Começara a namorar com a Catarina aos 17 anos, ambos tínhamos a mesma idade, e casámos três anos depois. A nossa relação sempre foi muito unida, vivíamos um para o outro, cada dia era um episódio de carinho, ternura e amor.
A Catarina era uma mulher determinada, simpática e cheia de garra, tinha o cabelo comprido ondulado, olhos escuros, alta, nádegas bem definidas e seios pequenos. Era apaixonada por compras, principalmente de roupa, gostava de andar bem arranjada e por vezes exagerava na vaidade. Muitos dos nossos fins de semana eram passados no centro comercial, eu não apreciava muito, mas por ela sujeitava-me e acedia.
Um dia estávamos por casa e a conversa debruçou-se sobre o tema de termos um filho, estávamos com 25 anos, e ambos tínhamos muita vontade de sermos pais, a ideia seria a Catarina deixar de tomar o contracetivo e a qualquer momento, acontecer o momento esperado. Após várias tentativas, a Catarina ficou grávida… a alegria invadiu a nossa casa, e todas as conversas dirigiam-se sobre o sexo do bebé, preparar o quarto, assistir ao parto, cedo ficámos ansiosos por tudo o que se ia passar…
Enrolados na felicidade de sabermos que íamos ser pais, aconteceu algo inesperado, a Catarina teve uma queda e acabou por ter de abortar, foi um choque para ambos, depois de estar tudo encaminhado e planeado… o desejo de sermos pais teve de ficar adiado.
Com o passar do tempo começámos a sentir mais vontade de fazer amor, a nossa libido crescia todos os dias, bastava dirigirmos o olhar um ao outro, ou existir toque entre os nossos corpos, ou um simples beijo para desencadear um apetite desmedido de sexo.
Numa das idas ao shopping, numa tarde quente de primavera, a Catarina vestia um calção curto e um top, entrámos numa loja de mãos dadas, por trás dela dei-lhe um beijo no pescoço e outro no ombro, ela discretamente passou a sua mão por cima das minhas calças na direção do meu pénis, tive uma ereção e ela sorriu. Escolheu algumas peças de roupa e acompanhei-a até aos provadores.
Fomos até ao último do corredor, estava mais sossegado, entrámos os dois, a Catarina despiu-se para experimentar as roupas, mas estas ficaram para segundo plano, os beijos ardentes apoderaram-se de nós, as mãos percorriam os nossos corpos, não podíamos demorar para não dar a entender o que se estava a passar. A Catarina abocanhou o meu pau molhado, de joelhos à minha frente chupava prazerosamente, quis penetrá-la, não aguentava de tesão, por trás enfiei o meu pau na sua coninha molhada, estava a ser muito bom, tivemos de suster o som dos gemidos que saíam das nossas bocas… e a Catarina voltou ao broche e depois de chupar durante uns minutos, vi-me na sua boca…
Voltamos a tentar ter um filho ou filha, o nosso sonho estava de pé e após vários momentos escaldantes de amor, a notícia surgiu… íamos ser pais.
Estávamos certos que desta vez ia correr tudo bem e teríamos a companhia do nosso primeiro filho.
Passados uns tempos, a nossa sexualidade tornou-se diferente, a barriga crescia bastante e as posições eram adotadas em função do bem-estar da Catarina, a maior parte das vezes era de lado… as suas mamas estavam maiores, a sua sensibilidade estava mais apurada, mas continuávamos a ter noites intensas e tórridas de prazer.
Durante a sua gravidez não faltou desejo e tesão…
Após o nascimento do Ivo, ficámos com o tempo mais dedicado ao nosso filho, havia sempre intervalos e nos momentos que dormia, nunca abdicámos do orgasmo. A nossa vida sexual sempre foi bem vivida, e aproveitada ao limite.

ótimo conto e que casal . =)
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