonhos eróticos tinha. 


Numa das conversas que tínhamos, disse-lhe que precisava de trocar o meu carro, que precisava da sua ajuda para a escolha de um novo, prontificou-se em ajudar, propôs-me caso eu quisesse, passar no dia seguinte à tarde no stand. Ficou assim combinado.


Passei pelo stand, o Artur estava na parte de fora, viu-me a aproximar e perguntou:

- Então o carro que vens buscar é este? - era um Mercedes topo de gama.

- Achas?... eu quero um Ferrari, já estou a ver que tu não tens, por isso não vamos fazer negócio. - sorri.

- Tenho aqui muitas escolhas para ti, tens alguma marca ou modelo que gostes?

- Acima de tudo que não dê problemas, que gaste pouco combustível e que não seja muito caro.

- Acho que está aqui o carro ideal para ti.


Mostrou-me o carro, gostei da cor e do modelo, perguntou se eu queria ir dar uma volta para o conhecer, respondi que sim.

Assumi o volante e o Artur foi sentado ao meu lado, o carro tinha uma boa condução, confortável e não fazia qualquer barulho, estava bem estimado. O Artur em tom de provocação perguntou: 

- Então para onde me vais levar?

- Tens alguma sugestão?

- Para agora não… mas para logo à noite posso dar-te uma boa sugestão.

- Gosto de boas sugestões… estás a pensar em…?

- Ir ao cinema contigo… queres?

- Fazemos negócio lá? - sorri.

- Podemos fechar o negócio antes de irmos ver o filme…

Voltámos ao stand, o carro pareceu-me uma boa escolha, adorei-o, assim como a possibilidade de ir ao cinema com o Artur, ficou fechado o negócio e a ida ao cinema à noite.


Como tinha que trabalhar no restaurante, servir jantares, pedi aos meus pais para sair um pouco mais cedo, estava acertado entre mim e o Artur ir à última sessão.

Vesti-me com um vestido curto e decotado, maquiada a preceito, estava provocadora. Encontrei-me com o Artur perto do seu stand, quando saí do carro, senti-me comida pelos olhos dele. Entrei no carro e o Artur com o seu olhar safado disse que o meu perfume tinha invadido as suas narinas, gostava do meu perfume, estava vestido com um polo azul, e umas calças de sarja claras… estava bem gostoso.


Seguimos para o centro comercial, a conversa foi sobre o carro que ia comprar-lhe, deu-me umas dicas e uns conselhos. Quando chegámos subimos até à zona dos cinemas, escolhemos o filme que mais nos agradava, a escolha foi fácil… e entrámos na sala… faltavam poucos minutos para iniciar o filme e a sala só tinha mais um casal. 

 

O filme começou e passado algum tempo, percebemos que além de ser uma seca, o filme era muito barulhento, o nosso olhar ficou dirigido para os nossos rostos… perdemos o interesse pelo filme, a safadeza do Artur fez com que a mão dele passasse na minha coxa, tentou puxar o vestido mais para cima, mas estava preso pelo rabo, levantei um pouco o rabo e o vestido subiu, e a sua mão já chegava à minha cueca, os seus dedos passavam na minha vulva… as minhas mãos agarraram com força o apoio dos braços, ajoelhou-se à minha frente, o meu corpo escorregou um pouco para baixo, abri um pouco as pernas, fechei os olhos, a língua do Artur lambeu a coxa, subiu… puxou a cueca para o lado e lambeu-me a coninha, no escurinho com o som do filme, que maravilha! 

A seguir sentou-se e fiquei eu de joelhos entre os bancos, puxei a calça e os slips para baixo, agarrei o seu pénis, tocava-lhe uma punheta, depois lambi-lhe e chupei-lhe todo o seu pénis. Estava muito duro, sentia calor e uma vontade enorme de ser penetrada. 

Assim, estando o Artur sentado, sentei-me de costas em cima do seu pau, a minha cona estava bem preenchida pelo seu pénis, ambos tentávamos conter-nos com os nossos gemidos, inclinei o corpo para frente, apoiou as mãos no banco da frente, o Artur movimentava bem o seu pénis dentro de mim, estava a ser tão bom… pus uma mão na boca para poder gemer mais alto, tive um espasmo, os meus olhos aumentaram de tamanho, estava a vir-me toda, o Artur continuou a foder-me por mais um pedaço, e logo a seguir gemeu e molhou-me a cona com o seu sémen, quase que tive um segundo orgasmo, a seguir saí da posição e chupei-lhe a verga, quis limpar os restos de esperma que tinha no seu pénis com a minha boca.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Acho que foi dos melhores sítios que fiz sexo, teve adrenalina, teve som e imagem, uma sala grande destinada para os nossos gemidos e loucura, tive muito prazer.